Tudo começou com a gente falando besteira, e eu logo soltei a pergunta: quando que ele iria enfiar aquela pikona em mim? Quando ele respondeu que era "hoje", pronto, o curto-circuito foi total. Mandei na lata que minha buceta já estava toda babada só de pensar em me acabar na rola dele. Aí ele me chama de "cadelinha gostosa" e diz que vai me encher de leitinho, e nossa, isso me desmancha. Eu adoro quando ele é grosso assim, me manda, me domina. Quando ele fala desse jeito, não tem dignidade que aguente, eu só quero me ajoelhar e ser dele.
O papo foi subindo o tom. Ele disse que sou a fonte de prazer dele, e eu confessei que essa rola merece muito mais do que só a minha buceta. Falei na cara dele que amo quando ele é safado, quando me mostra bunda de outras em festas. Às vezes bate um ciuminho, claro, mas é um ciúme que, no fundo, me deixa mais excitada ainda, porque eu quero mesmo é ver ele enfiando a rola em outra mulher.
Ele confessou que estava louco, tentando segurar pra não gozar o tempo todo, e a gente chegou na melhor parte: o desejo de me foder ao mesmo tempo que fode outra. Eu não pensei duas vezes e disse que quero ver ele gozando bem gostoso em outra cachorrinha, pra eu ter o prazer de limpar tudinho depois.
Foi uma guerra tentar manter a postura no escritório, fingindo que estava tudo normal, enquanto por dentro eu só pensava em chegar em casa, ficar de quatro e me entregar inteirinha pra ele, até não aguentar mais.
Uma fotinha de uma das nossas transas
