Fui visitar minha irmã na maternidade, em mais uma de suas gestações, como sempre fui com uma roupa “leve” que só tampava a bucetinha e o cuzinho, o resto gostava de exibir pra quem quisesse ver.
Estava no banco de espera na entrada do hospital, e de longe avistei o segurança do local, um loirinho, forte, olhos claros, cabelos claros, a buceta que começou a piscar, (como meus “amigos” daqui sabem, sou morena, e adoro um branquinho pra chamar de meu). Fiquei de olho nele, e não demorou muito para ele perceber, e vir até mim, foi discreto, perguntou se precisava de ajuda ou alguma informação, sorri, e disse que não, porém ele não voltou para o seu posto, ficou próximo a mim, por um bom tempo batendo papo, me perguntou se era solteira, informei que sim, mas não o fiz a mesma pergunta, até porque não me interessava, ele pegou meu contato e eu segui com a visita a minha irmã.
Saindo do local recebo um SMS dele,
-Oi gatinha, vamos fazer algo mais tarde? Termino meu plantão às 19:00
-Olá, vamos sim, estarei livre esse horário!
E assim seguiu, me arrumei como a putinha de sempre e fui ao encontro dele, não esperava que me levasse a um local para conversar, a única conversa que eu queria ter era com a rola dele, e ele não decepcionou, me encontrou no local combinado e me levou direto para o motel, (naquela época não pediam o documento da acompanhante, ao menos não que me lembre pois nunca fui barrada em porta de motel pela pouca idade), chegando ao motel ele já me agarrou com fome, com vontade, foi tirando minha roupas, rasgando minha calcinha com os dentes e enfiando sua língua na minha bucetinha quente e apertada, naquele exato momento eu soube que ele era casado, não há homem mais faminto por buceta que os casados, eles se empenham, são ferozes, satisfazem a mulher até a rola mão aguentar, não tem pressa em terminar. E foi assim que ele o fez, sem pressa, com muita vontade, o pau dele era branquinho, cabeça rosada, tamanho médio e largura também, nada excepcional, até enfiar na minha buceta, ahhh que delícia de homem, ali ficou claro que ele queria me dar prazer.
Me levantou, me colocou de frente para um espelho, enquanto me fodia, me olhava gemer em frente ao espelho, ele gostava daquilo, gostava de ver minha reação as estocadas que ele dava na minha vagina depiladinha, quando cansou de me foder em pé, me colocou de quatro na beirada da cama e me penetrou novamente, agora meus gemidos estavam abafados com a minha boca mordendo o lençol, e logo ele anunciou o gozo, gozou em abundância na minha buceta, tão fundo e em grande quantidade como se quisesse deixar seu leitinho direto no meu útero, ele tomou banho, e como vocês sabem, sempre gostei de cheirar a esperma, então depois do macho me encher com seu leitinho, gosto de deixar escorrendo pelas pernas, nos despedimos e ele me deixou em casa.
Continuamos a conversar, o tesão só aumentava, a vontade de ser fodida por ele novamente era grande, a buceta vivia pedindo mais pica, não aguentando mais, aproveitei que o plantão dele seria a noite e fui fazer uma visita,
A noite estava abafada, aquele calor de Dezembro, coloquei o menor vestido que tinha, sem sutiã ( adoro ver a reação dos machos quando veem meus petinhos balançando soltos por baixo da roupa), coloquei um calcinha minúscula, e lá fui eu, atiçar o macho no trabalho dele.
Cheguei, sentei na área de espera externa, como se fosse visitar alguém.
Ele me viu de longe, e com passos largos veio até mim, sorrindo, claramente já excitado, dava para ver o volume da sua rola dura na calça social, eu sorri, aquele sorriso safado de quem está procurando pica, ficamos conversando e disfarçando por um tempo, até o movimento diminuir, disse a ele que precisava ir embora, ele me acompanhou até o pequeno portão lateral, onde ficava a guarita, olhou para os lados e me puxou para dentro, fechou a porta, empurrou telefone e anotações para os cantos, me levantou em seus braços e me colocou sentada em cima do balcão, me beijou ardentemente, enfiando sua língua em minha boca, seu pau já estalando, querendo rasgar a calça de tão duro, eu abri a barguilha de sua calça, e botei seu pinto para fora, enquanto ele me beijava eu o punhetava, ele gemia levemente entre os beijos, logo me tirou de cima do balcão, me botou de quatro, subiu meu vestido, levou a mão a boca, pegando uma quantidade de saliva, molhou meu Cuzinho, e sem cerimônia, enfiou no meu rabinho, eu tentava conter os gemidos, apertava o cu, a dor, senti rasgando meu rabo, ele dizia no meu ouvindo, não era pica que você queria vagabunda, era isso que veio buscar, e eu só conseguia gemer e dizer que estava doendo, mas que estava gostoso, o ambiente ficou quente, os vidros embaçados, nossos corpos escorrendo suor, e ele estocando no meu rabo, passou as mãos por baixo das minhas perna e enfiou dois dedos na minha bucetinha.
- está molhandinha ne sua putinha, achou o que queria?
-Gemi e respondi que sim
Ele meteu mais um pouco e urrando no meu ouvido, encheu meu cuzinho de porra.
Depois disso nos encontramos mais algumas vezes..
