Conhecendo a família do André, (quem leu meu conto anterior sabe), fiquei mais próxima de alguns amigos dele, e um deles foi o Anderson, ele era muito engraçado, estava sempre próximo quando eu precisava de algo, não era bonito, mas era gentil e educado. Com essa proximidade entre nós, começamos a ficar sozinhos, ele ia no meio do dia em casa quando eu estava sozinha, ia pra tomar um “cafezinho” e bater um papo, e nesse papo acabou rolando conversa de putaria, contei a ele que eu era sempre elogiada com o boquete que eu sabia fazer, ele deu um sorrisinho safado e pude perceber que foi ficando excitado. Os papos passaram para tapinhas, sabe quando está conversando e a pessoa te dá tapinhas, foi bem assim, eu sorria e tocava no braço dele. Certa noite, André chegou bebado e foi direto pra cama, em plena sexta feira, eu em casa sozinha, sem fazer nada, mandei SMS para o primo dele, perguntei o que ele estava fazendo, ele respondeu que estava de boa, e me chamou para casa dele. Me troquei, coloquei um vestido até as coxas, sem calcinha e sem sutiã como sempre né! E fui, afinal era seguro, estava em família e a casa ficava na mesma rua. Ficamos sentados na calçada por um tempo, conversando, e logo ele me chamou para conhecer a casa dele, que estava em construção em cima da casa dos pais, porém os pais dele estavam dormindo, não poderíamos fazer barulho. Aceitei. Subimos as escadas conversando baixinho, passamos por toda a casa até chegar no espaço que seria o quarto, ficamos na janela, vendo as luzes da cidade brilhar na noite. Logo sinto as mãos dele subindo pelas minhas pernas, fui abrindo -as, para facilitar o acesso a minha bucetinha, ele me virou para ficar de frente pra ele, e me beijou, enquanto enfiava dois dedos na minha buceta, que já foi ficando molhada. Fui descendo as mãos até sua bermuda, acariciei seu penis por cima da roupas, enquanto ele massageava meu clítoris, tirei o pau dele da bermuda, já estava duro, pulsando de vontade, não era grande, mas cabia direitinho na minha boca, agachei e comecei a mama-lo, uma mão ele segurava minha cabeça e forçava o pau na minha garganta, eu engasgava, salivava na rola dele, com a outra mão ele apertava delicadamente o bico dos meus seios, e gemia baixinho, até que puxou meu cabelo, dizendo, para, se não vou acabar gozando, que boquinha gostosa você tem, que boquete gostoso, muito melhor que as prostitutas que ja paguei, com a boca toda babada, eu sorri, ele me levantou, colocou minhas mãos na janela, me deixando de bunda empinada pra ele, levantou meu vestido e socou o pau na minha buceta, entrou fácil, pois o pau dele estava todo lambuzado com a minha saliva, o cômodo que estávamos era bem em cima do quarto dos pais dele, então não pude gemer, me segurei o máximo que pude, enquanto ele socava com força, hora passando as mãos na minha bunda, hora puxando meus seios que balançavam com o vai e vem, ele metia e dizia, que priminha gostosa eu ganhei, que bucetinha quente e apertada, que rabao gostoso, os caras tinham razão, o André não dá conta de tudo isso, que vadiazinha gostosa, minha excitação com ele dizendo essas coisas foi aumentando, juntamente com as estocadas que ele dava, gozei, tremi, as pernas ficaram moles, tive que me apoiar na parede, ele tinha acabado de levar minhas energias, mas ele não parou, continuou metendo, abriu minha bunda e ao ver meu cuzinho piscando, gozou, encheu minha buceta de leitinho, tirou de dentro de mim e antes dele guardar na cueca eu suguei novamente, queria deixar limpinho e aproveitei para sentir o gosto da sua porra, uma delícia! Descemos, conversamos por mais um tempo e fui embora, gozada, e assim permaneci, pq homem que chega bebado e dorme, é chifre que merece!
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