Eu amo a sensação de ser marcada por ele. Amo quando ele goza dentro de mim, seja na buceta, no meu rabinho ou quando ele espalha aquele líquido quente pelos meus seios e no meu rosto. É uma forma de possessão que me faz sentir completamente dele. Porém, tenho um fetiche que confesso ser minha maior fraqueza: eu sou viciada na abundância.
O T tem um prazer tão explosivo que, às vezes, ele acaba sendo econômico na quantidade. E, por mais que eu o ame, confesso que sinto uma saudade incontrolável daquela sensação de volume, de sentir a boca cheia, de ser preenchida até transbordar. Às vezes, fico imaginando como seria ter um homem que pudesse me inundar, alguém que me fizesse engolir aquele leitinho denso e quente até que eu não conseguisse nem respirar.
Essa pequena carência cria uma tensão deliciosa. É como se meu corpo sempre pedisse um pouco mais do que ele pode oferecer. Fico ali, deitada, sentindo o que restou do prazer dele em mim, mas com a mente longe, fantasiando com a imagem de um macho que me enchesse, que me deixasse suja, marcada, me fazendo sentir que fui totalmente saciada por um volume que parece infinito. É um segredo que guardo comigo, um desejo profundo de ser inundada por um leitinho quente de macho, aquela sensação de fartura que me faz perder a cabeça.