Chifre trocado não dói? O alemão fudeu minha bucetinha

Como disse no conto anterior, casei bem novinha, o nome dele era André, ele era 7 anos mais velho que eu, e sem dúvidas tinha muito mais experiência, ele era baixo, devia ter seus 165 de altura, pinto pequeno e a grossura era mediana, nem fino nem grosso, eu o achava maravilhoso, primeira foda a gente se apega né!? Pois bem, namoramos por cerca de 1 ano. Eu ainda ia pra escola, estava no ensino médio, em uma noite de aula, uma das professoras faltou, e tivemos as 2 últimas aulas vagas, sai da escola e fui caminhar com meus colegas, não fazia nada de errado, só conversava e dava risada, fizemos um percurso curto e voltamos para a escola, de longe minha colega disse; Josy, aquele não é o André, seu namorado? Olhei e respondi que sim, era ele, André estava abraçado, beijando uma outra colega de classe, fiquei sem acreditar no que estava vendo, mas não fiz barraco, não fiz escândalo, não disse nada, apenas fui para casa. No dia seguinte, lá estava ele, no meu portão chorando, levou flores e chocolate, pedindo perdão e dizendo que nunca mais me trairia, fui relutante, mas aceitei reatar, só o que ele não sabia é que aceitei na minha cabeça a condição de que ele seria corno enquanto estivesse comigo (no relato anterior eu mamei o tio dele, foi após essa traição dele), André achou que estava tudo bem, que eu o amava e perdoaria qualquer palhaçada que ele fizesse comigo.
Ao lado da casa da avó dele tinha um bar, eu ia ao bar para comprar refrigerante e coisas pequenas, e comecei a notar os olhares dos machos, claro, eu estava sempre com a menor roupa possível, e adorava as olhadas, mas um cara me chamou atenção, (um homem mais Velho, devia ter seus 30 na época, não me recordo o nome dele, mas o chamavam de alemão, loiro, alto. Vou chama-lo de Carlos), sorri para Carlos e ele sorriu de volta, chegou perto de mim e falou no meu ouvido o quanto eu era gostosa, ele falou tão perto que pude sentir o hálito quente dele na minha orelha, o que me fez umedecer a calcinha no mesmo instante, pediu meu contato e passamos a trocar SMS diariamente. Até que um dia André precisou viajar para São Paulo, foi visitar sua mãe, aproveitei e marquei de encontrar com o Carlos naquela noite, levei minha irmã gêmea junto para não ficar sozinha, enquanto minha irmã estava sentada em uma mesa conversando com o irmão dele, Carlos me levou em um cantinho mais escuro, que tinha uma mureta baixa, me colocou sentada nessa mureta e beijou, me tocou, mamou meus peitinhos, dedilhou minha buceta, seu pau explodia na calça, me puxou pelos braços, me levou até seu carro, aproveitou que os vidros eram escuros e tirou minha roupa, me deixando completamente peladinha, encarou por um momento minha buceta depiladinha, e caiu de boca, ele chupava minha buceta com vontade e eu gemia e me contorcia no banco de trás, passavam pessoas na rua e não nos importávamos, me botou pra mama-lo, e enquanto eu mamava ele cerrilhava os dentes, tentando conter seus gemidos, segurou minha cabeça contra seu pau e gozou na minha boca, me virei para a janela e cuspi o que consegui, pq o resto foi garganta a baixo. Me mandou continuar pelada, vestiu as calças e voltou para o bar, avisando minha irmã e o irmão dele que iríamos para casa, e ambos finalizaram a noite e foram embora também. Carlos me levou para sua casa, desci do carro, na garagem ainda pelada, no frio da madrugada, toda arrepiada e entrei em sua casa, sem demora ele me levou para o quarto, me jogou na cama, o pau dele já estava duro feito pedra, era comprido, porém fino, me colocou de quatro, passou um gel lubrificante e me penetrou, eu gemia, e pedia mais, ele dizia o quanto eu era gostosa e que estava de olho em mim a muito tempo, o quanto queria gozar na minha boquinha de menina fazia dias, que já tinha batido várias punhetas pensando o quanto minha bucetinha devia ser gostosa, falou muita putaria, ele não era agressivo, metia firme mas com certo cuidado, e eu sorria, aquele sorriso safado, eu sabia desde nova como deixar os homens encabulados, e ele ficou ali, metendo e dizendo que meu namorado não me merecia, que eu era gostosa de mais pra aquele otario, que me bancaria, que cuidaria de mim se eu desse uma chance, depois me colocou de frango assado, apoiou minhas penas nos seus peitos, completamente aberta pra ele, e metia olhando meu rostinho, enquanto eu gemia e sorria, pedindo pra ele não parar, ele dizia; que morena gostosa, que bucetinha maravilhosa, quero você toda pra mim, e gozou assim, quase que implorando pra minha buceta ser exclusiva dele, ao amanhecer, fui pra casa e continuarmos a conversar por SMS, até meu ex descobrir e querer dar um corno furioso, foi atrás de Carlos querendo tirar satisfação, hahaha, deixei o pau comer e fiquei quietinha na minha, depois de o corno dar um de pitbull, chorei e pedi perdão igualzinho ele fez comigo, depois disso fomos morar juntos… e nos próximos contos direi como foi o tempo que morei com o corninho
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Ficha do conto

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pretacachorra33

Nome do conto:
Chifre trocado não dói? O alemão fudeu minha bucetinha

Codigo do conto:
266311

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/07/2026

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3

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