Eu e meu ex tivemos uma empresa e, quando passamos por perrengues, aceitamos a entrada de dois sócios. Minha relação com eles era estritamente profissional; eu cuidava da parte administrativa e, quando os sócios entraram, passei a dividir essa tarefa com um deles. Nos encontrávamos frequentemente em cafeterias para tratar do financeiro. Meu ex-marido, conhecendo a fama desse sócio que vou chamar de M, surtava de ciúmes, mas eu não me preocupava, pois, até onde sei, se um não quer, dois não fazem. M nunca foi desrespeitoso; aliás, ambos os sócios sempre foram gentis e cordiais. Meses depois, me separei, deixei a empresa para o ex e fui viver minha vida.
Pouco tempo após a separação, recebo uma mensagem de M:
— E aí, tudo bem? Como andam as coisas, trabalhando muito?
— Oie, está tudo bem sim. Sim, trabalhando a beça. E como andam as coisas por aí?
Ele não respondeu minha pergunta e fez outra:
— Está casada?
— Rsrs, cansada sim, casada não.
— Vamos tomar um café?
Eu estava há dias/meses, na verdade, sem transar, e ele fazendo um convite desses… eu sabia que ele queria me dar tudo, menos café.
— Eu não tomo café, mas se quiser me dar um chá, eu aceito.
— Vem aqui então.
Fui conhecer o comércio dele alguns dias depois, tomamos um café, conversamos pouco e fui embora. Dias depois, ele mandou mensagem de novo:
— Oi Josy, o que está fazendo?
— Trabalhando, e você? Quer me dar um chá hoje?
Ele riu e concordou. Nos encontramos em um posto e seguimos para um motel. De início, fiquei sem graça por ser alguém que tinha laços com meu ex, mas estava na seca e precisava me sentir mulher novamente. Entramos, tomei banho primeiro, ele foi em seguida, eu o aguardarei na cama, ele saiu, cheiro e molhado, foi para a cama.
Começou me beijando, me apertando, e logo eu o estava mamando. Sempre sou elogiada, então sabia como agradar. Não demorou muito; ele logo me botou de quatro e começou a foder gostoso. O pinto dele era médio, nem fino nem grosso, daqueles que não faz mal a ninguém rsrs. pedi para sentar nele, quando eu cansava ele que metia e ficamos assim até ele gozar na minha bunda. Ficamos debaixo das cobertas batendo papo, mas logo o pau dele começou a reagir novamente. Ele veio para cima com mais fúria, com mais vontade, metendo na buceta como se fosse o último dia de vida. Aquele homem estava sedento, e eu era a putinha que o satisfazia. Gozamos juntos, tomamos banho e fomos embora. Nos encontramos outras vezes: não havia conversa fora disso, quando ele queria transar, mandava mensagem me convidando para um "chá", e eu fazia o mesmo.
Agora, sobre o outro sócio, o F. Ele era um homem mais velho e, enquanto trabalhávamos juntos, nunca o vi olhar para mim com desejo; era sempre sério e respeitoso. Pelo menos, era o que eu achava. Mantive contato com ele após sair da sociedade, pois ele sempre tinha dúvidas que eu ajudava a sanar. Até que um dia, movida pelo tesão, mandei mensagem:
— Oi F, tudo bem? Não tem um amigo pra me apresentar não? Tá fogo, viu, estou precisando de alguém.
— Oi Josy, tudo bem sim. Esse amigo pode ser casado?
— Ah, casado não. Gosto de dormir de conchinha, com casado não posso fazer isso.
— Claro que pode, é só você querer.
— Humm, por acaso esse casado é você?
— Sim, sou eu.
Demorei a responder. Eu queria transar, mas sair com casado não era o meu forte. Ele continuou me mandando mensagens:
"Eu sempre quis sair com você. Eu e o M sempre ficávamos olhando você naqueles jeans, que bundão, e agora você está mais linda ainda. Você é meu sonho de consumo".
Que mulher não gosta de ser desejada? Comecei a ficar excitada e aceitei.
Ele foi me buscar tarde da noite. Entrei no carro, nos beijamos e senti o pau dele duro, extremamente excitado. No caminho, ele passava a mão nas minhas pernas, dizendo não acreditar que estava saindo comigo. Ele me levou até uma rua escura, desceu do carro, abriu minha porta, botou o pinto para fora e eu mamei. Seu pinto era pequeno, porém grosso. Ele me botou de quatro, baixou meu shorts (eu já estava sem calcinha, preparada ) e meteu a pica dura e babada, sem cerimônia, com muita vontade. Não demorou muito a gozar, enchendo minha buceta com seu leitinho quente. Ele prometeu voltar para me foder no dia seguinte, mas isso nunca aconteceu. Conheci o T logo depois e não tive mais necessidade de outro macho na minha vida; até hoje, ele se lamenta por não ter ficado comigo mais vezes.