Aos 20 anos, eu estava no auge da minha beleza. Com seios fartos, bumbum grande e um corpo desenhado pela academia, eu chamava atenção por onde passava e amava me exibir. Sempre sem sutiã, com decotes longos e shorts curtos, eu era a própria definição de uma "biscatinha"; para se ter noção, eu até andava com bilhetinhos na bolsa com meu número de telefone, caso algum homem pedisse.
Na semana do meu aniversário, eu estava com um tesão incontrolável. Não passava, eu estava 24h por dia com a buceta molhada, implorando por pica. Pensei: "Por que não? Vou transar em comemoração ao meu aniversário". Primeiro, saí com um negrão alto e forte, que eu já tinha nos meus contatinhos, mas com quem ainda não havia transado. Fomos a um barzinho beber e, durante a festa, um amigo dele se ofereceu para fazermos uma festinha particular. Fiquei acanhada de início, mas, com o álcool e o clima, aceitei.
Saímos da festa e seguimos em direção a um motel. Passamos por pelo menos quatro, mas nenhum tinha vaga. Foi quando tiveram a ideia de me levar a um local ermo, escuro e sem movimento. No percurso, fui quieta no banco de trás, enquanto os dois iam na frente. Ao chegarmos, desceram do carro, abriram a porta para mim e já foram baixando as calças. O negrão tinha uma rola enorme, até hoje não vi uma maior ou mais grossa e eu tremi, pensando que ele destruiria minha bucetinha. O amigo dele era mais velho, grisalho, com barriga de chopp e um pinto pequeno, porém grosso.
Tentei mamar os dois. O do meu acompanhante mal cabia na minha boca; ele percebeu a dificuldade e mudou a posição. O amigo dele deitou no banco de trás, com as pernas para fora, enquanto eu o mamava; o outro, então, começou a me foder por trás, de quatro. O pau dele era tão grande que, mesmo molhada, ele teve dificuldade de encaixar. Eu não sabia se gemia ou se mamava. Ele metia sem dó, eu sentia bater no meu útero, enquanto o amigo segurava minha cabeça, forçando a mamada até a garganta. Eu babava muito e precisava tirar a boca do pau dele para conseguir gemer.
O tesão era demais. Eles trocaram de lugar: um me fodia enquanto o outro chupava meus peitos, usando as mãos para abrir minha bunda e facilitar a entrada de outra rola. Apanhei feito uma putinha; mesmo sendo de pele escura, meu rabo ficou vermelho de tantos tapas, meus olhos escorriam lágrimas, minha boca estava babada de saliva e gozo. Eles tentaram uma penetração dupla, mas não foi possível, era pênis demais para minha buceta. Então, o amigo dele botou no meu cuzinho. Não teve dó, socou de vez quando sentiu meu rabo quente e apertado. Não demorou muito, o amigo gozou enchendo meu rabinho de porra e urrando feito um cachorro na noite escura. Depois, meu acompanhante socou na minha buceta com todo o tesão do mundo, gozando fartamente direto no meu útero enquanto apertava minha bunda. Foi uma experiência única.
Na semana seguinte, o rapaz que me acompanhava ligou e mandou mensagens preocupado se havia me machucado, eu o acalmei disse que estava tudo bem, e estava mesmo. Mas estava impressionada que meu tesão não havia sumido: naquela semana, trepei com cinco homens, (separadamente) e só o último conseguiu me saciar.
Realmente, aniversário de 20 anos só se faz uma vez!