Por que homem pode fazer toda safadeza do mundo e a gente tem que ficar no "certinho"? Eu via os caras negros que eu conhecia saindo com loiras casadas, postando stories indiretos, rindo no grupo como quem tá ganhando no jogo. E as mulatas? A gente tem que ser a "moça direita", a que espera o príncipe. Foda-se. Eu decidi que não ia mais aceitar isso. Queria o proibido. Queria um homem branco, casado, bem casado mesmo. Queria sentir aquele poder, aquela adrenalina de pegar algo que não é meu.
E aconteceu. Não foi em aplicativo não, isso é coisa de quem não tem noção. Foi no meu trabalho. Sou designer gráfica numa agência de publicidade aqui em BH. Ele é cliente. Marcos, 42 anos, engenheiro, daqueles branquinhos com olhos verdes, cabelo castanho com uns fios brancos nas têmporas, corpo malhado mas não exagerado. Casado com a Paula há uns 15 anos. Eu já tinha atendido ele algumas vezes, sempre profissional. Mas numa reunião mais longa, uns dois meses atrás, percebi o jeito que ele me olhava quando achava que eu não tava vendo. Demorava um segundo a mais. Descendo pro meu decote, pros meus lábios...
coomeçamos a trocar mensagens no WhatsApp "profissional". Depois virou meme, depois áudio com a voz dele mais baixa. Ele reclamava da rotina, dizia que em casa as coisas tavam frias há muito tempo. Eu jogava verde: "Às vezes a gente precisa de algo que acenda de novo, né?". Ele mordia a isca devagar. Até que numa sexta, depois de uma entrega de projeto, ele me chamou pra tomar um café "pra alinhar uns detalhes". Eu fui.
Sentamos num lugar discreto. Ele tava nervoso, girando a aliança no dedo sem parar.
— Letícia, você sabe que isso é perigoso, né? ele disse, olhando pra mim.
Eu sorri, mexendo meu cabelo.
— Perigoso pra quem? Pra você ou pra mim? Eu tô solteira. Quem tem aliança é você.
Ele riu, mas os olhos tavam pegando fogo. Marcamos pra quarta seguinte, num hotel bom no centro. Quarto pago por ele, claro.
Entrei no quarto e meu coração tava disparado. Ele já tava lá, de camisa social cinza, cheirando bem. Fechou a porta e ficou me olhando de cima a baixo.
— Porra, Letícia... você é linda demais. Eu fiquei a semana inteira pensando nisso.
— Eu também respondi, me aproximando. — Fiquei pensando como ia ser sentir um homem como você me querendo de verdade.
Ele me puxou pela cintura e me beijou. Foi daqueles beijos de língua quente, mãos apertando minha bunda porcima da saia. Eu gemi baixinho na boca dele, sentindo o pau dele já duro contra minha barriga.
Tirei a blusa devagar, mostrando o sutiã preto de renda. Ele respirou fundo.
— Olha esse corpo... caralho.
Eu empurrei ele pra cama, tirei o resto da roupa dele. O pau era grosso, bonito, cabeça rosada. Fiquei de joelhos e chupei devagar, lambendo toda a extensão, olhando pra cima. Ele segurava meu cabelo cacheado com uma mão, gemendo:
— assim... vai devagar que eu quero sentir.
Não deixei ele gozar. Subi, tirei a calcinha e sentei nele devagar. Ele colocou a camisinha rapidinho, como combinamos. Quando desci, senti ele me abrindo todinha. Gemi alto.
— Ai, Marcos... que delícia...
Comecei a rebolar, subindo e descendo. Ele segurava meus quadris, olhando meus seios balançando. Depois ele me virou de lado, uma perna minha pra cima, metendo forte enquanto me beijava. A posição era íntima, nossos corpos colados, suor misturando (meu moreno com a pele clara dele).
— Quero te ver por baixo agora pedi.
Ele deitou e eu subi de novo, mas de frente pra ele. Apoiei as mãos no peito dele e comecei a quicar. Ele bombava por baixo, forte, subindo o quadril pra encontrar minhas descidas. O barulho da pele batendo era molhado, obsceno. Meus seios pulavam, ele segurava um em cada mão, apertando os mamilos.
— Isso, Letícia... rebola gostoso pra mim ele grunhia, suado, olhos vidrados.
Eu tava louca de tesão. Gozei assim, cavalgando ele, tremendo inteira, apertando o pau dele lá dentro. Gritei o nome dele sem me importar se alguém ouvia.
Ele me tirou de cima, me colocou de quatro na beira da cama. Metia fundo, segurando minha cintura, dando tapas leves na bunda. Depois deitou por cima de mim, quase no papai e mamãe, mas com mais força, o corpo dele colado nas minhas costas. Sentir o peso dele, o cheiro dele, o pau entrando fundo... foi demais.
Quando ele tava quase, saiu de mim, tirou a camisinha e ficou de joelhos na minha frente. Eu já tava com a boca aberta, língua pra fora, olhando pra ele.
— Goza na minha boca pedi, louca de tesão. — Quero sentir você todo.
Ele masturbou rápido, gemendo meu nome. O primeiro jato foi forte, quente, acertando minha língua. Depois veio mais, muito leite, grosso, enchendo minha boca. Eu não fechei, deixei escorrer um pouco pelo queixo enquanto engolia devagar, olhando nos olhos dele. Lambi tudo que sobrou na cabeça dele. Fechei com chave de ouro. mesmo não gostando mas nesse dia foi diferente, especial: amei tomar porra, ficar lambuzada. Amei tomar o macho de outra. Me senti empoderada.
Ficamos um tempo deitados, ele acariciando meu cabelo. Eu me sentia poderosa. Não tinha culpa. Tinha tesão, alívio e uma sensação de "finalmente fiz o que eu queria".
Ele me beijou na testa e disse baixinho:
— Isso não pode virar nada sério... mas eu quero te ver de novo.
Eu sorri.
— Eu sei. E eu também quero. Porque pela primeira vez eu me senti no controle.
Essa foi minha primeira vez com um homem branco e também casado. E não foi a última. Tô aprendendo a pegar o que eu desejo sem pedir desculpas pra ninguém. Também posso pegar homens casados. Também posso ser palmiteira e to amando. Mulher também pode.
Às vezes a gente precisa ser um pouco safada pra se sentir viva de verdade.
Beijos,
Letícia.
Conto maravilhoso, delicioso, muito bem escrito e gostoso de ler, picante, excitante, que bom agente poder tomar nossas atitudes sem se importar o que terceiros vão pensar ou dizer. muito legal você ter partido pro ataque, como deveria fazer toda mulher que tem vontades, desejos e tesão pra dar, vender e tomar, que delicia. Parabéns pelo conto, delicioso mesmo, só faltou as fotos dessa mulata espetacular. votado e aprovado