Eu sou uma cuckqueen. E para mim, esse fetiche é puro empoderamento. É me permitir sentir ciúme, desejo, insegurança e prazer extremo, tudo ao mesmo tempo. É confiar tanto no meu homem e no nosso amor que consigo transformar a dor em um tesão avassalador. É ser dona da minha sexualidade de forma profunda e sem vergonha.
sofia, 35 anos, loira, pele dourada, seios grandes e pesados, bunda farta e redonda, era a pessoa ideal para aquela noite. Recém divorciada eja acostumada no meio liberal.
Depois do vinho e da tensão crescendo, eu sentei na poltrona e pedi que eles começassem. O beijo deles foi intenso. O ciúme queimou deliciosamente no meu peito enquanto eu tocava minha buceta. Mistura de ciumes e prazer é algo poderoso.
Pedi que Marcos chupasse a buceta dela. Ele abriu as coxas grossas de Sofia e mergulhou a boca. O som molhado da língua dele no clitóris dela me deixou louca. Me ajoelhei ao lado, peguei o pau duro do meu marido e comecei a mamar com devoção devagar, molhado, chupando até o fundo, lambendo as bolas.
— Você está tão duro… tão excitado por ela… murmurei, com o pau na boca.
Enquanto ele comia ela com a boca, eu chupava ele com amor. Em seguida, ela se ajoelhou e veio saborear o pau do meu marido mamando com gosto, com tesão, com desejo, mamando fazendo contato visual com meu amor. Coloquei a camisinha nele usando apenas a boca, olhando nos olhos dele.
Depois pedi que ele a fodesse.
— Agora vai. Come ela pra mim.
Aquela bunda grande empinada era uma visão. Marcos entrou devagar e ela soltou um gemido longo e doce. Comecei a me masturbar olhando o pau dele desaparecendo dentro dela, o barulho molhado de estocadas, o cheiro de sexo começando a dominar o quarto.
— Mete mais fundo, amor. Quero ouvir ela gemendo o seu nome..
Eles mudaram para a borda da cama. Marcos sentado, Sofia cavalgando de costas. Aquela bunda perfeita subindo e descendo no pau dele era hipnotizante. Eu fiquei atrás dela, abraçando sua cintura, sentindo o movimento, beijando seu pescoço suado.
— Quica gostoso pra ele, Sofia… mostra como você quer gozar no pau do meu marido — sussurrei no ouvido dela, minha voz tremendo de tesão e ciúme.
De quatro, sentada na borda da cama, amazona invertida… em todas as posições eu assistia, me masturbava e sussurrava safadezas. O ciúme e o tesão me consumiam. Eu beijava Sofia, chupava os seios dela, mordia seu pescoço enquanto ela quicava no pau do meu marido.
Então chegou o clímax que eu tanto queria.
Marcos deitado de costas. Sofia quicando forte em amazona invertida. O pau grosso entrando e saindo brilhando. De repente ele escapou. Eu não pensei duas vezes: segurei o pau latejante, tirei a camisinha e falei olhando nos olhos dele:
— Quero você no pelo. Quero que você goze dentro dela.
Coloquei ele de volta e Marcos socou forte. Quando ele gozou, foi profundo e intenso, gemendo meu nome enquanto enchia a buceta da Sofia.
E então veio a visão que me marcou para sempre.
Quando ele saiu devagar, a buceta inchada e vermelha de Sofia estava aberta, e o leite branco, grosso e quente do meu marido escorria lentamente pelos lábios inchados dela. Fios pesados desciam, pingando na base do pau dele. Era uma imagem linda, crua, poderosa e obscenamente perfeita. Fiquei maravilhada, hipnotizada. Aproximei meu rosto, passei os dedos naquela mistura quente e provei.
Mas eu ainda não tinha terminado.
Com o coração batendo forte, segurei o pau do meu marido, ainda duro, brilhando com os sucos dela e o resto do sêmen dele. Olhei para ele com pura admiração e amor. Levei à boca e comecei a mamar de leve, carinhosamente. Chupei devagar, saboreando o gosto misturado dos dois, limpando ele com a língua enquanto olhava nos olhos dele. Era um ato de entrega total. Um gesto de posse e devoção. Eu sentia o pau dele pulsar na minha boca, ainda sensível do orgasmo.
Sofia observava, respirando pesado, e isso só me deixou ainda mais excitada.
Depois de alguns minutos mamando ele com carinho, beijei Sofia com gratidão.
Nós três nos abraçamos na cama, suados e satisfeitos. Naquele momento eu me senti a mulher mais poderosa do mundo. Ser corna não me diminui, me expande. Me faz sentir desejada, amada e sexualmente viva como nunca. O ciúme que sinto é combustível. Ver meu marido gozando dentro de outra mulher, ver meu pau favorito sujo dela, e depois poder limpar ele com a boca… isso me completa de uma forma que palavras não explicam direito.
Se você, que está lendo, sente curiosidade por esse fetiche, saiba: ele pode ser libertador. Pode te fazer descobrir camadas de prazer e empoderamento que você nem imaginava. Eu sou prova viva disso.
Eu sou Laura. Esposa apixonada, corna orgulhosa, e uma mulher que não tem mais medo dos próprios desejos.
E mal posso esperar pela próxima vez que eu sentir esse fogo novamente.
P.S: desculpe alguns erros de português ou se não ficou bem escrito. É a primeira vez que escrevo.