Tesão em ser corna: o maior prazer da minha vida

Parte 1 – A Tensão

Eu e o Douglas estamos juntos há quase cinco anos, casados há três. A gente mora num apartamento legal em Florianópolis, daqueles com vista pro mar se você subir na laje. Não é uma vida de filme, mas é boa. Ele é advogado, eu sou professora de História no ensino médio. A gente briga por bobagem de vez em quando, faz as pazes transando ou cozinhando juntos, e no geral se dá bem pra caramba.

Mas ultimamente eu andava sentindo uma inquietação que não sabia explicar direito. O sexo era gostoso, carinhoso, mas… previsível. Sempre no mesmo ritmo, sempre as mesmas posições, sempre terminando com ele gozando e me dando um beijo na testa. Eu gozava também, quase sempre, mas ficava com aquela sensação de que faltava alguma coisa mais viva, mais intensa.
Foi numa terça-feira à noite que ele tocou no assunto.

A gente estava na cozinha, eu lavando a louça e ele abrindo uma cerveja.

— Amor, adivinha quem me mandou mensagem hoje? perguntou, com um tom meio casual demais.

— Quem?

— A Vanessa. Lembra dela? Trabalhou comigo lá no escritório em 2022.

Eu lembrava vagamente. Ele tinha falado dela algumas vezes na época, sempre elogiando o trabalho dela e o jeito como ela era divertida.

— Ah, lembro sim. E aí?

— Ela voltou pra SC, tá morando em Floripa de novo. A gente trocou umas mensagens, nada demais. Ela tá bem.

Fiz um “hmm” e continuei lavando o prato. Não senti ciúme na hora. Só uma curiosidade boba.

Os dias seguintes foram normais. Trabalho, academia, janta, série. Na sexta à noite a gente decidiu sair pra arejar um pouco. Escolhemos um barzinho descolado no centro, daqueles com música ao vivo baixa e mesa na calçada. Eu estava de short jeans e blusinha básica, o Douglas de camisa de botão e bermuda. Nada arrumadão.

A gente estava lá há uns quarenta minutos, bebendo cerveja e conversando sobre besteira, quando ele parou no meio da frase e olhou pra dentro do bar.

— Caralho… olha quem tá ali.

Eu virei o rosto e vi. Ela estava com um grupo de umas quatro amigas, rindo alto numa mesa perto do balcão. Cabelo castanho ondulado, pele morena, corpo cheio e bonito daqueles que preenchem bem a roupa sem esforço. Blusa decotada preta, jeans justo. Linda de um jeito natural.

Vanessa olhou na nossa direção, reconheceu o Douglas e abriu um sorriso grande. Veio andando até a gente, deixando as amigas pra trás por um momento.

— Doug! Não acredito! ela falou, abraçando ele rápido, daqueles abraços de quem tem afinidade.

Depois virou pra mim, sorrindo com um pouco de timidez.

— Você deve ser a Ana, né? Muito prazer. O Douglas falava de você o tempo todo na época do trabalho.

— Prazer, Vanessa respondi, sorrindo de volta. Senta com a gente um pouco?

Ela olhou pras amigas, fez um sinal de “já volto” e puxou uma cadeira. O papo fluiu fácil. Ela contou que tinha voltado pra Santa Catarina por causa da família, que tava trabalhando como freelancer agora. O Douglas ria das histórias dela, lembrava casos engraçados do trabalho antigo, e eu fiquei ali, ouvindo, observando.

E reparando.

No jeito que ela inclinava o corpo na direção dele quando falava. No modo como ele prestava atenção nela, com aquele olhar mais aceso. No riso dela, meio rouco, gostoso. E, principalmente, no meu próprio corpo traindo.

Porque eu estava ficando molhada.

Não era só um pouquinho. Era aquele calor lento subindo, a calcinha começando a grudar. Toda vez que ela tocava de leve o braço dele pra enfatizar uma frase, eu sentia um aperto no baixo ventre. Fiquei quieta parte do tempo, só sorrindo e fazendo comentários aqui e ali. Mas por dentro estava um turbilhão.

Em determinado momento, as amigas dela chamaram. Vanessa se levantou, mas antes de ir embora trocou o número com o Douglas de novo “pra marcar alguma coisa”.

Quando ela se afastou, o Douglas me olhou, meio sem graça.

— Tudo bem, amor? Ficou calada.

— Tudo bem, respondi, passando a mão na coxa dele por baixo da mesa. Ela é bem simpática mesmo.

Ele sorriu, aliviado.

Voltamos pra casa quase uma da manhã. No caminho, eu estava quieta, mas minha cabeça não parava. Quando chegamos, tomamos um banho juntos. Ele me beijou no pescoço, apertou minha bunda, mas eu não quis transar. Falei que estava cansada. Ele respeitou, como sempre.

Deitamos. Ele dormiu rápido. Eu não.

Fiquei lá, de lado, sentindo a boceta latejar. Devagar, enfiei a mão dentro da calcinha. Estava encharcada. Os dedos escorregaram fácil entre os lábios, achando o clitóris inchado. Comecei a me tocar bem devagar, mordendo o lábio pra não fazer barulho.

Imaginava os dois. O Douglas beijando o pescoço dela. Ela gemendo baixinho no ouvido dele. Eu não queria imaginar isso. Mas era automático, mais forte do que eu.

A vergonha veio forte. Mas o tesão veio mais forte ainda.

Gozei quietinha, tremendo, com a imagem deles na cabeça.

Depois fiquei olhando o teto, coração acelerado.

“O que tá acontecendo comigo?”, pensei.

Mas eu já sabia a resposta. E, pela primeira vez, não queria ignorar.

Parte 2 – A Virada

Os dias seguintes ao encontro no bar passaram de um jeito estranho. Tudo parecia normal por fora, mas por dentro eu estava um caco.

Na segunda, o Douglas me mostrou uma mensagem da Vanessa durante o café da manhã. Era algo simples: “Ei, que bom te ver! Topa um café qualquer dia desses pra bater papo direito?” Ele me olhou, meio cauteloso.

— O que você acha? perguntou.

Eu dei de ombros, fingindo naturalidade enquanto passava manteiga no pão.

— Acho que pode ir, ué. Vocês são amigos.

Ele sorriu e respondeu ela. A partir daí, as mensagens começaram a rolar. Nada pesado, pelo menos não que ele me mostrasse. Mas eu via ele sorrindo pro celular mais vezes, respondendo rápido. E eu… eu não conseguia parar de pensar nisso.

Quarta-feira à tarde eu estava na Lagoa da Conceição, caminhando depois da aula, sentindo o vento fresco que vem do lado da ponte. Florianópolis tava bonita aquele dia, sol ameno, aquelas nuvens típicas de outono catarinense. Sentei num banquinho olhando a água e fiquei imaginando os dois tomando café juntos. Meu estômago dava um nó, mas minha boceta reagia diferente. Pulsava. Leve. Inconveniente.

Cheguei em casa antes dele. Quando o Douglas entrou, eu já tinha feito um risoto de camarão, daqueles bem caprichados que a gente gosta. Jantamos assistindo um filme brasileiro na Netflix, mas eu não conseguia prestar atenção. No meio do filme, pausei e virei pra ele.

— Doug… posso te falar uma coisa?

Ele me olhou, sério.

— Claro, amor. Tá tudo bem?

Respirei fundo. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele ia ouvir.

— Eu fiquei pensando muito no sábado. Na Vanessa… no jeito que vocês conversavam. E eu… eu não senti ciúme do jeito que eu achava que ia sentir.

Ele ficou quieto, esperando. Eu continuei, a voz saindo baixa e um pouco tremida:

— Na verdade, eu fiquei… excitada. Vendo vocês dois. Sei que parece loucura, mas fiquei molhada só de observar. E depois em casa, quando você dormiu, eu me toquei pensando nisso.

O Douglas piscou, surpreso. Passou a mão no rosto.

— Caralho, Ana… você tá falando sério?

— Tô. E eu sei que é estranho pra porra. Mas é a verdade. Eu queria que você saísse com ela. Só vocês dois. Pra ver no que dá.

Ele ficou em silêncio por um tempo longo. Pegou minha mão, apertou.

Me pediu desculpas, disse que não deveria e falado com ela muito menos trocado mensagens. Disse que foi levado pela nostalgia e amizade mas que deveria ter pensado melhor, em como isso ia me atingir.

O tranquilizei. Disse que me incomodou sim, no começo mas não fiquei enciumada pra valer e logo, sentimento se tornou outro.

— Amor, eu gosto dela como amiga. Mas se a gente fizer isso… não sei se vai ser só amizade. Você entende isso, né?

— Entendo — respondi, sentindo o rosto queimar. E eu quero saber. Quero que você me conte depois. Tudo.

A gente conversou por quase duas horas. Falamos de limites, de medo, de como isso podia mexer com a gente. Ele me perguntou várias vezes se eu tinha certeza. Eu disse que não tinha, mas que queria tentar mesmo assim. No final, ele me beijou devagar, quase como se estivesse com medo de me quebrar.

Na sexta ele marcou com ela. Um jantar simples num restaurante de frutos do mar lá pros lados da Joaquina. Eu fiquei em casa sozinha.

O apartamento parecia enorme. Fiz um mate gelado, daqueles bem forte como minha avó gaúcha ensinava, e fiquei na varanda olhando o mar escuro. O tempo não passava. Cada minuto parecia uma hora. Imaginei eles rindo, ela tocando o braço dele, ele pagando a conta… e depois o que poderia vir.

Por volta das dez e meia, não aguentei. Fui pro quarto, tirei a roupa toda e me deitei na cama. Estava encharcada. Abri as pernas e passei dois dedos devagar pela boceta. Estava inchada, quente, molhada pra caralho. Comecei a me tocar pensando neles. No Douglas beijando ela. Nela gemendo o nome dele. Meu clitóris estava tão sensível que eu gemia baixinho só de circular ele.

Gozei uma vez, rápido. Depois fiquei ali, ofegante, com vergonha e tesão misturados.

Ele só chegou quase uma e meia da manhã.

Ouvi a chave na porta e meu coração disparou. Fiquei na cama, só de camisola fina. Quando ele entrou no quarto, senti logo: cheiro de perfume feminino misturado com o dele. Tinha um marca roxa pequena no pescoço, quase escondida pela gola da camisa.

— Amor… ele começou, voz baixa.

— Vem cá pedi. Me conta.

Douglas tirou a camisa e sentou na beira da cama. Eu me aproximei, passando a mão no peito dele.

— A gente jantou. Conversou bastante. Depois ela me chamou pra tomar uma cerveja no carro dela, num lugar mais quieto. Aí… a gente se beijou. Bastante.

Minha respiração ficou pesada.

— Continua.

— Ela é bem intensa quando beija. Passou a mão em mim, eu passei nela. Chupei os peitos dela um pouco… ela me chupou também. Não transamos. Parei antes. Mas foi… forte.

Enquanto ele falava, eu sentia uma dor no peito misturada com um tesão tão grande que chegava a doer entre as pernas. Peguei a mão dele e coloquei entre minhas coxas.

— Toca. Sente como eu tô.

Ele gemeu baixinho quando sentiu o quanto eu estava molhada.

— Porra, Ana… você tá encharcada.

A gente transou ali mesmo. Foi diferente daquela rotina de sempre. Ele me comeu com força, quase bruto, como se ainda estivesse com a adrenalina da Vanessa. Eu gozei duas vezes, uma cavalgando ele, outra de lado enquanto ele me segurava forte. Mordi o travesseiro gemendo o nome dele.

Depois, deitados suados, ele me abraçou por trás.

— Você realmente quer que eu vá mais longe da próxima vez? perguntou baixinho.

Eu fiquei em silêncio um segundo. Depois respondi, quase num sussurro:

— Quero. E eu quero estar lá. Quero ver.

Douglas apertou mais o abraço. Não disse nada, mas eu senti o corpo dele reagir de novo contra minha bunda.

A semente estava plantada. E eu não queria mais voltar atrás.

Parte 3 – O Clímax

O combinado foi para o sábado à noite, lá em casa. Eu passei o dia toda ansiosa, mas também estranhamente decidida. Preparei uns petiscos, deixei o vinho gelando e coloquei uma playlist baixa. Escolhi um vestido soltinho, sem nada por baixo. Quando a campainha tocou, meu coração quase saiu pela boca.

Douglas abriu a porta. Vanessa entrou linda, de vestido preto colado no corpo, cabelo solto e aquele perfume doce que já me marcou da outra vez. Ela me deu um abraço rápido, mas eu senti que ela estava tensa.

Sentamos na sala. Douglas serviu o vinho. Por uns dez minutos a conversa foi superficial, sobre o trânsito em Floripa, o vento sul que estava forte essa semana. Mas eu não aguentava mais fingir. Coloquei a taça na mesa e olhei direto pra ela.

— Vanessa… eu sei o que rolou entre vocês no carro aquela noite.

Ela congelou. O rosto ficou vermelho na hora.

— Ana… eu… desculpa. Eu não queria que…

— Relaxa eu interrompi, com a voz mais calma que consegui. — Não tô brava. Na verdade… eu pedi pro Douglas sair com você. Eu sabia que podia acontecer.

Vanessa piscou várias vezes, confusa. Olhou pro Douglas, depois pra mim.

— Como assim? Você… sabia?

— Sabia. E eu gostei. Na verdade, eu fiquei muito excitada quando ele me contou. Eu quero isso, Vanessa. Quero ver vocês dois juntos. Aqui. Hoje.

Ela ficou em silêncio por um tempo longo. Depois colocou a taça na mesa com a mão tremendo.

— Ana, isso é muito estranho pra mim… Eu gosto do Douglas, mas você é mulher dele. Eu não quero me meter no meio de casamento de ninguém. Acho melhor eu ir embora.

Ela já começou a se levantar. Eu segurei levemente o braço dela, sem força, só pedindo.

— Espera. Por favor. Senta. Me deixa explicar.

Vanessa sentou de novo, visivelmente nervosa, mexendo no vestido.

— Eu não sei explicar direito… mas ver ele desejando outra mulher, ver ele perdendo um pouco o controle… me deixa louca. Não é ciúme normal. É outra coisa. Uma coisa que me deixa molhada só de imaginar. Eu não tô te usando. Eu tô te convidando. Se você quiser ir embora, eu entendo. Mas se ficar… eu quero que você se solte. Quero ver tudo.

Ela ficou quieta, olhando pro chão. Passou a mão no cabelo, visivelmente desconfortável.

— Isso é… esquisito pra caralho. Eu nunca fiz nada assim. Você não vai me odiar depois?

— Não vou respondi, sincera. — Eu tô nervosa também. Meu coração tá disparado. Mas eu quero isso mais do que tô com medo.

Douglas ficou em silêncio o tempo todo, só observando. Vanessa olhou pra ele, depois pra mim de novo. Respirou fundo várias vezes.

— Tá bom… eu fico. Mas se eu me sentir estranha, eu paro.

— Combinado eu disse, sorrindo leve.

O clima mudou devagar. Douglas se aproximou dela primeiro, deu um beijo no pescoço. Vanessa ainda estava tensa, mas fechou os olhos quando ele desceu a alça do vestido. Os seios dela apareceram, pesados e bonitos. Ele chupou devagar, fazendo ela soltar um gemido baixo.

Eu sentei na poltrona em frente, pernas abertas, já tocando por cima do vestido.

— Ele chupa gostoso, né? perguntei baixinho.

Vanessa abriu os olhos, vermelha.

— Chupa… respondeu, voz insegura. Você realmente gosta de ver isso?

— Gosto. Me deixa molhada pra caralho ver ele te desejando assim.

Ela mordeu o lábio, ainda com aquela mistura de vergonha e tesão. Douglas tirou o vestido dela completamente. Vanessa ficou só de calcinha. Ele abriu as pernas dela e começou a chupar por cima do tecido, depois puxou pro lado e enfiou a língua. O som molhado encheu a sala. Vanessa gemeu mais alto, uma mão no cabelo dele.

Eu tirei meu vestido também. Fiquei nua, dedos escorregando na minha boceta encharcada, circulando o clitóris devagar enquanto assistia.

Eles foram pro quarto. Eu segui e sentei na cadeira ao lado da cama.

Douglas tirou a roupa. O pau dele estava duro, latejando. Vanessa se ajoelhou e começou a chupar, primeiro lambendo a cabeça com cuidado, depois enfiando mais fundo, saliva escorrendo pelos cantos da boca. Ele gemia baixo, segurando o cabelo ondulado dela.

Depois ele deitou ela na cama. Abriu as pernas e entrou devagar, com camisinha. Vanessa soltou um gemido longo quando ele afundou. Ele começou a meter com ritmo gostoso, segurando a cintura dela, o corpo cheio e macio tremendo a cada estocada. Eu via o pau dele entrando e saindo, brilhando, as bolas batendo de leve na bunda dela.

— Tá sentindo ele bem fundo? perguntei, voz rouca, dois dedos dentro de mim.

— Tá… ele é grosso, ela respondeu, ofegante, olhando pra mim com vergonha. Você gosta mesmo de ver ele me comendo?

— Gosto… me excita pra porra ver você recebendo ele assim.

Eles viraram de lado. Douglas atrás dela, uma perna dela levantada, metendo mais devagar, beijando o pescoço enquanto apertava um seio. O suor já brilhava na pele dos dois. Vanessa gemia mais solta agora, o desconforto ainda ali, mas o tesão vencendo.

Ele virou ela de bruços, puxou a bunda pra cima e meteu por trás. A visão era absurda: a bunda redonda e branca dela empinada, o pau dele entrando fundo, as mãos dele apertando a ela toda macia. O som molhado era constante. Eu me tocava mais rápido, boceta pulsando, uma dorzinha gostosa no peito misturada com um prazer insano.

— Você tá gostando de dar pra ele? perguntei, quase gemendo.

— Tô… tá gostoso demais ela confessou, voz entrecortada. Mas é estranho pra caralho saber que você tá olhando…

— Eu sei. Pra mim também é. Mas não para.

Vanessa gozou assim, tremendo, apertando o lençol. Douglas continuou mais um tempo, suado, respiração pesada. Depois deitou ela de novo, tirou a camisinha rápido e começou a se masturbar por cima dela.

— Vou gozar… avisou.

— Na minha barriga ela pediu, olhando de canto pra mim.

Ele gemeu alto e jorrou. Muito. Jatos grossos, brancos e quentes caindo na barriga suada dela, escorrendo pelos lados, brilhando na pele morna. Um pouco até pingou no umbigo. Vanessa ficou ali, respirando pesado, passando os dedos no sêmen dele, ainda com aquele olhar meio envergonhado pra mim.

Eu gozei forte na cadeira, pernas tremendo, gemendo o nome do Douglas.

Depois de um tempo, Vanessa foi tomar banho. Douglas veio até mim, me pegou no colo e me colocou na cama. Me beijou com carinho, ainda cheirando a ela.

— Tá tudo bem, amor? perguntou, voz baixa.

— Tá… doeu um pouco aqui dentro toquei o peito , mas aqui embaixo foi uma das coisas mais gostosas que eu já senti. Eu te amo.

A gente transou devagar depois. Ele entrou em mim com calma, ainda duro. Eu tava sensível demais, gozei chorando de tesão e alívio, enquanto ele me abraçava forte.

Vanessa voltou, se despediu com um abraço tímido. Quando a porta fechou, eu e Douglas ficamos abraçados no quarto ainda cheirando a sexo.

Eu não sabia direito o que a gente tinha começado. Só sabia que queria sentir aquilo de novo.


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Comentários


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robertorj Comentou em 02/06/2026

Sonho em conhecer uma mulher que goste de ser corna




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Ficha do conto

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mari69

Nome do conto:
Tesão em ser corna: o maior prazer da minha vida

Codigo do conto:
263518

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
02/06/2026

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