Não pedi pra ser corna mas foi a melhor experiência da minha vida

Olá, tudo bem? Bom, vou referir a mim mesma como Dani e quero relatar aqui o que te teintei relutar, tirar da minha mente mas não adianta, o fogo queima forte, é incontrolável.Sendo direta: sou corna. Pq? Não sei. Pedi por isso? Não. Então pq? Pq uma linda garota recém casada com um belo homem simplesmente resolveu que quer ser corna? Acho que nenhuma mulher em sã consciência pede por isso. Na verdade, isso é o pesadelo de toda mulher. Mas comigo foi diferente. Quando aconteceu eu não sei. Talvez a primeira e pequena chama começou quando vi uma garota no cinema babando no meu marido sem sequer disfarçar. Ele nem percebeu. Digão, assim chamarei meu marido é bonito, atraente...eu também sou. Somos jovens, nos cuidamos mas ele é desligado. Não percebe muita coisa ao redor assim como este dia ou melhor, está noite no cinema. Uma linda solteirinha babando nele na minha frente. Aquilo me incomodou. Incomodou pq eu sabia que se ele fosse solteiro (e percebesse ela olhando), pegaria ela ali mesmo. Mas...sera que me incomodou mesmo? Me pergunto se não começou ali, ainda que fraco, a primeira chama, vontade de ser corna
E o tempo passando e eu sozinha, confusa. Como que vou me abrir com algumas amigas? Dizer que o tesão em ver meu marido foder outra está me consumindo? Eu não entendia muito bem o que sentia. Só sabia que a sensação em imaginar era bom demaissss e eu queria muito.

A primeira conversa com Digao foi desconfortável. Nos conversamos sobre tudo mas isso, isso é diferente. Já fazia um tempinho que eu pensava nisso. Sinceramente só me senti melhor após pesquisar na internet e ver que não estava só. Tem muita corna por aí mas não corna traída mas sim, consensual. É um fetiche e tem nome: cuckquean. Mulheres que sentem um tesão avassalador em ver seus parceiros performando (fodendo bonito) outra garota. É pra minha surpresa, tem muitas anônimas por aí, vivendo e gozando gostoso com este fetiche.

Voltando a conversa com meu marido e agora, me sentindo normal, foi estranho ter está conversa com ele. Sério, quase chorei. Ele tentando entender, perguntando se eu estava infeliz ou se conheci uma nova amiga doida que enche minha cabeça de ideias erradas. As coisas fluíram melhor quando mostrei a ele no celular que é um fetiche digamos, até bem popular, mesmo que eu nunca tivesse ouvido falar. Conversamos a noite toda, imaginamos como seria, rimos de situações criadas em nossas cabeças, ficamos nervosos, fiquei insegura, ele me acolheu...sinto que foi uma noite que nos conectamos de um jeito diferente.

Noite passou, final de semana passou, percebemos que somos extremamente inexperientes quando assunto é fetiche mas conversamos bem a nossa maneira. De certo modo, fiquei aliviada em conversar com alguém e ele, se assustou mas entendeu. Resolvemos deixar rolar naturalmente. Quando acontecer, aconteceu. Criamos regras tipo, sem ser pessoas conhecidas, sem criar vínculo após o ato (após a foda vai), sempre com proteção e os nós dois devemos estar confortáveis, também confortáveis com a garota e se eu quiser parar no meio da transa, se alguém se sentir desconfortável, todos param e não tem discussão.

É assim seguimos nossa vida esperando que magicamente, uma garota linda e compreensível caia no colo doeu marido. Mas isso não é um conto de fadas e as coisas não acontecem magicamente. Cadê a menina do cinema? Agora não aparece uma. Enfim, enquanto não acontecia, meus dedos eram meus melhores amigos..Sozinha no quarto, ficava molhada imaginando situações diversas do meu marido e alguma garota criada pela minha mente. Me tocava e gozava imaginando. É bom demais eu chegava a perder o controle na siririca totalmente entregue ao prazer me imaginando corna e como é gostoso siriricar e pensar. Será que na vida real vai ser tão bom quanto imaginar? Demorou mas eu descobri.

Tempo passou e conhecemos alguém que vou chamar apenas de Lu, solteira, loirinha magrinha, 24 aninhos fazendo estágio razoavelmente perto de casa. Conhecemos ela quando ela realizava seu trabalho e inicialmente, nem pensamos em nada era só uma pessoa que conhecemos por acaso. Em casa, uma luz se acendeu em minha mente: pq não ela? Ela não é da cidade, vai ficar pouco tempo, não é do nosso convívio e está solteira. Será que ela topa? E então veio o ciúmes. E se ela topar? Que raiva. Insegurança, ciúmes, tesão, ciúmes, tesão, TESÃO. Um Mix de sentimentos tão gostoso que nunca provei em meus 32 aninhos. Ah é, tenho 32 e Digão meu marido 34. Chamarei ela da Lu. E Digão gostou da ideia. Me irritei por ele topar tão fácil até pq ela é gostosinha por isso ele topou e eu me derretia de tesão e ciumes, sentia um calor só de imaginar.

Já no outro dia, decidimos ir até. Ela. Se meu marido chegasse nela assim do nada falando que eu quero ser corna, ela iria se assustar ou dar uma bofetada nele. Tinha de ser eu. Aí meu Senhor me ajuda. E pra criar coragem. Ninguém, absolutamente ninguém chega pedindo pra transar com seu marido. Ah é, é um fetiche e tem quem peça sim mas não acontece todo dia toda hora em todo lugar. E seria eu, meio dia no horário de almoço convidando Lu pra trepar com meu gostoso.

Vi ela na praça onde ela fica depois do almoço. A gente mal se falava o que era bom e ruim ao mesmo tempo. Frio na barriga, medo da reação dela. Fui até ela e conversamos e...não consegui. Faltou coragem mas me aproximei dela e adicionei ela no Zap. Pra não enrolar muito, passamos a semana nos conhecendo melhor. A parte estranha foi eu mandar uma foto do meu marido só de shorts todo gostoso malhando e logo que ela viu a foto, apaguei com a desculpa que mandei errado. Disse que iria mandar pro meu marido mesmo. Minha esperança é que a foto tenha despertado algo nela. Acho quem funcionou.

Dias se passam e falei com ela pessoalmente, só nós duas e taquei o foda-se. Se eu quero que aconteça, preciso ser corajosa. Falei pra ela. Disse que queria meu marido fodendo outra (claro que usei palavras mais amigáveis com ela rs). Ela me assustou. Me assustou pq compreendeu com extrema naturalidade. Como assim? Ela agiu bem, entendeu e perguntou se a gente era iniciante, se tinha algum combinado. Acontece que tempos atrás ela namorava e eles eram liberais. Não frequentavam casa de Swing mas eram de certo modo, liberais. Por isso essa naturalidade toda dela. Sorte pra mim.

Enfim, nos encontramos nos três e tivemos uma conversa. Deixei claro que era primeiro vez e tal e ela foi super tranquila ou melhor, me tranquilizou. Marcamos pra essa noite mesmo. Pra que esperar?

A noite em casa ela chegou. Linda, sexy. Me deu nó na garganta e frio na barriga. Estava ansiosa. A gente não sabia como começar. Maldita inexperiência. Conversamos mas ela já sabia que eu estava perdida, sem ação. Ela tomou a iniciativa. Se beijaram. Minhas pernas ficaram moles. Meu coração disparou e minha buceta já estava em chamas. Molhada. Fiquei hipnotizada enquanto eles se beijaram e era beijo pra valer. Meu marido, meu homem, meu amor, meu tudo, beijando outra na minha frente. Ainda não entendia muito bem o pq eu quis isso é pq me excitava tanto. Era bom demais, melhor do que imaginar.

Aos poucos foram tirando a roupas e eu inclusa. Estava nua, na poltrona assistindo eles se pegarem. Os seios pequenos dela cabiam perfeitamente na boca do meu marido. Os braços duros e musculoso dele passando pelo corpo delicado dela. Digão estava duro por ela e eu, nunca senti um tesão tão absurdo desses. Ele deitou ela na cama e chupou a buceta dela. Ela se contorcia e gemia de olhos fechados. Eu queria muito beijar a boca do meu marido mas não conseguia me mexer. Fiquei sem ação. Talvez, queria beijar meu gostoso por ele estar com gosto de buceta. Não sei. Apenas me masturbava deliciosamente. Ela começou mamar. Tinha experiência. Lambia lentamente mastro grande, grosso e duro do meu marido até a cabeça. Ele todo depilado todo gostoso sendo chupado.

Colocaram a camisinha. Nem olhavam pra mim é isso me deixava mais a vontade. Eu nunca pensei que ver uma loirinha com a bunda redondinha e um pauzão entrando e saindo de sua bela buceta seria tão maravilhoso de se ver. Sério, quase desmaiei de tesão. Pode parecer exagerado mas só quem experimentou essa sensação, viveu essa experiência sabe como é bom. Ela cavalgava, gemia, ele a abraçava, beijava, metia por baixo e era lindo de ser ver. Os dois suando, dando tudo de si, gozando juntos só pra mim, pq eu pedi, pq eu permiti que acontecesse. Eu era a protagonista, dona do show se bem que ainda tímida mas eu era a dona do quarto e eles fodiam pq eu quis, eu permiti. Quando o pau escapou, minha vontade era pegar e colocar de volta mas eu ainda estava em transe.

De quatro as coisas ficaram mais intensas. Meu marido segurava ela forte pela cintura e bombava forte. Ela gemia alto e eu, me descontrolava. Ainda bem que eles não me viram. Estava de costas pra mim. Eu com uma pernainha esticada no chão, a outra encolhida, siriricando rápido de boca aberta implorando pro meu marido arregaçar aquela linda buceta coisa que ele fazia e fazia bem feito. Que adrenalina, que tesão. É como se fosse minha primeira vez. Foi melhor experiência sexual, melhor noite da minha vida.

Digão estava vigoroso, e ainda tinha fôlego pra comer ela de ladinho, de conchinha beijando ela. Que homem.

Por fim, deitou ela e comeu de frente. Olhou pra trás. Primeira vez que trocamos olhares. Olhar de desejo, olhar de eu te amo. Lu olhou pra também. Foi estranhamente gostoso olhar ela levando ferro do meu homem e eu assistindo. Na minha mente, queria algo pornográfico: meu marido enchendo a boquinha dela de leite. Seria lindo. Ele tirou a camisinha mas gozou na barriguinha chapada dela. Ainda sim, era brutalmente erótico e lindo. Ela foi pro banheiro. Se limpou, deu uns minutos. Nos falamos, foi estranho, aprendi muita coisa e ela foi embora, nos deixou a sós.

Ver meu marido suado, com cheiro dela, perfume dela era irresistível. Nunca o vi tão viril. Fui pra cima. O cheiro dela nele é bom demais. Lambia o corpo sarado e suado dele, beijava, mamava desesperada, com fome. Fodemos gostoso. Um misto de sexo selvagem e romântico. Lento e forte. É como se eu estivesse pegando o que é meu de volta. Enquanto era fodida, pedia pra ele falar se estava gostoso com a Lu. Ele falou, e o orgasmo veio forte. Me tremi toda. Melhor noite da minha vida. Ah é já tinha falado isso. Pós sexo foi ótimo. Nos abraçamos, conversamos, rimos...foi uma madrugada deliciosa. O ciúmes foi só no começo. O maldito fogo queima mais forte.

No outro dia falamos com Lu ainda que timidamente e ela nos surpreendeu com sua maturidade e naturalidade. Disse que iria preservar a gente. Se envolver não seria positivo e que a gente iria no nosso tempo, se realizar cada vez mais. Sério, ela foi foda.

Essa foi minha primeira e única vez. Quero mais? COM CERTEZA SIM. Eu pedi pra ser corna? Não. Pq aconteceu não sei. Acho que todo mundo tem um fetiche adormecido. Sei lá. Mas ser cuckquean me fez sentir mais mulher, mais forte, mais empoderada, mais desejada. Nosso sexo melhorou e já era ótimo. Eu e Digão estamos mais unidos do que nunca. Quando vai acontecer de novo eu não sei mas só tenho uma certeza: vou estar mais experiente. Não terei tanta vergonha e vou dirigir a cena. Ser diretora do momento. Vou ver ele gozando na boquinha da garota. Creio que vai demorar. A Lu foi uma sorte rara. Achar uma garota que tope e que entendeu tão fácil foi sorte grande. Não imagino que vai ser tão fácil da próxima vez. Talvez uma do Job, talvez aconteça naturalmente...mas vai acontecer. Tudo no seu tempo. Enquanto isso, vamos nós curtindo e essa é a fase mais intensa e gostosa que vivemos. Rimos mais, conversamos mais, saímos mais, brincamos mais e transamos mais. No final das contas, ser corna não foi nenhuma loucura.


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Ficha do conto

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mari69

Nome do conto:
Não pedi pra ser corna mas foi a melhor experiência da minha vida

Codigo do conto:
265945

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
02/07/2026

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