Relatei anteriormente alguns acontecimentos da minha vida. Por exemplo,como tive um relacionamento secreto com uma ninfetinha autista desde que ela tinha apenas 16 anos, e que durou até pouco tempo atrás quando me mudei da cidade. Também como comi duas primas minhas, há muito tempo atrás, a aventura com uma casada mais velha que frequentava a mesma academia e com uma ninfeta japonesa extremamente pequena e fofa.
Sou casado há quase 10 anos, e fiquei devendo contar como foi o começo do meu relacionamento com minha esposa, adianto que foi bem quente. Porém, existe uma história antes dessa história que vale muito à pena: a história de quando fodi uma das amigas mais próximas da minha esposa... justamente a amiga que nos apresentou tempos depois.
O nome dela é Jéssica. Hoje ela tinge o cabelo de preto, mas, quando a conheci, usava os fios longos, volumosos e tingidos de loiro/dourado. Olhos castanhos, boca rosada e carnuda, pele bem branca. Inclusive, as fotos são reais. Uma delas é uma das únicas que tenho salva de uma das vezes que comi ela, quando ela ainda pintava os cabelos de loiro, muitos anos atrás. As outras são mais recentes, printei do Instagram, ela já está pintando os cabelos de preto há algum tempo.
Enfim... aos 18 anos, Jéssica começou a trabalhar em um grande banco e progrediu rapidamente na carreira. Ganhou condição financeira confortável, e seus principais passatempos eram fazer compras e frequentar salões de beleza. Era, sim, uma “patricinha” um tanto superficial neste sentido — mas inegavelmente muito bonita... e muito gostosa. Curiosamente, ela detestava academia e mantinha o corpo apenas com dieta rigorosa e caminhadas. Tinha coxas lisas, levemente torneadas e branquinhas, panturrilhas bem delineadas, mãos e pés delicados, além de um sorriso perfeito e sedutor. Bumbum durinho e arrebitado. Peitos redondos, um pouco maiores que laranjas, e firmes. O mais impressionante é que sua aparência física mudou muito pouco desde que a conheci (exceto os cabelos). A vaidade certamente ajuda, mas a genética também fez sua parte — mesmo aos 30 e tantos anos.
Porém, eu diria que seu principal atributo, sem dúvidas, é seu olhar. Jéssica sempre foi um pouco mais reservada, elegante e observadora — diria até meio misteriosa. Ironicamente, sua aura emana uma certa safadeza, o tipo que "come quieto" (ou é comida).
Eu tinha 20 e poucos anos quando a conheci; ela é um ano mais velha. Talvez até por isso ela não demonstrou muito interesse em mim de princípio — o que era raro, já que eu estava no auge de minha beleza e forma física. Honestamente, isso não me incomodou, porque quem realmente havia chamado minha atenção era sua amiga: uma garota mais nova, de cabelos longos e castanhos, olhos verdes e sorriso fofo. Na época, eu ainda não sabia, mas aquela amiga acabaria se tornando minha esposa — com quem estou até hoje. Só que muita coisa ainda aconteceria antes, então essa parte fica para depois.
Jéssica sempre andava em bando com outras amigas "patricinhas". Minha futura esposa até era próxima, mas raramente aparecia nas baladas e festas que frequentávamos com amigos em comum. Jéssica, ao contrário, era presença constante. De vez em quando até trocávamos algumas palavras, mas nunca passava disso. Houve até uma vez em que dançamos juntos por um tempo, mas ficou só nisso. O problema é que Jéssica era tão reservada e misteriosa que me fazia sentir observado o tempo inteiro, como se estivesse analisando minha alma. Era um pouco desconfortável.
Certa noite, encontramos Jéssica novamente na balada. Ela passou boa parte da noite conversando com meu amigo Fê, o que me pareceu estranho, já que ele namorava uma garota de outra cidade e parecia apaixonado. Ainda assim, não dei muita importância; afinal, eles estavam apenas conversando. Algum tempo depois, cruzamos com Jéssica outra vez. Dessa vez, porém, ela estava sozinha — algo extremamente raro. Percebi que o Fê a evitava claramente, e aquilo despertou minha curiosidade. Perguntei aos outros amigos se sabiam de algo, mas ninguém fazia ideia. Jéssica se aproximou do grupo, enquanto o Fê continuava se esquivando. Resolvi perguntar diretamente:
— Fê, o que está acontecendo?
— Não é nada, deixa pra lá.
Mas era evidente que havia algo errado. Ele estava desconfortável, embora não quisesse explicar. Como não havia o que fazer, deixei o assunto morrer. Na hora de irmos embora, porém, aconteceu algo que mudaria não só o rumo daquela noite, mas de toda a minha vida. A turma acertou a conta e saiu da balada, Jéssica junto. Eu vinha um pouco atrás com o Fê quando ela se aproximou e perguntou:
— Fê, você consegue me dar uma carona? Meu apartamento fica no seu caminho...
O tom soou como um flerte discreto. Acontece que o motorista da vez era eu. Comigo estavam o Fê e outro amigo, ambos já meio bêbados. Quando ela soube disso, sua expressão mudou. Ficou um pouco séria — talvez até desapontada. Mesmo assim, me ofereci numa boa para levá-la, já que ainda havia espaço. Ela hesitou por um instante, mas aceitou. Fiz os outros dois irem atrás, e deixei Jéssica à vontade no banco da frente. Durante o trajeto, ela permaneceu quase em silêncio, com um ar fechado que me deixava cada vez mais tenso. Então, ao deixarmos o primeiro amigo em casa, veio a surpresa:
— Valeu, cara. Eu também vou ficar por aqui — disse o Fê.
Na prática ele deveria ser o último a descer, mas os dois decidiram de última hora fazer não sei o que no sábado de manhã, então ele resolveu dormir na casa do outro amigo. Jéssica olhou para trás sem dizer uma palavra, sequer se despediu. Quando seguimos viagem, o clima ficou ainda mais estranho. Eu mal tinha intimidade com ela, e sua irritação nítida. Depois de alguns minutos, tomei coragem:
— Jéssica, me diz uma coisa… você está brava com o Fê?
Na mesma hora, toda aquela frieza desmoronou.
— Brava não, furiosa! — Fiquei quietinho. — Esse filho da puta ficava me mandando mensagens, torrando a paciência, me convidando pra sair... Depois ele me come e começa a agir feito criança quando estou por perto... homens são todos uns idiotas mesmo.
Meus olhos arregalaram na hora. "Me come? Foi isso mesmo que ela disse?". Jamais imaginaria meu amigo Fê traindo a namorada que tanto amava. Muito menos comendo uma menina 10x mais gata que ela, e ainda fazendo ela correr atrás dele. Foi quando entendi que o cara estava realmente fugindo daquela predadora provavelmente porque estava de consciência pesada, sem saber o que fazer — bem a cara dele. Ainda processando tudo, só consegui responder:
— Sério que ele fez isso?
— Vai dizer que você não sabia? Homens não contam tudo pros amigos? Quem eles pegam, quem eles deixam de pegar...
— Juro que eu não sabia!
Nesse momento, ela pareceu ficar um pouco envergonhada, mas só olhou e respondeu:
— Bom, agora sabe.
Então ela desembestou a falar sobre como eles tinham se conhecido e se relacionado por algumas semanas, etc, etc... Mesmo quando estacionei perto do prédio dela, ela continuava falando, desabafando tudo. Só que, à essa altura, pensamentos intrusivos já invadiam minha mente: "Como deve ser comer essa menina? Tem jeito de ser um furacão na cama...". Quando ela terminou de jogar praga no Fê, falamos sobre outras coisas. Por pelo menos uns 45 minutos só ficamos ali parados dentro do carro, já era começo da madrugada. Com a conversa o clima ficou mais leve, ela já estava até rindo e bem mais calma. E que sorriso lindo ela tinha! Foi quando soltei a seguinte frase:
— Você devia sorrir mais, fica linda! — Ela ficou quieta, só me olhou. Continuei... — Pra falar a verdade estou até agora incrédulo que o Fê pegou uma princesa como você, o cara é muito tímido e desengonçado. — Ela só deu de ombros, quieta... — Bom, azar o dele...
Depois disso, um silêncio pairou por uns segundos. Resolvi arriscar:
— Seria um despedício te deixar assim na mão... Já que ele não quer ficar com você, eu fico.
Ela me olhou surpresa, desconfiada. E então, caiu na risada.
— Fala sério, você só quer me comer, não é?
— Com certeza eu quero! — Olhos arregalados, incrédula.
— Não tem vergonha não? — Expressão curiosa e indignada.
— Pensa por esse lado: eu não estou tentando te enrolar ou enganar. Nem estou prometendo largar namorada, casar. Só estou dizendo que quero te comer. Não seria algo tão ruim, seria?
A expressão dela mudou, o clima também. Apesar de surpresa, ela parecia estar considerando a possibilidade. Foi quando ela finalmente respondeu, com uma risadinha provocativa:
— Você é bem safadinho... eu até gosto... — Sinal verde!
— Eu sou mesmo... e você, também é?
Antes mesmo de eu terminar a frase, meu corpo já estava indo em direção ao dela. Puxei seu rosto com minhas mãos e a beijei com desejo, cheio de segundas intenções. Ela correspondeu e ficamos nos beijando por um tempo. Meu pau ficou duro rapidamente ao passo que minha mão acariciava aquelas coxas brancas e lisas — ela usava uma minissaia até metade das coxas, roupa de balada. O beijo foi ficando cada vez mais quente, e minhas mãos mais bobas.
Em um movimento rápido apertei os seios dela por cima da blusinha, que suspirou forte. Em resposta, senti sua mão esfregar meu pau por cima da calça. Ela interrompeu o beijo, abriu meu zíper e puxou pra fora meu cacete, que já estava uma tora grossa e pulsante. Sem qualquer cerimônia, Jéssica caiu de boca nele. Ela sugava com vontade e deixou ele todo babado. Foram pelo menos 2 minutos de um boquete fenomenal. Ao mesmo tempo, eu siriricava sua buceta por entre as coxas. Como a posição dentro do carro era desajeitada, fiz uma manobra para puxar ela pro meu colo. Enquanto nos beijávamos, ela mesma segurou meu pau, afastou a calcinha, e sentou bem devagar, girando os olhos — camisinha? Ela sequer mencinou... Quando encaixou tudinho, fiz ela cavalgar meu cacete num ritmo gostoso. Ela gemia igual cadela no cio, e mordia meus lábios com safadeza. Sua buceta estava ardendo e pingando. Ela sussurrou no meu ouvido:
— Vamos subir, aqui está desconfortável...
Era verdade. Fazer sexo no carro até pode ser gostoso, mas é um pouco complicado. Além do risco constante de alguém aparecer. Tirei ela de cima, ajeitamos nossas roupas e entramos no prédio em direção ao elevador, que não tinha câmera. Então, lá dentro, enquanto subíamos pro sétimo andar, prensei seu corpo de costas pro espelho, tirei meu pau latejando pra fora, afastei sua calcinha e comecei a pincelar seu clitóris. Ela suspirava forte e mordiscava os lábios...
Assim que entramos no apartamento foi a vez dela me prensar na parede do corredor, me beijando a boca com vontade. Sua mão invadiu minha cueca e começou a me punhetar, enquanto eu apertava seu corpo contra o meu e tentava fazer a mesma coisa com ela por baixo da minissaia. Quando parou de me beijar, se ajoelhou de frente, baixou meu zíper e puxou meu cacete pra fora da calça. Olhando fixamente em meus olhos, Jéssica começou a lamber meu pau desde a base até a ponta, como se fosse um picolé. Em pouco tempo ela já estava mamando com força, engasgando e sugando minha alma. Que menina safada e boa de boquete!
Pouco depois coloquei ela de pé e fiz o mesmo: me ajoelhei no meio de suas pernas, com uma de suas coxas brancas e macias por cima do meu ombro, e lambi aquela buceta quente com intensidade... senti escorrer um melzinho tímido, o cheiro era inebriante. Quando suguei seu clitóris fazendo movimentos circulares com a língua, Jéssica grunhiu gemidos de puro prazer — foi a primeira gozada da noite, e pareceu intensa.
Ainda continuei sugando aquela bucetinha lisinha por um tempinho. Então me pus novamente de pé, coloquei sua calcinha de lado, igual havia feito no elevador, mas dessa vez não fiquei só pincelando. Engatei uma de suas pernas em volta da minha cintura e penetrei meu cacete naquela xota melada com minha saliva. Ela delirava... Ao mesmo tempo que metia, fui tirando sua blusinha e seu sutiã, deixando-a totalmente nua da cintura pra cima. Seus peitos eram proporcionais e maravilhosos — bicos durinhos. Mamei neles feito criança, enquanto estocava o fundo daquela bucetinha e ouvia ela gemer baixinho no meu ouvido. Que tesão de menina!
Depois de fuder naquela posição por um tempo, ainda de pé, virei o corpo dela de costas para mim, e a visão foi linda: ela vestia apenas a minissaia, então levantei o pano, revelando aquela bunda arrebitada e redonda em formato de maçã, e engatei as duas mãos em sua cinturinha puxando na direção do meu pau. Meti com força e violência. Seu rosto estava grudado na parede, seus peitos balançavam a cada macetada, e sua buceta estava enxarcada de tesão. Violentei aquela xota com vigor, o mais forte que consegui, até finalmente esporrar abundantemente em suas nádegas branquinhas.
Logo que gozei, Jéssica se virou de frente pra mim, olhou pro meu pau todo lambuzado, e, sem se importar em sujar as mãos, punhetou até escorrer a última gota de leite. Com carinha de safada ela disse: "Isso tudo era vontade de me comer?". Eu nem consegui responder, só sorri. Nos beijamos de novo, e finalmente entramos no apartamento. Ela me mostrou tudo e disse pra eu ficar à vontade enquanto ia se limpar.
O apartamento era pequeno, mas aconchegante; o suficiente para uma mulher solteira. Bebi água e fui em direção ao quarto. Uma solteira ter uma cama de casal era sinal de que provavelmente já estava acostumada a levar homens para "se divertir". Seja como for, tive uma vontade louca de deitar naquela cama, estava cansado. Só que eu também precisava me limpar, então notei que a porta do banheiro estava aberta e um vapor fraco saía de lá — Jéssica estava no banho. Mesmo cansado, ideias vieram em minha mente. Entrei sorrateiramente e enxerguei uma linda cena: Jéssica estava de costas, embaixo do chuveiro, aqueles longos cabelos molhados até chegar quase no bumbum delicioso, pele clarinha e macia... Ela lavava seu rosto e não me viu. Nem pensei duas vezes — tirei totalmente minha roupa e entrei no box, abraçando-a suavemente por trás. Ela levou um susto com minha aparição, mas logo na sequência sorriu, envolveu seus braços em meu pescoço e me beijou na boca, enquanto a água banhava nossos corpos nus.
Enquanto nos beijávamos embaixo do chuveiro meu pau começou a levantar e cutucou o abdômen dela. Ela olhou pra baixo, lançou um olhar sapeca, e voltou a me beijar, mas, dessa vez, me masturbando ao mesmo tempo. Sussurrou bem sexy: "Quer comer minha bucetinha de novo?". Não respondi, só continuei beijando seu pescoço e mordiscando seus peitos. Afastei um pouco seu corpo de lado e fiz ela abrir um pouco as pernas. Usando dois dedos comecei a bater uma senhora siririca naquela bucetinha, com muita força. Ela olhava aquilo como quem estava sofrendo, mas eu não parava. Dedei com muita vontade, até ela começar a gemer e se contorcer um pouco. Diante daquela cena, meu pau foi ficando cada vez mais duro, veias saltadas.
Saímos do box, nos enxugamos rapidamente, e fomos pro quarto. Posicionei ela na beira da cama, de frente pra mim, e abri suas pernas. Ela olhava com curiosidade e desejo na direção do meu pau. Lentamente penetrei sua buceta, enquanto admirava todo seu corpo ainda úmido e apertava seus seios com minhas mãos. Ela suplicava baixinho: "Isso... mete... mete..." Devagar, eu entrava e saía, e assim permaneci por algum tempo. Às vezes tirava meu pau de dentro da buceta e fazia ela olhar a cabeça enorme em forma de cogumelo, toda inchada e vermelha. Ela olhava com tesão, e continuava pedindo: "Mete vai, me come gostoso seu safado...". Arrastei ela um pouco mais pro centro da cama e montei em cima na posição clássica papai e mamãe, o que permitiu que eu estocasse com ainda mais força e profundidade. Pouco depois Jéssica começou a tremer e gemer alto sem parar, suas mãos puxavam meu quadril para dentro dela com força. Até que ela anunciou com a voz trêmula: "Caralho, vou gozar de novo... mete vai, mete com força... vou gozar...estou gozando... ahh..." Desconfio que vizinhos ouviram tudo, mas como não era meu apartamento, nem liguei.
Senti ela se contorcendo embaixo de mim, olhos revirando... não parei, muito pelo contrário, torei aquela safada com toda força e violência que consegui juntar naquele momento, pois queria gozar junto dela. Dito e feito: no momento que senti seu corpo chacoalhando de prazer, liberei todo o tesão com fúria, e gritei: "Toma safada, era isso o que queria né, sua cachorra..." Leitei bem no fundo daquela buceta... Foi uma esporrada tão intensa que o canal da urina até ardeu. Sentia a porra escorrer da ponta do meu cacete direto pro útero. Ela nem se importou, apenas relaxou o corpo e fechou os olhos, enquanto meu pau amolecia dentro de sua xota. Caí de lado e ficamos nos recuperando por um tempo. Depois tomamos banho e dormimos rapidinho. Na manhã seguinte repetimos a dose, e passamos parte do dia juntos.
Jéssica era mais falante do que aparentava, e ficamos amigos. Essas que aparentam ser reservadas às vezes são as piores (ou melhores dependendo do ponto de vista). Depois dessa vez, ainda comi ela umas 4 ou 5 vezes, durante um período de alguns meses. Cheguei a comer seu cú uma única vez. Gozar na sua boca só consegui umas duas vezes (ela não gostava muito). Pelo menos ela me deixava gozar dentro dela sem problemas, pois tomava injeção anticoncepcional, ou na cara.
Nunca nutrimos nenhum sentimento além de tesão. E foi justamente em uma das vezes que saímos juntos (e comi ela depois) que acabei sendo apresentado à tal amiga dela — a garota que poucos anos depois se tornaria minha esposa. Como disse antes, essa é uma outra história que ainda pretendo contar.
Agora, estão preparados para saber o que veio depois?
No fim, Jéssica acabou se casando com meu amigo Fê, que terminou com a namorada algum tempo depois dos acontecimentos acima — e tem mais: eles foram nossos padrinhos de casamento. Claro que nem minha esposa, nem o Fê, sabem o que Jéssica e eu aprontamos anos antes — e nunca saberão.
Após uns 4 anos casados, eles se separaram — pasmem, o Fê traiu ela! E, como minha esposa e eu nos mudamos pra longe, já fazem uns 6 anos que não vemos a Jéssica pessoalmente, embora minha esposa mantenha contato frequente. Agora vem a parte interessante: daqui 1 mês a Jéssica virá passar uns dias aqui em casa. Quando minha esposa me contou nem soube o que pensar... Espero que ela se comporte, senão... confesso que vai ser difícil resistir.
![Foto 1 do Conto erotico: Comi a amiga que tempos depois me apresentou à minha esposa... [Fotos Reais]](/imgcto/d263/ph1cto263134.jpg)
![Foto 2 do Conto erotico: Comi a amiga que tempos depois me apresentou à minha esposa... [Fotos Reais]](/imgcto/d263/ph2cto263134.jpg)
![Foto 3 do Conto erotico: Comi a amiga que tempos depois me apresentou à minha esposa... [Fotos Reais]](/imgcto/d263/ph3cto263134.jpg)
![Foto 4 do Conto erotico: Comi a amiga que tempos depois me apresentou à minha esposa... [Fotos Reais]](/imgcto/d263/ph4cto263134.jpg)
rickpolini