Agora sim: a história de como conheci minha esposa [Fotos Reais]

Sou o Rick, 37 anos, moreno, 1,73m, corpo semi-definido, olhos castanhos claros. Meu pau mede 15/16cm, um pouco mais grosso que a média. 

Relatei anteriormente alguns acontecimentos da minha vida: um relacionamento secreto com uma ninfetinha autista desde que ela tinha apenas 16 anos, e que durou até pouco tempo atrás quando me mudei da cidade dela, também o que fiz com duas primas há muito tempo atrás, com uma casada mais velha que frequentava a mesma academia e com uma ninfeta japonesa extremamente pequena.

A última que postei foi a história de quando comi justamente a amiga que me apresentou à minha esposa, com quem estou há quase 10 anos. Resolvi deixar o relato sobre minha esposa para o final pois, além de ser um dos melhores de todos, também é o mais difícil de contar. Afinal, são muitos acontecimentos durante estes anos. Já comi minha esposa de tudo que é jeito: do jeito tradicional, por trás, em pé, de ponta-cabeça, com fantasia, em público, no carro, no cinema, no quintal, no mato... especialmente nos primeiros anos o fogo era absurdo!

Vamos às apresentações... Por privacidade, vou chamar minha esposa apenas de “Gata”. E o apelido é proposital: quando nos conhecemos, ela realmente me fez lembrar uma gata.

Como relatei no meu último conto, tive uma breve "amizade colorida" com a Jéssica. Tempos depois, foi a própria Jéssica que me apresentou a "Gata". A “Gata” nunca soube que fiquei com a Jéssica algumas vezes. E, na época, a Jéssica era interessada no meu amigo Fê, então mantinha a boca fechada. Quando o Fê terminou com a namorada do interior, a Jéssica me fez jurar que jamais falaria sobre nosso "segredinho". Depois, quando comecei a me interessar pela “Gata”, pedi a mesma coisa pra Jéssica, e assim esse assunto virou tabu.

Por fim, a Jéssica e o Fê começaram a namorar. Algum tempo depois, eu comecei a namorar a “Gata”. Vou contar como foi...

Por causa do Fê, Jéssica passou a frequentar meu grupo de amigos naquela época. Numa das primeiras vezes em que apareceu acompanhada de amigas, uma delas era justamente a “Gata”. Detalhe: todas eram bonitas, bem arrumadas, visivelmente "patricinhas" de boa condição financeira. Não por acaso, vários caras chegavam nelas a noite inteira. Mas quem chamou minha atenção imediatamente foi a “Gata”.

Os olhos meio puxados e esverdeados realmente lembravam os de um felino. Os cabelos castanho-escuros, levemente ondulados, contrastavam perfeitamente com sua pele clara e bem cuidada. A boca rosada, bem desenhada, dentes brancos feito neve... Ela era a mais baixa, a mais magra e a mais nova delas —  algo entre 20/21 anos na época. Ainda assim, naquele vestido de balada, tudo nela parecia proporcional — elegante, sem exagero. E, diferente das outras garotas, ela era bem quietinha e tímida.

Durante quase toda a noite um cara ficou grudado nela, marcando território. Não dava pra perceber se havia interesse da parte dela, mas lembro de vê-la segurando o braço de uma das amigas o tempo inteiro, como se não quisesse ficar sozinha com ele. Por conta disso, não tive chance de me aproximar. E, até então, ainda não tinha intimidade suficiente com a Jéssica. Acabei só deixando quieto.Depois disso, a “Gata” sumiu por um bom tempo. Como ela não apareceu mais com as amigas, cheguei até esquecer de sua existência. E foi justamente nesse intervalo que aconteceu tudo o que relatei no conto anterior: comi a Jéssica, nos aproximamos e viramos "amigos com benefícios".

Meses depois, numa festa, finalmente a "Gata" reaparece. Dessa vez, porém, eu já tinha intimidade — e bastante — com a Jéssica. Então, puxei ela de canto e perguntei sobre aquela menina linda e tímida que mal interagia com o resto do pessoal. Como boa 'parceira de crime', Jéssica me contou tudo: a “Gata” era sua amiga desde a adolescência; as famílias se conheciam há anos. Descobri que a “Gata” era muito tímida porque seus pais eram rígidos e tentavam controlar tudo que ela fazia. Por isso, sair à noite era raro. O que a "Gata" mais fazia socialmente era passear com as amigas no shopping, no cinema, ficar na área de piscina do condomínio, essas coisas de meninas ricas — ou dentro de casa, de preferência estudando (ela fazia faculdade à distância).

Enquanto Jéssica falava, a “Gata” olhou em nossa direção. Jéssica acenou, chamando-a para perto. Quando ela se aproximou consegui reparar nela de verdade: era absurdamente linda! Seu rosto parecia desenhado nos detalhes. Até seu corpo, que na primeira vez achei apenas “normal”, agora de mais perto revelava traços que tinham passado despercebidos: curvas perfeitas, tudo muito proporcional, pele lisa e reluzente e um perfume delicado impossível de ignorar. Seus seios pareciam maravilhosos naquele tímido decote — tão grandes ou até maiores do que os da Jéssica.

Mesmo acostumado a lidar com mulheres bonitas precisei me controlar para não gaguejar quando Jéssica nos apresentou. A voz da “Gata” era suave, feminina, e sua timidez era real — ela mal conseguia sustentar contato visual por muito tempo. Percebendo meu fascínio, Jéssica assumiu a conversa por alguns minutos, ajudando a quebrar o gelo. Quando percebeu que a conversa fluiu, inventou uma desculpa e saiu— uma assistência perfeita, eu diria. Por quase uma hora, eu e a “Gata” ficamos conversando sobre qualquer assunto que surgisse. E, surpreendentemente, conversar com ela era muito fácil, apesar da timidez. Descobri que nossos gostos batiam em praticamente tudo: músicas, filmes, séries, livros, viagens, comidas... Era uma compatibilidade absurda. Talvez por isso a barreira dela tenha ido cedendo aos poucos. No começo, ela respondia baixo, desviando o olhar, claramente nervosa. Mas, conforme conversávamos, foi relaxando. Seu belo sorriso começou a aparecer com mais frequência, as respostas ficaram mais espontâneas, e logo ela já estava brincando comigo como se nos conhecêssemos há muito tempo. No fim da noite, a garota tímida que mal conseguia me encarar até aceitou dançar sozinha comigo. Mas como seus pais eram rígidos, Jéssica apareceu dizendo que precisavam ir embora. Foi quando experimentei uma sensação que não sentia há tempos — fiquei triste por ter que me despedir. Ainda permaneci por quase uma hora na balada, mas senti que não estava mais tão legal. Eu ainda não tinha me dado conta, mas foi justamente nessa noite que eu comecei a ser "domado". Mas só comecei mesmo, pois ainda me aventurei muito antes de me relacionar com a "Gata".

Por ironia, logo que saí da balada, liguei pra Jéssica. Minha intenção inicial era apenas saber mais sobre a "Gata", mas o que acabou acontecendo foi ela me convidar para beber no apartamento dela — no fim acabei comendo ela de novo, com direito à leitada no rosto e tudo. Esta foi a penúltima vez que ficamos.

Minha história com a "Gata" só teve um problema: demorou muito, mas muito para se desenvolver. Depois que nós nos conhecemos, levou quase 2 anos até eu conseguir comer ela pela primeira vez, então vou ter que pular boa parte dos acontecimentos.

O tempo passou. Jéssica conseguiu se acertar com o Fê, e nossas antigas "travessuras" tinham ficado no passado, em absoluto sigilo. E eu? Neste ponto já fazia mais de um ano que conhecia a "Gata". Como ela não podia sair muito à noite, acabei adaptando um pouco minha rotina para ter mais tempo durante o dia, só pra conseguir estar presente em alguns dos passeios que ela fazia com amigos no shopping, cinema e coisas do tipo. Já tinha admitido pra mim mesmo que estava caidinho pela “Gata”. Era um sentimento conflitante — eu odiava e amava aquilo ao mesmo tempo. Parte de mim queria ficar com ela de vez, mergulhar de cabeça. Mas a outra parte ainda queria a liberdade da vida de solteiro, das festas, do sexo sem compromisso.

Da parte dela demorou um tempo até ela começar a dar sinais de que gostava de mim também. Era uma mistura de timidez, insegurança e o controle rígido dos pais. Ela raramente saía sozinha por muito tempo. Praticamente todos os nossos encontros aconteciam no contexto que já mencionei, com amigos em comum. Mesmo se rolasse um namoro, sentia que seria algo bem regrado e monitorado, o que me desanimava um pouco. Mesmo assim, fomos criando intimidade. Conversávamos frequentemente por mensagens e aproveitávamos qualquer oportunidade para ficar perto um do outro. Estava foda segurar! E era mais foda ainda não ter conseguido pistas sobre a sexualidade dela. Diferente da maioria das outras garotas, a "Gata" nunca mandava nudes, não entrava em assuntos sexuais, nem fazia provocações neste sentido. Obviamente, eu também não forçava nada. Mas toda vez que a via, ela parecia mais linda e gostosa. Amava quando aparecia com shorts ou saia rodada, pois dava pra ver parte de suas belas coxas e o formato de seu corpo. Ela se vestia muito bem — sexy sem ser vulgar. 

Chegou um tempo que eu me masturbava todo dia pensando nela ou olhando suas fotos... ou aliviava o tesão macetando mulheres aleatórias — estava realmente enlouquecendo de desejo, e algo dentro de mim sabia que ela provavelmente estava passando pela mesma coisa. Foi então que cheguei à conclusão que precisava fazer uma escolha: assumir um compromisso ou continuar solteiro. E foi assim que minha vida de balada chegou ao fim.

Quando finalmente à pedi em namoro, ela ficou sem reação — foi fofo . Naquele mesmo dia foi a primeira vez que nos beijamos, mais de um ano depois de começarmos a conversar. E que delícia de boca, diga-se de passagem. O que estragou o clima foi quando ela disse que eu precisaria falar com os pais dela também. Putz, que merda. Mas ok, fazer o quê, tem famílias que são assim mesmo, tive que respeitar. A conversa com eles até que foi tranquila, pois eles já me conheciam, e sabiam que ela gostava de mim já há algum tempo. Porém, como esperado, colocaram algumas regras pro namoro... e uma delas era justamente para evitarmos ficar sozinhos em meu apartamento, ou na casa deles. Deram uma palestrinha sobre gravidez indesejada, doenças e coisas assim. Uns dias depois a "Gata" me contou que a mãe dela tentou dar um sermão pra ela sobre sexo, como ela tinha que ser cautelosa no namoro, evitar sexo antes do compromisso ficar mais firme, usar camisinha quando acontecesse, essas coisas... Essas regras e instruções todas eram algo bem diferente do que eu estava acostumado, mas não posso dizer que achei ruim — pais são pais afinal.

Então, para minha surpresa, quando finalmente conversamos sobre sexo pela primeira vez, a "Gata" revelou que não era mais virgem, ela já tinha ficado com 2 — um no colégio, outro da faculdade . Ou seja: aquela garota tímida, criada sob uma redoma pelos pais rígidos, já tinha pulado a cerca algumas vezes. Me surpreendi, mas quem nunca? Ela me fez jurar segredo.

Por fim, começamos a namorar. No começo toda a tensão sexual acumulada foi sendo aliviada apenas com beijos. Como normalmente nos beijávamos em locais mais públicos, ou em frente ao portão da casa dela, não dava pra abusar. De vez em quando eu percebia que os beijos eram mais safados e quentes, e ela ficava se roçando na minha virilha. Não demorou muito e começamos a nos masturbar discretamente em algumas dessas ocasiões, dentro da garagem. Ela tinha muito medo, e ainda um pouco de vergonha. Mas quando ficava excitada, me punhetava com vontade, e gemia de um jeito sexy, gozando com meus dedos em sua xota. 

Certa vez, na garagem da casa dela, o tesão estava tão forte que ela disse enquanto gozava e me masturbava:

— Não aguento mais... quero seu pau dentro de mim.

Queria arrancar sua roupa e meter ali mesmo, mas não dava. Então, disse pra ela que eu daria um jeito pra nos encontrarmos sozinhos em breve. Nos dias que se seguiram não consegui pensar em outra coisa... À essa altura ela já tinha me enviado alguns nudes. E acabei descobrindo que a "Gata", quando ficava no cio, era extremamente pervertida — isso já estava me fazendo subir pelas paredes. Foram semanas de seca, só "na mão". Nem podia comer outras, se queria ser um namorado fiel. 

Uns dias passaram até ela me mandar uma mensagem animada dizendo que iria com os pais pra casa da avó, em uma cidade do interior. Não entendi qual era a vantagem disso na hora, mas então ela me explicou que, quando ia pra lá, ela ficava mais livre. Pelo visto, na casa da avó, os pais dela baixavam a guarda e deixavam ela mais solta, o que significava que ela podia sair pela cidade sem precisar ficar avisando ou sendo monitorada. Certamente os pais dela não achavam que teria algum perigo em uma cidade distante do interior. Entendi na hora e não perdi tempo: reservei um hotel naquela cidade para o mesmo fim de semana, e fomos combinando nosso encontro.

Por fim, chegou o sábado. A "Gata" tinha ido pra lá na sexta. Fiz check-in no hotel e fiquei no quarto fantasiando e planejando como seria. O celular vibrou: "Estou saindo agora...". Ela aproveitou que os pais estavam relaxando e deu a desculpa que ia dar uma volta na cidade — eles não desconfiaram de nada. Meu coração estava à mil, meu pau pulsava só de pensar que finalmente teríamos bastante tempo sozinhos. Arrumei tudo com algumas flores e pétalas, abri um vinho e coloquei uma música ambiente. Diferente de outras garotas, a "Gata" era minha namorada, e estávamos esperando há muito tempo por aquele momento, por isso fiz o máximo pra ser especial. Desci na portaria e esperei. Alguns minutos depois, ela chegou — linda, vestido rodado, parecia mesmo uma menina do interior passeando pela cidade. Quando me viu, por algum motivo ficou tímida. Passou correndo pela portaria do hotel, talvez com medo de ser reconhecida, o que era improvável. Entramos no elevador e caímos na risada, feito bobos. Abracei ela e começamos a nos beijar como um casal apaixonado.
Antes de chegar na porta do quarto, peguei ela no colo, como recém-casados fazem nos filmes, e entramos nos beijando. Quando ela viu o quarto todo arrumado, com vinho, música, pétalas... ficou radiante.

— Uau, você fez tudo isso? — Gostou?— Amei.... — respondeu ela, enquanto me abraçava e beijava.

Deitei ela suavemente no meio da cama e fiquei por cima, beijando sua boca sem demonstrar pressa. Peguei o vinho no frigobar, enchi as taças e bebemos juntos, em clima de romance. Então, deixamos as taças de lado, e voltamos a nos beijar, dessa vez com mais intensidade — o gosto do vinho ainda em nossos lábios. Não demorou muito e minha mão boba já acariciava suas coxas. Lentamente, passei a beijar seu pescoço, mordiscar sua orelha... ela começou a suspirar mais forte, e tentava retribuir minha provocação beijando meu pescoço. Tudo era muito sensual. Então, em um movimento ousado, senti sua mãozinha delicada repousar em cima do meu pau, apertando de leve. Com a mesma mão que eu acariciava suas coxas, subi e dei um belo apertão em seus seios, enquanto ela me apalpava. Na sequência, segurei a mãozinha dela, e fiz ela apertar meu pau com vontade. Aos beijos e amassos, disse:

— Tá sentindo como ele tá duro, gatinha?
— Tô...— Quer sentir ele todinho dentro de você?
— Quero... (respiração ofegante)

Em meio àquela paixão, coloquei minha mão por baixo de seu vestido rodado, invadi sua calcinha com meus dedos, e senti sua bucetinha lisa completamente encharcada, quente! O que me deixou positivamente surpreso foi perceber o quanto ela jorrava melzinho. Eu já a havia masturbado antes, mas quase sempre na pressa e com medo de alguém aparecer. Desta vez era diferente: ela estava completamente entregue, transbordando excitação. Poucas vezes eu havia sentido uma buceta que ficasse tão molhada — a dela tinha esse poder.

— Que buceta molhada! — exclamei. Ela continuou fazendo cara de tesão e não respondeu.

Fiquei mega ansioso pra cair de boca naquela xotinha, e foi o que fiz. Me ajoelhei na cama, de frente pra ela, tirei sua calcinha por baixo do vestido e joguei pra longe... em um movimento desesperado, caí de boca com tudo, chupando, lambendo, sugando e enfiando minha língua dentro dela. Aquele líquido abundante deixou o redor da minha boca e meu queixo completamente lambuzados. A chupada era intensa, e seus gritos de prazer foram aumentando. 

— Caralho, que delícia.... — ela repetia. Afogado em sua buceta, eu nem respondia. O som de minha boca sugando aquela xota estava alto, como quando sugamos um copo de refrigerante que só sobrou o gelo.

Sua pele era lisa e macia, e seu bumbum era muito delicioso. Enquanto linguava com vontade aquela xotinha cheirosa, usando minhas duas mãos por trás de suas nádegas, apertei com vontade, forçando seu quadril contra minha boca. O tesão por aquela menina estava acumulado demais, afinal, foram alguns meses de espera por aquele momento. Meu pau latejava dentro da cueca, rígido feito tora.

Após poucos minutos de chupadas fortes, senti em meus ombros uma dor repentina — eram as unhas dela cravando em minha pele. Ao mesmo tempo, seu quadril se elevou subitamente e, em um espasmo, ela começou a gemer alto com a voz trêmula, fechando as pálpebras com força. Seu corpo também tremia, e suas mãos seguravam minha nuca, como que forçando minha cabeça pra dentro dela. Ela também estava esperando aquele momento há um bom tempo, seu orgasmo foi muito intenso e demorado. Não tirei minha língua de sua xota por nenhum segundo durante isso tudo.

Então, seu corpo amoleceu e relaxou — minha boca ainda sugando sua xota.

— Puta que pariu, vou gozar, vou gozar... estou gozando... isso, ah, que tesão... — ela gritava baixinho.

Pela primeira vez em minutos, parei de lamber e respondi:

— Gostou de gozar na minha língua gatinha?— Adorei...— Olha como você me deixou lambuzado... — enquanto falava, ia em direção aos seus lábios — ... vem aqui, sente o gostinho da sua buceta... — Com a boca encharcada com o melzinho dela, tasquei um beijo bem pervertido em sua boca — ela correspondeu com tesão.

Alguns segundos depois, fiquei de joelho novamente na cama e, com ansiedade, fui tirando minha calça — ela me ajudou. Quando fiquei só de cueca meu pau estava praticamente pulando pra fora. Ela olhou meu pau, me olhou nos olhos e deu uma risadinha maliciosa. Então, começou a beijar e morder meu pau por fora da cueca... extremamente sexy. Finalmente, tirei ele pra fora — cabeça inchada, veias saltadas e duro, muito duro. Sua expressão ao ver meu pau me deixou tão excitado que, sem pedir licença, enrolei minha mão direita em seus cabelos longos, puxei sua cabeça com força, e penetrei sua boca como se fosse uma buceta. Ela engasgou na hora e tentou se afastar um pouco, mas não deixei. Violentei sua boca com virilidade, tudo que ela pôde fazer foi aceitar e se adaptar.

Meti meu cacete bem fundo, e segurei um tempo. Seus olhos verdes de felino começaram a lacrimejar, e seu rosto estava vermelho feito um pimentão, enquanto meu pau cutucava sua garganta. Ela definitivamente não estava preparada para aquilo. Foi só quando ela ameaçou vomitar que tirei ele de sua garganta. Ela tossiu, enquanto uma baba espessa pairava entre sua boca e meu pau. 

— Que boquinha gostosa minha gatinha tem... Quer continuar mamando o pau do seu macho? — Ela só sorriu e balançou a cabeça positivamente, ainda recuperando o fôlego. 

Então, com menos violência, segurei sua cabeça e penetrei novamente sua boca, em um movimento de vai e vem. Ela mudou de posição e ficou mais de frente pra mim. Com uma mão segurou minha cintura e começou a movimentar a cabeça, enquanto girava os olhos e sugava meu pau com vontade. Até dava pra perceber que ela tinha pouca experiência nisso, mas estava bem gostoso.

Tirei meu pau de sua boca e, segurando seu pescoço com uma mão e meu pau com a outra, comecei a bater ele em seu rosto, em sua bochecha. Embora fosse uma menina tímida na maior parte do tempo, em 4 paredes a "Gata" estava se soltando e aprendendo a ser safada. À esta altura ela ainda estava usando o vestido rodado, sem calcinha. Eu já não aguentava mais, então fiquei em pé de frente pra ela, removi seu vestido e deixei ela totalmente nua, deitada de frente pra mim na cama. A visão era espetacular! Eu já tinha visto seus nudes, bolinado seu corpo algumas vezes, e até masturbado ela... mas vê-la peladinha ao vivo me surpreendeu: seu corpo era perfeito demais! A tal da falsa magra. Seios de tamanho relativamente grande e proporcionais, aréolas pequenas e delicadas, pele clara, lisa e macia, cintura fina, com uma bela curva no quadril, bumbum cheio e arrebitado e coxas extremamente bem torneadas. Surreal! Como bônus, seu rosto era de uma princesa no corpo de puta, do jeitinho que todo homem sonha.

Pulei imediatamente em cima dela, e, num único movimento, torei aquela buceta com força e velocidade, desde o começo. Sim, eu estava desesperado pra comer a "Gata", como nunca antes tinha ficado. E ela também estava doidinha pra me dar. Prova disso é que ela não durou nem 2 minutos — gozou pela segunda vez intensamente pouquinho depois que comecei a macetar. E não tenho vergonha nenhuma de admitir que também não aguentei nem 1 minuto depois disso —  esporrei abundantemente o fundo de sua buceta. De fato, arregacei ela sem dó! Acho que ela esqueceu que sua mãe alertou sobre camisinha, pois ela amou sentir meu leite quentinho no útero — e pediu mais, muito mais...

Bom, esta foi apenas a primeira de três vezes que a comi, só naquela tarde. Como o relato já está muito grande, depois conto como foram as outras duas.

OBS.: Obviamente que por ser minha esposa tenho inúmeras fotos de sexo ao longo desses anos. Seguem algumas.

Foto 1 do Conto erotico: Agora sim: a história de como conheci minha esposa [Fotos Reais]

Foto 2 do Conto erotico: Agora sim: a história de como conheci minha esposa [Fotos Reais]

Foto 3 do Conto erotico: Agora sim: a história de como conheci minha esposa [Fotos Reais]

Foto 4 do Conto erotico: Agora sim: a história de como conheci minha esposa [Fotos Reais]

Foto 5 do Conto erotico: Agora sim: a história de como conheci minha esposa [Fotos Reais]


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rickpolini

Nome do conto:
Agora sim: a história de como conheci minha esposa [Fotos Reais]

Codigo do conto:
263525

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
02/06/2026

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