Primeira troca de casal - Parte 01



Fala aí, galera, beleza? Deixa eu me apresentar e contar uma parada para vocês que pouca gente sabe. Eu sou o Vitor, tenho 35 anos, sou um moreno de pele clara, cabelos castanhos, tenho 1,80m, e vou relatar uma história que começou lá atrás, ficou guardada por anos e teve um desfecho inacreditável há poucos meses.

Para vocês entenderem o cenário, eu moro junto há 12 anos com a Karine. Cara, a Karine é um espetáculo de mulher: loira com o cabelo misturado com castanho, pele bem branquinha, olhos azuis daqueles que te secam e uns peitos médios para grandes que são uma loucura, além de uma bunda linda.
Só que essa história envolve mais duas pessoas que vocês também precisam conhecer: um casal de amigos nossos de longa data. A Karine era amiga de escola da Thaís e, na mesma época em que a gente começou a namorar, a Thaís engatou um romance com o Andrei. O Andrei hoje tem 32 anos, é loiro, tem 1,70m e é um cara firmeza. Já a Thaís..., a Thaís é sacanagem pura. Hoje ela tem 28 anos, é uma morena de pele clara, cabelos pretos, um corpo espetacular e uma bunda de tirar o fôlego, daquelas bem empinadas, que contrasta com uns peitos menores que os da Karine, mas que são perfeitos.
A gente sempre foi muito grudado, saía junto para tudo quanto é canto no início do namoro. E foi justamente nessa época, com todo mundo jovem e com os hormônios à flor da pele, que a tensão entre nós quatro começou a desenhar uma história que levou anos para explodir.

Pois é, galera, eu tenho muitas lembranças da nossa convivência desses anos todos, mas vou pular direto para o que interessa e o que realmente importa para essa história.

Eu vou ser bem sincero com vocês: mesmo sendo completamente louco pela Karine e muito satisfeito com ela, eu sempre sequei aquela bunda gostosa da Thaís. Não dava para evitar, era mais forte do que eu.

A primeira vez que aconteceu algo mais sério com nós quatro juntos foi em um dia qualquer na casa do Andrei. Naquela época, ele já morava sozinho, mas eu, a Karine e a Thaís ainda morávamos com os nossos pais. Ou seja, a casa dele era o nosso quartel-general, o único lugar onde a gente tinha um pouco de privacidade.

A gente estava lá na sala dele assistindo a um filme. No começo, estava tudo bem tranquilo, coisa normal de casal romântico: a gente se beijando em um sofá e eles no outro. Só que o clima começou a esquentar de um jeito pesado. Nosso tesão foi aumentando, os beijos foram ficando mais longos, as mãos bobas começaram, e o Andrei, claro, percebeu a movimentação.
Ele parou, olhou para a gente e falou rindo: — Cara, se vocês quiserem um quarto para aproveitar melhor e transar, é só irem. Eu e a Thaís vamos para o outro quarto. A Karine ficou meio sem jeito, deu aquela negada de leve no início por vergonha, mas o tesão estava tão alto que ela acabou aceitando.

Aí, galera, já no quarto, a Karine não perdeu tempo: veio por cima e me pagou um boquete daqueles de tirar o juízo. Eu estava com tanto tesão acumulado que, naquele momento, descarreguei tudo e fiquei completamente satisfeito, de bolas vazias.
A gente deu uma relaxada e, depois de um tempo, saímos do quarto para a sala. Foi aí que a gente percebeu a cena: o Andrei e a Thaís já estavam lá, mas dava para ver de longe, só pelo jeito que as roupas deles estavam meio desalinhadas e pela cara de safados, que o negócio no outro quarto tinha sido muito mais elaborado e intenso do que o nosso. Eles tinham ido além.

Ficou aquele clima meio no ar, aquela energia pesada de sacanagem que ninguém verbaliza na hora, sabe? Conversamos mais um pouco e, logo depois, fomos embora. Esse foi o primeiro estalo, a primeira vez que a gente dividiu o mesmo teto com segundas intenções. E aquela imagem da Thaís saindo do quarto, com o cabelo meio bagunçado e aquela bunda espetacular, ficou cravada na minha mente.

Com o passar dos anos, a gente acabou criando laços de amizade gigantescos entre os casais. Fomos pegando uma confiança tão bizarra que certas conversas e brincadeiras que soariam muito estranhas para casais recém-conhecidos, para nós quatro já pareciam a coisa mais normal do mundo.
O Andrei, por exemplo, sempre jogava um charme para a Karine. Nunca era nada descarado ou desrespeitoso, mas aquela provocação sutil estava sempre ali. A Karine sempre foi mais aberta, desencanada com essas brincadeiras, mas totalmente fiel a mim. Enquanto isso, a Thaís e eu estávamos sempre muito juntos, conversando, dividindo o mesmo espaço. A Thaís, no começo, era bem mais fechada, na dela, mas ao longo dos anos ela foi se soltando, se animando com o clima que se desenhava entre nós.

Teve um dia que ficou marcado na minha memória. Eu já estava com uns 26 anos na época. O Andrei tinha um caminhão baú pequeno que quebrava um galho danado: a gente conseguia colocar dois colchões de casal na parte de cima e todo mundo dormia junto ali. Era prático demais e, claro, deixava a gente ali, colado um no outro. Logo no início desse acampamento, a Karine e a Thaís resolveram usar aquelas bermudas legging pretas por cima do biquíni. Enquanto eu e o Andrei organizávamos as coisas, teve uma hora em que as duas ficaram de costas para nós, arrumando o espaço. Mano, a visão era de maluco.
Eu não aguentei, olhei para aquela cena e brinquei alto com o Andrei: — Cara, olha isso. As duas são viradas em bunda! Qual será que é a maior? Vamos ter que conferir!

Elas ouviram, olharam para trás e começaram a rir. Mas em vez de ficarem sem jeito, elas resolveram provocar. As duas pegaram o tecido das leggings, puxaram bem para cima, cravando na bunda, e começaram a balançar e rebolar de um lado para o outro na nossa frente.
Para não deixar ninguém triste e nem dar briga, nós dois mandamos a real: dissemos que as duas tinham bundas enormes e espetaculares. Elas riram alto, adorando a nossa reação e o clima de safadeza que estava se criando.

Quando a noite caiu, preparamos a janta e eu e o Andrei começamos a beber bem. As meninas se controlavam bastante, bebiam bem pouco e ficavam mais na delas. Assim que terminamos de jantar, nós dois fomos pescar no rio que ficava logo ali do lado do acampamento. E, cara, papo de homem pescando à noite, com bebida na mente, vocês já sabem onde vai parar: começamos a falar de sexo e de outras mulheres.

Nesse papo, começamos a contar nossas aventuras de solteiro e as de agora um para o outro. Ficou bem claro ali, nas entrelinhas e na conversa direta, que tanto eu quanto o Andrei dávamos umas escapadas por fora do namoro de vez em quando. A gente percebeu que tinha exatamente o mesmo pensamento e a mesma cabeça para essas paradas. Não rolava julgamento, a sintonia entre nós dois era total.
O clima já estava quente por causa da provocação das meninas com a legging mais cedo, e agora eu e o Andrei estávamos ali, alinhados na safadeza e sabendo exatamente o que cada um curtia. Foi aí que o papo ficou sério, galera. Eu olhei para ele e mandei o verde: comentei que seria top demais se a Karine aceitasse que eu transasse com outra mina junto com ela. O Andrei na hora comprou a ideia e falou a mesma coisa da Thaís, mas completou dizendo que as duas eram muito certinhas e que seria difícil.

Eu dei uma risada e joguei a real: — Cara, bem que a gente podia dar umas cutucadas, jogar uns verdes para as meninas para ver se elas se abrem e a gente tenta algo diferente. O Andrei deu um sorriso malicioso. Eu já sabia que ele tinha uma queda pela Karine há muito tempo. Com a bebida na cabeça e aquele fogo aceso, nós dois concordamos que, pela intimidade absurda que a gente já tinha, valeria muito a pena se a gente trocasse de casal para viver uma noite de loucura. Parecia insano, mas toda aquela situação e o fato de os nossos pensamentos baterem tão certinho fechou o brique na hora. O pacto estava feito.
Ali mesmo, na beira do rio, a gente desenhou o plano.

A estratégia era a seguinte: quando subíssemos para os colchões no baú do caminhão, a gente ia propor uma jogatina de cartas para descontrair e tentar começar alguma brincadeira ali. E depois, na hora de dormir, o plano mestre: a gente ia discretamente trocar de lado nos colchões para ver se rolava aquele "engano" planejado e sentir a reação delas.

Subimos para o caminhão baú e começamos a jogar cartas ali mesmo, no meio dos colchões. A conversa foi ficando cada vez mais solta, a gente bebendo e falando besteira, até que o Andrei falou que o pau dele estava duro e que era grandão. Todo mundo começou a rir alto da audácia, e ele, por baixo da coberta, deu um jeito de mostrar para a Thaís confirmar. Ela xingou ele de tudo quanto é nome, chamando ele de louco, mas no fim das contas a gente só fazia rir, e o clima de sacanagem tomou conta.

Depois de um tempo, o cansaço bateu e chegou a hora de apagar as luzes. Mano, o meu coração parecia que ia sair pela boca. Tudo completamente escuro. De repente, sinto o Andrei me cutucar no escuro: era o sinal.

Trocamos de lugar bem devagar, tentando fazer o menor ruído possível para elas não perceberem. Eu tentei ser o mais natural que consegui. Escorreguei para o colchão dela, deitei e puxei a Thaís de conchinha. Cara, na mesma hora o meu pau endureceu de um jeito que parecia que ia rasgar a calça. Sentir aquela bunda empinada e espetacular encostando direto no meu pau foi uma loucura. Como a gente estava dormindo todo mundo junto no mesmo ambiente, estávamos com roupas.

No começo, a Thaís não esboçou nenhuma reação de susto; ela apenas pegou o meu braço, que estava em volta dela, e o abraçou contra o peito. Ficamos assim por um tempo. Eu não fazia a menor ideia do que o Andrei estava aprontando no outro colchão com a Karine, mas a minha mente estava 100% focada no meu momento ali.

Quando senti que ela estava relaxada e confiei na situação, comecei a dar umas reboladas de leve, esfregando meu pau naquela bunda gostosa. Sentindo a pressão, aos poucos ela começou a se movimentar, foi se virando de frente para mim no escuro e tentou me beijar, quando deu o primeiro beijo ela parou de soco, colocou a mão no meu cabelo e pirou, levantou gritou para Andrei sair do caminhão.

Mano, que desespero! Na hora do grito, a Karine tomou aquele susto e acordou totalmente atordoada, sem entender nada do que estava acontecendo. O Andrei, que pelo visto tinha amarelado ou não tinha tido tempo de tentar nada, ficou na dele, e a Karine ficou completamente boiando naquele momento, olhando para o teto do caminhão sem sacar a gravidade da situação.

A verdade é que a nossa estratégia deu muito errado. O tiro saiu pela culatra total.

Aquele resto de noite foi um climão desgraçado, e o final de semana no acampamento virou um verdadeiro teste de sobrevivência psicológica. Imagina a cena: nós quatro isolados ali, com o peso daquela palhaçada no ar. Ao longo do sábado e do domingo, eu e o Andrei tentamos de tudo para nos recuperar com elas, pedindo desculpas, tentando amenizar, dizendo que foi a bebida... mas a tensão dava para cortar com uma faca. A Thaís estava furiosa comigo e com o Andrei, e a Karine, conforme foi entendendo o plano que a gente tinha armado pelas costas delas, ficou completamente decepcionada e puta da vida.
A nossa amizade era forte demais, cara, então aquele climão do acampamento acabou passando rápido.

A gente superou o rolo e a vida seguiu.

Anos depois, o cenário já era outro: a Thaís e o Andrei já estavam morando juntos. Certo dia, estávamos na casa deles assistindo a um filme na sala. O clima foi ficando descontraído e a gente começou a falar besteira de novo, lembrando daquele espírito de sacanagem de sempre. No meio desse clima de tesão, o Andrei foi lá e colocou um filme pornô na TV.

A gente estava todo mundo no mesmo colchão na sala, debaixo da coberta, rindo e comentando sobre o filme. Mas a brincadeira foi mudando de figura. O tesão subiu para a cabeça de um jeito bizarro e a gente começou a se beijar ali mesmo — eu com a Karine e o Andrei com a Thaís —, tudo sob o mesmo cobertor.
Aos poucos, no calor do momento, eu comecei a tirar a roupa da Karine ali por baixo, sem que eles percebessem. Ela ficou meio assustada, tensa com a audácia, mas o desejo falou mais alto e ela se entregou. O Andrei, percebendo a movimentação e a nossa respiração mudando, começou a fazer exatamente o mesmo com a Thaís.

O clima ficou elétrico. Eu botei meu pau para fora, puxei a calcinha da Karine de lado ali mesmo e comecei a socar com gosto. No meio do rala e rola, eu dei aquela olhada de canto para o Andrei; ele me olhou, deu um sorriso de safado e começou a meter na Thaís também.
Por um tempo, o colchão virou uma loucura. Ficamos os dois casais fodendo lado a lado, debaixo da mesma coberta, escutando os barulhos das socadas e os gemidos baixos, abafados, que cada uma soltava. Foi aquela foda rápida, intensa e cheia de adrenalina. Ninguém mudou de posição e nem trocou de par, mas a energia ali foi foda demais.

Quando o negócio terminou, aquele silêncio cúmplice tomou conta da sala. Nada foi falado sobre o que tinha acabado de acontecer. Elas simplesmente levantaram, uma por uma, e foram ao banheiro se limpar. Nós ficamos um pouco quietos ali na sala, assimilando a loucura, mas logo depois elas voltaram, o clima descontraído retornou e a gente já estava rindo e conversando sobre outros assuntos, como se nada tivesse acontecido.

CONTINUA....


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vitor35

Nome do conto:
Primeira troca de casal - Parte 01

Codigo do conto:
264718

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
17/06/2026

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