No dia seguinte, por volta do meio-dia, o corpo começou a despertar. Acordei daquele jeito clássico: com o pau trincado na ereção matinal e a cabeça latejando com as lembranças da madrugada. A imagem da Thaís com o rosto marcado pela minha gozada não saía da minha mente, e o pensamento era um só: depois de testar a cabeça e raspar no óleo, eu tinha que dar um jeito de fuder aquela mulher de verdade.
Nisso, a porta do quarto abriu de leve. Era a Thaís avisando:
— Vamos levantar, gente? O almoço já passou da hora!
Quando eu e a Karine nos arrumamos e fomos para a área comum, o clima da casa parecia que ainda respirava o tesão da noite anterior. A Thaís desfilava pela sala usando uma camisola transparente, vestindo apenas uma calcinha de renda fina por baixo, sem sutiã, deixando o desenho dos peitos totalmente visíveis. Como a gente só tinha as roupas da festa, o Andrei me emprestou uma bermuda leve — e como eu estava sem cueca, o volume do pau ficava marcando na bermuda, impossível de disfarçar.
Enquanto eu e o Andrei ficamos na sala pedindo um lanche pelo aplicativo, a Thaís e a Karine foram para o quarto se ajeitar. Passou um tempo e elas voltaram rindo, num cochicho danado. A Thaís tinha emprestado para a Karine um roupão fino, bem leve e fresco, e pelo caimento do tecido e o movimento, ficava nítido que a minha mulher estava totalmente nua por baixo.
A espera pelo lanche e o momento em que sentamos para comer virou um verdadeiro teste de resistência psicológica. Ninguém falava abertamente sobre a madrugada, mas os corpos continuavam jogando o mesmo jogo:
A Karine Sentada no sofá com o roupão levemente aberto, ela mudava de posição de propósito, deixando os peitões fartos — que o Andrei tinha mamado com tanta vontade poucas horas antes — quase inteiros à mostra.
A Thais Não parava quieta. Ela ia até a cozinha, buscava um copo d'água, andava de um lado para o outro e desfilava bem na minha frente, rebolando aquele bundão gigantesco sob a transparência da camisola.
O Andrei Olhava para o volume da minha bermuda, depois para a Thaís, dando aquele sorriso de canto de boca, sacando que o perigo estava rondando a casa em plena luz do dia.
O magnetismo estava tão forte que o combinado de "zero penetração" da noite anterior parecia estar derretendo a cada olhada de canto. O tesão não tinha ido embora com o banho; ele só tinha recarregado.
Após agente comer o lanche fomos ao banheiro e voltamos a sentar no sofá, eu e a Karine sentamos no meio, Thais sentou do meu lado e Andrei sentou do lado de Karine.
Thais começou então a falar sobre a noite anterior estava feliz e impressionada.
— Vitor, você não tem noção do que foi ver a Karine engolindo o teu pau todinho ontem. Quando eu vi aquele monstro sumindo na boca dela, a minha buceta começou a piscar na hora. Eu olhava para o Andrei, depois para você, e só conseguia imaginar o estrago que esses pau fariam se entrassem em mim. Quando você passou a cabeça dele na minha fenda e deu aquelas batidas... nossa, meu corpo inteiro estremeceu.
Logo olhou para meu pau e falou rindo:
— Esse cacete não amolece.
Então ela pegou e começou a punhetar por cima da bermuda, eu toque o terror e logo tirei a bermuda ela rindo logo segurou meu pau para continuar a punheta.
Karine falou:
— Que amostrado!
Sorriu e abriu o roupão peladinha se escorou no encosto do sofá e começou a apertar os peitos e ficou olhando para o Andrei convidando com os olhos para ser tocada enquanto apertava os próprios peitos, soltou um gemido baixinho e abriu ainda mais as pernas no encosto do sofá, expondo a buceta completamente molhada para o Andrei, que já acelerava o toque dos dedos.
Thais continuou a falar:
— Eu preciso desabafar com vocês, porque se eu guardar isso, eu vou infartar — começou a Thaís, dando aquela espiada de canto para o Andrei e depois focando direto em mim. — Quando a gente deitou na cama ontem, o Andrei achou que eu ia apagar direto por causa da Jurupinga. Que nada! A minha buceta estava latejando de um jeito que eu nunca tinha sentido antes. — Perguntei se ele tinha gostado de verdade da nossa noite e joguei na lata: "Amor, você não sentiu falta de algo sobre tudo aquilo que a gente viveu ali no sofá?"
— Aí o Andrei olhou para mim e falou: "Amor, se você não ficar brava comigo, eu vou te mandar a real..." Eu disse que não tinha problema nenhum, que o jogo ali já estava aberto. Foi aí que ele confessou: "Olha, depois de ver tudo aquilo, de mamar os peitos da Karine e ver ela engolindo o meu pau daquele jeito... a única coisa que eu queria de verdade era foder a buceta dela."
O Andrei deu uma risada curta, meio sem jeito mas totalmente malicioso, enquanto continuava metendo o dedo firme na Karine.
— Pior que foi exatamente assim, Vitor — o Andrei mandou a real, confirmando o brique. — Não deu para segurar. O clima que a gente criou ontem quebrou qualquer ciúme.— E eu não fiquei nem um pouco brava! — cortou a Thaís, com os olhos pretos brilhando e olhando fixamente para mim. — Porque na mesma hora eu olhei bem na cara dele e completei: "Pois saiba que eu sinto exatamente a mesma coisa... tudo o que queria era fodida pelo Vitor e sentir o tamanho daquela rola por dentro!"
Thais continuou:
— Então, a gente ficou ali conversando no escuro e combinamos que, assim que todo mundo acordasse, a gente ia jogar as cartas na mesa com vocês para ver se estaria tudo bem e se vocês também iam topar entrar nessa loucura sem nenhum medo.
O Andrei deu uma risada curta, confirmando com a cabeça enquanto continuava metendo o dedo firme na Karine.
— Exatamente, Vitor. A gente quis ter certeza de que estava todo mundo na mesma sintonia. Sem pressão, só na base da vontade real de geral. E aí, vocês topam?
A Karine olhou para o tamanho do negócio apontando para cima, todo brilhando, deu aquela risada gostosa de safada e disparou olhando para mim:
— Olha... Se a Thaís quer ser fodida pelo Vitor e o Andrei confessou que está louco para foder a minha buceta... por mim, está mais do que fechado. Eu topo demais, estou morrendo de tesão só de imaginar essa foda.
Eu olhei bem no fundo dos olhos da Thaís e falei:
— Mano, eu acordei com o pau pegando fogo pensando exatamente nisso. Se o desejo de geral é esse, vamos lá.
— Vamos fazer o seguinte, Andrei — eu disse, quebrando o silêncio da sala com a voz firme, mas totalmente descontraída. — Vocês dois fodem primeiro e eu e a Thaís ficamos aqui olhando. Vai ser bem mais gostoso e incendeia o clima de vez para a nossa vez.
Quando eu joguei essa proposta na mesa, o Andrei e a Karine se entreolharam com os olhos brilhando. O Andrei abriu aquele sorriso de orelha a orelha, e a Karine deu uma risadinha gostosa, mordendo o lábio inferior, claramente lisonjeada com a ideia de ser o centro das atenções logo na abertura dos trabalhos legítimos.
— Cara... você está falando sério? — perguntou o Andrei, com a voz até um pouco mais grave, a adrenalina subindo na hora. — Olha que eu não vou precisar que você peça duas vezes, mano!
— Mas com certeza, Andrei — respondi, rindo da empolgação do meu parceiro e me ajeitando melhor no sofá. — A Karine passou a manhã inteira te provocando com esse roupão aberto e você está há horas namorando esses peitos dela.
A Thaís achou a ideia genial. Ela se ajeitou ali do meu lado, encostando aquele bundão moreno na minha perna, com os olhos pretos completamente vidrados no outro canto do sofá. A mão dela voltou para o meu pau, que continuava trincado e latejando, e ela começou a fazer uma punheta lenta, bem cadenciada, só para manter ele acordado enquanto iriamos assistir o show!
Os peitões fartos da Karine, com os bicos bem durinhos e sensíveis, subiam e desciam com a respiração acelerada dela. Ela levantou girou o corpo no sofá, ficando de joelhos, com o corpo de lado para nós mantendo as mãos nos peitos, imagina cena, olhou para o Andrei com uma cara de puta safada:
— Então vem, amor... Você não disse que passou a noite inteira pensando nisso? Vem me foder.
O Andrei nem pensou. Ele já estava sem camisa, livrou-se da bermuda num movimento rápido e revelou o pau dele, que estava completamente ereto e pronto para o crime.
Ele se posicionou no meio das pernas da Karine, segurou firme na cintura dela com as duas mãos, Karine pegou o pau dele com a mão e começou a ajeitar ele no meio da buceta dela. Cara, que cena incrível meu tesão estava a mil de saber que minha mulher estava transformada em uma puta.
O Andrei deu aquela inclinada cirúrgica no quadril, testou a cabeça na fenda molhada e, com uma estocada firme e decidida, empurrou o pau inteiro para dentro dela.
SHLUCK!
O som úmido da penetração ecoou nítido na sala silenciosa. A Karine soltou um gemido agudo, daqueles que vem do fundo da alma, jogando a cabeça para trás e cravando as unhas no encosto do sofa, enquanto ele começava a ditar um ritmo forte e ritmado, fazendo o quadril bater com vontade contra o dela.
Do nosso lado, o clima virou uma panela de pressão.
A Thaís assistia a tudo sem piscar, a boca entreaberta de puro choque e tesão, acelerando os movimentos da mão no meu cacete conforme ouvia os gemidos da minha mulher sendo fodida pelo namorado dela.
Aquela cena era uma verdadeira delícia de assistir, e o tesão na sala só aumentava com o som abafado das estocadas ecoando junto com os gemidos ecoando no ambiente. O Andrei estava focado, mantendo um ritmo firme que fazia o corpo da Karine balançar no estofado, enquanto eu e a Thaís acompanhávamos cada movimento sem perder um único detalhe.
Depois de um tempo naquela posição, a Karine resolveu mudar o ângulo para inflamar ainda mais o jogo. Ela deu uma paradinha rápida, girou o corpo com agilidade e ficou de quatro ali no assento. O visual mudou completamente: ela posicionou o corpo com a cara voltada exatamente na nossa direção, olhando de frente para mim e para a Thaís, e empinou bem o bucetão molhado para trás.
O Andrei acompanhou o movimento na hora. Ele subiu de joelhos no sofá, se posicionou logo atrás dela, segurou firme com as duas mãos nas laterais do quadril da Karine e, com uma inclinada certeira, enfiou o pau todo de uma vez por trás.
O barulho da penetração por trás foi alto na sala. Bem naquele momento em que o pau do Andrei entrou todo, a Karine ergueu o rosto, olhou bem no fundo dos meus olhos e nos da Thaís com uma cara de puta safada, sustentando o contato visual por alguns segundos como quem exibe o prazer que estava sentindo. Logo em seguida, a intensidade da foda bateu forte; o Andrei deu duas estocadas mais profundas e agressivas, e ela acabou baixando a cabeça no estofado, soltando um gemido longo e abafado, totalmente entregue ao tesão daquela penetração.
O Andrei e a Karine mudaram de posição novamente para continuar o massacre de tesão. A Karine deitou de costas no sofá, mas girou o quadril ficando de lado para nós, abrindo bem as pernas, sem nenhum pudor. O Andrei veio por cima, encaixando o corpo no meio das coxas dela e voltou a empurrar o pau com tudo para dentro daquele canal molhado.
O visual ali na luz do meio-dia era um absurdo de lindo. A cada estocada firme que o Andrei dava por cima, os peitões fartos da Karine balançavam com força, subindo e descendo no ritmo das socadas. O som da foda estava delicioso de ouvir: aquele barulho molhado de pele batendo com pele se misturava com os gemidos agudos da minha mulher e a respiração super ofegante do Andrei, que já estava com as costas cobertas de suor pelo esforço.
A Karine jogava a cabeça para trás no braço do sofá, apertando os próprios peitos com as mãos enquanto recebia as bombadas do Andrei de lado para a gente, fazendo questão de deixar o encaixe perfeito da penetração bem na mira dos nossos olhos.
A Thaís colou o corpo dela no meu, tremendo de cima a baixo. Dava para sentir o calor que emanava da pele morena dela. Ela puxava o ar com dificuldade, completamente hipnotizada pelo movimento do quadril do namorado afundando na buceta da minha mulher.
A Karine, já com a respiração completamente cortada, olhou para o Andrei e falou para ele deitar de costas no sofá. Ela mudou de posição num pulo, subiu por cima dele com a bunda virada exatamente na nossa direção e começou a cavalgar com tudo. O movimento era lindo de ver: ela jogava o quadril para cima e jogava o peso para baixo, engolindo o pau dele na luz do dia. Quando ela dava aquela cansada do ritmo, o Andrei travava as mãos na cintura dela e começava a socar de baixo para cima, ditando uma pressão absurda.
Eu nunca tinha visto aquela cena na minha vida, e saber que era a minha mulher ali, se entregando daquele jeito, me dava um tesão da porra. Foi aí que a Karine jogou a cabeça por cima do ombro, olhou fixamente para mim e perguntou:
— Tá gostando, amor? De ver eu sendo fodida desse jeito?
Bem nesse momento, enquanto o Andrei continuava socando forte por baixo, a Karine levou as duas mãos nas nádegas e abriu a bunda de propósito, deixando o cuzinho dela totalmente piscando e à vista na nossa mira. Cara, a minha vontade na hora foi de levantar do sofá e socar o meu caralho inteiro ali mesmo, sem pensar em nada. Percebendo a minha loucura, ela soltou com aquela voz de piranha:
— Tá vendo esse cuzinho, Vitor? Você não vai foder ele agora... Quem sabe depois. Mas agora eu quero outra coisa: quero que a Thaís venha aqui enfiar o dedinho dela nesse buraquinho!
Eu fiquei completamente louco só de imaginar a cena, mas antes mesmo de eu dar qualquer comando, a Thaís entrou no modo safadeza total. Ela levantou do meu lado num estalo, mas antes de ir até a Karine, ela parou bem na minha frente, enfiou os dedos na calcinha de renda e a tirou por inteiro. Ela virou aquela bunda morena espetacular direto na minha cara, se inclinou e abriu as nádegas com as duas mãos.
Mano, que surpresa do caralho: ela estava usando um plug anal metálico com uma pedrinha brilhante na base, que reluzia na luz da sala. O rabo dela estava completamente blindado e pronto pro crime. Eu fiquei em choque, o coração disparou, mas não falei nada para não quebrar o transe e estragar o momento.
A Thaís deu aquele sorriso de canto para mim por cima do ombro, pegou o frasco de óleo na mesa, derramou um pouco nas mãos e foi rastejando até o outro canto do sofá. Enquanto o Andrei continuava sentando o aço na buceta da Karine por baixo, a Thaís se posicionou atrás dela e colocou a pontinha do dedo indicador bem no buraquinho da minha mulher.
A Karine arqueou as costas na hora, soltando um gemido agudo, e mandou a real com a voz embargada:
— Isso... enfia tudo! Enche esse cu com o dedo, amiga!
A Thaís não hesitou. Com o dedo todo lambuzado de óleo, ela empurrou de uma vez, enterrando o dedo no talo. No milésimo em que o dedo da Thaís entrou inteiro no cu e o pau do Andrei bateu no fundo da buceta, a Karine perdeu totalmente o controle. Ela começou a gemer numa altura que ecoou pela casa inteira, o quadril dela travou em cima do Andrei dando várias contrações violentas e ela começou a gozar com tudo, jorrando o mel dela na barriga do cara e tremendo igual a uma vara verde no meio daquela dupla penetração.
— Caralho... vou gozar! Não dá mais! — o Andrei soltou um gemido grosso, com a voz totalmente trêmula, segurando firme no quadril da Karine enquanto o corpo dele dava as últimas bombadas desesperadas de baixo para cima.
No mesmo instante em que ele começou a descarregar, a Thaís puxou o dedo do cuzinho da Karine de uma vez. O estalo molhado foi nítido, e deu para ver perfeitamente o leite quente e grosso do Andrei começando a escorrer para baixo, transbordando da buceta da minha mulher e melando a virilha dele na luz do meio-dia. Foi uma explosão violenta; o Andrei travou os olhos no teto da sala, soltando o ar dos pulmões até amolecer por inteiro embaixo dela.
Assim que ele terminou de jorrar tudo, a Karine, ainda completamente desnorteada e com o rímel borrado, ergueu o quadril devagar, deixando o pau do Andrei escorregar para fora com aquele som de sucção úmida. Ela continuou ali por cima, na posição de quatro sobre as pernas dele, com o bundão empinado direto na nossa direção.
A buceta dela estava completamente aberta, vermelha e pingando uma mistura do mel dela com a porra do Andrei, enquanto as pernas continuavam tremendo sem parar. Ela apoiava os cotovelos no peito do Andrei, soltando uns gemidos baixinhos, totalmente esgotada por aquela foda agressiva e pela dedada da Thaís.
vitor35