Primeira troca de casal - Parte 05



A Karine estava visivelmente abalada, no limite máximo que o corpo dela aguentava. Ela olhou para nós três no colchão, com aquela respiração super curta, e desabafou com a voz toda arrastada:

— Gente, pelo amor de Deus... eu não aguento mais isso aqui. Meus peitos estão até doendo e essa calcinha está apertada demais, me sufocando!
Enquanto eu, o Andrei e a Thaís ainda tentávamos nos recuperar do fôlego da rodada anterior, limpando o suor da testa na penumbra abafada da sala, a Karine tomou a atitude mais ousada e surpreendente da noite. Ela se ajeitou no colchão, encostou bem as costas no sofá e abriu bem as pernas na nossa frente.

Sem falar nada, ela meteu os dedos no elástico da calcinha preta e ergueu o tecido totalmente para o lado. Mano, a cena parou o tempo na sala. O pano subiu e deixou a buceta dela completamente escancarada e exposta na cara de todo mundo. Mas o detalhe que quebrou as nossas pernas foi o mel: dava para ver nitidamente o fio de lubrificação, aquele mel brilhando de tão grosso, se desprendendo e esticando entre a pele e o tecido conforme ela puxava a calcinha.
Ela segurou o visual por dois segundos, deixando eu, o Andrei e a Thaís completamente hipnotizados e de boca aberta, e logo em seguida soltou o elástico, arrumando a calcinha de volta no lugar.

Puta que pariu. Se o clima já estava elétrico, aquela visão do mel se soltando da intimidade da Karine jogou mais uns 30% de tesão puro no ambiente. O meu pau deu aquela fisgada tão violenta dentro da cueca que chegou a arder, e o Andrei deu um gemido baixo de nervoso, cravando as mãos no colchão sem conseguir processar o tamanho daquela safadeza.

Vendo a minha mulher naquele estado de puro fogo e depois daquela exibição do mel na calcinha, eu decidi rasgar o resto do roteiro de vez. Olhei bem nos olhos azuis dela e mandei a real, com a voz firme e a mente anestesiada pela Jurupinga:

— Amor, não sofre tanto assim não... Por mim, você pode tirar tudo de uma vez. A gente está meio bêbado, somos amigos de longa data e uma parada dessas não vai estragar nada na nossa amizade. Certo, Thaís?

A Thaís me olhou de volta com aquele sorriso largo, os olhos pretos brilhando de pura cumplicidade e safadeza, e mandou na lata:
— Com certeza! Para mim, está tudo bem!

Foi o empurrão que faltava. A Karine não pensou duas vezes: meteu a mão bem no meio daqueles peitões fartos, segurou o fecho jacaré do sutiã preto e soltou. PLAC! Os dois seios médios para grandes pularam para fora de uma vez só e deram aquela balançada louca que quase me fez perder o juízo. Estavam ali na nossa cara, branquinhos, com os bicos gigantes e totalmente duros por causa do tesão. Um espetáculo.
Ficamos nós três completamente mudos, estáticos no colchão, só devorando a visão. Mas ela não parou por aí. Logo em seguida, a Karine ergueu as pernas com toda a naturalidade do mundo, deslizou a calcinha preta pelas coxas e jogou a peça de lado.

Puta que pariu, mano. Finalmente estava lá, totalmente exposta na luz da sala: aquela maravilha de buceta aberta e completamente molhada. É uma buceta de botar respeito, bem lisinha, com os lábios carnudos e brilhando pelo mel. Não tinha como o cara não se apaixonar por aquela visão.

O Andrei estava hipnotizado, babando de perto, mas a Karine cortou o transe dando aquele sorriso de canto e decretando a nova ordem:

— Bom, mas é o seguinte... Agora vocês três tiram tudo também! Não vou ser a boba a ficar pelada sozinha aqui no meio de geral!

As risadas explodiram na sala para aliviar o choque. Entramos no clima na hora e fomos tirando o que restava. Eu e o Andrei arrancamos as cuecas boxer, deixando os paus totalmente eretos e expostos. Quando a Thaís tirou o sutiã e a calcinha branca, ela agiu rápido e sentou logo no colchão, puxando um pouco as pernas, então não deu para ver o corpo todo dela de primeira, ficando um pouco escondido do nosso ângulo.

Para não deixar aquele fogo monstruoso esfriar nem por um segundo enquanto todo mundo se acomodava pelado, eu pensei rápido e joguei a próxima dinâmica na mesa:

— Pessoal, tive uma ideia! Já que a gente ainda está no ritmo do jogo de cartas, que tal agora cada um ter 60 segundos para apresentar o seu "jogador" para o grupo?

Geral começou a rir alto da minha definição, com o Andrei e as meninas adorando a ideia de oficializar a safadeza que estava prestes a começar de verdade.
A Karine, que já estava louca para se masturbar ali na nossa frente e não aguentava mais o calor daquele tesão, tomou a frente na hora e falou com a voz bem firme:

— Eu vou começar!

Ela se ajeitou no colchão e ergueu as pernas lá em cima na posição de frango assado, ficando perfeitamente de frente para o Andrei. Eu estava logo ao lado, posicionado bem de frente para a Thaís, assistindo a tudo de camarote junto com ela.

Com as pernas suspensas, a Karine levou as duas mãos direto na buceta. Ela deu uma apertada firme na buceta, como quem espreme um limão, e na mesma hora deu para ver novamente aquele melzinho grosso saindo e brilhando entre os lábios carnudos. Logo em seguida, ela abriu toda a buceta com os dedos, ergueu o quadril mais um pouco e deixou o cuzinho totalmente à mostra para o Andrei e para nós.
Mano, a visão era inacreditável. Ela passou o dedo devagar naquele rabinho, que era bem rosinha e estava ali piscando de leve pelo calor do momento, e foi subindo com o dedo até o clitóris, onde começou uma massagem contínua e ritmada. O Andrei ficou completamente estático, com os olhos vermelhos da bebida compenetrados direto naquela cena, enquanto a Thaís e eu só conseguíamos engolir seco, assistindo à minha mulher se abrir e se tocar daquele jeito na luz da sala. O tempo da Karine estourou e a sala estava num nível de eletricidade que parecia que o teto ia desabar.

Aí foi a vez da Thaís. Ela olhou para a cena da Karine, ficou com os olhos brilhando e, decidida a não ficar para trás de jeito nenhum, tomou o centro do colchão bem na minha frente. Ela sentou e abriu bem aquelas pernas grossas. Puta que pariu, foi a primeira vez na vida que eu e a Karine pudemos ver de verdade aquela buceta inédita. A visão era uma loucura: era uma buceta morena, visivelmente bem apertadinha, e na parte de cima tinha um pouco de pelos bem aparados na régua, desenhados perfeitamente. Dava para notar de longe, só pelo formato e pelo visual, que era uma buceta bem novinha, firme e muito gostosa.
Depois de dar esse primeiro impacto visual na minha cara, a Thaís resolveu apimentar ainda mais. Sabendo perfeitamente que eu sempre fui completamente bitolado e vibrado naquele bundão dela, ela se virou e ficou de quatro no colchão, bem na minha direção. Nessa posição, ela levou a mão por baixo e começou a passar o dedo na buceta, me encarando por cima do ombro com uma cara de safada que me deu um estalo na mente.
Para fechar a apresentação dela com chave de ouro, seguindo exatamente o mesmo movimento de frango assado que a Karine tinha feito, a Thaís deitou de costas, ergueu as pernas lá no alto e cravou as duas mãos naquelas nádegas enormes e espetaculares. Ela puxou a carne com força para os lados, abrindo tudo na minha cara. O visual quebrou todas as minhas estruturas: no meio daquela bunda gigantesca, deu para ver perfeitamente o cuzinho dela, bem apertado, moreninho e piscando no ritmo da respiração ofegante dela.

O Andrei estava ali do lado assistindo a própria namorada se escancarar toda para mim, e o meu pau de 23 cm começou a pulsar tão forte que parecia que ia explodir ali mesmo, com a cabeça totalmente de fora e apontada na direção dela.

Depois do show das duas, a sala já estava num nível de combustão completo. A gente mal conseguia respirar direito de tanto tesão acumulado. Aí chegou a nossa vez de apresentar os "jogadores".

O Andrei tomou a frente primeiro para tentar marcar o território dele. Ele ficou de joelhos ali no meio do colchão, bem de frente para a Karine e para a Thaís. Ele estufou o peito, deu aquela puxada na base do pau dele, que estava completamente ereto, mostrando o pau para as meninas. Ele começou a dar uma punhetada rápida, fazendo o quadril dar uns leves impulsos para a frente, tentando impressionar a Karine com a força e o ritmo do movimento. A Karine e a Thaís olhavam fixamente, com os olhos brilhando ao ver o pau ali esticado e pulsando.

Assim que os 60 segundos dele acabaram, eu quebrei a distância e me posicionei bem no centro, de frente para as duas. Quando eu fiquei de joelhos e liberei os meus 23 cm sem cueca, totalmente cru na frente delas, o silêncio na sala voltou a ser absoluto. A minha rola estava completamente trincada, muito espessa, com as veias saltadas e a cabeça latejando apontada direto na direção da Thaís.

Eu fechei a mão na base, comecei a dar uma punhetada firme e lenta, bem ritmada, fazendo balançar na cara delas. A reação das duas foi instantânea. A Thaís engoliu em seco tão alto que deu para ouvir, abrindo um pouco a boca e fixando aqueles olhos pretos direto no comprimento e na grossura do meu pau, completamente hipnotizada pelo tamanho do estrago. A Karine, do lado dela, deu aquele sorriso de canto de orgulho, olhando para a amiga como quem diz "eu não avisei?".

Quando eu me sentei de volta no colchão, o silêncio durou poucos segundos antes de a Karine quebrar o gelo. Com a respiração ainda muito ofegante e olhando para aquele cenário de todo mundo pelado, ela largou a pergunta que estava na mente de geral:

— E agora? Como é que a gente vai matar esse tesão?

A Thaís deu uma olhada para o Andrei, depois para nós dois, e bateu aquela ponta de lucidez no meio da bebedeira. Ela deu uma segurada e falou:

— Olha, eu não sei... mas eu tenho medo de seguir com isso de verdade e depois acabar estragando a nossa amizade de anos.

A Karine balançou a cabeça, confirmando:
— É, pior que é verdade... dá um medo mesmo.

Nessa hora, o meu coração até deu uma murchada. Eu já estava quase perdendo as esperanças de que ia rolar mais alguma coisa, achando que o brique ia morrer ali por causa do receio deles. Foi aí que a Karine teve uma sacada genial para resolver o impasse e sugeriu:

— Gente, que tal a gente só se masturbar, mas com uma "mão amiga"? Sem penetração, só no toque cruzado?

A Thaís mudou o semblante na hora, deu aquela risada gostosa e disparou:

— Boa ideia! Assim eu topo, fechou!

Eu e o Andrei nos olhamos na mesma hora, com os olhos brilhando, e adoramos a ideia. Não dava para perder aquela oportunidade. A Thaís, toda empolgada, já tomou a liderança e comandou:

— Vamos fazer assim: Andrei e Vitor, sentem aí no sofá. Vou buscar um óleo ali e já volto!

Ela deu um pulo do colchão, sumiu por dois minutos e voltou com o frasco na mão. Sentamos os dois no sofá, com os paus eretos apontados para cima. A Thaís passou o óleo nas próprias mãos, depois espalhou bem no pau do Andrei, deixando o bicho todo brilhando, e passou o frasco para a Karine, que fez exatamente o mesmo comigo, nos meus 23 cm por inteiro.

As duas se posicionaram na nossa frente e começaram a tocar aquela punheta gostosa, deslizando a mão cheia de óleo: a Karine focada em mim e a Thaís focada no Andrei. Mano, a sensação do óleo quente com a mão delas era um absurdo de bom. Ficamos um bom tempo daquele jeito. Como a Jurupinga já estava pesada na mente de todo mundo, o álcool acabou atrasando a gozada, o que foi perfeito, porque o cansaço não vinha e o prazer só esticava.
No meio do movimento, a Thaís não conseguia disfarçar. Ela dava aquela espiada de canto o tempo todo para a mão da Karine subindo e descendo no meu pau, com uma carinha de puta safada de quem queria testar o tamanho do brinquedo. O Andrei, que estava de olho na namorada e percebeu o clima, resolveu liberar o jogo de vez e mandou:

— Quer trocar, amor?

A Thaís fez aquela carinha de santinha que não quer nada, olhou para o Andrei e acenou com a cabeça que sim, com os olhos brilhando. Ela olhou para a Karine, que entendeu o recado na hora. A Karine apenas tirou a mão do meu pau, se arrastou pelo colchão e foi direto em direção ao pau do Andrei. A Thaís fez o caminho inverso e colou na minha frente.

Quando a mão pequena da Thaís fechou no meu pau cheio de óleo, a sensação foi outra, uma parada totalmente nova. O encaixe da mão dela, tentando dar conta da grossura da rola, era bom demais. Para melhorar o crime, dali a pouco ela desceu a outra mãozona direto no meu saco, massageando as bolas cheias de óleo enquanto subia e descia a punheta gostosa no comprimento.

O abafamento da sala virou um negócio de louco. Passou mais algum tempo naquele ritmo frenético, com as duas focadas no deslize rápido do óleo, até que o limite chegou para os dois. Eu e o Andrei travamos o corpo no sofá ao mesmo tempo e gozamos com tudo. Foi porra voando para todo lado, jorrando no colchão, na barriga e nas mãos delas, no meio de um coral de gemidos grossos nossos e daqueles sussurros safados delas curtindo o final da nossa gozada.
Mesmo depois que a gente descarregou tudo, elas não pararam. A Thaís e a Karine continuaram punhetando bem de leve, deslizando as mãos cheias de óleo e dando aquelas apertadas bem sutis da base até a cabeça, só para ver e garantir que toda a porra saísse até a última gota. Ver o nosso leite escorrendo entre os dedos delas e brilhando com o óleo na luz da sala era uma cena de cinema.

A exaustão e o peso da Jurupinga bateram forte. Eu e o Andrei desabamos no sofá, jogando o corpo e a cabeça para trás, completamente anestesiados pelo prazer e com a respiração super ofegante.

Enquanto a gente tentava recuperar o fôlego, as duas continuaram ali do nosso lado. Sem nenhuma pressa ou pudor, elas ficaram acariciando e apreciando os nossos paus com o maior carinho do mundo. A Thaís passava os dedos suavemente pelo comprimento do meu, ainda impressionada com o tamanho mesmo depois de gozado, e a Karine fazia o mesmo com o Andrei, num clima de total cumplicidade. A adrenalina do jogo tinha dado lugar a um relaxamento absurdo, com nós quatro pelados ali, curtindo o pós-gozada daquela madrugada insana que tinha quebrado todas as barreiras entre nós.

Depois que os nossos paus deram aquela acalmada, o tesão na sala continuou latejando e ficou nítido que era a vez delas. A Thaís e a Karine se ajeitaram e deitaram ali no sofá, totalmente entregues ao momento. Eu e o Andrei nem precisamos conversar: já fomos direto na troca de casais de novo, no puro instinto.
A Thaís deitou de costas, dobrou os joelhos e empinou aquele bucetão moreno quase na minha cara.

Eu me aproximei, olhei bem de perto para aquela buceta novinha e comecei bem de leve, colocando e tirando a ponta do dedo da fenda dela, só para ver aquele mel escorrendo e lubrificando tudo. Aos poucos, sentindo o calor do corpo dela, fui colocando mais pressão, deslizando o dedo com mais vontade para dentro daquele canal apertadinho.

Do meu lado, o Andrei, do jeito dele, matava a vontade de uma vida inteira com os dedos cravados na buceta da Karine. Em certo momento, ele deitou do lado dela na ponta do sofá, manteve o trabalho firme com a mão na buceta e começou a apertar com a outra mão aqueles peitões fartos que ele sempre foi louco para tocar. Eu vi aquela cena de cumplicidade total e mandei o aval na hora:

— Pode chupar eles, Andrei! Aproveita, mano!

Mano, o cara enlouqueceu. Ele não pensou duas vezes e afundou a boca nos peitos da Karine, começando a mamar e a chupar com força os bicos gigantes dela, enquanto metia os dedos com tudo na buceta lá embaixo. O estímulo duplo foi agressivo demais para a minha mulher; logo em seguida, a Karine travou as pernas, começou a gozar e a gemer alto na sala, totalmente descontrolada pelo prazer.

Enquanto os dois estavam completamente focados e perdidos naquele transe ali do lado, eu aproveitei o gancho. Subi o meu corpo sobre a Thaís e fiz o mesmo: agarrei aqueles peitos firmes dela, dei umas mordidinhas e, logo depois, desci a boca rápido e dei umas chupadas violentas direto na buceta dela.

Foi jogo rápido, só para inflamar o clima e não quebrar a nossa regra de manter sem penetração. A Thaís deu uma balançada no quadril e apertou a minha cabeça contra as pernas dela com força. Eu tirei a boca logo em seguida para manter o combinado e continuei o trabalho só com os dedos, massageando o clitóris dela com velocidade.

Olhei para o lado por um segundo para conferir o ambiente: o Andrei estava com a cara enfiada nos peitos da Karine, os dois com os olhos completamente fechados, isolados do mundo no meio dos gemidos abafados da minha mulher.

Sentindo que o terreno estava livre e o tesão estava acima de qualquer limite, eu decidi ousar um pouco mais. Levantei o meu corpo, segurei o meu pau de 23 cm — que já estava trincando de novo de tão ereto — e passei a cabeça dele direto na fenda molhada da Thaís, de cima a baixo. Mano, na mesma hora ela arregalou aqueles olhos pretos, assustada com a grossura, deu uma espiada rápida para o lado para ver se o Andrei estava olhando, e ficou totalmente quieta, respirando super ofegante e sentindo meu pau encostado na xota dela.

Para ela sentir bem o peso do negócio, dei algumas batidas com o pau em cima do "capô de fusca" dela, sentindo a carne tremer, e tirei logo da reta para não dar nenhum problema e não correr o risco de deslizar para dentro.

Assim que voltei a meter os dedos com força e ritmo na buceta dela para compensar, a Thaís não aguentou a pressão do peso do pau combinado com o estalo do dedo. Ela arqueou as costas no sofá, soltou um grito abafado:

— Caralho, vou gozar!

E assim ela fez. O quadril dela deu várias contrações violentas na minha mão, contraindo aquela buceta apertada enquanto ela derramava o mel dela por cima dos meus dedos, completamente esgotada e lavada de tesão na nossa frente.

CONTINUA...


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


264846 - Primeira troca de casal - Parte 06 - Categoria: Cuckold - Votos: 0
264844 - Primeira troca de casal - Parte 04 - Categoria: Cuckold - Votos: 0
264724 - Conto: Primeira troca de casal - Parte 03 - Categoria: Cuckold - Votos: 4
264722 - Primeira troca de casal - Parte 02 - Categoria: Cuckold - Votos: 2
264718 - Primeira troca de casal - Parte 01 - Categoria: Cuckold - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vitor35

Nome do conto:
Primeira troca de casal - Parte 05

Codigo do conto:
264845

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
18/06/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0