Só que aquela cena dele socando com uma mão só na Karine acabou gerando outro efeito na sala: a Thaís ficou visivelmente com ciúmes de ver o namorado naquele roça-roça pesado com a minha mulher. Ela começou a se mexer na poltrona, inquieta, com os olhos mudando de expressão. Quando o tempo dele acabou, eu peguei as cartas e bati a próxima rodada. A Thaís não perdeu tempo e disparou logo:
— Olha, para ser justo agora, eu é que vou fazer a pose. O "fortão" do Andrei já ganhou o passe dele com a Karine, agora é a minha vez!
A gente deu risada do climão, e ela riu junto, mas com aquele nervosismo de quem estava louca para dar o troco. O Andrei, querendo pagar de descolado, mandou um: "Tudo bem, faz parte do jogo". Para animar e tirar o peso do ciúme, a Karine sugeriu:
— Então vamos sortear uma posição aleatória! Vamos jogar aqui na internet e a primeira imagem que aparecer vai ser a pose.
Digitamos lá e, puta que pariu, o destino jogou a meu favor de um jeito inacreditável. A primeira posição que apareceu na tela foi a da mulher cavalgando de frente pro cara. Na mesma hora, o meu pau deu aquela primeira latejada violenta dentro da cueca boxer. A Karine olhou para a tela, olhou para a gente e decretou:
— Bom, se esse é o destino, borá lá fazer!
Eu me joguei no colchão e sentei escorado de costas no sofá, abrindo um pouco as pernas. A Thaís veio com tudo, subiu no meu colo e sentou de frente para mim, com uma perna de cada lado do meu quadril. Ela olhou bem nos meus olhos, colocou as duas mãos em volta do meu pescoço para dar apoio e começou as sentadas, jogando o peso do corpo e rebolando.
No início, o meu pau estava esmagado de lado dentro da cueca, o que dificultava o encaixe perfeito por cima do pano. Foi aí que rolou a maior surpresa da noite: de repente, uma mão entrou por baixo, tateou por cima do tecido da minha cueca e ajeitou o meu pau com precisão, deixando ele totalmente reto, apontado para cima e perfeitamente alinhado com a direção da buceta da Thaís. Quando olhei para o lado para ver de quem era a mão, vi que era a própria Karine que tinha feito aquilo, na maior audácia. Eu não falei nada, só engoli seco, Karine falou:
— Não vai quebrar o pau do meu marido!
Todos rimos, A Thaís deu a próxima sentada e sentiu na hora a pressão da rola grossa — muito mais espessa que a do marido dela — batendo direto contra o "capô de fusca" dela, dividida apenas por duas camadas finas de pano. O tesão explodiu tanto que o meu pau não coube na cueca e, mais uma vez, a cabeça dele pulou inteira para fora do elástico.
A Thaís olhou para baixo e viu, completamente exposto e encostando direto na calcinha branca dela. Em vez de parar ou se assustar, ela teve uma reação de pura safadeza: ela deu uma sentada bem firme para baixo, colando o corpo no meu para esconder o pau do Andrei e da Karine, que estavam logo atrás dela e não conseguiam ver o ângulo. Ela me encarou bem de perto, fez uma carinha de safada inesquecível e continuou a rebolar com gosto, sentindo a cabeça do meu pau roçar direto no meio das pernas dela.
Quando os 60 segundos terminaram, antes de se levantar e revelar o crime para o Andrei, ela jogou o corpo maliciosamente para trás, me dando o ângulo e o tempo exato para eu empurrar o bicho rápido para dentro da cueca de novo.
Quando olhei para o lado, a Karine estava assistindo a tudo com um sorrisinho de canto. Thais ainda estava meio mordida com a exibição anterior do Andrei com uma mão só e dava para ver na cara dela que ela estava só esperando qualquer vacilada do marido para aproveitar a próxima brecha comigo também. O quarteto tinha saído totalmente do controle.
Andrei estava tão bitolado em tentar compensar o tamanho do seu pau que continuou batendo na tecla do físico. Ele deu um tapinha no próprio bíceps, estufou o peito e soltou:
— Olha o meu braço forte aqui, ó! Disso ninguém pode reclamar!
Aquela marra dele com o bíceps virou motivo de gargalhada geral. O Andrei dava risada de si mesmo, estufando o peito de cueca, e o clima de descontração e safadeza estava tão misturado que parecia a coisa mais natural do mundo. Mas, no fundo, a verdade era uma só: aquela exibição física e o rala e rola anterior com as posições tinham acendido o último pavio que faltava na sala. Ninguém mais estava ali pelo pife. A gente só queria saber qual seria o próximo passo daquela loucura.
A Karine, que estava com os olhos azuis brilhando e as bochechas bem coradas pela bebida, olhou para o Andrei posando, deu um sorriso de canto e recolheu as cartas com uma audácia que me pegou de surpresa. Ela bateu o maço de cartas no colchão e decretou a evolução do jogo:
— Gente, o Andrei querendo mostrar o braço forte me deu uma ideia...Vamos mudar a regra: quem ganhar a rodada agora escolhe um dos perdedores para ser tocado por 60 segundos por quem o vencedor mandar, ou seja, os outros dois perdedores!
Mano, quando a Karine soltou aquela frase, o silêncio na sala durou só um segundo antes de o Andrei esfregar as mãos com gosto, dar aquela risada clássica de safado e arregalar os olhos, já visualizando o crime. A Thaís olhou para ele, chacoalhou a cabeça com aquele sorriso malicioso de quem estava adorando o rumo das coisas e disparou:
— Seu safado! Jaguara! Não perde uma oportunidade, né? — E desatou a rir junto, mostrando que estava tão empolgada com a nova regra quanto o resto de nós.
Se aquela proposta tivesse sido feita lá no início da noite, no carro, com certeza soaria bizarra ou causaria um climão. Mas ali, naquele ponto da madrugada, com o abafamento da chuva lá fora, todo mundo de roupa íntima e o tesão transbordando pelas cuecas e calcinhas, a ideia foi recebida com uma euforia absurda. As barreiras tinham caído por completo. O "não pode se tocar" virou passado.
— Fechou o brique então! — eu mandei, sentindo meu pau dar aquela fisgada violenta na boxer preta só de imaginar as possibilidades.
Mano, quando as cartas foram distribuídas, a tensão na sala estava num nível absurdo. O baralho corria rápido e, com o coração quase saindo pela boca, eu fui lá e bati o jogo. Dei aquele sorriso de vitória, olhei para o colchão e decretei:
— Já sei quem vai ser a vítima. Thaís, deita aí que agora o bico é teu!
A Thaís deu aquela risadinha nervosa de quem já estava super altinha da Jurupinga, olhou para o Andrei e para a Karine, e se deitou de costas no colchão, se entregando ao desafio.
Aí eu aproveitei que tinha o poder da rodada nas mãos e ditei a regra para quebrar o resto de pudor que ainda existia entre os casais:
— Karine, você vai passar a mão na buceta dela! E você, Andrei, vai com a mão por baixo do sutiã da Thaís! Valendo 60 segundos!
Assim que eu ditei a regra, a Karine se aproximou e ajoelhou bem ali do lado do quadril da Thaís. Com a calcinha preta bem colada marcando o volume, a Karine esticou o braço, levou a mãozona direto no meio das pernas da Thaís e começou a esfregar aquela buceta por cima da calcinha branca lisa.
Ao mesmo tempo, o Andrei foi com a mão por baixo do sutiã da Thaís, apertando e massageando os seios dela com vontade. O toque duplo pegou a morena de jeito.
Assim que o tempo no cronômetro iniciou e os dois começaram a meter a mão na sacanagem ali na minha frente, eu não consegui ficar quieto e comecei a falar as safadezas para apimentar o clima:
— Isso, Karine, esfrega com vontade nessa morena! Olha a cara de safada da Thaís recebendo a mão de vocês dois... Vocês estão muito deliciosas, puta que pariu!
A Thaís fechava os olhos, soltando uns gemidos baixinhos e abafados, sentindo a mão da Karine pressionando o capô de fusca dela e o Andrei descendo o reio nos seios por baixo do sutiã. A visão da minha mulher instigando a outra na minha frente, com o Jarlei junto, deixou o meu pau trincando ainda mais dentro da cueca. Os 60 segundos correram voando com a sala inteira mergulhada naquele inferno de tesão.
Os 60 segundos terminaram e a galera estava com a respiração totalmente desregulada. O tesão na sala estava tão bruto que ninguém mais queria perder tempo embaralhando e distribuindo carta por carta no pife. Querendo agilizar o crime, eu já joguei a proposta na mesa:
— Galera, e se a gente mudar? Em vez de jogar a rodada inteira, cada um puxa só uma folha do baralho. Quem tirar a carta mais alta ganhou e manda!
O Andrei e as meninas concordaram na hora, todo mundo seco para ver a próxima consequência. Viramos as cartas e, puta que pariu, dessa vez a Thaís tirou a maior. Ela deu aquele sorriso de quem estava lavando a alma de vez, olhou bem na minha cara com os olhos brilhando e ditou a ordem mais ousada da noite:
— Vitor, eu quero que você sente de costas bem no meio das minhas pernas... enquanto a Karine dá umas mordidinhas no seu pau por cima da cueca! E para o Andrei, esse safado sem vergonha, eu vou dar uma chance: já que ele é louco pelos peitos da Karine, ele pode tocar e apertar os dois por baixo do sutiã, mas sem tirar!
Mano, dessa vez a sala não veio abaixo em risada como antes. O clima ficou pesado, denso de verdade. A Karine deu aquela olhada firme para mim, avaliando a situação. Eu olhei de volta, totalmente desencanado e na pura safadeza, e mandei a real para quebrar o gelo:
— Amor, deixa quieto, tá tudo tranquilo. Para quem já bateu o pau direto na tua buceta por cima do pano, o que é o Andrei pegar nos teus peitos agora?
Nós dois rimos alto no colchão, e a Karine relaxou na hora, dando aquele sorrisinho de canto:
— É verdade, amor.
Então a cena começou. Eu me posicionei no colchão, sentando de costas bem no meio das pernas da Thaís. Ela abriu bem aquelas pernas grossas e colou a frente da calcinha branca dela direto nas minhas costas.
A Karine veio por frente, ajoelhou no meio das minhas pernas e focou direto na minha boxer preta, que já estava esticada até o limite com os meus 23 cm completamente eretos. Ela segurou o bicho com as duas mãos e começou a dar aquelas mordidinhas bem de leve, subindo e descendo por cima do pano, fazendo o meu pau pulsar de um jeito bizarro.
Enquanto isso, o Andrei avançou por trás da Karine com os olhos vidrados de desejo. Ele enfiou as duas mãos por baixo do sutiã preto dela, pegando aqueles peitões fartos e médios para grandes com gosto, apertando e massageando com toda a vontade que ele tinha guardada há doze anos.
A Karine soltava uns gemidos abafados pelas mordidas que dava no meu pau, com a cabeça lá embaixo, enquanto o Andrei esfolava o reio nos peitos dela e a Thaís me apertava por trás, respirando quente no meu pescoço.
A visão e o toque cruzado ali no colchão eram pura sacanagem explícita na luz acesa.
O tempo passou e acabou esticando um pouco mais dos 60 segundos, porque ninguém ali no colchão tinha forças para cortar aquela loucura no meio. Quando finalmente paramos, a respiração de geral estava pesada, o calor na sala estava absurdo e a gente voltou direto para as cartas no mesmo esquema de puxar uma folha só.
Dessa vez, quem tirou a carta mais alta e ganhou foi o Andrei. Ele deu aquela risada de canto, olhou para a mesa com cara de quem ia dar o troco perfeito e mandou:
— Bom, agora nada mais justo... Acho que é a vez da Thaís apertar o que ela acha grande também!
Na hora o Andrei fez uma cara de "puta merda, me lasquei com o que eu acabei de pedir", percebendo que tinha jogado a própria namorada direto no meu pau de 23 cm. Mas o brique já estava valendo. A Thaís bateu palmas, deu pulinhos de alegria e vibrou de verdade com a ordem. A Karine começou a rir alto da audácia e da cara do Andrei, e o Andrei completou a regra da rodada olhando para mim:
— E você, Vitor... você vai lá e confere se a buceta da Karine está molhadinha!
A gente não perdeu tempo e foi direto para a ação. Eu me posicionei e a Thaís se aproximou de mim, focada na minha cueca boxer preta que já estava armada até o talo. Enquanto isso, eu virei para a Karine, enfiei a mão na buceta da Karine e comecei a tocar.
O tempo começou a rodar. A Thaís iniciou o desafio bem de leve, acariciando as minhas bolas por cima do tecido da cueca com uma delicadeza que me deu um arrepio forte. Logo em seguida, ela espalmou a mão inteira e passou por todo o comprimento do meu pau, subindo e descendo, alisando com vontade e sentindo a grossura da rola ali no pano.
Quando o cronômetro bateu uns 30 segundos, a safadeza mudou de marcha. A Thaís fechou a mão firme em volta do meu pau e começou a punhetar devagar por cima da cueca, jogando o quadril dela para a frente de leve, totalmente hipnotizada pelo tamanho do negócio na mão dela.
Do outro lado, com a mãozona cravada na buceta da Karine, eu sentia que o pacote dela estava pegando fogo. Comecei a acariciar com o dedo bem em cima do clitóris por cima do pano da calcinha, sentindo que a bicha estava completamente encharcada de tanto tesão. A Karine jogava a cabeça de lado no colchão, fechava os olhos azuis e dava aqueles gemidos baixinhos, bem manhosos, curtindo o meu toque enquanto o Andrei assistia a tudo de camarote, com a boca seca vendo a mulher dele esfolar o reio na minha cueca.
O tempo estourou e o Andrei deu o grito:
— Acabou, terminou o tempo!
Mano, mas a verdade é que eu estava no céu com aquela punheta firme por cima do pano. O meu pau de 23 cm estava tão grosso e esticado que a mãozinha da Thaís mal conseguia fechar em volta dele direito. O tesão estava tão absurdo que eu não quis largar aquele osso e usei a malandragem para esticar. Olhei para o Andrei e mandei na hora:
— Peraí, pô... Andrei, para ser algo justo e ninguém ficar para trás, senta aí do lado da Karine e ela faz exatamente o mesmo com o teu pau!
Como todo mundo já estava totalmente envolvido na safadeza e entregue ao álcool da Jurupinga, a proposta colou na hora. Para nós quatro ali, já estava tudo certo na mente: as regras estavam desenhadas, a gente sabia exatamente o limite — que era manter as roupas íntimas — e ninguém ia passar disso.
O Andrei deu aquele sorriso de canto, não pensou duas vezes e se jogou no colchão bem do lado da Karine. A Karine, que já estava com a buceta pegando fogo e rindo da situação, não perdeu tempo: esticou a mãozona e cravou direto na cueca dele, começando a alisar e a punhetar o pau do Andrei com gosto por cima do tecido.
Aí o inferno de tesão recomeçou na sala, com o cronômetro rodando por mais 60 segundos. De um lado, a Thaís com aquela carinha de puta safada, focada em deslizar a mão na minha boxer preta, descendo o reio no meu pau que pulsava forte. Do outro, a minha mulher massageando o Andrei, que jogava a cabeça para trás e respirava curto, curtindo a pegada da Karine.
Eu continuei ali, revezando os olhares entre a mão da Thaís na minha rola e a Karine trabalhando o Andrei, sentindo o ambiente ficar completamente elétrico até o último segundo daquele momento estendido.
Quando esses 60 segundos estendidos finalmente terminaram, as risadas na sala já eram bem menores. O clima de zoeira do início tinha dado lugar a um silêncio pesado, quebrado só pela respiração curta de todo mundo. O tesão ali no colchão estava alto demais, misturado com aquela tontura gostosa e pesada da Jurupinga que fazia a cabeça dar umas voltas.
A Karine estava visivelmente mais séria e muito ofegante. O fato de eu ter ficado passando a mão e massageando a buceta dela na rodada anterior tinha deixado a minha mulher no limite do limite. Dava para ver na cara dela que o tesão acumulado estava difícil demais de segurar.
Eu olhei para ela, dei aquele sorriso de canto e perguntei bem baixinho, na provocação:
— E aí, está com um pouco de tesão?
Ela deu uma risadinha meio sem jeito, tentou disfarçar, mas me olhou com aqueles olhos azuis completamente mudados e disparou:
— Um pouco? Está é queimando tudo aqui!
Geral soltou aquela risada abafada no colchão, no puro calor do momento. Mas o que a Karine ia fazer logo em seguida, aproveitando que o clima estava totalmente sem freio, ia me deixar completamente surpreso e de queixo caído.
CONTINUA...
vitor35