Enquanto o Andrei e a Karine se acomodavam no outro canto do sofá, limpando o excesso de fluido e se ajeitando para assistir à nossa foda de camarote, a Thaís tomou o centro do estofado. Ela sentou de costas para o encosto, abriu bem as pernas grossas na minha direção, deixando a buceta completamente exposta e o plug anal reluzindo por baixo. Antes que eu pudesse avançar, ela levantou a mão, pedindo um segundo com um sorriso cúmplice:
— Vitor, espera... Antes de você iniciar, eu preciso te contar a história desse plug anal — disse a Thaís, com a voz mansa, mas os olhos pretos brilhando de safadeza. — Ontem à noite, depois de tudo o que rolou, eu fiquei pensando na possibilidade de ceder. Pensei: "Dependendo de como as coisas forem amanhã, eu vou ceder meu cuzinho também". Só que eu estava morrendo de medo desse teu pauzão não entrar e me quebrar inteira. Por isso, hoje de manhã, eu aproveitei a ereção matinal do Andrei na cama e pedi para ele foder o meu cu, já como uma preparação para você. Depois, tomei um banho caprichado, passei um creminho no buraquinho e coloquei esse plug para manter ele bem laceado e aberto para a tua rola.
Ouvir aquilo foi o estopim. Saber que os dois tinham feito um trabalho de parto no rabo dela só para aguentar o meu rojão acabou com o resto do meu autocontrole. Eu levantei num impulso, subi no sofá e fiquei de joelhos por cima dela, mirando o meu pau direto na cara da Thaís.
Ela não perdeu tempo. Segurou o meu canhão com as duas mãos, trouxe a cabeça da rola bem rente ao nariz e cheirou com vontade, fechando os olhos e puxando o ar:
— Caralho, que cheiro gostoso de homem... Cheiro de rola pronta para o crime — ela sussurrou.
Em seguida, ela deitou a cabeça para trás, largando o comprimento do meu pau deitado em cima do próprio rosto dela, sentindo o peso e o calor do bicho na pele. Com as duas mãos ágeis passando por baixo, ela segurou o meu saco, apertando e massageando as minhas bolas cheias com uma pressão deliciosa que me fez soltar um palavrão abafado.
Sem me dar tempo para respirar, a Thaís abriu bem a boca e começou a chupar. Ela foi com tudo, tentando engolir o máximo possível, colocando em prática cada um dos macetes reais que a Karine tinha ensinado na madrugada. Dava para ouvir o som do vácuo e da minha rola estalando contra as amígdalas dela, enquanto o Andrei e a Karine assistiam ao vivo, completamente hipnotizados pelo nível de safadeza que a manhã de domingo tinha tomado.
Ela soltou o meu pau devagar, deixando a boca toda lambuzada de melaço, e eu não pensei duas vezes: deslizei o corpo para baixo, me acomodando no meio das pernas grossas dela, e desci com a boca direto na direção daquela fenda morena.
Antes de eu encostar a língua, a Thaís colocou a mão no meu ombro, arqueou um pouco o quadril e falou com a voz bem mansa e dengosa: — Vitor, tira o plug antes de começar... Eu prefiro ser fodida primeiro na buceta, mas quero ficar totalmente sem nada para sentir o teu peso livre.
Eu segurei firme na base de metal da pedrinha brilhante e, com um movimento firme e cuidadoso, puxei o brinquedo para fora do buraquinho dela. O estalo úmido foi nítido, e na mesma hora aquele cheiro gostoso de sexo, misturado com o aroma do creme hidratante e o tesão puro da manhã, tomou conta do ar.
Sem perder tempo, eu iniciei uma chupada com vontade na buceta dela, usando a língua com força, subindo pelo clitóris e fazendo um vácuo pesado de sucção. A Thaís deu um sobressalto no estofado, cravando as unhas no meu ombro e arrancando os primeiros gemidos altos e agudos da manhã, jogando o quadril para cima na tentativa de empurrar a intimidade contra o meu rosto.
Depois de dar uma bela trabalhada ali, afastei um pouco a cara para recuperar o fôlego. Bem na mira dos meus olhos, vi o cuzinho dela todo besuntado, piscando de leve pelo relaxamento do plug e da preparação que o Andrei tinha feito mais cedo. Senti novamente aquele cheirinho doce do creme misturado com o suor do tesão e simplesmente não resisti: mudei o foco e comecei a chupar aquele cuzinho delicioso com a ponta da língua, fazendo círculos bem firmes na bordinha antes de aprofundar.
A reação da Thaís foi imediata e violenta. Ela esticou as pernas, arrepiando-se inteira da cabeça aos pés, e começou a soltar uma sequência de gemidos abafados e falas totalmente safadas: — Caralho, Vitor... Que delícia... Você é muito tarado, mano! Chupa esse rabo, desgraçado... Nossa, o Andrei nunca fez isso com tanta vontade... Puta que pariu, o meu corpo está pegando fogo!
No outro canto do sofá, a Karine e o Andrei assistiam a tudo bem colados, com os olhos fixos na minha boca trabalhando no rabo da Thaís, completamente hipnotizados pelo nível que a nossa intimidade tinha alcançado naquele domingo de sol.
Aproveitei bem cada segundo daquele momento, deixando a Thaís no limite do desespero e do tesão. Com o corpo já quente, fiquei de pé, peguei o frasco de óleo que estava por perto e derramei uma quantidade generosa direto no meu pau. Comecei a espalhar bem, massageando do topo até a base, deixando completamente brilhantes e escorregadios sob a claridade da sala.
A Thaís continuava deitada, com as pernas bem abertas e o peito subindo e descendo de forma ofegante. Eu me posicionei por cima dela, segurei a base da minha rola e comecei a esfregar a cabeça do pau na buceta dela, subindo e descendo com força, espalhando o óleo e o próprio melaço dela por toda a fenda.
De vez em quando, para testar o terreno e brincar com o psicológico dela, eu parava o movimento e tentava dar uma empurradinha mais firme. Toda vez que eu fazia essa pressão, sentia os lábios da bucetinha dela tentando se abrir e ceder ao tamanho do monstro. Na mesma hora, eu olhava fixamente para o rosto dela, e a Thaís arregalava as vistas, abrindo bem os olhos pretos em uma mistura de puro choque com a grossura e o medo gostoso de ser rasgada.
Ao ver a reação dela, eu dava um sorriso de canto, recuava um pouco e voltava a apenas passar o pau, torturando a bicha com aquela massagem pesada e úmida.
— Caralho, Vitor... não faz assim comigo... — ela sussurrou com a voz fraca, segurando firme no estofado do sofá, enquanto a Karine e o Andrei não piscavam do lado, assistindo àquela provocação milimétrica que antecedia o crime.
A cada movimento, eu jogava o peso do corpo um pouco mais para a frente, tentando ir sempre um pouco mais dentro da buceta dela. A cada colocada firme que eu dava, a cabeça do meu pau forçava a entrada e a Thaís abria a boca, arregalava bem os olhos de puro choque com a grossura e soltava um gemido longo, que vinha direto do fundo da garganta.
Fiquei nesse jogo de provocação por um tempo, repetindo o processo sem pressa. A cada estocada curta, dava para perceber perfeitamente o meu pau entrando cada vez mais, laceando aquela bucetinha apertada centímetro por centímetro, enquanto o óleo ajudava a deslizar a pele trincada.
A Thaís estava completamente entorpecida pelo prazer e pelo tamanho do rojão. Ela cravava os dedos no estofado do sofá, jogava a cabeça para trás e falava com a voz totalmente embargada e manhosa:
— Caralho, Vitor... que tesão... que vontade de sentir essa porra lá dentro... mas continua assim, vai... vai devagar...
Ouvir o pedido dela me dava ainda mais controle da situação. Eu mantinha o ritmo milimétrico, deixando a cabeça enorme do pau entrar quase metade, fazendo os lábios da buceta dela se esticarem ao máximo antes de recuar devagar, deixando a ela no limite do desespero para ser preenchida de verdade. Do outro lado do sofá, o Andrei e a Karine assistiam àquela tortura erótica sem respirar, completamente hipnotizados pela forma como a Thaís reagia a cada centímetro que eu ganhava por dentro dela.
Então, de repente, no meio de uma daquelas empurradas mais firmes e calculadas, eu senti a primeira barreira da buceta dela cedendo e rompendo com toda aquela pressão. Com um estalo úmido, a cabeça enorme do meu pau passou direto, entrando todinha de uma vez e sumindo naquele canal apertado.
O impacto da grossura foi instantâneo. A Thaís arqueou o corpo inteiro na hora, tirando a bunda do estofado do sofá e cravando as unhas na minha perna com força. Ela soltou um gemido alto, agudo, daqueles que ecoam pelas paredes da sala, e disparou com a voz completamente trêmula e assustada com o tamanho do preenchimento:
— Carraaalho, Vitor! Puta que pariu... entrou toda a cabeça!
Ela ficou paralisada por alguns segundos, com a boca aberta, puxando o ar com dificuldade e os olhos arregalados, tentando digerir a sensação de ter os 23 cm alargando a entrada dela daquele jeito. A fenda dela estava esticada ao limite em volta da minha rola, segurando o bicho com uma pressão absurda. Do outro lado, o Andrei e a Karine deram um estalo com a boca, impressionados com o visual da penetração legítima começando a acontecer.
Então empurrei meu pau mais um pouco, e a sensação foi de que, após passar a cabeça, o caminho estava totalmente aberto. O óleo abundante e o nível absurdo de tesão que estava no ar permitiram que eu começasse a deslizar o comprimento lentamente para dentro daquele canal. A Thaís foi enlouquecendo a cada milímetro ganho, jogando a cabeça de um lado para o outro no estofado e soltando uma enxurrada de besteiras, completamente sem filtro, chocada com o quanto estava sendo preenchida.
Fui empurrando com calma, saboreando a pressão, até que o meu pau chegou totalmente na base. Enterrado até o talo, eu travei o quadril e fiquei segurando ele lá dentro. A sensação de sentir uma buceta tão quente, apertada, úmida e que nunca tinha sido fodida por mim era simplesmente incrível, o que me fez querer segurar imóvel ali no fundo por mais tempo, só curtindo o aperto daquela buceta me abraçando.
Aproveitando o encaixe perfeito, deitei o meu corpo por cima do dela, jogando o meu peso de leve para não machucar. Colei o meu rosto na lateral do rosto dela, comecei a cheirar o pescoço cheiroso da Thaís e a dar várias mordidinhas provocantes na pele macia, descendo até a linha do ombro, enquanto sentia o peito dela subir e descer de forma completamente ofegante contra o meu peitoral.
Deitado ali por cima, curtindo o aperto, pude sentir a Thaís movendo o quadril de leve, bem devagar, como um sinal claro de que o corpo dela já tinha se acostumado com o tamanho e queria movimento.
Eu entendi o recado na hora. Me levantei um pouco, apoiando as mãos no estofado do sofá para ganhar ângulo, e comecei a socar de leve, bem cadenciado, curtindo o som dos gemidos dela que voltavam a ecoar pela sala. Sentir pau deslizando no óleo e na umidade daquela bucetinha apertada era bom demais, e aos poucos, fui aumentando a velocidade e a força das estocadas. O ritmo estava incrível, uma delícia absurda; mudar de posição estava totalmente fora de cogitação naquele momento, eu só queria continuar enterrando o cano ali.
Foi quando a Thaís, já gemendo bastante e com os olhos semicerrados, começou a contrair a musculatura interna com uma força absurda. Eu senti a buceta dela travar e começar a formigar intensamente em volta do meu pau, um calor absurdo tomando conta do canal. Eu saquei na hora o que estava acontecendo: ela estava gozando gostoso ali embaixo de mim, mas, no ápice do tesão e da entrega, ela preferiu não anunciar em voz alta, guardando aquela sensação e focando apenas em contrair e sugar a minha rola com o rabo e a buceta enquanto recebia as socadas.
Quando senti as contrações da buceta dela normalizando após o orgasmo, dei o comando com a voz firme, bem rente ao ouvido dela:
— Fica de quatro para mim, Thaís. Agora.
Mano, a vontade dela e a rapidez para se virar foram um absurdo. Ela não pensou nem por um segundo: girou o corpo no estofado com uma agilidade impressionante, jogando os joelhos no sofá e empinando aquele rabão moreno espetacular exatamente na minha direção. O movimento foi tão fluido que pareceu que o corpo dela estava conversando comigo, dizendo claramente: "Tira, mas coloca logo de novo por favor!"
Com ela naquela posição, o visual que se abriu na minha frente foi de cair o queixo. A bucetinha dela estava completamente vermelha, aberta e brilhando de tanto melaço e óleo, bem embaixo daquele cuzinho que já estava relaxado por conta do plug e da preparação do início do dia. A pedrinha brilhante do brinquedo anal estava ali do lado no sofá, mas toda a atenção agora estava voltada para aquela bunda gigante empinada na minha mira.
O Andrei e a Karine, do outro lado, se inclinaram ainda mais para a frente no sofá, sem perder um único detalhe da transição, completamente hipnotizados pelo tesão que comandava a sala. Eu não esperei nenhum segundo a mais; segurei firme com as duas mãos nas laterais do quadril da Thaís, alinhei a cabeça bem na entrada da fenda molhada e empurrei com vontade para dentro dela por trás.
Já não bastava aquele aperto absurdo da buceta dela me envolvendo por trás; enquanto eu socava com vontade, enfiei as duas mãos espalmadas naquela bunda morena grande, apertando e cravando os dedos com força na carne macia lambuzada de óleo, matando de uma vez por todas aquele desejo de anos que estava guardado no meu peito e no meu pau.
Com tudo o que estava acumulado — o tesão reprimido, a cena da Karine sendo amassada na minha frente há poucos minutos e a punheta frenética que a Thaís tinha me dado —, o meu pau simplesmente não aguentou mais. O limite chegou no meio de uma estocada profunda. Senti a pressão subir direto para a cabeça da rola e comecei a gozar com tudo lá dentro.
— Caralho, vou derreter tudo, Thaís! — dei um urro grosso, segurando o quadril dela com uma força absurda contra o meu.
Eu continuei estocando firme no meio do orgasmo, descarregando jato pós jato daquela porra quente bem no fundo do útero dela, enquanto os nossos gemidos misturados eram evidentes, ecoando alto pelas paredes da sala. A Thaís jogou a cabeça para trás, soltando uns gritos agudos, sentindo o meu pau pulsar e inundar tudo por dentro, enquanto o Andrei e a Karine assistiam de camarote àquela entrega total do nosso segundo tempo.
Depois de um tempo, aproveitando até o último suspiro daquele prazer intenso com o quadril colado ao dela, puxei o meu pau para fora. Saiu com aquele estalo úmido característico, coberto de melaço e da mistura do nosso sexo. Mesmo após descarregar, eu olhei para a Thaís, que ainda tentava recuperar o fôlego com a testa encostada no sofá, e dei a ordem com a voz firme:
— Limpa ele, Thaís. Chupa... que hoje ainda não acabou.
Ela se virou na hora, com os olhos pretos brilhando de pura submissão e tesão, e abocanhou com vontade. A Thaís trabalhou firme na sucção, usando bastante saliva e fazendo o movimento de cima a baixo na glote, aproveitando o restinho do leite que ainda teimava em sair. Não demorou quase nada; sob o calor daquela boca quente e molhada, senti o sangue pulsar forte e o meu pau trincar de novo, ficando completamente duro e pronto para o segundo round.
Segurei a Thaís pelos ombros, fiz ela parar o boquete e comandei a próxima jogada para fechar o brique com chave de ouro:
— Agora você vai subir em cima, mas de um jeito diferente. Quero que você cavalgue de costas para mim, com a bunda virada direto na direção da Karine e do Andrei.
Eu queria retribuir exatamente a cena deliciosa que o meu amigo tinha me proporcionado minutos antes. A Thaís entendeu o recado na hora. Ela deu um sorriso safado por cima do ombro, passou a perna por cima de mim e sentou com tudo no meu colo, engolindo a minha rola inteira de uma vez só enquanto ficava de costas para o meu peito.
O visual para o outro lado do sofá ficou um absurdo. O Andrei e a Karine se ajeitaram no estofado, abrindo bem os olhos, fascinados com a cortesia. A Thaís começou a cavalgar forte, subindo e descendo com o bundão moreno balançando e o buraquinho do rabo piscando bem na mira deles. Ela jogava a cabeça para trás, encostando no meu ombro, enquanto gemia alto e mostrava para o Andrei e para a Karine como a minha rola estava rasgando ela por dentro.
Ficamos naquele ritmo gostoso por um bom tempo, e no meio de toda aquela loucura, a única coisa que passava pela minha cabeça era o desejo de ter alguém filmando tudo para que a gente pudesse assistir e reviver cada detalhe depois.
Foi aí que, por puro instinto e com uma vontade absurda de ver aquele bundão moreno socando por outro ângulo, eu acabei mudando a mecânica do movimento. Eu estava sentado no sofá e, para conseguir enxergar melhor, me inclinei e mudei o encaixe das pernas com o corpo dela. Sem nem saber o que estava fazendo na hora, nós acabamos encaixando perfeitamente em uma posição que depois, de tanta curiosidade, fui pesquisar na internet e descobri que se chamava Flor de Lótus.
Naquele momento, eu não fazia ideia de nome técnico nenhum; a minha intenção real era puramente visual. Eu queria espiar por cima dos ombros da Thaís, ter a visão privilegiada da base do meu pau sumindo dentro dela enquanto ela rebolava com vontade, jogando o quadril de um lado para o outro bem em cima do meu colo.
A proximidade dos corpos era total, o calor que subia dali era um absurdo. Em determinado momento, não aguentei só olhar: avancei as duas mãos, segurei firme nas duas nádegas dela com os dedos cravados na pele besuntada de óleo e passei a acompanhar o movimento de subida e descida, ditando a força e o impacto de cada encaixe. Que delícia de cena, mano! A Thaís jogava o peso, soltava os gemidos colados no meu rosto.
Foi o estopim definitivo do nosso domingo. Guiado pelo mais puro instinto e pela visão daquele rabo rebolando na minha cara, eu deslizei a minha mão esquerda e levei a ponta do dedo indicador direto no cuzinho dela, que já estava totalmente responsivo e lubrificado.
No milésimo de segundo em que ela sentiu o toque na bordinha, o corpo dela deu um estalo. A Thaís inclinou a cabeça para trás, colou a boca bem no meu ouvido com a respiração cortada e sussurrou com uma voz que me deu arrepios até a alma:
— Quer comer ele, Vitor? Quer foder o meu cu agora?
Cara, que tesão absurdo! Sentir aquela submissão total e a promessa do rabo dela na minha mira me fez perder o resto da razão. Respondi um "Sim, porra, quero agora!" bem grosso no ouvido dela.
A Thaís não pensou duas vezes e ditou o comando: ela pediu para eu deitar de costas no sofá. Eu me estiquei no estofado, e ela mudou a posição, ficando agora de quatro por cima de mim, mas de costas para o meu peito e de frente para o Andrei e para a Karine. O visual não podia ser mais humilhante e excitante para o casal de amigos, que se inclinou para a frente, estáticos, vendo a Thaís se preparar para entregar o rabo de vez.
Ela pegou o frasco de óleo, derramou mais um pouco na mão e passou com vontade no meu pau de 23 cm, deixando meu completamente encapado e brilhando na luz do dia. Em seguida, ela levantou um pouco o quadril, levou a mão direita para trás e, com uma frieza de dar inveja, mirou a cabeça enorme da minha rola exatamente no meio daquele cuzinho que o Andrei já tinha deixado perfeitamente laceado e preparado mais cedo.
Percebendo o tamanho do rojão, eu dei o suporte: segurei firme na base do meu pau para manter erguido e reto. A Thaís estava determinada, sem um pingo de medo nos olhos. Ela respirou fundo e foi soltando o peso do corpo para baixo, devagar. Mano, na mesma hora, aquele cuzinho apertado começou a se dilatar, virando um "cuzão" na minha frente, esticando a pele ao máximo e engolindo o diâmetro do meu caralho centímetro por centímetro.
Quando o meu pau enterrou todinho até o talo, batendo na base, a Thaís soltou um gemido alto, rasgado, que ecoou pela casa. Mas a maior surpresa veio logo em seguida: em vez de ficar parada esperando acostumar, ela simplesmente travou os dentes e começou a socar com toda a força para cima e para baixo, usando o próprio peso para socar o rabo dela.
— Caralho... que dor do caralho, Vitor! Puta que pariu! — ela gritava com a voz embargada, mas não parava o movimento por nada, descendo com raiva no meu colo.
No meio daquelas sentadas violentas, com a cara virada para a Karine e para o Andrei, ela olhou para mim e disparou, revelando toda a safadeza que tinha planejado:
— Era exatamente isso que eu estava imaginando ontem à noite inteira... Foi por isso que eu preparei esse buraquinho de manhã! É todo seu, desgraçado!
Ouvir aquilo enquanto via o meu pau sumir inteirinho no rabo da Thaís, com o Andrei e a Karine assistindo a tudo completamente chocados com a performance dela, me deixou no limite máximo da loucura.
a minha mente estava trabalhando na velocidade da luz com aquele nível de exibicionismo. Olhando para o Andrei e para a Karine ali parados, com as bocas abertas assistindo à Thaís sentar no meu pau com o rabo, eu pensei: "Vou dar mais uma visão absurda da porra para esses dois. Eles não estão prontos para o que eu vou fazer agora."
Com a rola ainda toda melada de óleo e o suco anal dela, eu dei um tapa firme na coxa da Thaís e mandei a real:
— Sai de cima, vira de quatro com a bunda virada direto para eles. Empina esse rabo o mais alto que você conseguir e enterra a cara no sofá!
Ela estava tão possessa pelo tesão e pela dor gostosa do rabo laceado que obedeceu no mesmo segundo. A Thaís jogou os joelhos no estofado, afundou o rosto e os braços nas almofadas do sofá e jogou aquele rabo moreno lá no alto, apontando o buraquinho — que agora já estava bem vermelho, aberto e piscando pelo formato dos meus 23 cm — diretamente na cara do Andrei e da Karine. Eles chegaram a se inclinar para frente, hipnotizados pelo visual.
Eu fiquei de pé no sofá, bem atrás dela. Minhas pernas estavam firmes, o pau latejava duro igual a um cano de ferro de tanto óleo e melaço. Dei um passo à frente, inclinei o corpo e fui descendo a mira do meu caralho devagar. No milésimo em que a cabeça enorme da minha rola encostou na bordinha daquele cuzinho úmido, a Thaís soltou um gemido agudo e longo, tremendo a bunda inteira antes mesmo de eu fazer qualquer pressão para colocar.
Eu travei o movimento ali por um segundo. Deixei o meu pau só encostado na entrada, esticando a pele dela, e fiquei imaginando a visão milimétrica que o Andrei e a Karine estavam tendo daquele crime na luz da sala. Dava para ouvir a respiração do Andrei acelerada do outro lado.
Com o psicológico de todo mundo no limite, eu calibrei o peso e empurrei de uma vez só: afundei o pau inteirro no rabo da Thaís, rasgando o canal até o talo.
Quando bateu no fundo, o encaixe foi tão violento e perfeito que eu segurei o quadril travado por uns segundos. O volume das minhas bolas subiu com tanta pressão que elas simplesmente taparam por completo o início da bucetinha dela, que estava logo abaixo, criando uma imagem bizarra de preenchimento total daquela bunda.
Segurei o monstro estático lá dentro por um tempo, sentindo o rabo dela sugar a minha rola com força nas paredes internas, ouvindo os abafados da Thaís com a cara no sofá. Quando senti que ela estabilizou a respiração, eu comecei a socar forte, puxando quase todo para fora e enterrando com raiva, fazendo as nádegas dela estralarem contra o meu quadril a cada bombada.
Não demorou muito para o meu corpo atingir o limite absoluto. A pressão no pé da barriga subiu com força total e a porra começou a jorrar lá dentro do rabo dela. Sem nem tempo para anunciar, eu simplesmente travei o quadril com tudo e gozei gemendo alto, com a voz grossa ecoando por toda a sala a cada jato quente que eu descarregava bem no fundo do canal anal da Thaís.
Assim que terminei o bombardeio, ainda dei as últimas estocadas mais lentas para espremer até a última gota de leite. Puxei o pau para fora rápido com aquele estalo úmido e pesado e me sentei bem do lado dela no sofá, com a respiração totalmente cortada. Imediatamente, avancei as mãos e segurei as nádegas dela bem abertas com as duas mãos, escancarando o estrago para todo mundo ver.
A Thaís, com a cara ainda afundada na almofada e choramingando de puro tesão e exaustão, soltou a voz abafada olhando de lado para o marido:
— Olha, amor... Olha o que o Vitor fez... Ele me rasgou toda...
Ela deu um risinho trêmulo no meio do choro gostoso e completou:
— Eu acredito que ele gostou de verdade do meu cuzinho... Porque olha o tamanho disso...
O Andrei estava paralisado do lado da Karine, completamente hipnotizado pela visão. Enquanto eu mantinha a bunda dela aberta com as mãos, exibindo o buraco todo melado de óleo, melaço e com o meu leite espesso começando a transbordar e escorrer para baixo, o Andrei não aguentou. Ele começou a tocar uma punheta forte e rápida ali mesmo, com os olhos fixos no cu da própria esposa, assistindo em choque e com muito tesão ao buraquinho da Thaís tentando se contrair e fechar lentamente após ter engolido o meu pau.
Assim chegou ao fim essa primeira troca inédita e deliciosa de casal!
Quem leu até aqui e quiser que conte mais dessa história entre em contato valeu!!
vitor35