Depois de limpos, voltamos para a sala. O calor continuava absurdo, então ninguém pensou duas vezes: nos jogamos no sofá pelados mesmo, na maior naturalidade que os doze anos de amizade e aquela madrugada insana permitiam. Eu olhei para a galera, dei um sorriso de canto e soltei a provocação:
— Nossa, que maravilha de noite... A única coisa que eu não consegui aproveitar bem mesmo foi a bunda gostosa e empinada da Thaís!
Geral começou a rir alto na sala, mas a Thaís, que já estava completamente sem freio e no topo da vaidade dela, disparou:
— Bom, não seja por isso!
Ela simplesmente levantou do sofá na minha frente. Eu estava sentado, e ela, de pé, virou de costas e empinou aquele espetáculo de bunda gigantesca direto na minha cara. O visual era um absurdo. Eu não resisti e comecei a dar uns tapinhas firmes naquelas nádegas morenas de pele clara. A Thaís olhava para trás por cima do ombro, com um sorriso de canto, curtindo a minha reação. Enquanto isso, a Karine se deitou de costas entre os braços do Andrei ali no outro canto do sofá, e os dois ficaram assistindo à cena de camarote, achando o máximo.
Sentindo a firmeza e o aval de geral, eu aproximei mais o rosto e comecei a dar vários beijinhos carinhosos nas nádegas dela, subindo e descendo pela pele macia. Ela deu uma risadinha gostosa e perguntou:
— Gostou?
— Adorei, é sacanagem essa bunda — respondi na lata.
A Thaís deu mais uma olhada para a Karine, viu que a minha mulher estava super tranquila curtindo o namoro com o Andrei, e tomou a iniciativa mais gostosa da noite. Ela olhou para mim e pediu:
— Deixa eu sentar de conchinha em você, igual a Karine está com o Andrei?
— Vem, com certeza — falei, já me ajeitando.
Eu deitei um pouco para trás no sofá, abrindo espaço. A Thaís arrebitou aquele bundão espetacular e veio sentando de leve, descendo o corpo devagar na minha direção. Pensando rápido para manter a nossa regra sagrada da noite de zero penetração, eu segurei o meu pau e ajeitei ele para cima, em direção ao meu umbigo, deixando ele bem retinho contra a minha barriga para receber a encochada perfeita, sem risco de deslizar para onde não devia. Eu olhava para aquela intimidade dela ali tão perto e sabia perfeitamente, pela anatomia, que tanto a buceta quanto o cuzinho dela eram tão apertados que se meu pau entrasse ali de verdade, ia abrir ela ao meio.
Mas uma coisa ficou clara como o dia naquele encaixe: aquele bundão da Thaís parecia ter sido moldado sob medida para o meu pau. As nádegas gigantescas dela simplesmente abraçaram a minha rola por inteiro. Ela foi escorregando de leve, amassando o bicho contra o meu corpo, até que as costas dela bateram com tudo no meu peito.
O encaixe foi perfeito. Ficamos ali os dois colados, pelados, com o meu pau esmagado no meio daquela bunda maravilhosa. O clima mudou totalmente de sacanagem agressiva para um chamego gostoso. Ficamos os quatro ali no sofá, divididos por casais cruzados, como se estivéssemos namorando, um fazendo carinho no outro na maior paz e cumplicidade do mundo, selando uma das noites mais inesquecíveis das nossas vidas.
O ritmo da sala mudou completamente. O Andrei esticou o braço, ligou a TV em um volume baixinho e nós quatro ficamos ali, parados, pensativos e totalmente tranquilos. A adrenalina tinha baixado, mas o magnetismo entre a gente continuou ali, na pele.
O Andrei, com toda a calma do mundo e na maior naturalidade, continuou aproveitando o momento dele com a Karine. Enquanto olhava para a tela, ele usava uma das mãos para acariciar os bicos dos peitos dela, que ainda estavam sensíveis e durinhos, e com a outra mão ficava passando de leve na barriga da minha mulher. Com o tempo, o carinho dele foi descendo e ele começou a passar os dedos de forma bem carinhosa e suave na buceta da Karine. A minha mulher estava entregue, relaxada entre os braços dele, curtindo o dengo enquanto os dois acompanhavam a TV.
Do nosso lado, a situação tomou um rumo que me pegou de surpresa. Como o meu pau de 23 cm tinha ficado muito tempo trincado e esmagado ali no meio daquele bundão, ele começou a doer um pouco por causa da pressão.
Sentindo o meu desconforto, a Thaís foi super parceira: ela abriu um pouco as pernas, mantendo-se de costas colada no meu peito, e eu mudei a posição do bicho. Soltei o meu pau para a frente, deixando ele livre bem no meio das pernas dela, e comentei baixinho:
— Estava doendo um pouco.
Como ele ainda continuava semi-duro, pesado, ficou apontando para cima, bem no vão das pernas dela. E pela posição que ela estava, perfeitamente de costas e encaixada no meu corpo, os lábios da buceta dela ficaram encostados direto no meu pau. Dava para sentir o calor úmido da pele dela direto na minha rola.
A Thaís percebeu na hora o toque. Ela deu aquela olhada de canto para o sofá ao lado, viu que o Andrei e a Karine estavam totalmente na deles, curtindo o próprio carinho e concentrados na TV, e não pensou duas vezes. Ela esticou a mão por baixo, pegou o meu pau com cuidado e começou a alisar, fazendo um movimento suave, roçando ele direto contra a buceta dela.
A sensação era absurda de gostosa: o roçar da pele úmida dela no meu pau semi-duro, sem pressa, sem desespero, só no puro prazer do contato, enquanto a gente também fingia que prestava atenção na TV. O clima na sala era uma mistura bizarra de paz de fim de noite com uma safadeza implícita que parecia que nunca ia terminar.
Com aquele clima totalmente desarmado e a TV de fundo, a gente começou a conversar de peito aberto sobre tudo o que tinha rolado. A Thaís, que ainda estava ali de costas alisando o meu pau contra a buceta dela, soltou um suspiro e mandou a real:
— Gente, a minha gozada foi simplesmente incrível... Eu nunca imaginei na vida que uma punheta com óleo pudesse ser melhor e mais intensa do que uma transa completa!
Nós quatro rimos da espontaneidade dela. Nisso, a Karine se ajeitou nos braços do Andrei, olhou para ele e confessou com os olhos brilhando:
— E eu? Achei uma delícia saber que o Andrei é totalmente obcecado pelos meus peitos. Sério, ver ele daquele jeito ali me fez sentir o máximo, uma grande gostosa!
A Thaís concordou na hora, balançando a cabeça com o bundão colado em mim:
— Menina, eu sinto exatamente o mesmo quando o Vitor fala e repara na minha bunda! Dá um tesão absurdo. — E ela completou, olhando para mim por cima do ombro: — Fora que a minha buceta ainda está latejando por dentro aqui... Eu nunca tinha sentido isso na vida, ainda mais sem ter penetração.
Ela deu uma pausa, pensou um pouco na dinâmica dos quatro e comentou, achando graça:
— Mas é engraçado, né? Parando para reparar, parece que cada um aqui é doido por uma parte específica do corpo do outro. O Vitor é louco pela minha bunda; o Andrei é fissurado nos peitos da Karine; eu fiquei boba com o tamanho do pau do Vitor; e a Karine sempre fala que adora a barriga de tanquinho do Andrei!
Demos mais uma risada coletiva no sofá, percebendo como as peças daquela safadeza de doze anos se encaixavam perfeitamente.
Vendo que o jogo estava completamente aberto, sem espaço para mentiras, medos ou tabus, eu decidi que era a hora de chutar o balde com elegância e aproveitar o melhor de cada um. Olhei para a galera e joguei a proposta na mesa:
— Galera, já que está tudo esclarecido, a gente podia aproveitar melhor isso agora de forma certeira, o que vocês acham? Que tal a Karine fazer uma espanhola daquelas pro Andrei, com bastante óleo nesses peitões? E você, Thaís, passa muito óleo também e esfrega esse bundão espetacular com tudo no meu pau? Tudo sem penetração, claro, só para cada um de nós aproveitar ao máximo exatamente aquilo que mais gosta no outro!
O Andrei abriu um sorriso de orelha a orelha, e a sala inteira deu aquela risada cúmplice de puro tesão reencontrado. A Thaís olhou para o Andrei, depois para mim, deu um tapinha na minha perna e falou:
— Olha, por mim tudo bem! Vamos nessa!
A Karine, que já estava com o Andrei alisando o clitóris dela, olhou de volta e confirmou com a voz maliciosa:
— Com certeza, eu também topo! Vamos dar o que eles querem.
O pacto estava selado de vez. Pegamos o frasco de óleo novamente, e o clima que estava calmo virou uma fogueira de sacanagem na mesma hora. A Karine virou de frente para o Andrei, pegou o óleo e começou a lambuzar aqueles peitões fartos e o pau dele. Do meu lado, a Thaís já se ajoelhou na minha frente, pegou o frasco e começou a espalhar muito óleo por toda a extensão daquela bunda gigantesca e no meu pau de 23 cm, deixando tudo completamente escorregadio e brilhando.
Então, a cena mais louca da madrugada recomeçou com força total.
O barulho na sala mudou completamente na hora. Aquele silêncio pensativo da TV sumiu, dando lugar ao som abafado do óleo estalando e dos corpos se esfregando com tudo.
A Thaís se posicionou por cima de mim, ficando de costas na minha direção. Ela dobrou os joelhos e soltou o peso daquela bunda gigantesca bem de leve em cima do meu cacete de 23 cm. Como o meu pau estava totalmente ereto e apontando para o umbigo, e a bunda dela estava encharcada de óleo, o encaixe foi uma covardia. Ela começou a rebolar e a jogar o quadril, fazendo a bunda subir e descer no comprimento da rola. Na hora, deu para escutar perfeitamente aquele barulhinho molhado de fricção do óleo estalando entre a pele dela e o meu pau. Eu assistia àquela visão da bunda dela engolindo o meu pau por fora, subindo e descendo, e segurava firme no quadril dela para guiar o ritmo.
Do outro lado do sofá, o Andrei mudou de posição também. Ele subiu um pouco o corpo e ficou sentado firme no encosto. A Karine não perdeu tempo: ficou de joelhos no assento do sofá, bem na frente dele, se inclinou para a frente e cravou o pau do Andrei bem no meio daqueles peitões fartos cheios de óleo. Ela começou a abaixar e subir o tronco, massageando o pau dele com uma pressão absurda. Da mesma forma que o meu lado, o movimento dos peitos da Karine esmagando o pau do Andrei soltava aquele barulhinho viciante de óleo deslizando na pele.
A sala virou um verdadeiro cenário de cinema: o Andrei jogando a cabeça para trás, vendo a minha mulher esfolar o pau dele nos peitos, e eu ali embaixo, hipnotizado com a Thaís quicando de costas e esmagando o meu cacete com aquele bundão moreno no puro óleo. Ninguém falava nada, só dava para ouvir o som da sacanagem rolando solta nos dois cantos do sofá. O ritmo daquela brincadeira estava tão perfeito que a gente ficou um bom tempo ali, só curtindo o deslize do óleo e os estalos molhados da fricção dos corpos.
No meio do movimento, com o tesão subindo ainda mais, a Thaís resolveu mudar o ângulo. Ela deu uma paradinha rápida, girou o corpo e se virou de frente para mim, montando de joelhos por cima do meu quadril na posição de cavalgada. Ela se inclinou para a frente, continuou esfregando a intimidade dela com tudo contra o meu pau cheio de óleo e me encaixou um beijo gostoso, daqueles de língua bem profundos, que durou alguns segundos e deixou a minha mente ainda mais nublada.
Quando o beijo terminou, ela continuou rebolando e me fez um pedido com a voz toda arrastada e os olhos brilhando de safadeza:
— Amor, deita aí com a cabeça mais para o lado, perto da bunda da Karine... Eu vou continuar esfregando aqui, mas quero ficar olhando os dois bem de frente!
Eu não pensei duas vezes. Me arrastei um pouco para o lado no sofá, acomodando a minha cabeça bem próxima de onde a Karine e o Andrei estavam na ação. A Thaís acompanhou o movimento e continuou ali, quicando e deslizando no meu pau na posição de cavalgada, mas agora com o olhar totalmente fixo no Andrei e na Karine, devorando a cena da espanhola bem de perto.
Depois de alguns minutos naquele massacre de tesão, com o Andrei já de olhos virados sentindo os peitões da minha mulher e eu quase no limite com o rebolado da Thaís, a Karine parou o movimento por um instante.
Ela estava com o queixo e o colo todos lambuzados de óleo, olhou bem nos olhos do Andrei e, com a maior naturalidade do mundo, largou a pergunta que mudou o patamar:
— Amor... posso chupar o pau dele? É que eu quero muito chupar a cabeça que está ficando para fora dos meus peitos.
Na mesma hora, ela deu uma olhada para cima, encarou a Thaís que assistia a tudo ali de camarote, e estendeu o pedido para a dona do jogador:
— Thaís, você deixa também? Posso dar uma mamada nele?
O silêncio na sala durou um segundo, com todo mundo estático esperando a resposta para saber se a última barreira daquela noite ia ser quebrada de vez.
O sinal verde foi dado e a última barreira daquela sala caiu de vez. Eu confirmei que sim na hora, e a Thaís, vendo o fogo nos olhos da Karine, também deu o aval.
A minha mulher não perdeu nem um segundo. Ela se abaixou com tudo na direção do Andrei e começou o trabalho. O Andrei travou as mãos no sofá e começou a gemer alto, soltando na lata:
— Caralho, que delícia... que boquete absurdo!
Como eu estava com a cabeça um pouco de lado, focado na Thaís por cima de mim, eu não conseguia ver a cena perfeitamente com os olhos, mas pelos barulhos estalados e molhados de sucção, deu para sacar o nível da safadeza. A Karine não estava só chupando a cabeça que sobrava dos peitos: ela vinha engolindo o pau dele inteiro e descendo a boca até as bolas. O Andrei confirmou isso logo em seguida, completamente fora de si, segurando o cabelo dela e mandando a safadeza:
— Isso, engole... engole minhas bolas juntas, engole tudo!
De repente, o Andrei soltou um gemido grosso e muito alto, acompanhado daquele som característico e abafado de garganta profunda ecoando na sala. Ali eu tive certeza: ela tinha engolido o cacete dele inteirinho, até o talo. Eu já conhecia o talento da minha mulher; por mais que o meu pau de 23 cm desse um trabalho monstruoso por causa do tamanho e da grossura, ela já tinha conseguido fazer comigo com bastante dificuldade, então o do Andrei ali no óleo acabou sendo mais tranquilo para ela gabaritar.
Enquanto aquele áudio erótico rolava do nosso lado, o lance com a Thaís começou a entrar num nível que nos deixou completamente loucos de tesão. Ela continuava ali na cavalgada por cima, deslizando no óleo, mas a mecânica do movimento mudou o jogo. Conforme ela puxava aquela bunda gigantesca bem para o alto, o meu pau — que já estava duro igual a uma barra de ferro — levantava um pouquinho, apontando reto para cima. E quando ela forçava o quadril para voltar e descer com tudo, o bicho dava uma estocada de leve nas entradas dela, as vezes no cuzinho e as vezes na buceta.
Por mais que a gente estivesse mantendo a regra de não penetrar e os corpos estivessem totalmente lambuzados de óleo, a cabeça começou a raspar direto nas entradas dela. Às vezes a cabeça do meu pau batia com força bem na fenda da buceta, e às vezes dava aquela pressão direto no meio daquele cuzinho apertado. Meu caralho tentava escorregar para dentro, mas trancava na hora na barreira da carne, porque aquele rabinho moreno e novinho nunca na vida tinha recebido a pressão de um cacete tão grande e grosso quanto o meu.
A Thaís sentiu aquele impacto violento da cabeça do meu pau testando as duas entradas e a eletricidade subiu para a cabeça dela. Percebendo o encaixe e o perigo gostoso da situação, ela começou a fazer aquilo de propósito. Ela puxava a bunda lá no alto e jogava o peso com força para baixo, fazendo o meu pau bater e raspar firme na buceta dela, enquanto me encarava de cima com aquela cara de puta safada, com os olhos pretos semicerrados e a boca aberta de puro prazer, sabendo que estava brincando com o fogo a milímetros de ser rasgada por inteiro.
O Andrei já estava no limite máximo da sanidade. O boquete de garganta profunda da Karine combinado com o óleo nos peitos levou o cara para o ponto de não retorno. Ele travou as duas mãos nas coxas da Karine, estufou o peito e avisou com a voz totalmente trêmula e desesperada:
— Caralho... vou gozar! Não vou aguentar, vou soltar!
A Thaís, que continuava montada em mim dando aquelas estocadas de raspão com a bunda no meu pau, olhou para o lado e comentou, quase justificando a situação:
— Nossa, eu nunca consegui engolir o pau dele por causa do tamanho... por isso ele fica louco desse jeito.
Na mesma hora, para não deixar o cara gozar sem controle na cara dela, a Karine desprendeu o pau do Andrei da garganta. Pelo som de alívio e estalo molhado que ela fez com a boca ao soltar o bicho, deu para perceber nitidamente que o Andrei já estava com a porra na boca do canhão. A Karine se afastou um centímetro e continuou só punhetando rápido o pau dele, olhando fixamente para a cara de quase choro dele.
Mas ao escutar o comentário da Thaís, um estalo de pura parceria e cumplicidade bateu na minha mente. Eu pensei: "Poxa, deve estar foda para o Andrei agora. O cara está com a Thaís há anos e nunca teve o prazer de gozar direto na garganta de uma mulher por causa da dificuldade dela. Se ele puder fazer isso agora com a Karine, vai ser a melhor e mais inesquecível gozada da vida desse moleque."
Sabendo que a nossa amizade ali tinha quebrado todas as barreiras do respeito e da confiança, eu tomei a frente e dei a ordem que mudou a vida do cara. Olhei para a minha mulher e mandei:
— Karine, engole esse pau! Deixa ele gozar direto na tua garganta!
A Karine arregalou os olhos, surpresa com o meu desprendimento, e perguntou para confirmar:
— Sério, amor? Você deixa?
— Sim! — respondi firme, olhando para o meu parceiro. — Ele merece isso por tudo, pela nossa amizade de doze anos. Deixa o cara gozar!
Mano, quando eu falei isso, o Andrei mudou de cor. Eu achei de verdade que o cara ia desmaiar de tanto infarto de tesão. A Karine não perdeu tempo: ela se inclinou para a frente, abriu a boca e engoliu rápido o pau dele todinho de uma vez só, até o talo, e parou. Sem movimentar a boca para não fazer ele gozar antes da hora, ela simplesmente ficou segurando o caralho dele trancado lá no fundo da garganta, firme.
O Andrei deu uma tremida violenta no sofá, olhou para mim com os olhos marejados de pura adrenalina e gratidão, e conseguiu soltar:
— Nossa, mano... Muito obrigado, cara! Isso é incrível, puta que pariu!
O Andrei soltou a porra com toda a força do mundo. Ele deu um gemido muito alto, daqueles que vem do fundo do peito, e na mesma hora eu comecei a escutar os barulhos abafados de engasgada da Karine. Dava para ouvir o reflexo da garganta dela recebendo os jatos quentes e grossos de porra direto no canal, mas ela foi guerreira e não cedeu de jeito nenhum. Ela segurou o pau dele lá dentro com pressão, recebendo toda a carga, até o Andrei dar aquela relaxada final no corpo, soltar o ar dos pulmões e amolecer por inteiro.
Num gesto de pura gratidão e carinho por tudo o que tinha acabado de acontecer, o Andrei começou a acariciar os cabelos da Karine bem devagar, com a mão tremendo, enquanto ela ia tirando o pau dele da boca bem de mansinho. Conforme ia saindo todo babado e melado, a Karine usou a mão com óleo para massagear as bolas dele bem de leve, ajudando a esvaziar o resto e selando aquela cena que o Andrei com certeza nunca mais vai esquecer na vida.
CONTINUA....
vitor35