— Thaís, vai lá! Chupa o pau do Vitor também! Você precisa sentir isso!
A Thaís não pensou duas vezes. Ela deu um pulo, se ajoelhou no meio das minhas pernas e se posicionou. Quando ela abriu a boca e abocanhou, deu para ver que ela tinha uma boca razoavelmente grande, mas o meu caralho de 23 cm era um absurdo de grosso e comprido. De primeira, ela só conseguia chegar até um pouco abaixo da cabeça, trabalhando com cuidado.
Enquanto isso, a Karine e o Andrei se ajeitaram no outro canto do sofá. O Andrei olhava para mim com os olhos arregalados, ainda sem acreditar no que tinha acabado de viver, e soltou:
— Cara... eu não acredito que a Karine engoliu o meu pau todinho daquele jeito. Foi insano!
Eu olhei para a minha mulher, dei aquele sorriso de canto e mandei:
— Amor, aproveita e ensina ela!
A Karine sorriu de volta, achando o máximo a ideia, e chegou mais perto de nós. Ela se abaixou ao lado da Thaís e deu a primeira instrução:
— Isso, amiga, continua focada assim, mamando bem a cabeça para ele ir lubrificando.
Enquanto a Thaís se concentrava ali, a Karine — que já conhecia o mapa da mina — foi direto para as minhas bolas. Ela abocanhou o meu saco com vontade, deu uma chupada firme, apertou com os dedos cheios de óleo e exclamou:
— Caralho, que bolas de fundamento! Que delícia!
Foi nessa hora que a mente da Karine trabalhou rápido na safadeza. Ela olhou para a Thaís passando trabalho com a cabeça do meu pau e teve uma ideia fixa. Ela pensou: "Peraí, eu acabei de chupar o pau do namorado dela até o talo, então agora eu vou lá, mamo o pau do meu marido, engolo ele todinho primeiro para mostrar como se faz, e só depois eu dou a aula prática para a Thaís!"
Logo em seguida, a Karine assumiu o comando para mostrar como uma profissional trabalha. Ela se posicionou ao lado da Thaís e começou a tentar a garganta profunda no meu pau. Mano, foram várias tentativas seguidas para mostrar o caminho. Como o cacete era comprido demais, até os olhos da Karine começavam a lacrimejar na hora; ela ia até o máximo que conseguia suportar, sentia o reflexo, voltava devagar, me olhava com aquela cara de puta safada, descia para chupar as minhas bolas para descansar um pouco e depois tentava novamente, com a Thaís olhando fixamente, prestando atenção em cada detalhe do movimento.
Até que a Karine resolveu fechar a demonstração com chave de ouro. Ela parou, me encarou com os olhos bem vermelhos e marejados, e me deu o comando definitivo:
— Vitor... na próxima vez que eu descer com tudo, você segura a minha cabeça e força com vontade para baixo! Confia!
Eu engoli seco. Ela abriu bem a boca, mirou a base e afundou o rosto no meu quadril. Na mesma hora, eu firmei as duas mãos na nuca dela e empurrei com força para baixo. PUTA QUE PARIU! Aquele estalo molhado, aquele vácuo de carne foi tão alto que ecoou na sala inteira. Mas estava lá: a Karine conseguiu engolir o meu pau de 23 cm todinho, até encostar a boca na base das minhas bolas.
Que maravilha de sensação, mano! A garganta dela era incrivelmente quente e o aperto daquele canal descendo no meu pau inteiro era um negócio de outro mundo. A Thaís, vendo a Karine gabaritar o monstro na sua frente e engolir tudo, começou a bater palminhas de alegria do lado, completamente impressionada com a performance.
A Karine segurou meu caralho lá no fundo por alguns segundos, provando que sabia o que estava fazendo, e depois foi soltando devagar para conseguir respirar, puxando o ar com força pela boca e rindo de orgulho. Ela limpou o próprio rosto, olhou para a Thaís com aquele olhar de professora pronta para passar o bastão, e começou a ensinar as técnicas reais:
— Menina, viu como é? Agora deixa eu te ensinar os macetes reais que eu aprendi pesquisando na internet e testando com o Vitor para você conseguir fazer igual sem sofrer tanto. Presta atenção: o primeiro segredo para não engasgar com um pau desse tamanho é o truque do polegar. Quando você for descer até o talo, aperta o seu dedão esquerdo com força para dentro da palma da mão; isso ajuda a travar o reflexo de vômito no cérebro. Outra coisa que faz toda a diferença é a técnica do "K" na garganta: em vez de tentar empurrar o pau reto para o fundo, você precisa relaxar a mandíbula, jogar a cabeça ligeiramente para trás para alinhar o canal e respirar fundo pelo nariz, empurrando a língua bem para baixo, como se estivesse abrindo a boca para o médico olhar a sua garganta. Ah, e nunca esqueça do movimento de torção: enquanto a sua garganta faz o trabalho pesado lá no fundo, usa a sua mão na base para dar uma leve girada no comprimento do pau, como se estivesse rosqueando. Isso distribui a saliva e tira a pressão toda de um lugar só! Agora vai lá, usa o óleo e tenta você!
A Thaís ouvia tudo de queixo caído, de joelhos no meio das minhas pernas, processando a aula da Karine enquanto olhava para o meu pau que continuava ali, pulsando, brilhando e esperando pela próxima rodada.
Depois da aula da Karine, a Thaís colocou o orgulho no jogo e foi com tudo para cima dos meus 23 cm. Ela começou a tentar colocar em prática cada uma das técnicas, e o processo foi longo e demorado. Para mim, no começo, estava super de boa, porque o ritmo era controlado e eu estava só curtindo o esforço dela.
A Karine virou uma verdadeira treinadora ali do lado: ela repetia o passo a passo em voz alta, lembrando a Thaís de travar o polegar, relaxar a mandíbula com a técnica do "K" e respirar pelo nariz. A cada nova tentativa, dava para ver que a Thaís vencia um centímetro a mais, descendo cada vez mais fundo na garganta.
Só que o que estava de boa começou a se transformar num massacre e acabou completamente com o meu psicológico.
Para ajudar a amiga, a Karine colou a mão na base do meu pau e ficou massageando as minhas bolas cheias de óleo, enquanto dava apoio para a Thaís socar o bicho na garganta com mais firmeza. Aquela combinação de duas mãos amigas e uma boca determinada foi me jogando rápido para o ponto de não retorno.
Até que, em uma das descidas mais violentas, a Thaís encaixou o movimento perfeito. O meu pau latejou na boca dela, a cabeça dele bateu lá no fundo do canal e eu perdi totalmente o controle do meu corpo. Travei as duas mãos no sofá e avisei com a voz sufocada pelo tesão:
— Caralho... vou gozar! Vou gozar agora!
Acho que a Thaís se empolgou e cresceu com o meu aviso. Em vez de tirar a boca com medo, ela foi puramente determinada: ela fechou os olhos com força, jogou a cabeça para trás alinhando tudo e forçou o tronco para baixo com tudo o que tinha. PUTA QUE PARIU! Ela conseguiu engolir o monstro inteiro.
A Karine vibrou do lado, batendo palma e gritando:
— Isso, menina! Olha que delícia, ele não aguentou! Segura!
Mas o encaixe foi tão profundo e a pressão foi tão violenta que a Thaís não conseguiu sustentar o bicho lá dentro por muito tempo com a porra vindo. Exatamente no milésimo de segundo em que o reflexo fez ela soltar e puxar a boca para trás por falta de ar, o meu pau saiu estalando de dentro dela e ficou apontado direto na mira da cara dela.
Foi uma explosão absurda, mano. O canhão disparou jatos grossos e violentos de porra, um atrás do outro, voando alto e bombardeando direto aquele rostinho lindo dela. O leite cobriu a testa, escorreu pelas bochechas, melou o nariz e os lábios dela, deixando a Thaís com a cara completamente gozada.
Ela deu uma piscada para limpar os cílios que estavam grudando, olhou bem no fundo dos meus olhos e, com a respiração super ofegante e a voz toda mansa, soltou a frase mais impactante da noite:
— Desculpa, Vitor... me perdoa, por favor... eu não consegui segurar ele lá dentro na hora do jato...
Mano, na boa? Olhar para aquela mulher de joelhos na minha frente, com aquele pedido sincero de desculpas, com a cara inteira branca, lambuzada da minha porra e aqueles olhos pretos enormes me encarando com uma mistura de submissão, vergonha e safadeza... aquilo foi um negócio tão forte que foi infinitamente melhor e mais excitante do que se eu tivesse gozado direto na garganta dela. Aquela imagem ficou gravada na minha mente como o troféu máximo daquela madrugada insana.
CONTINUA...
vitor35