Conto: Primeira troca de casal - Parte 03



Jogar daquele jeito virou uma tortura e um vício completo. A gente jogou mais algumas rodadas sem valer prêmio nenhum, mas a verdade é que o jogo de cartas ali era só uma desculpa. O clima estava viciante demais; parecia que todo mundo no colchão sentia a necessidade de ter alguma consequência ou algum desafio cada vez que uma partida terminava. Ninguém queria que aquela tensão acabasse.

Nessas rodadas seguintes, os olhares já não tinham mais filtro nenhum. A gente conversava sobre outros assuntos aleatórios, ria bastante das bobagens que o álcool fazia a gente falar, mas os olhos simplesmente não obedeciam. Toda hora os olhares se cruzavam e desciam direto para as partes íntimas: eu olhava para o pacote da Thaís na calcinha branca, o Andrei bitolado na calcinha preta da Karine, e as duas vigiando o tamanho das nossas cuecas armadas. Todo mundo percebia o que o outro estava olhando, estava na cara de geral, mas ninguém dava bola ou reclamava. Pelo contrário, aquele descaramento parecia deixar o ambiente ainda mais gostoso e confortável.

Estávamos todos ali, entregues ao visual, rindo e fingindo uma normalidade que não existia, com os paus trincando na cueca e elas com as pernas abertas, curtindo o poder que tinham nas mãos.

A Thaís levantou para ir ao banheiro, o meu pau deu aquela fisgada que quase rasgou a cueca. Ela deu as costas e aquela bunda espetacular, grande e lisinha, deixou a calcinha branca completamente atolada no meio bunda. Era uma visão de cinema. Eu e o Andrei só faltamos babar no colchão assistindo àquela caminhada dela até o corredor.
Quando ela voltou do banheiro, já veio com os olhos brilhando e aquele sorriso de quem ia tocar o terror de vez. Sentou de novo na poltrona, olhou para a galera e disparou:

— Gente, tive uma ideia. Já que a gente já viu tudo mesmo — ela falava gaguejando um pouco e rindo por causa da Jurupinga —, vamos mudar a dinâmica. Quem ganhar a partida escolhe alguém aleatório e ordena essa pessoa a fazer uma posição de sexo sozinho!

As risadas explodiram na sala. Era uma proposta totalmente absurda e sem vergonha, mas o álcool já tinha tomado conta de todo mundo e o bom senso tinha ficado lá na festa na chuva. A gente se entreolhou e, claro, todo mundo aceitou o desafio.
Para as meninas não darem para trás, a gente definiu uma regra clara de segurança na hora: era algo tranquilo, sem safadeza física extrema. O limite era não se encostar. Quem perdesse ou fosse o escolhido pelo vencedor tinha apenas que imitar a pose de sexo sozinho ali no colchão, para o resto ficar assistindo e avaliando.

O jogo ganhou uma sobrevida bizarra. Agora, ninguém mais queria saber de conversar sobre amenidades. O foco era total nas cartas, porque o primeiro que batesse ia ter o poder de ver o parceiro do outro encenando uma sacanagem na sua frente.
Para o jogo não virar bagunça e ficar bem dinâmico, a gente definiu que cada um teria que segurar a pose por 30 segundos. Mas aí, enquanto as cartas eram distribuídas, bateu aquela dúvida na nossa cabeça: se um homem perdesse e tivesse que imitar uma pose sozinho, como seria? Não fazia o menor sentido um cara só ficar parado ali no chão. Foi aí que a gente pensou e combinou, entre muitas risadas: os homens teriam que imitar o movimento de penetração no vazio. Geral achou a ideia bizarra, mas o tesão e a Jurupinga fizeram todo mundo concordar na hora.
O jogo correu rápido e a Karine foi a sortuda que bateu a primeira rodada desse novo desafio. Ela deu aquela risada gostosa de vitória, olhou para a mesa e mandou na lata:

— Vai lá, Andrei! É a sua vez!

Como era a primeira rodada e ninguém queria ficar sem saber o que fazer, eu já soltei a dica para facilitar as coisas:

— Pessoal, se faltar ideia de pose mais para a frente, a gente pode pesquisar as posições na internet, hein? Tem de tudo lá!

A Karine achou a sugestão boa, mas para o Andrei ela já tinha a visão perfeita na mente. Ela apontou para o namorado e deu a ordem sem dó: — Eu quero ver o Andrei de joelhos no colchão, empurrando e socando contra o sofá!

Mano, a sala quase veio abaixo de tanto que a gente riu. O Andrei ficou meio sem jeito por um segundo, mas entrou no brique. Ele se posicionou de joelhos no colchão, ficando de lado para nós, vestindo apenas aquela cueca boxer. Ele começou a fazer o movimento de penetração bem de leve, empurrando o quadril contra o estofado do sofá e segurando o ritmo por 30 segundos.

A gente rachava o bico de ver a cena, mas no meio daquela zoeira, o clima era de puro erotismo. Eu olhava para a cara da Karine e da Thaís assistindo ao Andrei fazer aquele movimento e tinha certeza absoluta de que elas não estavam só achando engraçado. O olhar delas estava fixo no quadril dele e no volume da cueca se mexendo; dava para ver pelo brilho nos olhos delas que as duas também estavam sentindo o tesão bater forte ali dentro.

Quando eu bati o jogo nessa rodada, o meu coração disparou, mas eu tive que jogar com a mente fria. Eu não queria forçar a barra demais ou pedir algo muito absurdo logo de cara, com medo de eles acharem forte, ficarem sem jeito e decidirem melar o brique e parar o jogo. Tinha que ser algo cirúrgico, que fizesse o tesão explodir, mas que parecesse uma continuação natural do que já estava rolando.

Aí eu olhei bem para a Thaís, dei aquele sorriso de canto e usei o próprio argumento delas:
— Bom, já que vocês duas já mostraram a buceta para a gente de perna aberta e não mudou muita coisa, essa pose que a Thaís vai fazer agora também não vai mudar tanto o que a gente já está vendo... Thaís, eu quero que você fique na posição de frango assado!

Mano, na mesma hora a sala deu aquela balançada. A Thaís soltou uma risadinha nervosa, olhou para o Andrei, viu que estava tudo bem e aceitou o desafio.
Ela se posicionou ali no colchão, bem na nossa frente. Deitou de costas, dobrou os joelhos trazendo as coxas grossas em direção ao peito e ergueu as pernas, segurando os pés com as mãos para dar estabilidade.

Puta que pariu. Se de perna aberta já estava covardia, aquela visão ali quebrou todas as nossas estruturas. Como as pernas dela estavam suspensas e bem abertas, a calcinha branca lisa esticou ao máximo. A buceta dela estava literalmente espremendo no meio das pernas, desenhando o volume de um jeito tão nítido e perfeito que parecia que o tecido ia rasgar a qualquer momento. Dava para ver cada contorno ali na nossa cara, a poucos centímetros de distância.
O silêncio na sala voltou com tudo. O Andrei ficou hipnotizado olhando para a própria namorada naquela posição na frente do amigo, e eu só conseguia engolir seco, sentindo o meu pau pulsar dentro da cueca com aquela imagem gravada na minha mente. Os 30 segundos pareceram uma eternidade de puro deleite visual.

0 destino estava jogando totalmente a nosso favor nessa noite. Quando eu bati o jogo novamente, a Thaís fez aquela carinha de triste, meio manhosa, achando que ia sobrar para ela pagar o bico de novo. Para aliviar a tensão e não deixar o clima esfriar, eu decidi mudar a estratégia e falei:

— Vamos fazer o seguinte: a Karine paga a pose dessa vez para dar uma folga para a Thaís, o que acham?

A Karine topou na hora para ajudar a amiga. Como eu tinha ganho a rodada e as regras eram minhas, eu decidi passar o poder de escolha para o Andrei:
— Andrei, já que a Karine vai fazer, escolhe você a pose aí.

O Andrei deu aquele sorriso de canto, pensou um pouco e falou que não sabia muito bem o nome, mas que era uma tal de "cavalgada invertida" que ele tinha visto na internet e achou interessante.

Na hora que ele tentou explicar com as mãos, geral começou a rir alto, mas a Karine entendeu perfeitamente o recado. Eu, que não sou bobo, saquei a malandragem do Andrei na mesma hora: ele queria ver a Karine de costas, com os peitos bem estufados, porque os dela eram visivelmente maiores que os da Thaís, e aquela posição valorizava exatamente isso.

A Karine se posicionou de costas para o Andrei, ficou de joelhos e se arqueou toda, jogando o corpo para trás e estufando aquele busto de um jeito que os peitões saltaram para cima com tudo. Mas.. no meio dos 30 segundos, rolou um susto que parou o coração de todo mundo na sala. O sutiã preto que ela estava usando tinha aquele fecho jacaré bem na frente, entre os seios. Com a pressão do movimento que ela fez para se arquear e estufar o peito, o fecho simplesmente não aguentou e PLAC! — abriu de uma vez só.

Aquelas duas delícias fartas, com os bicos bem acesos por causa do frio e do tesão, pularam para fora e ficaram totalmente à mostra na nossa cara.
A Karine sentou rápido no calcanhar e meteu as duas mãos na frente para tampar, meio sem graça. O Andrei arregalou os olhos, deu uma risada de nervoso e mandou na lata:

— Nossa senhora... que loucura!

A Thaís levou a mão à boca, completamente assustada com o imprevisto, e ficou muda por dois segundos. Mas aí a Karine começou a rir da própria situação, pegou o sutiã, ajeitou os peitos e fechou de novo. Vendo que estava tudo bem e que ninguém tinha morrido, a Thaís relaxou e começou a rir junto. Foi aí que eu aproveitei o gancho para quebrar o gelo de vez e joguei a real:

— Olha, vou te falar... são uma delícia mesmo. Mal cabem na minha boca!

Geral explodiu na gargalhada com a minha audácia, o clima que já estava quente virou um inferno de tesão e voltamos para o jogo de cartas com os hormônios explodindo.

Demorou mais algumas jogadas até que a Thais bateu. A Thaís me olhou com os olhos brilhando e pediu:
— Vitor, faz um movimento como se você estivesse fazendo flexões de braço no colchão, mas imaginando que tem alguém deitada por baixo de você.

Na hora em que ela falou aquilo, a minha cabeça deu um nó. Eu fui lá para o chão, fiquei na posição de prancha e comecei a fazer as flexões bem devagar, no vazio, simulando o movimento de ir e voltar por cima de uma mulher. Mas enquanto eu subia e descia olhando para elas, aquela frase da Thaís ficou martelando na minha mente: "Será que ela pediu isso porque se imaginou por baixo de mim naquela posição de frango assado que ela acabou de fazer?". O tesão foi a mil.
Depois dessa rodada, fazer os movimentos sozinhos estava começando a ficar cansativo fisicamente e a galera já estava querendo mais. Foi aí que o Andrei verbalizou o que estava na cabeça de todo mundo. Ele largou as cartas na mesa e mandou:

— Pessoal, está bom demais isso aqui, mas está cansativo jogar e fazer sozinho. A gente bem que podia começar a fazer as posições uns com os outros, né?

Como todo mundo já estava no limite do cansaço da mesmice e o desejo estava transbordando pela cueca e pelas calcinhas, a resposta foi imediata. Todo mundo se olhou com aquele sorriso de "vamos pro crime" e aceitamos na hora. A barreira do "não pode se tocar" tinha acabado de cair por terra. Álcool agindo na medida certa.

O Andrei aumentou o tempo para 1 minuto e o coração de todo mundo já disparou na hora, sabendo que 60 segundos com corpos se tocando ia ser uma eternidade de puro tesão.

O Andrei jogou focado, bateu a primeira rodada e já soltou aquela risada de quem estava articulando o crime perfeito. Ele olhou para nós três e mandou na lata, com aquela boca suja que o álcool já tinha liberado:

— Fica de quatro aí, Karine! Empina bem essa bunda, e você, Vitor, vai lá e soca!

Naquele momento, ouvir termos como "soca", "gostosa" e "buceta" já tinha virado a coisa mais natural do mundo ali na sala. Eu segurei a ansiedade e deixei a Karine se ajeitar primeiro no colchão.

Ela ficou de joelhos, sabendo perfeitamente que tinha três pares de olhos devorando cada movimento dela. Ela arqueou as costas lá embaixo, jogando aquele rabo enorme bem para o alto. O Andrei, que estava posicionado estrategicamente, ficou vidrado olhando para a calcinha preta dela por trás, vendo o volume da buceta dela ali de perto.

Bem safada, a Karine deu uma puxadinha na calcinha para valorizar ainda mais a bunda, olhou para trás por cima do ombro, me encarou e desafiou:

— Pode vir, Vitor...

Antes de ir, eu precisei dar aquela ajeitada clássica na cueca boxer para o meu pau ficar totalmente de pé, mas apontado para cima, já que a regra de manter as roupas íntimas ainda estava de pé. Me aproximei dela por trás, ajoelhei no colchão e encaixei o meu quadril bem colado na bunda dela.
Comecei a simular os movimentos de penetração bem de leve, sensualizando no ritmo da música. Só que o contato daquela bunda quente e macia batendo na minha cueca foi um choque elétrico. Eu fui aumentando o ritmo das estocadas, encostando com força. A Karine soltou um gemido abafado na hora e, logo em seguida, deu uma risadinha para tentar manter aquele ar de brincadeira e descontração na sala, e geral riu junto para aliviar o peso do tesão.
Só que a física não perdoa. Com o movimento de vai e vem roçando direto nela, a minha cueca começou a ceder e a cabeça do meu pau pulou para fora do elástico. Quando a pontinha saiu, não teve mais como segurar: o resto veio atrás e praticamente a metade dele saltou para fora, completamente ereto e latejando, apontando direto para as costas da Karine.

A sala emudeceu na hora. O Andrei arregalou os olhos e engoliu seco na mesma hora. Não é querendo me gabar, mas a diferença era nítida e evidente ali na cara dele: o meu era bem maior que o dele, e sustentando aqueles 23 cm, não tinha como ninguém fingir que não estava vendo o tamanho do estrago. A Thaís ficou com os olhos cravados na minha direção, sem conseguir desviar o olhar daquela cena. Foi rápido eu colei na bunda da Karine e logo arrumei ele na cueca novamente.

Thaís e o Andrei também tiveram que pagar os desafios deles. Eles foram para o meio do colchão, encenaram as posições em dupla que saíram nas rodadas seguintes, e o clima foi ficando cada vez mais pesado e explícito.

Em mais uma rodada Andrei ganhou, o desafio da vez foi fazer a posição de frango assado com a Karine. Ela deitou de costas, puxou as pernas lá em cima segurando os pés, e eu fui por cima, me posicionando entre as coxas dela. Comecei a pagar o desafio ali, socando com vontade por cima da calcinha preta dela, mas tudo dentro do limite combinado: com a cueca e a calcinha segurando a onda, sem penetração direta, só no roça-roça violento.

No meio do meu movimento, o Andrei, que estava assistindo tudo com os olhos vidrados e provavelmente mordido de ciúmes por causa do tamanho do meu pau na rodada anterior, quis dar uma de bonzão para impressionar as meninas. Ele olhou para mim e soltou o deboche:

— Pô, Vitor, essa posição aí é moleza... Eu faço isso aí apoiado em uma mão só!

Ele quis dar a entender que tinha muito mais força física e preparo do que eu. Eu dei uma risada na hora e decidi usar aquela marra dele a meu favor. Pensei rápido: "Vou liberar um espaço aqui para ver se eu consigo uma brecha com a Thaís depois". Olhei para ele e desafiei:

— Ah é, fortão? Quero ver então. Vai lá na Karine mesmo, faz o teste. Por mim não tem problema nenhum!

O Andrei deu aquela vacilada, meio sem jeito, e olhou para a Thaís para ver a reação dela. A Thaís, que já estava super altinha da Jurupinga e louca para ver o circo pegar fogo, não deixou por menos e provocou o namorado:

— Vai lá, Andrei! O que foi? Está com medo de não conseguir, fortão?

Com o ego cutucado pela própria namorada, o Andrei não teve escolha. Ele veio para o meio do colchão, tomou o meu lugar entre as pernas da Karine e se posicionou: armou a flexão com apenas uma mão apoiada no chão e a outra mão firme nas costas da Karine para dar estabilidade.
logo no primeiro movimento que ele deu para descer, o pau dele, que estava armado de lado dentro da cueca, bateu com tudo direto na buceta da Karine por cima do tecido. No começo, a Karine deu um sorriso de canto, meio achando graça da provocação que a Thaís tinha feito com ele. Mas conforme os 60 segundos foram correndo no cronômetro e o Andrei foi mantendo o ritmo, socando o quadril ali com o peso do corpo, a expressão no rosto da Karine foi se transformando completamente.

O sorriso sumiu e deu lugar àquela cara de puro deleite. A respiração dela foi ficando curta, as bochechas coradas e os olhos meio caídos. O tesão ali estava forte demais para ela conseguir disfarçar, e o contato direto estava fazendo o corpo dela ceder à sacanagem.

CONTINUA ....


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vitor35

Nome do conto:
Conto: Primeira troca de casal - Parte 03

Codigo do conto:
264724

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
18/06/2026

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