Eu e o Andrei estávamos bem de boa, com aquele visual padrão de homem que não quer inventar muito: camisa e calça jeans — a minha era aquela preta com bolso faca, bem alinhada — e o Andrei também com uma calça jeans normal. Homem se arruma em cinco minuto.
Agora, as duas... mano, elas não saíram de casa para brincar. Elas saíram querendo causar e botar o terror.
A Karine já entrou no carro deixando o rastro do perfume e com um visual bizarro de tão sexy: estava com um vestido curtinho preto colado que desenhava cada curva do corpo dela, com um decote generoso que valorizava os seios e uma fenda na coxa que, toda vez que ela se mexia no banco do carona, me dava um estalo na mente.
Quando encostamos o carro na frente da casa do Andrei e buzinamos, a Thais abriu a porta e veio caminhando em direção ao carro. O coração até errou a batida. Ela estava com uma saia de couro fake bem curtinha, que deixava as pernas grossas totalmente de fora e, claro, marcava aquela bunda espetacular que eu conheço de longa data. Por cima, um cropped vermelho de renda, com uma transparência sutil que deixava o biquinho dos seios quase marcados, e um salto alto que fazia ela andar rebolando.
Assim que ela abriu a porta do carro para entrar no banco de trás com o Andrei, eu não me aguentei. Olhei pelo retrovisor e mandei na lata:
— Nossa, Thais... que gatona, puta que pariu!
A Karine, em vez de ficar com ciúmes (afinal, depois daquele dia na sala, o jogo já era outro), olhou para trás, deu uma risada gostosa e completou:
— Que gotosa, amiga! Você tá deliciosa!
Geral começou a rir dentro do carro, com aquele clima de tesão e cumplicidade subindo o teto antes mesmo de a gente chegar na festa.
A viagem foi rápida, com o clima já bem quente. Quando finalmente chegamos lá, encostei o carro no estacionamento da festa. Antes mesmo de abrir as portas para descer, a Thais e o Andrei começaram a puxar assunto e falaram da Karine.
A Thaís deu aquela olhada caprichada de cima a baixo na Karine, inclinou o corpo para a frente entre os bancos e mandou na lata: — Olha, vou te falar... a Karine também não perde em nada, viu? Ela está um espetáculo, gostosa demais com esse vestido!
O Andrei, do lado dela no banco de trás, não perdeu a oportunidade. Deu aquele sorriso de canto, olhou para a Karine e concordou na hora, deixando claro que estava de olho em cada detalhe do decote e das curvas dela.
Na festa, a energia estava lá em cima. Pegamos uns drinques, começamos a beber e, dessa vez, as meninas se empolgaram junto com a gente. Estávamos todos muito felizes, rindo de tudo, curtindo a música e aquela cumplicidade forte entre nós quatro. Mas todo mundo se cuidou: bebemos para ficar naquele ponto perfeito de euforia e tesão, sem passar do limite para ninguém perder os sentidos ou o controle da situação.
De repente, o tempo virou e começou a cair uma chuva forte que desanimou a galera e praticamente expulsou os convidados da festa. Só que o nosso grupo estava na melhor vibe possível e ninguém queria que a noite terminasse ali, no meio do caminho.
Voltamos para o carro e, no meio do trajeto, o Andrei jogou a bola para a frente. Ele olhou para nós e convidou:
— Pessoal, já que a festa miou por causa da chuva, vocês topam ir lá para casa? A gente continua bebendo, conversa mais e, sei lá, de repente assiste a alguma coisa deitados na sala.
O convite veio com aquele tom descontraído, mas todo mundo no carro sabia muito bem o que "assistir a alguma coisa" na sala deles significava, trazendo na hora a memória daquela foda dupla debaixo da coberta.
Chegamos na casa deles e a Karine logo comentou que a gente poderia jogar cartas para passar o tempo. Como estava uma noite bem quente por causa do abafamento da chuva, todo mundo topou na boa. Nos acomodamos ali na sala e começamos a beber Jurupinga, que as meninas adoravam por ser aquela bebida bem doce e gostosa, mas que sobe sem você perceber.
Com o álcool começando a circular e o clima ficando mais solto, eu decidi jogar o verde para ver quem ia colher. Olhei para a mesa e larguei aquela proposta safada:
— Pessoal, a gente podia jogar um pife diferente hoje... Quem perder a rodada, tem que tirar uma peça de roupa!
Na mesma hora, geral deu aquela risada meio sem jeito. A Thaís e a Karine me olharam e mandaram eu não viajar, dizendo que eu estava louco, mas o clima de provocação já tinha sido plantado no ar.
O tempo foi passando, a Jurupinga foi fazendo efeito e a conversa foi ficando cada vez mais ousada. De repente, a Thaís começou a se queixar muito do calor que estava fazendo na sala. Ela levantou, foi até o quarto e, quando voltou... mano, o sangue de todo mundo ali subiu na hora.
Ela tinha tirado aquela roupa da festa e voltou usando uma bermudinha legging curtíssima e extremamente apertada. O tecido era tão colado que dava para ver o desenho perfeito da buceta dela marcado por cima da roupa. Para completar, ela estava com uma blusa branca quase transparente que deixava o sutiã dela totalmente à mostra e destacava os seios. Ela voltou, sentou de novo no colchão e agiu como se nada tivesse acontecido, mas estava nítido que o convite para a safadeza estava feito.
O cenário na sala ficou uma completa loucura de tesão reprimido. A Karine estava acomodada no colchão que a gente tinha puxado pro chão, bem na frente do sofá. Como ela ainda estava com aquele vestido curto e colado da festa, ela sentou meio de lado, escorando as costas no sofá justamente para o vestido não subir mais e não deixar a periquita à mostra ali no meio de todo mundo.
Já a Thaís, com aquela bermudinha legging que desenhava absolutamente tudo, sentou com as pernas cruzadas na nossa frente, tampando a visão direta daquele bucetão marcado, mas deixando o clima ainda mais tenso. Ninguém conseguia tirar o olho dali.
Eu e o Andrei estávamos estáticos, só assistindo àquela movimentação das duas e tomando mais Jurupinga para criar coragem. O jogo de cartas virou mero detalhe; a verdade é que ninguém mais sabia que carta estava na mão, porque a atenção estava toda nas posições que elas estavam tomando ali no colchão, com o calorão da noite e o efeito do doce da bebida deixando o ambiente completamente elétrico.
O Andrei não aguentou a pressão de ver a Thaís daquele jeito e a Karine segurando o vestido. Ele bateu a mão no joelho, olhou para a galera e comprou a minha ideia na hora:
— Quer saber? A ideia do Vitor é boa demais, eu não aguento mais esse calorão. Vamos fazer o seguinte: a gente joga até tirar as partes de cima e ficar só de roupa íntima, aí a gente para o jogo. O que acham?
Na hora, as meninas se entreolharam, deram um sorriso malicioso e todo mundo topou na boa. Afinal, a gente já tinha intimidade de sobra, já tínhamos nos visto de biquíni e sunga em praia e piscina várias vezes, então aquela desculpa do calor e do jogo foi o empurrão perfeito que faltava para a safadeza rolar com o consentimento de todos.
O jogo recomeçou, mas agora com uma eletricidade bizarra no ar. Cada carta que a gente puxava era uma desculpa para o coração acelerar. Não demorou muito para as rodadas irem acontecendo, a Jurupinga descendo e as roupas começarem a cair ali no colchão da sala.
Mano, a regra ficou ainda mais sacana: quem ganhasse a rodada mandava os outros três tirarem uma peça de uma vez só. O Andrei, que não é bobo nem nada, jogou focado e bateu primeiro. Na mesma hora ele começou a rir com aquela cara de safado e mandou: — Agora é com vocês! E tem um detalhe: tem que tirar sensualizando, fazendo dancinha!
Geral começou a rir alto com a audácia dele, mas como o combinado era combinado, entramos no clima. Tinha uma música rolando ao fundo, e eu comecei o showzinho: tirei a minha camisa meio no ritmo da música, fazendo graça para a galera. Na sequência, a Thaís foi na onda: levantou e tirou aquela blusa quase transparente com uma dancinha charmosa, não tão atrevida, mas o suficiente para deixar ela ali na nossa frente só com o sutiã, com os seios pequenos amostra.
Aí chegou a vez da Karine, e ela olhou para o corpo, olhou para a gente e mandou:
— Lascou... O meu vestido é uma peça única, se eu tirar fico pelada!
Eu, malicioso que só, não perdi a oportunidade e dei a solução na hora:
— Ué, então ergue ele para cima até a cintura e fica com a calcinha à mostra! Está tudo certo, o jogo segue!
Ela deu risada, entrou na brincadeira e fez exatamente isso: puxou o vestido colado para cima, revelando aquela calcinha que deixava a bunda dela desenhada no colchão. Mesmo assim, com vergonha ou puro charme, ela continuou sentada com as pernas de lado, para não deixar a buceta totalmente escancarada na nossa frente.
A disposição ali no colchão estava perfeita pro crime: a Thaís manteve a posição dela com as pernas cruzadas de sutiã e legging curta, eu estava posicionado bem de frente para a Thaís, e o Andrei de frente para a Karine. O tesão na sala estava tão alto que dava para ouvir a respiração de todo mundo mudando de ritmo.
Naquela próxima rodada, o álcool da Jurupinga já estava pesando bonito na mente de todo mundo. A conversa flutuava leve, as meninas já gaguejavam um pouco ao falar, e qualquer palavra solta errada ou tropeço na fala virava motivo de gargalhada geral. O clima estava super descontraído, mas o tesão continuava correndo por baixo daquela leveza.
A sorte mudou de lado e, dessa vez, quem bateu o jogo fui eu. Dei aquele sorriso de vitória e decretei:
— Agora o show é meu! Todo mundo tirando o resto!
O Andrei foi o primeiro, arrancou a camisa sem cerimônia e jogou pro lado. Mas o espetáculo mesmo ficou por conta das meninas que, já bem mais soltinhas por causa da bebida, decidiram caprichar na sensualização.
A Thaís levantou primeiro para tirar a bermudinha legging. Mano, foi uma visão incrível. Ela foi descendo o tecido bem devagar, rebolando no ritmo da música. Conforme ela foi soltando a bermuda daquela bunda enorme, o tecido estava tão colado na frente que a última parte a sair foi exatamente a do meio das pernas — parecia mesmo que a buceta dela tinha engolido a legging de tão apertada que estava. Quando ela terminou, deu aquela ajeitadinha na calcinha, que era bem cavada, e sentou novamente no colchão com as pernas cruzadas, mantendo o mistério.
Logo em seguida veio a Karine. Ela ficou de pé no colchão, deu uma rebolada provocante olhando direto para o Andrei e para mim, e tirou o vestido por cima de uma vez só, jogando a peça no chão. Ela estava maravilhosa, usando apenas um conjunto de calcinha e sutiã que valorizava demais o corpo dela. Depois do showzinho, ela sentou na mesma posição de antes, de lado, escorando no sofá.
Mesmo todo mundo estando praticamente nu ali na sala — só de peças íntimas —, elas ainda mantinham um certo cuidado nas posições para não escancarar tudo de uma vez. Era aquele jogo de esconde-esconde.
Na rodada seguinte, a Karine foi a grande vencedora. Conforme o que tínhamos combinado lá no início, as meninas já estavam no limite de roupas que aceitaram tirar, então sobrou para nós dois: eu e o Jarlei tiramos as calças e ficamos apenas de cueca boxer. Naquele momento, estávamos bem tranquilos; o tesão estava pesado no ar, mas, pelo menos o meu pau, ainda estava mole por causa da distração do jogo e da quantidade de Jurupinga.
Cumprida a meta, continuamos jogando e conversando, sabendo que, teoricamente, ninguém mais tiraria nada. Foi aí que o cansaço e a bebida mudaram o rumo do brique. A Karine começou a se queixar de dor nas pernas por ficar tanto tempo naquela posição desconfortável de lado. A Thaís concordou na hora, dizendo que as pernas dela também estavam moídas de ficar com as pernas cruzadas.
Vendo o cansaço delas, eu decidi quebrar o último protocolo de pudor que restava na sala e mandei na lata:
— Ah, Karine, senta de qualquer jeito aí no colchão, relaxa. Não faz mal nenhum se o Andrei ver um pouco da tua buceta, estamos em família.
Geral começou a rir com a minha folga, e o Andrei pegou a deixa na hora, olhando fixamente para a Thaís:
— É verdade, Thaís! Relaxa aí também, não dá nada se o Vitor olhar.
O álcool na mente permitiu que aquela liberdade passasse batida, sem ciúmes, apenas na base da pura provocação. Só que o que veio a seguir foi um golpe forte demais para a nossa resistência.
A Karine relaxou o corpo, encostou as costas direto no sofá e, sem a menor cerimônia, abriu bem as pernas na direção do Andrei. Eu já conhecia aquela buceta de cor e salteado, mas ver aquele pacote incrível, bem marcado e volumoso por baixo da calcinha preta, parecendo que ia estourar o tecido, fez o meu pau dar aquela primeira fisgada violenta dentro da cueca. O Andrei olhou fixamente para as pernas abertas dela, deu um risinho nervoso e, no automático, levou a mão por cima da cueca para dar aquela segurada no pau que ameaçava acordar.
Para enterrar de vez a nossa sanidade, a Thaís levantou, puxou uma poltrona mais para perto para dar apoio, voltou para o colchão bem na minha frente e sentou exatamente do mesmo jeito que a Karine: abriu as pernas sem dó. A calcinha dela era branca, de tecido liso, e o volume do "capô de fusca" dela ali espremido era uma parada inacreditável.
A sala mergulhou em um silêncio absoluto e hipnotizante. Ninguém mais conseguia falar uma palavra. O Andrei estava ali, com a mãozona apertando o pau por cima da cueca, e o meu próprio pau começou a subir com força, esticando o tecido da minha boxer preta bem na frente da Thaís.
As duas, percebendo o efeito imediato que tinham causado, começaram a rir da nossa cara.
A Thaís olhou fixamente para a minha cueca armada, soltou uma gargalhada maliciosa e dedurou:
— Olha lá... Eles estão de pau duro!
Eu mudei de postura no colchão, dei um sorriso de canto e assumi o crime:
— Pô, também com vocês duas sentadas desse jeito na nossa frente, não dá para aguentar, né? É covardia.
A Karine, segurando a onda para o negócio não virar uma bagunça generalizada ali na sala, deu um sorriso cúmplice e mandou a real:
— Tudo bem, podem olhar... Mas sem sacanagem, hein? Vamos continuar o jogo!
CONTINUA...
vitor35