Acordei em um parque em um banco afastado da trilha principal. Eu estava peladona, apenas com meus brincos, embaixo do bando encontrei meus óculos e ao lado o lado e vi que minhas meias e meus tênis ainda estavam lá. Era tudo o que tinha, mas eram uma barreira muito útil entre meus pés e o asfalto. Calcei-os, sentindo a segurança precária nos pés enquanto o resto do meu corpo permanecia totalmente exposto ao mundo.
O asfalto estava áspero e quente. Caminhei até o ponto de ônibus, sentindo a brisa bater na minha bunda e nos meus bicos eretos. No ponto, havia um homem de meia-idade, com um olhar de tédio absoluto. Eu estava parada ao lado dele, nua, exceto pelos tênis, meias, óculos e brincos.
Meu tesão disparou. Eu precisava testar o limite da minha sanidade e da dele. Aproximei-me, fingindo checar o horário no visor.
— Com licença, o ônibus está atrasado? — perguntei.
Ele baixou o olhar lentamente. Seus olhos percorreram meu corpo, parando na minha buceta raspada e úmida. Ele não pareceu chocado, apenas cínico.
— Você esqueceu de se vestir, mocinha — ele disse, com a voz seca.
Eu olhei para baixo, para a minha própria pele, e respondi com a maior naturalidade do mundo:
— Do que você está falando? Eu estou usando quatro peças. Estou de óculos, brincos, meias e tênis e você não está vendo o resto de minhas roupas? Veja... — Apontei para os bicos de minhas tetas que nesse momento estavam duros, pontudos e enrugados. — Estes são os botões da minha blusa.
Ele soltou um riso involuntário, mas desdenhoso. Sem aviso, ele estendeu a mão e circulou um dos meus bicos e em seguida o outro bico, com a ponta do dedo, fazendo círculos delicadamente, gerando em mim, uma mistura de cócegas, sensação de estranheza, tesão, e vergonha absurda.
— Botões, hein? — ele comentou, deslizando a mão para baixo e dando um tapa seco e sonoro na minha bunda. — Então cadê a costura dessa "blusa"? parece bem apertada.
Aquele toque bruto, aliado à minha tentativa absurda de fingir que minha pele era roupa, me causou um curto-circuito. Ele continuou me tocando e eu gozei ali mesmo, em pé, sentindo o clitóris pulsar enquanto ele voltava a olhar para o nada, como se eu fosse apenas uma mulher normal, que vestia uma roupa normal.
Depois do orgasmo, veio aquela mistura de vergonha, culpa e arrependimento que tanto gosto, pois sem a proteção do tesão tudo fica muito mais intenso.
O ônibus chegou. Pedi para ele a gentileza de pagar minha passagem. Eu disse a ele que, como minha roupa não tinha bolsos, eu acabei saindo sem dinheiro.
Dentro do ônibus, havia um vendedor ambulante vendendo meias 7/8º ; o homem de meia idade que havia prometido comprar minha passagem disse cinicamente: Acho que essas meias ficam melhor do que as que você está usando, combinam melhor com sua roupa e pelo menos dá pra você guardar dinheiro nelas. Senti uma enorme vontade de gozar novamente e num impulso de mudança e urgência, tirei meus tênis, tirei as meias curtas, vesti as meias mais compridas, que iam até o meio das minhas coxas e calcei novamente meus tênis... Agora eu estava vestida assim: Tênis, meias 7/8, óculos e brincos. O resto? Nudez absoluta.
O homem de meias idade pagou minhas meias novas e colocou o dinheiro da passagem dentro de uma das minhas meias. O dinheiro ficou preso entre uma das meias e minha coxa. Sentei-me ao lado de um estudante. Ele me encarou, confuso com a combinação de meias altas e a ausência de qualquer outra coisa.
— Você... você não está usando nada — ele sussurrou.
— Você é que não está prestando muita atenção — respondi, mantendo o contato visual. — Eu estou usando roupa sim. Veja aqui... — Apontei para a minha buceta, que estava aberta e brilhando de lubrificação. — Isso aqui é o zíper.
— E porque o zíper está tão molhado e aberto? — Perguntou o rapaz.
— Porque o zíper estava emperrado e eu coloquei óleo para conseguir abrir e quando forcei ele quebrou assim, todo aberto. Mas esse tecido é bom, passa a mão para sentir. — Respondi.
O estudante soltou um sorriso malicioso e cínico. Ele deslizou a mão por baixo e, com a naturalidade de quem testa a qualidade de um tecido, inseriu um dedo na minha buceta, e começou um movimento de vai em vem que me enlouqueceu.
— Esse zíper está bem lubrificado — ele sussurrou, enquanto usava o polegar para pressionar meu clitóris com força. — E parece que está cada vez mais lubrificado.
Ele começou a me masturbar descaradamente, com movimentos rítmicos e indiferentes, enquanto outros passageiros conversavam ao redor. A sensação de ser tocada como se fosse um objeto, enquanto eu sustentava a mentira de que minha vulva era um zíper, me levou ao segundo orgasmo. E é nesse exato momento, que a cena fica absurda, estranha, indescritível, pois existem situações em que, o que a gente sente, é tão complicado que fica muito difícil descrever com palavras, mas vou tentar descrever da melhor maneira possível.
Eu já estava com vergonha por estar em uma situação absurda. Eu mesma já acho absurdo eu ficar excitada por estar em uma situação tão vergonhosa, quando eu, totalmente pelada começo a ser masturbada descaradamente, na frente de pessoas que estão totalmente vestidas e não estão excitada. E eu lá, com vergonha de estar pelada, excitada e toda escandalosa. A situação era de um contraste absurdo: Minha buceta fazendo barulhinhos enxarcados produzidos pelo movimento de vai e vem do dedo dele em minha buceta (tchec, tchec, tchec), minhas tetas balançando soltas com o movimento, meus bicos extremamente duros e pontudos, que pareciam mais tampinhas enrugadas de caneta, e eu gemendo, rindo e ofegando ao mesmo tempo... Resumindo, eu, uma verdadeira tarada peladona, no meio de um monte de santos totalmente vestidos.
Após gozar violentamente, senti uma intensidade enorme de vergonha, culpa e arrependimento, enquanto ele simplesmente retirava a mão e voltava ao celular.
Ao descer do ônibus, entrei em um Shopping Center. Assim que pisei no porcelanato, senti o chão: liso, frio e impecável. A sensação era tão contrastante que senti uma necessidade visceral de me livrar de tudo. Tirei os sapatos e as meias 7/8, deixando-os para trás. Agora, eu estava na minha forma mais vulnerável: apenas óculos. Tirei até mesmo os brincos. Totalmente pelada e descalça, só não abandonei meus óculos para poder perceber melhor que estou sendo observada.
Caminhei pelos corredores, sentindo o chão gelado sob as solas dos pés, tornando cada passo uma tortura de prazer. Entrei em uma loja de roupas. Um vendedor me abordou com um olhar indiferente, como se fosse absolutamente normal uma mulher pelada e descalça entrar na loja e pedir uma informação.
— Posso ajudar? — ele perguntou, fingindo ignorar o fato de eu estar totalmente pelada e descalça.
— Preciso uma blusa — respondi. — Quero um modelo igual a esse que estou usando.
O vendedor sorriu com cinismo. Ele se aproximou e, fingindo ajustar a postura do meu corpo, balançou levemente minhas tetas, e alisou meus bicos com as pontas dos dedos.
— Essa modelo de blusa eu não tenho, não sei qual tecido é esse que está enrugado (disse tocando meus bicos) — em seguida aproveitou e desceu a mão para a minha buceta e sentindo a umidade abundante. — Essa parte também não conheço. O que é isso aqui que está molhado?
De repente começou a me masturbar ali mesmo, descaradamente e com toques técnicos e frios, como se estivesse ajustando uma roupa.
— Ao invés de te trazer outro modelo, estou ajustando a roupa que você já está usando, a vantagem é você não vai precisar pagar nada— ele comentou, enquanto acelerava os dedos no meu clitóris com uma mão, ao mesmo tempo que usava a outra mão para ficar balançando minhas tetas. Nossa que situação vergonhosa, minhas tetas balançando e eu gemendo de tesão, no meio de um monte de gente totalmente vestida, enquanto eu lá pelada, fingindo estar vestida.
A estranheza de ser tocada sem ser desejada, fez com que eu me percebesse muito mais safada, como sendo a única responsável por aquela indecência e aliada ao frio do chão liso nos meus pés, me levou ao terceiro orgasmo. Tentei gozar em silêncio, mas minha tentativa foi em vão, pois o barulhinho enxarcado, minhas tetas balançando, eu sendo a única a estar com tesão... Isso tudo me fez gemer muito, por mais que eu tentasse fingir normalidade. Comecei a gemer e a rir escandalosamente, e quanto mais eu tentava segurar isso mais forte saía.
Ao sair do shopping, a adrenalina estava no ápice, pois já tinha gozado três vezes e de forma extremamente escandalosa e vergonhosa.
A jornada de volta começou a ser longa e tortuosa. Durante minha volta, ainda tive mais dez orgasmos, cada um em um lugar diferente: na fila de uma farmácia, atravessando uma praça, esperando o sinal abrir, encostada em um muro de concreto, e em cada esquina onde alguém me olhava com indiferença, mostrando que a única a estar excitada era eu. Isso me mata de vergonha e a vergonha me mata de tesão.
No final, parei em uma encruzilhada. Olhei para o horizonte e percebi que a cidade havia ficado para trás novamente. Eu estava peladona, descalça, apenas com meus óculos... não estava usando nem mesmo brincos. O sol estava se pondo, e o frio começava a retornar.
A vergonha agora era total. A culpa por ter mentido, por ter me exposto e por ter gozado tantas vezes em público me atingiu como uma onda. Mas, como sempre, essa culpa se transformou em um tesão devastador. Senti minha buceta pulsar, completamente molhada, enquanto eu percebia que não tinha roupas, não tinha dinheiro e estava a quilômetros de distância de qualquer lugar seguro.
Eu estava irremediavelmente pelada, vulnerável e perdida.
Como eu faria para voltar para casa naquele estado? Como conseguiria roupas para me cobrir sem ser presa ou ridicularizada? Ou será que, no fundo, eu desejava continuar assim, totalmente entregue ao olhar alheio?
O que será que aconteceria se me vissem assim?
Provavelmente não aconteceria nada demais, afinal estou totalmente vestida... de sapatos em formato de dedos, calça com zíper de funcionamento macio e lubrificado, blusa com botões pontudos para facilitar o manuseio, e a maioria das pessoas que me olham parecem admirar minha roupa, acho que estou bem bonita kkkkkkkkkkk.