Quando a campainha tocou, Mary sentiu o coração aquecer e, eufórica, caminhou a passos largos até a porta. Porém, ao abri-la, ficou sem palavras. À sua frente, Camila, a filha da sua irmã preferida, a caçula Juliana. Uma beleza resplandecente emanava hipnoticamente da sua xodozinha que há anos não via. E aquela imagem a impactou! Numa mistura de moça feita e Juliana jovem, Mary sentiu tomada de uma sensação indefinida e pulsante. Os cabelos negros e levemente ondulados de Camila caíam caprichosamente sobre ombros de porcelana, transportando-a diretamente àquelas duchas quentes em dias frios com a irmã mais nova, lembranças que provavelmente só ela escondia na memória mais profunda do seu passado (será?). Os olhos castanho-escuro da jovem penetravam seu âmago, replicando, cintilantes, momentos que Mary lembrava já ter vivido.
— Oi, tia Mary! — Gritou inocente, com sua voz melíflua e um abraço que ancorava a tia a um lugar que ela não voltara há décadas. — Nossa, que cidade linda, tia! Que casa perfeita!
No entanto algo mais incomodava Mary Anne. Logo aquela dama percebeu que seus olhos eram constantemente magnetizados pelos seios da jovem de dezenove anos, cuja fragrância era do mais puro perfume da ingenuidade. Volumosos e perfeitos, firmes e curvilíneos, Mary percebeu que eram iguaizinhos aos de Juliana. Mary, então, sentiu o coração palpitar descompassado, numa onda de calor inesperado, ao perceber o quanto sua sobrinha havia se tornado tão idêntica à mãe, mulher com quem havia forjado tantos segredos durante suas juventudes compartilhadas.
Mary tentou disfarçar o desconforto, sua mente resgatada constantemente de uma viagem temporal. Lembrava-se claramente de todo passado que teve com a irmã e mãe de Camila, de todos os segredos e experiências que só as duas compartilhavam, inclusive das vezes em que viu Juliana amamentar a única filha. E mesmo naquela época, algo incômodo e secreto a invadia, um desejo estranho de poder sentir essa sensação única, de sentir a conexão íntima entre mãe e filha, de sentir os lábios da sobrinha nos próprios seios. E agora, diante de si, estava a mesma Camila, só que adulta, mais mulher, ostentando seios tão lindos quanto os de Juliana.
— Camila, você está... diferente — Mary mal conseguiu dizer, sua voz carregada de uma hesitação que não conseguia esconder. — Entre, minha filha.
Enquanto guiava a sobrinha através de sua casa enorme e vazia, Mary tentava ignorar os impulsos que ressurgiam em sua mente. Cada vez que seus olhos pousavam no corpo volumoso de Camila, que balançava juvenil e ingênuo, memórias a atacavam com força. Tentando distrair a mente, Mary tentou um novo assunto, mesmo ciente do que ouviria:
— Porque os outros primos não vieram, Mila?
— Pois é, tia. Com a distância, ficou mais difícil para que todos viessem desta vez. Mas não sabem eles o quanto já estão perdendo desta cidade linda. Inclusive estou louca para irmos à praia!
— Sim, minha linda, preparei a casa e todo um cronograma. Mas, infelizmente, somente você e a Sarah poderão estar aqui neste ano.
— Ela chega só amanhã mesmo, tia? Será que podemos ir à praia antes?
— Claro, Mila, só termina de se aconchegar, minha princesa. Vamos organizar suas malas em seu quarto, já está tudo preparado pra sairmos depois do almoço. — Mary entendeu que aquela seria uma ótima ideia. Afinal, percebeu que precisava fazer alguma coisa para não ficar presa em casa apenas com a sobrinha que clonou o corpo da irmã e amante. "Até a Sarah chegar amanhã, preciso me livrar destas ideias inconvenientes", pensou aflita.
— Mila, você vai ficar neste quarto! — Camila sorriu animada.
— Não pretendo, tia. Quero passar o máximo de minha viagem perambulando por esta cidade linda! Ah, já ia me esquecendo: a mamãe mandou um beijo enorme pra você. Ela disse que está com muita saudade, e que se lembra muito de quando eram mais novas.
Mary ficou pensativa, como se Camila tivesse lido sua mente, porém alegre. E enquanto percebia suas emoções como em um liquidificador, descobriu sua intimidade molhada. E isso a afligiu profundamente.
A manhã passou rápido, enquanto as duas se atualizavam das novidades de família. Era a prima Sarah que passou na faculdade de odonto, a mãe Juliana que conseguiu um novo emprego, e o divórcio de Mary que a quebrou por dentro. Quando Camila menos esperava, Mary desabou em prantos. A tia tentava inutilmente evita falar sobre a namorada que a deixou por uma menina mais nova enquanto a jovem enxugava seu rosto. Comovida e empolgada, Camila contornou, pedindo a tia para apresentá-la ao mar, como se fosse seu novo amante.
— Claro, princesa. Você trouxe roupas?
— Sim, tia. Comprei biquínis novos, canga e toalha.
— E protetor solar? — Mary entrosava cada vez mais, agora já se livrando do impacto atrevido e incestuoso, exatamente aquele que sempre fervilhou em seu sangue.
— Sim, tia!
Quando as duas estavam prontas para sair, Mary quase se arrependeu da ideia. Ao ver Camila surgir em um biquíni turquesa e branco, com um decote que parecia oferecer-lhe muito mais que uma apreciação, congelou. Diante de tão perfeitos seios e uma cintura delgada, a tia sentiu o desejo a revisitar. Viu que havia criado uma armadilha para si mesma. E agora, ali estava, dividida entre os pensamentos impróprios com a própria sobrinha e o esforço de manter a compostura.
— Coloca o shortinho, Mila. Senão vai chamar muita atenção. Quando chegar à praia, você tira.
Porém, antes de enfrentar aquele sol escaldante, Mary se deparou com outro dilema:
— Tia, passa o protetor em mim? — Tomada por uma tempestade de absurdos que rondavam sua mente, Mary sabia que não teria outra pessoa pra tocar em cada centímetro daquela pele que ela evitava há horas com tanto esforço. — Passa aqui também, tia. — Camila insistia para cobrir cada cantinho que Mary tentava se desvencilhar.
— Nos seios, você passa, Mila...
Mary tremeu e suou ao perceber que seu biquíni marcou. Ao sentir um melzinho molhar o fundo da roupa com o melado de um prazer incestuoso e teimoso. Tentando desassociar a imagem da sobrinha (que ela tanto carregou no colo) com a da irmã, ordenou pra que a garota terminasse de passar o próprio cosmético.
E então desceram a pé até a praia. E o entusiasmo daquela menina a envolvia com uma imersão profunda. Mary Anne não lembrava da última vez que se sentiu tão feliz, tão genuinamente plena.
Caminharam de mãos dadas pela areia quente até encontrarem um canto mais reservado. Mary observava discretamente a sobrinha saltitante, cujos olhos estavam deslumbrados com a presença do mar. Porém seus próprios olhos a traía, não conseguiam deixar o corpo jovem e cheio de curvas que se movia à sua frente.
— Tia, vamos entrar?
— Vai lá, Mila. Aproveita enquanto vou armar a cadeira, estender as toalhas e abrir o guarda-sol. Daqui a pouco entro.
Com o calor da areia, Mary sentiu o corpo fervilhar de desejo. O suor escorria pelas suas costas e, sem pensar muito, suas mãos começaram a vaguear discretamente enquanto observava a sobrinha imergir como uma sereia, cada vez que a onda quebrava.
E então, ali mesmo, sozinha, com todo turbilhão de imagens incestuosas, Mary cedeu à luta. Aproveitando enquanto a água salgada lambia cada dobrinha do corpo de sua anjinha, ela ajeitou o biquíni de ladinho, permitindo seus dedos deslizarem suavemente para dentro, enquanto começava a acariciar a boceta rosada. Seus seios imploravam por um toque, mas chamaria muita atenção entre os poucos banhistas. Um arrepio intenso e incontrolado a tomou naquele cantinho solitário. Mas antes de perceber os primeiros espasmos, viu Camila sair da água, agora em sua direção. E enquanto os olhos se fixavam nos seios molhados de Mila, que por sua vez teimavam em saltar pra fora do biquíni, ela se encontrou diante da necessidade de frear seu auto prazer.
— Que delícia de água, tia! Vem entrar também, vem?
— Deixa a tia admirar o visual um pouco, princesa. — Mary interpelou, sentindo seu próprio cheiro íntimo subir até suas narinas.
E então Camila deitou na toalha, colocada estrategicamente à frente. E enquanto a sobrinha fitava o mar, Mary Anne se derretia com a visão daquele bumbum enorme e lisinho, respingado de gotículas que a provocavam, regozijando por estar em privilegiada posição.
A jovem parecia distraída, admirando a imensidão do oceano, mas Mary, tomada por seu próprio prazer incestuoso, tentou novamente, desta vez com bastante cautela. Suas pernas se abriram ligeiramente, os dedos movendo-se com mais precisão, enquanto ela mantinha os olhos fixos nas curvas da própria sobrinha que repousava absorta. Seu olhar de loba penetrava com vigor a bucetinha de Camila, através do fundo azul turquesa daquele tecido molhado.
O biquíni de Mary estava babado de excitação enquanto seus dedos deslizavam desde o grelo duro e vermelho até a entrada macia, que sugava as pontas pra dentro. E Mary Anne não conseguia mais conter os movimentos cada vez mais acelerados, o barulho molhado era testado pelo quebrar das ondas. A vontade de sentir os seios da sobrinha, de tocá-los e explorá-los, tornava o desejo insuportável. Mary tentou manter o controle, respirando fundo e mordendo o lábio inferior para abafar os gemidos, enquanto Camila abria as pernas despretensiosamente, os lábios juvenis já saltando pra fora do elástico.
O corpo de Mary Anne estava à beira de um clímax que ela não sentia há tempos. Aquele toque penetrante, o atrito esporádico do biquíni contra seu clitóris, e o pensamento constante nos seios e na bunda da sobrinha a levaram a um orgasmo tão silencioso quanto avassalador. — Hmmmmmmmmmmmmmm — Seu corpo estremeceu, e ela apertou os lábios (de cima) com força para conter o gemido, enquanto o prazer a dominava por completo. Camila, que ainda parecia alheia ao que acontecia, virou-se para Mary, sorrindo, seus olhos iluminados pela beleza da praia.
— Essa praia é incrível, tia! Quero voltar aqui muitas vezes!
Mary, ofegante, tentava se recompor, afastando a mão discretamente de dentro do biquíni, enquanto respondia com um sorriso tenso.
— É... sim, Milaaa... deve estar uma delícia entrar aí — Disse descontroladamente.
Camila levantou sorrindo, puxando seu minúsculo biquini de lado, deixando um dos lábios íntimos escapar. Mary viu os pelinhos da sobrinha sobrando pra fora da bordinha e sentiu a vontade subir até o rosto, mesmo depois do recente e intenso orgasmo. Camila se aproximou e estendeu a mão para a tia, encostando sua vulva pertinho do rosto de Mary.
— Vem entrar, tia...
Mary engoliu em seco. E tentando manter a voz firme, disse:
— Tô com muita vontade, só que não posso, filha...
— Por que não pode, tia?
— Vem aqui, Mila...
Com o rosto pertinho daquele montinho de vênus, Mary Anne puxou a sobrinha pela cintura e, mordendo os próprios lábios, levou os dedos até o elástico do biquini colorido. E enquanto Mila se curvava em direção à tia, oferecendo o centro de sua intimidade com tamanho vigor, ajeitou uma mecha de cabelo atrás da própria orelha, concentrada no que a tia estava prestes a fazer.
Mary enfiou os dedos trêmulos e molhados (do seu próprio prazer), por dentro do biquini de Camila, esticou o elástico e soltou — TAP! —fazendo estalar contra a virilha branquinha e juvenil.
— Pronto, estava pulando pra fora. — As duas sorriram nervosas enquanto a tia puxava a sobrinha em direção ao mar, aproveitando o resto da tarde.
O caminho de volta para casa foi tranquilo, mas Mary não conseguia afastar os pensamentos do que aconteceu naquela tarde. Ela havia perdido o controle, e por mais que tentasse se convencer de que Camila não percebera nada, havia uma tensão no ar que era impossível ignorar.
Ao chegarem em casa, o ambiente estava envolto por um silêncio estranho, quase desconfortável. Camila tomou um banho e logo que saiu foi a vez da tia. Mary Anne se apressou em ir, na tentativa de esfriar a cabeça, mas sua mente não parava de girar em torno do que havia acontecido na praia. Enquanto a água fria escorria por seu corpo, Mary respirava fundo, tentando recuperar o controle. "Foi só um deslize," cochichou para si mesma. "Camila não percebeu, está tudo bem." Ela se enxugou rapidamente e vestiu uma camisola leve, pronta para fingir que o dia havia sido normal.
Ao sair do banheiro, encontrou Camila na sala, sentada no sofá, o cabelo ainda um pouco úmido. A jovem a olhou com um sorriso que Mary interpretou como inocente, mas algo no olhar de Camila parecia... diferente.
— Tia Mary... — Camila começou, sua voz baixa, hesitante. — Eu... acho que percebi algo na praia hoje.
— Mary sentiu o coração parar por um segundo.
— O que... o que você quer dizer, Mila?
Ela tentou soar casual, mas sua voz saiu mais tensa do que esperava. Camila desviou o olhar, parecendo um pouco constrangida, mas sua voz ganhou confiança.
— Eu vi o que você estava fazendo... na praia... Eu percebi quando você... se tocou. Você estava pensando em mim?
...
