CONEXÃO ENTRE IRMÃS

Eu me chamo Natália. Tenho 26 anos, corpo de mulher comum mas bem desenhado: seios médios, firmes, com bicos rosados que se eriçam ao menor estímulo; cintura marcada, quadris arredondados, bunda média mas durinha. Minha pele é morena clara, quase jambo, e entre as pernas tenho uma boceta bem cuidada, lábios externos carnudos, internos finos e rosados que se abrem como pétalas quando fico molhada. O clitóris é pequeno, mas sensível pra caralho (literalmente) — basta um toque leve e eu já sinto aquele calor subindo pela barriga.
Minha irmã Ingrid é três anos mais velha. Corpo parecido com o meu, só que mais cheio, mais maduro. Seios maiores, pesados, com auréolas largas e amarronzadas que eu adorava chupar quando éramos adolescentes. A boceta dela é mais carnuda, lábios externos inchados, clitóris maior — eu conheço cada centímetro daquele corpo porque nossos primeiros orgasmos foram juntas, à noite, no mesmo quarto, dedos trêmulos aprendendo uma da outra enquanto nossos pais dormiam.

A gente sempre foi assim: íntimas demais. Porém, quando nos tornamos adultas, cada uma partiu para seu canto, arranjando, cada uma, seu respectivo namorado. Mas nossa intimidade ainda surgia, pois contávamos tudo uma para a outra. Detalhes sujos: Como gozávamos, como eles nos comiam, o gosto do pau, o jeito que gozavam dentro da gente. E eu adorava ouvir tudinho. E enquanto Ingrid contava os detalhes de suas aventuras, eu me melava inteira e gozava na siririca, imaginando estar no lugar dela. Até que um dia ela trouxe ele.

Dois anos de namoro da Ingrid com o Leo e eu, há tempos sem namorado, passei a desejar aquele homem lindo. Eu estava ferrada. Leo é alto, ombros largos, pele bronzeada, sorriso que desarma qualquer uma. Carismático pra porra. E o pau… ah, Ingrid me contava cada detalhe que eu já tinha a imagem dele na minha cabeça. E então, sem perceber, comecei a dar mole. Olhares longos demais, risadas altas demais. Ingrid percebeu. Uma noite, depois do jantar, ela me puxou pro quarto dela e perguntou direto:

— Tá rolando tesão pelo Leo, né?

Sempre sincera com minha irmãzinha, eu confessei tudo. Que já tinha siriricado pensando nele. Que imaginava ele me comendo enquanto eu gozava sozinha, mas sempre com ela nos observando. Então Ingrid ficou quieta por alguns segundos e, de repente, sorrindo daquele jeito safado que só ela sabe, falou:

— Eu divido o pau dele com você, Nat! O coração, não!
A frase bateu direto no meu clitóris. Senti a boceta pulsar, molhar a calcinha na hora.

Dias depois, a convite dela, fui dormir na casa da Ingrid, passar uns dias com minha irmã enquanto o Leo estava viajando. Eu estava deitada na sua cama, só de camiseta larga, sem calcinha. A casa vazia. Ingrid entrou devagar, fechou a porta. Vestia só uma camisola fina, os seios balançando livres. Ela se deitou atrás de mim, abraçando meu corpo por trás, peito colado nas minhas costas. Senti os bicos duros dela roçando minha pele através do tecido. O cheiro dela — perfume doce misturado com o cheiro natural de mulher excitada — me deixou tonta.

— Relaxa, mana… — sussurrou no meu ouvido, voz rouca, quente. — Vou te fazer gozar pensando nele. Como você merece.

Uma mão dela subiu devagar pela minha barriga, por baixo da camiseta, e segurou meu seio esquerdo. Dedos ágeis apertaram o bico, giraram devagar. Eu gemi baixinho. A outra mão desceu, levantou a barra da camiseta e foi direto pra minha bocetinha. Os dedos dela abriram meus lábios externos com carinho, sentindo o quanto eu já estava encharcada, me fazendo recordar daqueles tempos tão gostosos.

— Caralho, Nat… você tá pingando. Olha só essa bocetinha molhada só de pensar no pau do meu namorado.
Ela começou a circular meu clitóris com o dedo médio, devagar, com pressão perfeita — do jeito que só ela sabe, porque me conhece desde sempre. Eu arqueei as costas, empinando a bunda contra o ventre dela. Ingrid colou a boca no meu ouvido e começou a contar, voz baixa, quase gemendo:

— O pau do Leo é grosso, mana. Grosso de verdade. Quando eu pego nele, mal consigo fechar a mão. A cabeça é grande, rosada, inchada… parece uma maçã. E tem veias grossas subindo pela pele, pulsando quando ele tá duro. Ele fica tão duro pra mim… e eu sei que ficaria pra você também.

Enquanto falava, ela enfiou dois dedos dentro de mim. Devagar, sentindo minhas paredes internas apertarem. Eu estava encharcada, o som molhado ecoando no quarto. Ela curvou os dedos, achando aquele ponto exato na parede frontal — meu ponto G — e começou a massagear em movimentos firmes, ritmados.

— Ele tem uns 18 centímetros, Nat… e quando eu sento nele, sinto ele batendo no fundo da minha boceta. Ele estica tudo lá dentro. Eu gozo tão forte que escorre pelo saco dele. Imagina ele te comendo assim, Nat… tô imaginando essa sua bocetinha apertada engolindo ele inteiro…

Eu tremia. Ingrid acelerou os movimentos no meu clitóris com o polegar enquanto os outros dois dedos fodiam meu ponto G sem parar. O seio que ela apertava latejava, bico dolorido de tesão. Senti meus músculos internos começarem a contrair. Aquele calor subindo pelas coxas, pela barriga, como uma onda.

— Goza pra mim, irmãzinha… goza pensando no pau dele te abrindo toda. Eu quero sentir você gozar na minha mão enquanto penso que um dia vou te ver sentando nele…

Foi demais. Meu corpo inteiro tensionou. Os dedos dela eram implacáveis, rápidos, molhados do meu mel. Senti o jato subindo — aquela pressão deliciosa, quase insuportável. Eu gritei, gemendo o nome dela e o dele misturados. E então gozei. Forte. — AAaaaaAAAAaaaAIIIIi!! — Um orgasmo que veio do fundo da alma. Meus músculos da boceta apertaram os dedos da Ingrid como um alicate, e eu esguichei. Um jato quente, longo, que molhou toda a mão dela, o lençol, minhas coxas. Outro jato veio logo depois, mais fraco, mas ainda intenso, escorrendo pelos meus lábios inchados. Meu clitóris pulsava tanto que doía de prazer. Eu tremia inteira, lágrimas nos olhos, respiração entrecortada.
Ingrid não parou. Continuou devagar, prolongando o orgasmo, até eu virar um corpo mole, molhado, satisfeito nos braços dela. Ela beijou meu pescoço, lambeu o lóbulo da minha orelha e sussurrou:

— Isso foi só o começo, Nat. Quando você quiser… a gente divide pau, dedos, boceta… tudo.

Eu ainda sentia os espasmos na minha boceta quando respondi, com a voz rouca:

— Quero. Quero tudo, maninha...

E ali, abraçada à minha irmã, molhada do meu próprio gozo, eu soube que nunca mais seria a mesma. O tesão tinha virado algo maior. Algo nosso. Algo deliciosamente proibido e perfeitamente combinado.

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Comentários


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natluz Comentou em 20/03/2026

E foram mtos detalhes, Cassandra...

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cassandrabundagrande Comentou em 20/03/2026

Nossa, me deu até uma gostosa curiosidade dessas intimidades




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Ficha do conto

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Nome do conto:
CONEXÃO ENTRE IRMÃS

Codigo do conto:
257366

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/03/2026

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4

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