M contou-lhe casualmente sobre o T, sem qualquer incentivo:
— Sabes, o T fode mesmo bem. Tem um pau grosso, aguenta bastante e é intenso. Foi só uma vez, mas fiquei marcada.
Raquel não disse nada na altura, mas a partir daí começou a fantasiar. A ideia de ser fodida por ele no próprio gabinete ganhou força. Queria provar. Queria provocar até ele não aguentar e a foder com vontade.
Numa sexta-feira à tarde, com o escritório quase vazio, Raquel decidiu avançar. Vestia uma saia lápis preta extremamente justa que realçava o seu cu redondo, uma blusa de seda branca semi-transparente e, por baixo, absolutamente nada. Mandou uma mensagem curta ao T:
“Estou no gabinete. Porta entreaberta. Vem.”
T apareceu cerca de quinze minutos depois. Entrou e fechou a porta. Os olhos percorreram o corpo baixo e sensual dela com fome.
— Raquel… estás a provocar-me outra vez. Essa saia… esse cu… fico duro só de te ver.
Ela encostou-se à secretária, cruzando as pernas devagar, deixando a saia subir um pouco.
— Gosto de provocar. Gosto de deixar os homens a desejarem-me. A M contou-me que tu fodes bem… e isso ficou na minha cabeça. Quero sentir na pele.
T aproximou-se, agarrou-a pela cintura fina e puxou-a contra o corpo dele. O pau já duro pressionou contra ela.
— Então hoje vais sentir, sua provocadora. Vou foder-te como mereces.
Beijaram-se com urgência. As mãos grandes dele desceram direto para o cu empinado, apertando e amassando as nádegas redondas por cima da saia. Raquel gemeu baixinho, esfregando o corpo pequeno contra ele.
— Tira a blusa. Quero ver esses seios — ordenou ele.
Raquel desabotoou devagar, provocadora, revelando os seios fartos. T puxou o sutiã para baixo e atacou os mamilos duros com boca e dentes, enquanto a mão subia pela saia.
— Sem cuecas… já estavas molhada à minha espera.
— Estava. Adoro imaginar que me vais foder aqui — respondeu ela, voz rouca.
T virou-a de costas contra a secretária. A saia subiu até à cintura, expondo o cu perfeito. Deu-lhe um tapa forte, vendo a carne tremer.
— Este cu é perfeito… — murmurou, ajoelhando-se atrás dela.
Abriu as nádegas e enterrou a língua na cona molhada, lambendo com fome, subindo até ao cu, chupando e enfiando a língua enquanto dois dedos grossos fodiam a cona dela.
— Ahhh… lambe-me toda, T! Chupa o meu cu… assim… porra, que bom! — gemia Raquel, rebolando as ancas contra a cara dele.
Ele devorou-a até ela tremer de prazer. Depois levantou-se, abriu as calças e tirou o pau grosso e venoso.
— De joelhos. Chupa.
Raquel virou-se, baixou-se e agarrou o caralho com as mãos pequenas. Olhou para cima com olhar de puta:
— Tão grosso… vou chupar melhor que a M. — Lambeu toda a extensão devagar, provocadora, depois enfiou na boca quente, chupando fundo, babando, engolindo o máximo possível.
T segurou os cabelos dela e fodeu-lhe a boca.
— Porra… és uma safada. Olha para ti, diretora pequena e puta.
Depois de deixar o pau bem molhado, ele sentou-a na secretária, abriu-lhe bem as pernas e penetrou-a de uma vez.
— Ahhh… que cona apertada! — grunhiu ele, começando a foder com estocadas profundas.
Raquel agarrou-se aos ombros dele, rebolando
as ancas, gemendo alto:
— Fode-me forte! Quero levar tudo… usa-me como quiseres!
T metia com força, o som molhado de pele contra pele enchendo o gabinete. Segurava a cintura fina dela, batendo fundo enquanto os seios saltavam.
— Gostas de provocar os homens e depois levas caralho como uma vadia… — disse ele, acelerando. — Vou fotografar isto.
Tirou o telemóvel e começou a tirar fotos: o pau entrando na cona, o cu empinado, o rosto de prazer dela. Raquel gemeu ainda mais excitada.
— Fotografa… mostra como me fodes bem. Mas só para os teus amigos de confiança.
— Eles vão ficar loucos quando virem esta cona e este cu — respondeu ele, continuando a meter enquanto tirava mais fotos.
Raquel gozou com força, apertando o pau dele, o corpo pequeno tremendo. T não parou. Virou-
a, inclinou-a sobre a secretária e cuspiu no cu.
— Agora vou foder este cu lindo.
Empurrou devagar, abrindo o buraco apertado. Raquel empinou-se toda:
— Isso… abre-me devagar… agora mete tudo! Fode o meu cu!
T investiu com força, fodendo o cu redondo e empinado enquanto uma mão esfregava o clitóris dela. Continuava a tirar fotos: o pau desaparecendo entre as nádegas, o rosto contorcido de prazer.
— Rebola esse cu pra mim… isso… és uma provocadora insaciável.
— Fode-me mais forte! Enche-me o cu! — pedia ela, gemendo alto.
T acelerou até explodir, enchendo o cu dela de porra quente. Fotografou também o momento em que saiu, vendo o esperma escorrer.
Ficaram ofegantes. Raquel virou-se, beijou-o e sorriu provocadora, ainda pingando:
— Da próxima vez que vieres à empresa, quero mais. Quero que me fodas sempre que apareceres. E traz prendas… gosto de receber lingerie cara para te provocar ainda melhor.
T sorriu, guardando o telemóvel:
— Vou fotografar todas as vezes. Os meus amigos vão adorar ver como fodo esta diretora baixa e escultural.
A partir desse dia, sempre que T aparecia esporadicamente na empresa, o gabinete de Raquel transformava-se no local das fodas intensas. Ela provocava-o durante as reuniões, enviava mensagens safadas e, quando ficavam sozinhos, entregava-se completamente: chupava de joelhos, era fodida sobre a secretária, contra a janela ou de quatro, sempre com o telemóvel dele registando cada momento para partilhar com os amigos mais próximos.
Raquel adorava o risco, o prazer proibido e, principalmente, sentir-se desejada e bem fodida.

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