Dois numa tarde

Depois da foda intensa com o T no gabinete, Raquel sentiu-se ainda mais viva e insaciável. O corpo baixo e escultural dela parecia pedir mais. Naquela mesma semana, a empresa tinha a reunião anual para definir o prémio que pagava a todos os colaboradores. A sala de reuniões estava cheia: toda a equipa, incluindo o chefe dela, Paulo, um homem de 52 anos, alto, autoritário e com quem Raquel já tinha fodido várias vezes em segredo.
Raquel entrou na sala vestindo uma saia curta preta que mal cobria o topo das meias de liga, um casaco em tons de castanho que marcava a cintura fina e uma camisa de seda castanho-escuro, bastante decotada, deixando boa parte dos seios fartos à mostra. Os saltos altos faziam o cu redondo e empinado projetar-se ainda mais. Sentou-se de pernas cruzadas, sabendo que vários olhares se demoravam nela.
A reunião durou quase duas horas. Raquel

participava ativamente, mas por baixo da mesa cruzava e descruzava as pernas devagar, provocando o Paulo, que estava na cabeceira. Ele disfarçava, mas ela via o volume crescer nas calças dele.
Quando a reunião terminou, todos se despediram e saíram. Paulo fechou a porta da sala de reuniões e virou-se para ela com um sorriso predador.
— Ficaste a provocar-me a reunião toda, sua puta. Olha como estás vestida… saia curta, camisa decotada, meias de liga. Sabias que eu ia ficar louco.
Raquel levantou-se devagar, caminhando até ele com o cu balançando.
— Gosto de te provocar, Paulo. E gosto quando me fodes depois. Não é a primeira vez… e espero que não seja a última.
Paulo agarrou-a pela cintura, puxou-a contra si e beijou-a com força, enfiando a língua na boca

dela enquanto apertava o cu empinado por baixo da saia curta.
— Hoje vou-te foder como mereces.
Empurrou-a contra a mesa de reuniões, levantou a saia e viu as meias de liga pretas segurando as coxas grossas. O cu redondo estava exposto, sem cuecas.
— Porra… sempre pronta.
Ajoelhou-se atrás dela e enterrou a cara entre as nádegas, lambendo a cona molhada com lambidas longas e gulosas, subindo até ao cu.
— Ahhh… lambe-me, chefe… chupa a minha cona — gemeu Raquel, empinando-se mais, abrindo as pernas.
Paulo chupava com fome, enfiando dois dedos grossos dentro dela enquanto a língua trabalhava no clitóris. Raquel rebolava as ancas, gemendo cada vez mais alto.
— Quero o teu pau agora. Fode-me aqui mesmo.
Paulo levantou-se, abriu as calças e tirou o pau

grosso e duro. Posicionou na entrada da cona e meteu tudo de uma vez.
— Que cona gulosa… sempre tão apertada — grunhiu ele, começando a foder com estocadas fortes.
Raquel segurava na borda da mesa, o corpo baixo sacudindo com cada investida, os seios saltando dentro da camisa decotada.
— Mete mais forte! Fode a tua diretora puta! — pedia ela, voz rouca de prazer.
Paulo metia com força, uma mão no cabelo dela, a outra dando tapas no cu redondo. O som molhado ecoava na sala vazia.
— Adoro foder-te depois das reuniões. Este cu empinado é viciante.
Depois de uns minutos intensos, ele puxou-a:
— Vamos para a casa de banho. Quero-te lá.
Caminharam rapidamente pelo corredor deserto até à casa de banho privativa da diretoria. Paulo trancou a porta, virou Raquel de frente para o

espelho grande e levantou a saia novamente.
— Olha para ti… tão sexy, tão provocadora.
Penetrou-a por trás, fodendo a cona com força enquanto ela se apoiava no lavatório, vendo o próprio rosto de prazer no espelho.
— Sim… olha como me fodes bem… mete fundo! — gemia ela.
Paulo acelerou, batendo as bolas contra ela. Depois saiu da cona e pressionou o pau contra o cu.
— Quero este cu também.
— Enfia… devagar primeiro — pediu Raquel.
Ele empurrou, abrindo o buraco apertado centímetro a centímetro até estar todo dentro. Começou a foder o cu com estocadas cada vez mais rápidas, uma mão esfregando o clitóris dela.
— Porra… este cu aperta tanto… vou encher-te.
Raquel gozou primeiro, o corpo tremendo, o cu apertando o pau dele. Paulo explodiu logo

depois, enchendo o intestino dela de porra quente.
Ficaram uns segundos recuperando. Raquel arranjou a roupa como pôde, a camisa ainda mais decotada, a saia um pouco amarrotada, as meias de liga no lugar.
— Tenho um cliente agora… o J. Mas isto foi bom, Paulo. Podemos repetir quando quiseres.
Paulo sorriu, dando-lhe um último tapa no cu:
— És insaciável.
Raquel voltou para o gabinete. Minutos depois, o cliente J chegou. Era um homem de estatura baixa, como ela, por volta dos 45 anos, forte, com olhar confiante e fama de ser um fodilhão — alguém que sabia foder com intensidade e resistência.
— Boa tarde, Raquel. Vim tratar do contrato — disse ele, mas os olhos desceram imediatamente para a camisa decotada e a saia curta.

Raquel sorriu provocadora, fechando a porta do gabinete.
— Vamos tratar de tudo, J. Senta-te.
Enquanto falavam de negócios, ela cruzava as pernas devagar, deixando a saia subir e mostrar as meias de liga. J notou tudo.
— Sabes… sempre te achei muito sensual — confessou ele, a voz ficando mais baixa.
Raquel levantou-se, caminhou até ele e sentou-se no colo dele sem cerimónia.
— Então prova. Quero ver se és tão bom como dizem.
J não hesitou. Agarrou a cintura fina dela e beijou-a com fome, as mãos subindo para os seios fartos, apertando por cima da seda.
— Porra… és ainda melhor do que imaginava.
Raquel abriu a camisa dele e tirou o casaco, depois abriu a própria camisa, expondo os seios. J chupou os mamilos com vontade, mordiscando enquanto ela rebolava o cu no colo

dele, sentindo o pau endurecer.
— Quero-te dentro de mim — sussurrou ela.
Levantou-se, tirou a saia curta, ficando só com as meias de liga, o casaco castanho aberto e a camisa decotada pendurada nos ombros. J baixou as calças, revelando um pau grosso, não muito comprido mas muito grosso — perfeito para esticar.
Raquel sentou-se de frente para ele na cadeira, guiando o pau para dentro da cona ainda molhada da foda anterior com Paulo.
— Ahhh… que grosso… abre-me toda — gemeu ela, descendo devagar até engolir tudo.
Começou a cavalgar com vontade, o cu empinado subindo e descendo, os seios saltando na cara dele. J segurava as nádegas redondas, ajudando no ritmo.
— Fode… rebola esse cu, Raquel. És uma puta deliciosa — grunhia ele.
Ela acelerou, gemendo alto:

— Mete fundo! Fode-me com esse pau grosso! Quero gozar nele!
J levantou-se com ela no colo (era forte apesar da estatura baixa), encostou-a contra a parede e fodeu-a de pé, estocadas fortes e profundas. Raquel enrolou as pernas em volta dele, cravando os saltos nas costas dele.
— Assim… rasga-me a cona! És um fodilhão mesmo!
Ele metia com força, suado, beijando e mordendo o pescoço dela. Depois colocou-a de quatro sobre o sofá do gabinete. Entrou novamente na cona, fodendo com vigor enquanto dava tapas no cu empinado.
— Quero no cu também — pediu ela, olhando para trás com olhar safado.
J cuspiu no buraco e empurrou devagar. O pau grosso abriu o cu dela, fazendo-a gemer alto de prazer.
— Porra… que cu apertado… tão redondo e

empinado.
Fodeu o cu com estocadas ritmadas, depois mais fortes, uma mão no clitóris dela. Raquel gozou com força, o corpo pequeno tremendo inteiro. J não aguentou e gozou logo depois, enchendo o cu dela de porra.
Ficaram ofegantes no sofá. Raquel, ainda de meias de liga, camisa aberta e casaco castanho, sorriu:
— Foi a primeira vez contigo… mas não vai ser a última. Prometes foder-me outra vez?
J apertou o cu dela e respondeu:
— Claro. Quero-te no meu jipe. Quero foder-te lá, com as janelas embaciadas, em algum sítio discreto.
Raquel beijou-o e sussurrou:
— Combinado. Da próxima vez que vieres, marcamos. Quero ser fodida no teu jipe como uma puta safada.
J saiu do gabinete satisfeito. Raquel arranjou a

roupa o melhor possível, ainda sentindo a porra de dois homens escorrendo entre as pernas. Sentiu-se poderosa, saciada e pronta para mais provocações.
A partir desse dia, as aventuras continuaram: encontros esporádicos com o T, fodas secretas com o Paulo depois das reuniões e a promessa quente com o J no jipe dele, onde certamente seria fodida com a mesma intensidade.

Foto 1 do Conto erotico: Dois numa tarde


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario jlima

jlima Comentou em 14/07/2026

Delícia quando quiseres podes me chamar também para te fuder gostoso




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


267172 - A foda no parque de merendas - Categoria: Cuckold - Votos: 2
267148 - O T foi fodido pela Raquel - Categoria: Cuckold - Votos: 4
267050 - O N apanhou a Raquel a foder com o Antonio - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
267049 - A Raquel, o N e o Manuel - Categoria: Cuckold - Votos: 4
267036 - As primeiras fodas com o N - Categoria: Cuckold - Votos: 5
267030 - Almoço de negócios - Categoria: Cuckold - Votos: 3
267019 - A Raquel e o cunhado no escritório dela - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
262973 - A Raquel fodeu com o Paulo para ajudar o Rodrigues - Categoria: Cuckold - Votos: 7
262362 - A Raquel e o Pinto - Categoria: Cuckold - Votos: 2
251438 - Sabado a 3 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
250680 - O jantar anual - Categoria: Traição/Corno - Votos: 9
249975 - A Raquel e o ex cunhado - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
249670 - A Raquel e o dr - Categoria: Cuckold - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ptmanuelpt

Nome do conto:
Dois numa tarde

Codigo do conto:
267163

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
14/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1