participava ativamente, mas por baixo da mesa cruzava e descruzava as pernas devagar, provocando o Paulo, que estava na cabeceira. Ele disfarçava, mas ela via o volume crescer nas calças dele.
Quando a reunião terminou, todos se despediram e saíram. Paulo fechou a porta da sala de reuniões e virou-se para ela com um sorriso predador.
— Ficaste a provocar-me a reunião toda, sua puta. Olha como estás vestida… saia curta, camisa decotada, meias de liga. Sabias que eu ia ficar louco.
Raquel levantou-se devagar, caminhando até ele com o cu balançando.
— Gosto de te provocar, Paulo. E gosto quando me fodes depois. Não é a primeira vez… e espero que não seja a última.
Paulo agarrou-a pela cintura, puxou-a contra si e beijou-a com força, enfiando a língua na boca
dela enquanto apertava o cu empinado por baixo da saia curta.
— Hoje vou-te foder como mereces.
Empurrou-a contra a mesa de reuniões, levantou a saia e viu as meias de liga pretas segurando as coxas grossas. O cu redondo estava exposto, sem cuecas.
— Porra… sempre pronta.
Ajoelhou-se atrás dela e enterrou a cara entre as nádegas, lambendo a cona molhada com lambidas longas e gulosas, subindo até ao cu.
— Ahhh… lambe-me, chefe… chupa a minha cona — gemeu Raquel, empinando-se mais, abrindo as pernas.
Paulo chupava com fome, enfiando dois dedos grossos dentro dela enquanto a língua trabalhava no clitóris. Raquel rebolava as ancas, gemendo cada vez mais alto.
— Quero o teu pau agora. Fode-me aqui mesmo.
Paulo levantou-se, abriu as calças e tirou o pau
grosso e duro. Posicionou na entrada da cona e meteu tudo de uma vez.
— Que cona gulosa… sempre tão apertada — grunhiu ele, começando a foder com estocadas fortes.
Raquel segurava na borda da mesa, o corpo baixo sacudindo com cada investida, os seios saltando dentro da camisa decotada.
— Mete mais forte! Fode a tua diretora puta! — pedia ela, voz rouca de prazer.
Paulo metia com força, uma mão no cabelo dela, a outra dando tapas no cu redondo. O som molhado ecoava na sala vazia.
— Adoro foder-te depois das reuniões. Este cu empinado é viciante.
Depois de uns minutos intensos, ele puxou-a:
— Vamos para a casa de banho. Quero-te lá.
Caminharam rapidamente pelo corredor deserto até à casa de banho privativa da diretoria. Paulo trancou a porta, virou Raquel de frente para o
espelho grande e levantou a saia novamente.
— Olha para ti… tão sexy, tão provocadora.
Penetrou-a por trás, fodendo a cona com força enquanto ela se apoiava no lavatório, vendo o próprio rosto de prazer no espelho.
— Sim… olha como me fodes bem… mete fundo! — gemia ela.
Paulo acelerou, batendo as bolas contra ela. Depois saiu da cona e pressionou o pau contra o cu.
— Quero este cu também.
— Enfia… devagar primeiro — pediu Raquel.
Ele empurrou, abrindo o buraco apertado centímetro a centímetro até estar todo dentro. Começou a foder o cu com estocadas cada vez mais rápidas, uma mão esfregando o clitóris dela.
— Porra… este cu aperta tanto… vou encher-te.
Raquel gozou primeiro, o corpo tremendo, o cu apertando o pau dele. Paulo explodiu logo
depois, enchendo o intestino dela de porra quente.
Ficaram uns segundos recuperando. Raquel arranjou a roupa como pôde, a camisa ainda mais decotada, a saia um pouco amarrotada, as meias de liga no lugar.
— Tenho um cliente agora… o J. Mas isto foi bom, Paulo. Podemos repetir quando quiseres.
Paulo sorriu, dando-lhe um último tapa no cu:
— És insaciável.
Raquel voltou para o gabinete. Minutos depois, o cliente J chegou. Era um homem de estatura baixa, como ela, por volta dos 45 anos, forte, com olhar confiante e fama de ser um fodilhão — alguém que sabia foder com intensidade e resistência.
— Boa tarde, Raquel. Vim tratar do contrato — disse ele, mas os olhos desceram imediatamente para a camisa decotada e a saia curta.
Raquel sorriu provocadora, fechando a porta do gabinete.
— Vamos tratar de tudo, J. Senta-te.
Enquanto falavam de negócios, ela cruzava as pernas devagar, deixando a saia subir e mostrar as meias de liga. J notou tudo.
— Sabes… sempre te achei muito sensual — confessou ele, a voz ficando mais baixa.
Raquel levantou-se, caminhou até ele e sentou-se no colo dele sem cerimónia.
— Então prova. Quero ver se és tão bom como dizem.
J não hesitou. Agarrou a cintura fina dela e beijou-a com fome, as mãos subindo para os seios fartos, apertando por cima da seda.
— Porra… és ainda melhor do que imaginava.
Raquel abriu a camisa dele e tirou o casaco, depois abriu a própria camisa, expondo os seios. J chupou os mamilos com vontade, mordiscando enquanto ela rebolava o cu no colo
dele, sentindo o pau endurecer.
— Quero-te dentro de mim — sussurrou ela.
Levantou-se, tirou a saia curta, ficando só com as meias de liga, o casaco castanho aberto e a camisa decotada pendurada nos ombros. J baixou as calças, revelando um pau grosso, não muito comprido mas muito grosso — perfeito para esticar.
Raquel sentou-se de frente para ele na cadeira, guiando o pau para dentro da cona ainda molhada da foda anterior com Paulo.
— Ahhh… que grosso… abre-me toda — gemeu ela, descendo devagar até engolir tudo.
Começou a cavalgar com vontade, o cu empinado subindo e descendo, os seios saltando na cara dele. J segurava as nádegas redondas, ajudando no ritmo.
— Fode… rebola esse cu, Raquel. És uma puta deliciosa — grunhia ele.
Ela acelerou, gemendo alto:
— Mete fundo! Fode-me com esse pau grosso! Quero gozar nele!
J levantou-se com ela no colo (era forte apesar da estatura baixa), encostou-a contra a parede e fodeu-a de pé, estocadas fortes e profundas. Raquel enrolou as pernas em volta dele, cravando os saltos nas costas dele.
— Assim… rasga-me a cona! És um fodilhão mesmo!
Ele metia com força, suado, beijando e mordendo o pescoço dela. Depois colocou-a de quatro sobre o sofá do gabinete. Entrou novamente na cona, fodendo com vigor enquanto dava tapas no cu empinado.
— Quero no cu também — pediu ela, olhando para trás com olhar safado.
J cuspiu no buraco e empurrou devagar. O pau grosso abriu o cu dela, fazendo-a gemer alto de prazer.
— Porra… que cu apertado… tão redondo e
empinado.
Fodeu o cu com estocadas ritmadas, depois mais fortes, uma mão no clitóris dela. Raquel gozou com força, o corpo pequeno tremendo inteiro. J não aguentou e gozou logo depois, enchendo o cu dela de porra.
Ficaram ofegantes no sofá. Raquel, ainda de meias de liga, camisa aberta e casaco castanho, sorriu:
— Foi a primeira vez contigo… mas não vai ser a última. Prometes foder-me outra vez?
J apertou o cu dela e respondeu:
— Claro. Quero-te no meu jipe. Quero foder-te lá, com as janelas embaciadas, em algum sítio discreto.
Raquel beijou-o e sussurrou:
— Combinado. Da próxima vez que vieres, marcamos. Quero ser fodida no teu jipe como uma puta safada.
J saiu do gabinete satisfeito. Raquel arranjou a
roupa o melhor possível, ainda sentindo a porra de dois homens escorrendo entre as pernas. Sentiu-se poderosa, saciada e pronta para mais provocações.
A partir desse dia, as aventuras continuaram: encontros esporádicos com o T, fodas secretas com o Paulo depois das reuniões e a promessa quente com o J no jipe dele, onde certamente seria fodida com a mesma intensidade.

Delícia quando quiseres podes me chamar também para te fuder gostoso
ptmanuelpt