Raquel sentia o coração bater mais rápido enquanto se arranjava no quarto. Antonio, o marido, estava no sofá da sala a ver televisão, alheio a tudo. Ela tinha combinado com Rui um almoço “inocente” fora da cidade, mas ambos sabiam que não era só comida o que os esperava. Não disse nada ao Antonio. Apenas deu um beijo rápido na bochecha dele e saiu, o perfume doce a pairar no ar. Por baixo do vestido leve e fluido que escolhera — preto, justo no peito e solto nas ancas —, Raquel vestia a lingerie que sabia que ia enlouquecer Rui. Um body preto de renda transparente, que mal cobria os seios cheios e redondos, com um decote profundo que deixava à mostra a curva generosa do colo. As meias pretas de liga, decoradas com pequenos corações vermelhos bordados, subiam pelas coxas grossas e macias, terminando em um elástico que marcava levemente a pele morena. Calçava botas pretas de salto alto até ao joelho, que alongavam ainda mais as pernas torneadas, dando-lhe um ar de pura sedução proibida. Rui esperava-a no carro, estacionado a dois quarteirões de casa. Quando ela entrou, o olhar dele devorou-a imediatamente. — Caralho, Raquel... estás a matar-me já assim — murmurou ele, inclinando-se para lhe dar um beijo profundo, a língua invadindo a boca dela com fome. A mão dele desceu logo pelo corpo dela, apertando a coxa por cima da meia de coração. — Esse body... consigo ver os teus mamilos através da renda. E essas botas... foda-se, pareces uma puta de luxo. Raquel riu baixinho, excitada com as palavras cruas. — Quis ficar bonita para ti. O Antonio nem desconfia. Achou que ia só almoçar com uma amiga. Rui sorriu, malicioso, enquanto ligava o carro e arrancava. — Boa menina. Hoje vais ser toda minha. Sem pressas. Durante a viagem, a mão de Rui não parou quieta. Enquanto conduzia com a esquerda, a direita subia pela perna dela, sentindo a textura suave das meias com corações. Os dedos brincavam com o elástico no topo da coxa, aproximando-se cada vez mais do centro quente entre as pernas. — Abre um bocadinho as pernas pra mim — pediu ele, voz rouca. Raquel obedeceu, afastando os joelhos. O vestido subiu, revelando o body preto que mal cobria a sua rata depilada e já húmida. Rui tocou-a por cima da renda fina, sentindo o calor e a humidade. — Já estás molhada, cabra? Só de pensar em me foder? — Sim... — gemeu ela baixinho. — Desde que saí de casa que estou a imaginar a tua boca em mim. Rui sorriu e tirou o telemóvel com a mão livre. — Quero fotografar-te assim. Abre mais o vestido. Raquel puxou o tecido para o lado, expondo o body transparente e as meias. Rui tirou várias fotos: close-ups dos seios, das coxas com corações, da renda colada à pele molhada. Depois, mandou-a virar um pouco e fotografou o rabo redondo e empinado, marcado pela tira fina do body. — Estas fotos vão ficar no meu álbum privado. Só minhas. Olha para ti... perfeita pra ser fodida. A cada foto, Rui tocava-a mais. Os dedos entravam por baixo da renda, esfregando o clitóris inchado em círculos lentos. Raquel gemia, segurando-se ao banco, as botas plantadas no chão do carro. — Rui... se continuares assim vou gozar antes de chegarmos. — Ainda não. Quero-te louca primeiro. Pararam num parque de merendas isolado, antes do restaurante. Era um lugar discreto, com mesas de madeira à sombra de árvores altas, poucos carros por perto. Rui estacionou no canto mais afastado, sob a sombra densa. — Sai — ordenou ele. Raquel saiu do carro, o vestido esvoaçando ao vento leve. Rui aproximou-se por trás, apertando o corpo dela contra o dele. As mãos subiram pelos flancos, apertando os seios por cima do tecido. — Tira o vestido. Quero ver a lingerie toda. Ela obedeceu, deslizando o vestido pelos ombros e deixando-o cair sobre o banco do carro. Ficou só com o body preto transparente, as meias de corações e as botas até ao joelho. O sol filtrado pelas árvores iluminava a pele dela, destacando os mamilos escuros visíveis através da renda. Rui ajoelhou-se à frente dela, mesmo no chão do parque. Puxou a tira do body para o lado e enterrou o rosto entre as pernas dela. — Foda-se, que cheiro bom... — murmurou antes de começar a lamber. A língua dele era quente e experiente. Lambeu devagar primeiro, traçando linhas longas pela fenda molhada, saboreando cada gota. Depois focou-se no clitóris, chupando com força enquanto dois dedos entravam fundo na rata dela. Raquel agarrou-lhe o cabelo, gemendo alto, sem medo de serem ouvidos naquele lugar deserto. — Ai, Rui... assim... lambe-me toda. Enfia a língua dentro. Ele obedeceu, fodendo-a com a língua enquanto os dedos esfregavam o ponto G. As meias pretas com corações roçavam no rosto dele, e as botas davam-lhe estabilidade enquanto as pernas tremiam. — Conta-me — disse ele entre lambidas, olhando para cima com os olhos brilhantes de luxúria. — Como é que tu fodes com outros homens? O Antonio fode-te bem ou tu precisas de mais? Raquel gemeu, excitada com a pergunta. — O Antonio é... normal. Fode-me às vezes, mas é rápido. Não me come como tu. Rui sorriu e chupou o clitóris com mais força. — E os outros? Já fodeste com mais? Conta-me tudo enquanto te lambo. — Sim... já fodi com dois ou três. Um era casado como eu. Encontrávamo-nos no carro, igual a isto. Ele gostava de me foder por trás, puxando o cabelo. Rui levantou-se, abriu as calças e tirou o pau duro, grosso e latejante. — Deixa ver como te fodem. Vira-te e apoia-te no carro. Raquel virou-se, inclinando-se sobre o capô quente. O rabo empinado, o body puxado para o lado, as meias e botas tornando-a ainda mais puta. Rui posicionou-se atrás e enfiou tudo de uma vez, num golpe fundo. — Aaah! — gritou ela de prazer. — Isso... aperta-me com essa rata gulosa. Conta mais. Como é que eles te fodiam? Enquanto metia com força, as bolas batendo contra ela, Rui puxava o cabelo dela e falava ao ouvido. — Um gostava de me filmar enquanto eu chupava — gemeu Raquel entre estocadas. — Outro gostava de me vir na boca e fazer-me engolir tudo. Dizia que eu era a melhor puta que ele tinha. Rui acelerou, fodendo-a com violência deliciosa. — E tu gostas, não gostas? De seres a puta secreta. Enquanto o Antonio espera em casa, tu estás aqui a levar no cu... espera, ainda não. Hoje quero-te na rata primeiro. Ele virou-a de frente, levantou uma perna dela (a bota preta brilhando ao sol) e enfiou novamente, olhando nos olhos dela. — Olha para mim enquanto te fodo. Diz-me o que mais te excita nos outros homens. — Gosto quando são brutos... quando me tratam como uma vadia. Como tu estás a fazer agora. O Rui... mais fundo... fode-me como se fosse tua. Os gemidos deles ecoavam no parque vazio. Rui tocava nos seios, beliscando os mamilos através da renda. Fotografou novamente: o rosto dela de prazer, o corpo meio nu contra o carro, o pau entrando e saindo brilhante dos fluidos dela. — Quero-te a gozar na minha boca primeiro — disse ele, ajoelhando-se novamente. Voltou a lambê-la com fúria, dois dedos dentro, curvados no ponto certo. Raquel agarrou a cabeça dele, as botas fincadas no chão, e gozou com força, tremendo, inundando a boca dele. — Isso... bebe tudo, Rui... ai meu Deus! Mal ela recuperou, Rui levantou-a, sentou-a na borda da mesa de merendas e abriu-lhe as pernas bem largas. O body estava todo torto, as meias molhadas de humidade, as botas penduradas no ar. Enfiou novamente, fodendo-a com estocadas longas e profundas. — Mais histórias. Quero ouvir enquanto te encho. Raquel, ofegante, obedeceu: — Outro gajo gostava de me comer no hotel. Fazia-me vestir lingerie igual a esta e depois rasgava tudo. Dizia que eu tinha a rata mais apertada que ele já tinha fodido... mesmo depois de casada. Rui riu, excitado. — Porque tu és mesmo uma puta viciada. O Antonio não faz ideia, pois não? — Não... ele acha que sou a mulher perfeita. Mas contigo... sou só buraco. As palavras sujas fizeram Rui perder o controlo. Fodeu-a mais rápido, a mesa rangendo, até sentir que ia gozar. — Onde queres? — Dentro... enche-me toda. Ele explodiu dentro dela, jatos quentes enchendo a rata pulsante. Ficaram assim uns segundos, colados, suados. Depois, Rui puxou o telemóvel e tirou mais fotos: close da rata pingando, o corpo dela marcado pelas mãos dele, as meias de corações agora desarrumadas. — Vamos almoçar agora — disse ele, ajudando-a a vestir o vestido. — Mas à tarde continuamos. Quero ouvir mais sobre como te fodem os outros. Raquel sorriu, ainda trémula, sentindo o esperma dele escorrer pelas coxas enquanto voltavam para o carro. — Como quiseres. Hoje sou toda tua. E assim continuaram o dia, o segredo entre eles mais quente do que nunca.
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