Tarde de chuva com meu pai!

Me lembro perfeitamente daquela linda tarde de chuva, quando fui acariciada como uma verdadeira mulher pelo meu pai. Chovia forte lá fora, o céu cinzento cobrindo tudo, e eu estava sozinha em casa com ele. Já fazia um bom tempo que eu desejava os carinhos daquele homem alto, forte e experiente. Antes, só rolavam uns beijinhos roubados e abraços apertados quando minha mãe viajava a serviço. Mas agora, com 18 anos, meu corpo tinha virado o de uma mulher de verdade, e o tesão que eu sentia por ele queimava por dentro.
Meus peitinhos estavam grandes, firmes, com biquinhos rosados que endureciam só de pensar nele. Tinha uns pelinhos fininhos na minha xaninha depilada quase toda, e meu grelinho estava sempre sensível, pedindo atenção. Como estava de férias, eu queria ir ao cinema, mas papai me pediu pra esperar a chuva passar. Mamãe tinha viajado de novo, e ele ficou comigo.
Fui deitar na minha cama, vestindo só uma camisolinha curta que mal cobria a bunda e uma calcinha fio-dental enfiada entre as nádegas. A chuva batendo no telhado me deixava inquieta. Meu corpo esquentava devagar. A bucetinha foi ficando molhada, inchada de desejo. Comecei a me tocar bem devagarinho, passando os dedos pela fenda quente, sentindo o mel escorrendo. Meu grelinho estava duro, latejando. Eu não aguentava mais. Queria uma pica grossa, quente, entrando fundo no meu corpinho apertado.
- Pai... vem deitar aqui comigo pra ver um filme? – chamei, a voz saindo manhosa.
Ele apareceu logo, só de short folgado, sem camisa, o peito largo e peludo brilhando um pouco de suor. Quando ele sentou na cama, notei o volume grande marcando o tecido. Fingi que não vi nada e deixei ele escolher o filme. Deitei a cabeça no ombro dele, me encostando. Papai me abraçou forte, e eu comecei a acariciar o rosto dele, os cabelos grisalhos nas têmporas, descendo a mão pelo peito.
Ele retribuiu, apertando o abraço. A respiração dele foi ficando pesada. Coloquei a cabeça no peito dele e comecei a brincar com os mamilos duros, descendo a barriga. Na hora, o pau dele ficou tão duro que quase rasgou o short. A barraca armada era enorme.
Fomos nos acariciando devagar. Ele passava a mão grande no meu corpinho, o braço roçando nos biquinhos dos meus peitos, que ficaram duros que nem pedra. Eu gemi baixinho.
- Aiiii, pai... você faz carinho tão gostoso... – sussurrei, me esfregando nele.
- Você gosta muito de mim, filha? Quer ficar sempre assim, abraçadinha, sentindo meus carinhos? – ele perguntou, a voz rouca de tesão.
- Adoro, pai... eu quero ser sua... toda sua... – respondi, abraçando mais forte, sentindo o calor dele.
O tesão estava palpável no ar. Desci a mão pela barriga dele e, sem que eu precisasse pedir, ele segurou minha mãozinha e enfiou dentro do short. O cacete estava latejando, todo melado de pré-gozo. Segurei aquela pica grossa, quente, veias saltadas, e comecei a masturbar devagar. Papai gemeu gostoso, um gemido grave que fez minha buceta contrair.
Ele tirou minha camisolinha com pressa e atacou meus peitinhos. Chupou um biquinho com fome, lambendo em círculos, mordendo de leve, mamando forte como se quisesse tirar leite. A outra mão apertava o outro peito.
- Hummm... filha... que peitos deliciosos... – murmurou entre uma mamada e outra.
Eu gemia desesperada, apertando o pau dele com mais força, massageando as bolas pesadas cheias de porra.
- Aiiii, pai... chupa mais... morde meu biquinho... isso... assim...
Papai desceu a boca pelo meu corpo, beijando a barriga, lambendo o umbigo. Abriu minhas pernas bem abertas e enfiou o rosto na minha coninha molhada. A língua quente lambeu toda a fenda, de baixo pra cima, parando no grelinho pra chupar com vontade. Enfiou a língua fundo na buceta, fodendo com ela, depois voltava pro grelo, sugando, mordiscando.
Eu me esfregava na cara dele, desesperada.
- Ahhh... pai... que delícia... chupa minha bucetinha... lambe meu grelinho... eu vou gozar... aiiiiiiiii, caralho... mais forte!
Gozei pela primeira vez com um grito, o corpo tremendo, mel escorrendo na boca dele. Ele lambeu tudo, faminto.
Depois subiu, chupou meus peitos de novo e esfregou aquela pica enorme na minha boca.
- Chupa, filha... mama o pau do papai... lambe como picolé...
Eu não sabia muito, mas obedeci. Lambi a cabeça grossa, o pré-gozo salgado, desci pela vara até as bolas. Chupei uma, depois a outra. Ele segurou minha cabeça e enfiou devagar.
- Isso... mama gostoso... que boquinha quente...
Eu chupei com vontade, aprendendo rápido, babando tudo, engasgando um pouco mas adorando. Ele fodia minha boca com movimentos suaves no início, depois mais fundo. Gemendo alto.
- Porra, filha... você mama tão bem... vou gozar... toma toda a porra do papai!
Ele gozou forte, jatos quentes enchendo minha boca. Engoli o máximo que pude, o resto escorrendo no queixo. Delícia quente e grossa.
Papai me beijou na boca, língua com língua, trocando saliva e porra.
- Você vai ser a mulherzinha do papai agora... só minha putinha...
- Quero ser, pai... toda sua... me fode quando quiser... – respondi, louca de tesão.
Ele abriu minhas pernas de novo e voltou a devorar minha xoxota. Dois dedos entraram fundo, curvados, batendo no ponto G enquanto a língua trabalhava o grelinho. Gozei de novo, gritando, jorrando na cara dele.
Então ele se posicionou, esfregando a cabeça da pica na minha buceta molhada, no grelinho inchado.
- Vou comer você, filha... devagar no começo...
Enfiou aos pouquinhos. Doeu um pouco quando rompeu o cabaço, mas logo virou prazer puro. A pica grossa esticando minhas paredes, entrando fundo.
- Aiiii, pai... que pica grande... me fode... vai mais fundo...
Ele meteu gostoso, olhando nos meus olhos com cara de tarado.
- Está bom, filha? Essa bucetinha apertada é minha... sempre sonhei em comer você... você é a puta mais gostosa do mundo... agora é só do papai...
- É tudo que eu queria... me fode forte... sou sua vadia... ai, caralho... mais rápido!
O vai-e-vem ficou intenso. Ele batia fundo, bolas batendo na minha bunda, suando, gemendo. Eu cravava as unhas nas costas dele. Gozamos juntos, ele enchendo minha buceta de porra quente, eu apertando o pau com espasmos.
Ficamos abraçados, quase desmaiados, corações disparados. Depois ele me pegou no colo e me levou pro banheiro. No chuveiro, ensaboou meu corpo todo, mãos escorregando nos peitos, na bunda. Virou-me de costas, esfregou o cacete entre as nádegas.
- Quero esse cuzinho também... você é virgem aí?
- Sou, pai... enfia devagar... quero tudo seu...
Ele sentou no chão do box, pau apontando pra cima. Eu me posicionei, abri a bunda e desci devagar. A cabeça grossa forçando o anel apertado. Doeu, mas eu queria.
- Aiiiii... devagar... entra no meu cu... hummm...
Ele brincava com meus peitos, lambia minha orelha, chupava o pescoço.
- Isso, senta no caralho do papai... que cu apertado... puta gostosa...
Entrei tudo, comecei a cavalgar. Subia e descia, sentindo cada veia. Ele massageava meu grelinho com o dedo.
- Cavalga, vadia... rebola nesse pau... você é minha putinha safada...
Gemidos ecoavam no banheiro. Eu quicava desesperada, bunda batendo nas coxas dele.
- Ahhh... pai...fode o meu cu... que delícia... vou gozar de novo...
Ele me xingava gostoso:
- Toma no rabo, filha... sua buceta e seu cu são meus... porra, que vadia apertada...
Gozamos como animais, ele jorrando dentro do meu cu, eu tremendo inteira.
Depois ele me enxugou com carinho, me levou pra cama. Abraçados, pelados, dormimos um pouco. Acordei de noite com a mão dele na minha buceta de novo.
- Não acabou, filha... abre as pernas...
E continuamos a noite toda. Ele me comeu de quatro, de lado, eu por cima. Chupamos um ao outro várias vezes. Ele gozou na minha boca de novo, na buceta, no cu, nos peitos. Eu perdi a conta dos orgasmos. Palavras safadas não paravam:
- Me fode mais, pai... enche minha bucetinha de porra...
- Você é a melhor puta que eu já comi... te amo assim, safada...
A chuva continuava lá fora, mas dentro do quarto só tinha calor, suor, gemidos e porra escorrendo. Foi a tarde que mudou tudo. Dali em diante, sempre que mamãe viajava, eu era dele. E ele era meu.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tarde de chuva com meu pai!

Codigo do conto:
267580

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/07/2026

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