Meu maninho tarado!

A noite estava insuportável de tão quente. O ar parecia grudar na pele, pesado, úmido. No quarto que dividíamos há anos, não tinha mais espaço para vergonha. Eu, com 29 anos, já tinha tomado banho e estava só de camisete fina e calcinha branca, deitada na cama assistindo TV. O ventilador girava devagar, mas não refrescava porra nenhuma.
Meu irmão, com 20 anos, chegou suado do treino. Ele nem falou muito. Foi direto pro banheiro, tomou um banho longo e saiu só com uma toalha enrolada na cintura, pingando água. O corpo dele era forte, peito largo, abdômen marcado de quem malhava sério. Ele foi pra sala e eu fiquei no quarto. Acabei cochilando com o calor.
Acordei mais tarde, com sede e um pressentimento estranho. Fui até a sala na ponta dos pés. A TV estava ligada num filme pornô bem explícito: uma mulher de quatro chupava uma pica grossa enquanto gemia feito puta no cio. Meu irmão estava sentado no sofá, toalha aberta, mão subindo e descendo no cacete dele com vontade. Ele não me viu de primeira. A pica era grande, veias saltadas, cabeça brilhando de tanto tesão. Ele massageava as bolas pesadas e soltava uns gemidos baixos, roucos.
Fiquei parada uns minutos, só olhando. Minha buceta começou a latejar por baixo da calcinha. Nunca tinha visto ele assim. Nunca tinha visto um cacete de perto na vida – eu era virgem total. O calor subiu pelo meu corpo inteiro. Respirei fundo e entrei na sala.
Ele me viu de repente e parou a mão, olhos arregalados.
- Caralho, mana... faz tempo que você tá aí?
- Não, acabei de chegar – respondi baixinho, mas não saí. Meus olhos não desgrudavam daquela pica latejando na mão dele.
Ele sorriu meio nervoso, mas não fechou a toalha.
- Quer deitar aqui comigo? Tá um filme foda.
Eu fui. Me aconcheguei entre as pernas dele, encostando as costas no peito largo. A toalha mal cobria. Sentia o calor do cacete dele crescendo contra minha bunda. Era grosso, quente, pulsando. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca.
- Mana... você quer ver meu cacete de perto? – ele perguntou, voz rouca de tesão.
- Quero... – sussurrei, quase sem acreditar no que estava saindo da minha boca.
Ele me colocou de joelhos no chão, de frente pra ele. Tirou a toalha devagar. A pica pulou pra cima, enorme, uns 20 centímetros de comprimento por 6,5 de grossura, veias grossas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Levei um susto. Era linda e assustadora ao mesmo tempo.
- Pega nele, mana. Segura firme. Agora coloca na boca, igual as putas do filme. Chupa gostoso.
Eu estava tremendo, mas o tesão era maior que o medo. Segurei aquela vara quente na mão. A pele era macia, mas por baixo estava dura feito pedra. Abri a boca e coloquei a cabeça pra dentro. Tinha um gosto salgado, bom. Comecei a chupar devagar, depois peguei o jeito. Subia e descia a boca, lambendo a glande, enfiando o máximo que conseguia. Ele gemia alto.
- Isso, mana... caralho, que boca gostosa... chupa mais fundo, vai... engole essa pica...
Eu babava inteira, saliva escorrendo pelo queixo, fazendo barulho molhado. Ele segurava meu cabelo e empurrava devagar. Meu grelinho estava inchado, calcinha encharcada. Chupei com fome até ele apertar as coxas.
- Porra, vou gozar... ahhh... toma tudo, mana!
Ele explodiu na minha boca. Jatos grossos, quentes, salgados. Engoli o que deu, mas saiu um pouco pelo canto da boca, escorrendo nos meus peitos. Gostei pra caralho daquele gosto. Ele ficou ofegante, olhando pra mim como se não acreditasse.
- Nem eu tô acreditando nisso... você é louca, mana.
Dois minutos depois ele já estava duro de novo. O filme continuava rolando. A gente se olhou e caiu no beijo. Um beijo desesperado, língua molhada, gemendo na boca um do outro. Ele tirou minha camisete e mamou meus peitos com fome. Chupava os bicos duros, mordia de leve, puxava com os dentes.
- Seus peitos são uma delícia... tão durinhos... – ele murmurava entre uma chupada e outra.
Eu tirava a calcinha, ficando pelada nos braços dele. Ele desceu a mão e tocou minha buceta virgem pela primeira vez. Dois dedos grossos abriram meus lábios melados.
- Caralho, mana, você tá encharcada... que bucetinha apertada e lisinha...
Ele me deitou no sofá e a gente fez um 69 gostoso. Eu voltava a chupar aquela pica grossa enquanto ele lambia meu grelinho inchado, enfiava a língua na entrada da minha grutinha e chupava meus lábios. Eu gemia desesperada, rebolando na cara dele.
- Ahhh... irmão... isso... lambe minha buceta... chupa meu grelinho... porra, que delícia...
Ele enfiava dois dedos devagar, abrindo caminho. Eu tremia inteira.
Chegou a hora. Ele me colocou de frente na beirada do sofá, pernas abertas. A cabeça da pica dele roçava minha entradinha virgem, toda lubrificada de saliva e tesão.
- Vou devagar, mana. Se doer muito fala que eu paro.
- Não para... me ensina tudo... quero sua pica toda dentro de mim – pedi, voz tremendo.
Ele forçou. A cabeça grossa abriu meus lábios e entrou devagar. Doeu pra caralho, mas era um dor gostosa, cheia de prazer. Eu gemia alto.
- Aiiiii... que pica grande... tá abrindo minha bucetinha... ahhh...
Ele parou com só a cabeça dentro, me deixando acostumar. Depois continuou empurrando, centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada pulsação. Quando entrou tudo, eu estava tremendo, completamente cheia. Nossos corpos colados, suor misturado.
- Tá tudo dentro, mana... 20 por 6,5 de cacete na sua buceta virgem... caralho, como você é apertada...
Ele começou o vai e vem devagar. Eu gemia desesperada, unhas cravadas nas costas dele.
- Isso... mete... mete essa pica grossa... ahhh... mais fundo... me fode, irmão!
Sentei no cacete dele, sentindo entrar todinho de novo. Doeu muito no começo, mas logo eu cavalgava feito uma vadia mirim, quicando com força, peitos pulando. Ele segurava minha bunda e socava pra cima.
- Rebola nessa pica, mana... isso... que buceta gulosa... tá me engolindo inteiro...
Depois eu me coloquei de quatro no sofá, empinando a bunda. Ele abriu minhas nádegas, cuspiu no cu e enfiou aquela pica com força e delicadeza ao mesmo tempo. O barulho de pele contra pele era alto, molhado.
- Ahhh... tá batendo no fundo... me fode gostoso... abre meu cu com os dedos enquanto mete... porra!
Ele metia voraz, uma mão no meu cabelo, outra apertando meu grelinho. Eu gozei pela primeira vez na vida, buceta apertando o cacete dele, jorrando melada nas coxas dele. Gemia feito louca.
- Tô gozandooooooo... ahhhhh... caralho... continua metendo!
Ele não parou. Gozou logo depois, enchendo minha buceta virgem de porra quente, grossa. Mas não acabou. Transamos a noite toda. Segunda rodada ele me comeu de lado, terceira de frente com minhas pernas no ombro dele, quarta de novo de quatro, metendo no cu com calma depois de muito lubrificante improvisado. Gozamos quatro, cinco vezes. Eu estava destruída de prazer, buceta e cu latejando, corpo marcado de chupões.
No banho, a gente se lavou devagar, mãos explorando tudo de novo. Depois fomos descansar abraçados.
No dia seguinte, fizemos o pacto.
- Jamais vamos contar pra ninguém – ele disse, me olhando sério.
- E vamos provar de tudo juntos – completei, sorrindo safada.
Desde então viramos loucos. Transamos todo dia, às vezes várias vezes. Experimentamos brinquedos, plug no cu, vibrador no grelinho enquanto ele me fodia. Até fizemos um 3 com um amigo dele uma vez – dois cacetes me comendo ao mesmo tempo, um na buceta, outro na boca, depois trocando. Hoje, com 34 anos, eu sou uma mulher realizada pra caralho. Aquela noite mudou tudo.
E tem muito mais loucura pra contar no próximo conto.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu maninho tarado!

Codigo do conto:
267595

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/07/2026

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