Não aguentei e cai na pica de meu filho!

Rosana tinha 40 anos, casada há 20 com um homem que era um santo no dia a dia. Ele trabalhava duro, garantia conforto, e na cama ainda conseguia dar conta do recado na maioria das vezes. Mas o corpo dela... ah, esse corpo era uma tentação ambulante. Com 1,70m de altura, curvas bem desenhadas pela academia e caminhadas diárias, o destaque mesmo era aquele bumbum de 98cm, redondo, firme, que balançava de um jeito que fazia os homens virarem o pescoço na rua. Ela nunca traíra o marido, nunca sentira vontade. Até aquela segunda-feira.
Estava lavando roupa, como sempre. Lembrou da calcinha preta de renda que deixara no banheiro na noite anterior e foi buscar. Nada. Estranho, mas pensou que talvez tivesse guardado sem notar. Como tinha pouca roupa suja, resolveu trocar a roupa de cama do quarto do filho. André, 18 anos, terminando o ensino médio, corpo sarado de quem jogava futebol e nadava, 1,78m de puro músculo jovem. Ao puxar a fronha do travesseiro, a calcinha caiu no chão. O coração de Rosana disparou.
- Que porra é essa? – murmurou ela, pegando a peça com as mãos trêmulas.
Não fez mais nada aquela manhã. Ficou remoendo. Por que o filho guardaria a calcinha dela? Resolveu deixar exatamente onde estava e esperar. Às 11:30 ele chegou da escola. Abraçou-a por trás na cozinha, como sempre, o corpo quente colando no dela por um segundo a mais que o normal.
- Oi, mãe. Tô sem fome, lanchei no colégio. Vou pro quarto.
Rosana esperou uns minutos, o peito apertado de curiosidade e algo mais que ela ainda não admitia. Foi até a porta do quarto dele na ponta dos pés. Ajoelhou-se devagar e olhou pela fechadura. O que viu fez o mundo girar.
André estava deitado na cama, calça jeans arriada até os joelhos, a cueca abaixada. Na mão direita, ele segurava a calcinha dela, esfregando o tecido diretamente no nariz e na boca, inspirando fundo como se quisesse sugar o cheiro da buceta da própria mãe. Com a mão esquerda, ele bombeava a pica grossa, veias saltadas, a cabeça vermelha e inchada brilhando de pré-gozo. Era enorme. Muito maior que a do pai. Rosana sentiu as pernas fraquejarem.
- Caralho... – sussurrou ela, sem conseguir tirar os olhos.
Ele acelerava o movimento, o quadril subindo e descendo, os músculos do abdômen marcando com o esforço. A calcinha ia e voltava no rosto, ele lambia o tecido onde sabia que a buceta dela tinha encostado.
- Ahhh... mãe... sua bucetinha cheirosa... – gemiam baixinho, mas Rosana ouvia cada palavra.
Ela sentiu a própria buceta latejar, um calor molhado se espalhando. Nunca ficara tão excitada na vida. A calcinha que usava agora estava encharcada, o mel escorrendo pelas coxas. André começou a se contorcer, o ritmo ficando desesperado.
- Mãe... Rosana... toma minha pica na sua bucetinha, mãe... eu vou gozar... porra... – rosnava ele.
De repente ele parou o movimento da mão, apertou a base da pica grossa e explodiu. Jatos grossos e longos de porra branca voaram alto, caindo no peito, na barriga, até respingando na calcinha que ele ainda segurava no rosto. Foram vários jatos potentes, o corpo dele tremendo inteiro enquanto ele gemia o nome dela.
Rosana quase gozou só de olhar. Correu para o banheiro, trancou a porta e encostou na parede, ofegante. Sem pensar, enfiou a mão por baixo da saia, puxou a calcinha molhada pro lado e enfiou dois dedos na buceta quente e escorregadia.
- Meu Deus... que pica linda... – murmurava enquanto se dedava, o grelinho inchado pedindo atenção.
O orgasmo veio rápido, violento. Ela mordeu o lábio pra não gritar, as pernas tremendo. Depois tomou um banho frio, tentando apagar aquilo da cabeça. Não conseguiu.
Quando André saiu para a casa de um amigo, ela sentiu alívio. À noite, o marido chegou e transaram. Mas enquanto ele metia nela, Rosana só conseguia pensar naquela pica grossa do filho, naqueles jatos de gozo. Gozou como nunca, gritando alto, o corpo convulsionando.
Os dias seguintes foram um inferno delicioso. Ela observava André o tempo todo. Notava como ele olhava pro bumbum dela quando achava que não estava vendo. Como o pau dele marcava na calça às vezes quando ela se abaixava. Uma tarde, decidiu testar.
Estava na sala, de shortinho justo que marcava o volume da bunda. André chegou do treino, suado, a camiseta colada no peito definido.
- Mãe, vou tomar banho.
- Tá bom, filho. Depois vem aqui que eu quero conversar.
Ele tomou banho rápido. Quando voltou, só de bermudão, Rosana estava sentada no sofá, pernas cruzadas.
- André... eu encontrei minha calcinha no seu quarto.
O rosto dele ficou vermelho imediatamente. Tentou gaguejar.
- Mãe... eu... desculpa... eu não...
Rosana se levantou, aproximou-se devagar. O corpo dela tremia de tesão.
- Você fica cheirando a calcinha da sua mãe, né? Batendo aquela pica grossa pensando na minha buceta?
André arregalou os olhos, mas a bermuda já começava a crescer.
- Eu... porra, mãe... você não devia...
Ela colocou o dedo na boca dele.
- Shhh. Eu vi você gozando chamando meu nome. E sabe o que é pior? Eu fiquei molhada pra caralho assistindo.
André respirou fundo, o pau já duro latejando.
- Mãe... você tá falando sério?
Rosana segurou a mão dele e levou até a própria bunda, fazendo ele apertar a carne macia.
- Tô. Eu quero essa pica. Quero sentir você dentro de mim.
Não precisou falar mais nada. André a puxou com força, colando o corpo no dela. Beijou o pescoço, mordendo de leve, enquanto as mãos grandes apertavam aquele bumbum que ele tanto fantasiava.
- Caralho, mãe... sua bunda é perfeita... eu sonho com ela todo dia – rosnava ele, descendo as mãos e enfiando por baixo do short.
Rosana gemeu alto quando os dedos dele encontraram a buceta molhada.
- Ahhh... filho... mexe no grelinho da mamãe... isso... assim...
Ele a virou de costas, abaixou o short dela de uma vez. A bunda redonda ficou exposta, só de fio dental. André caiu de joelhos e enterrou o rosto ali, lambendo o cu e a buceta de baixo pra cima, gemendo como um animal.
- Delícia... buceta da mãe tem gosto melhor que eu imaginava... hummm... tão molhada...
Rosana empinava a bunda, rebolando no rosto dele.
- Come a buceta da mamãe... enfia a língua... ahhh porra... que delícia...
Ele chupava com fome, sugando o clitóris, enfiando a língua fundo na entrada quente. Rosana tremia, os gemidos ficando mais desesperados.
- Aiiiii aiiiii meu Deus... filho... vou gozar na sua boca... continua... chupa o grelinho... AHHHH!
Ela gozou forte, jorrando mel na boca dele, as pernas quase cedendo. André se levantou, puxou o pau pra fora. A pica estava monstruosa, latejando, veias grossas pulsando.
Rosana olhou hipnotizada.
- Que pica linda... maior que a do seu pai... vem, filho... quero sentir você me arrombando.
Ele a colocou de quatro no sofá, a bunda empinada. Esfregou a cabeça grossa na entrada da buceta, espalhando o mel.
- Mãe... vou meter tudo... você aguenta?
- Mete, caralho... enfia essa pica grossa na buceta da mamãe... me fode!
Com um golpe forte, ele enterrou metade. Rosana gritou de prazer e dor misturados.
- Aaaaiiii... que grossa... vai devagar... ahhh... tá enchendo tudo...
André segurou os quadris dela e foi fundo, centímetro por centímetro, até as bolas baterem na buceta molhada.
- Porra... que buceta apertada... parece virgem... tá sugando minha pica...
Começou a meter com força, o som de pele contra pele ecoando na sala. Rosana gemia desesperada, o rosto enterrado nas almofadas.
- Isso... fode a mamãe... mete forte... ahhh... sua pica tá batendo no fundo... que delícia... mais rápido, filho!
Ele acelerava, as bolas batendo no grelinho dela a cada estocada. Pegou o cabelo dela, puxando pra trás enquanto socava.
- Você é minha agora, mãe... essa buceta é minha... vou te encher de porra todo dia...
- Sim... sou sua putinha... fode sua mãe... me arromba... AHHHH... vou gozar de novo!
O orgasmo dela foi violento, a buceta apertando a pica dele como um punho. André não aguentou. Com um rugido, enterrou tudo e gozou fundo, jatos quentes enchendo o útero dela.
- Mãe... tô gozando... toma toda a porra do filho... porraaa!
Ficaram ali, ofegantes, suados, conectados. Mas não acabou. Depois de alguns minutos, ele ainda estava duro dentro dela.
- Vira, mãe. Quero ver essa cara enquanto te como.
Rosana se virou, abriu as pernas, puxando ele pra cima dela. André meteu de novo, olhando nos olhos da mãe enquanto socava fundo.
- Olha pra mim enquanto eu fodo você... geme pra mim...
- Ahhh... filho... sua pica tá me destruindo... mas eu amo... mete mais... quero sentir suas bolas batendo no meu cu...
Ele metia com vontade, o sofá rangendo. Beijava os seios dela, chupando os mamilos duros enquanto o pau entrava e saía brilhando de mel e porra.
- Buceta da mamãe é viciante... tão quente... tão molhada...
Rosana cravava as unhas nas costas dele, gemendo alto.
- Isso... rasga minha buceta... me faz sua vadia... Aaaai... de novo... tô gozando de novo... filhooo!
Mais um orgasmo, o corpo dela convulsionando. André tirou o pau, colocou ela de lado e levantou uma perna, metendo de lado, batendo fundo.
- Quero foder esse cu também... um dia... mas hoje vou encher essa buceta mais uma vez.
Ele meteu como um louco, suado, os músculos brilhando. Rosana gritava de prazer.
- Sim... me usa... sou sua puta... fode... fode... AHHHH!
O segundo gozo dele veio ainda mais forte, enchendo ela até transbordar. Porra escorrendo pela buceta inchada.
Depois disso, viraram amantes. Todo dia, quando o marido saía, André fodia a mãe em todos os cantos da casa. Na cozinha, ele sentava ela na mesa, abria as pernas e chupava até ela implorar pela pica. No quarto dele, ele fazia ela cavalgar, segurando aquela bunda gostosa enquanto ela subia e descia, gemendo.
- Cavalgue na pica do filho, mãe... rebola esse bumbum...
- Ahhh... tá tão fundo... sua pica me enche toda... que delícia... vou gozar de novo... porraaa!
Uma tarde, ele quis experimentar mais. Deitou ela na cama, levantou as pernas dela até os ombros e meteu fundo, o pau batendo no ponto G.
- Olha como sua buceta engole tudo... tá piscando pra mim...
Rosana gritava, o suor escorrendo.
- Isso... assim... me fode como uma cadela... Aaaai... tá batendo no útero... vou esguichar no seu pau... filhooo!
Ela jorrou, molhando a barriga dele. André não parava, metendo cada vez mais rápido até gozar de novo, enchendo ela.
Os diálogos ficavam cada vez mais sujos.
- Mãe, abre esse cu pra mim... quero lamber.
- Lambe meu cu, filho... enfia a língua no cuzinho da mamãe... hummm... delícia...
Ele lambia, chupava, enfiava dedo enquanto metia na buceta. O tesão só aumentava.
Meses se passaram. Rosana vivia em constante excitação. O marido nunca desconfiou. André, agora um homem completo, dominava a mãe na cama, mas era o filho carinhoso fora dela.
Uma noite, quando o marido viajava, eles transaram a noite toda. André fodeu a mãe em todas as posições, gozando na boca, na cara, dentro da buceta, até no bumbum. Rosana engolia a porra dele com gosto, lambendo a pica até limpar.
- Engole tudo, mãe... toma o leitinho do filho...
- Humm... gostoso... quero mais... me dá essa pica de novo...
E assim, o que começou com uma calcinha roubada virou uma paixão proibida, intensa, cheia de gemidos desesperados e prazer sem limites.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Não aguentei e cai na pica de meu filho!

Codigo do conto:
267589

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/07/2026

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