Tem coisas que acontecem em nossas vidas inexplicavelmente; e o que aconteceu comigo resolvi deixar registrado neste site. Meu nome é Homero; 40 anos; casado; dois filhos homens. Moro em São Paulo; trabalho como representante comercial e vivo viajando pelos litorais passando pelas estradas: Rio-Santos; Rio-Cabo Frio e Rio-Macaé. Estava em Macaé; numa quinta-feira (véspera de um feriado prolongado), quando minha esposa me ligou pedindo se podia pegar minha sobrinha que estava na cidade do Rio de Janeiro onde ela foi prestar vestibular e hospedada na casa de uma colega. Minha sobrinha Néli, estava com 17 anos e era lindíssima: - Loura; olhos verdes e um corpinho de bailarina. Só que ela era muito séria, meio nerd´s; só vivia pra estudar... E nunca tinha passado pela minha cabeça qualquer pensamento maldoso em relação a minha sobrinha. Tentei argumentar com minha esposa que seria uma viagem longa; já que tinha que passar em Angra dos Reis primeiro, antes de ir pra casa... : - Não tem problema meu amor; até a noite vocês chegando está ótimo!... Peguei o endereço e o telefone pra me comunicar com Néli. Sábado, saí cedo de Macaé indo até o Rio onde peguei minha sobrinha. Estávamos ainda na linha vermelha quando pegamos uma forte chuva, e devido a um acidente, pegamos um engarrafamento monstruoso que só chegamos em Duque de Caixas duas horas depois. Já acostumado, estava tranqüilo, mas notei certa impaciência em Néli:- O que foi? Está cansada?... : - Não tio! É que está me dando vontade de fazer xixi!... Estava esperando chegar a um posto pra poder parar. Mas a chuva continuava e o transito lento: - Ih tio! Não vai dar pra segurar muito tempo não!... O primeiro posto (bem ralé) que apareceu, entrei. Estava abarrotado de caminhões parados. Quando o recepcionista indicou onde ficavam os banheiros, ressaltou: - Só tá funcionando o banheiro dos homens!... : - Ah tio! Não vai dar pra chegar em outro posto não!... Chamei Néli e ela ficando no início de um corredor, fui espiar dentro do banheiro. O banheiro era até grande: mas sujo, fedendo urina e os dois reservados estavam sem portas. Esperei dois caminheiros saírem e chamei Néli pedindo pra ela entrar que ficaria na porta pra não deixar ninguém entrar. Néli entrou e dois minutos depois ouvi me chamando... Enfiei o rosto na porta vendo-a meio de cócoras, com a calça arriada e cobrindo a xoxota com a mão: - Aqui não tem papel!... Olhei pro corredor, e como não vinha ninguém; entrei no outro reservado, tirei o rolo de papel higiênico e entreguei à Néli... Já ia me virar quando a porta foi aberta por alguém. Fiquei na mesma posição cobrindo minha sobrinha com meu corpo enquanto ela se limpava. Ela ficou nervosa: - Calma Néli, fique tranqüila que eu estou aqui te cobrindo!... Néli segurando o rolo de papel com uma mão e a outra passando o papel, não pude deixar de ver o beicinho de sua pequena bucetinha que estava praticamente toda raspada. Ela puxou a calça e saímos rapidamente... Ela rindo: - Caramba tio! Que vexame!... Entramos no carro: - Que vexame? Aqui ninguém nos conhece!... : - Mas você me viu quase pelada!... : - Qual o problema?... : - É mesmo né tio? Pra que ter vergonha de você já que estamos juntos e longe de casa?... Não entendi aquela observação que ela fez. Por causa da chuva, tivemos que parar mais duas vezes... Aproveitamos pra almoçarmos; quase quatro horas da tarde. Antes do pedágio, saí da Dutra pra pegar a Rio-Santos e passar no cliente de Angra dos Reis. Novamente pegamos uma estrada entupida de carros e transito cada vez mais lento (e a chuva insistente). Eu já tinha passado por situações até piores, mas minha preocupação era com minha sobrinha. Já estava escurecendo quando chegamos no tal cliente e ele me deu a má notícia: Pra frente tinha caído duas barreiras e por precaução eu deveria esperar o dia seguinte pra seguir viagem... Entramos em contato com nossas famílias pra tranqüilizá-los e fomos para um hotel bem simples. Como sempre fui um homem correto, estava pedindo dois quartos quando Néli fingindo ser minha filha: - Não pai! Pede só um quarto!... Chamei-a num canto: - Não tem cabimento Néli! É melhor pra que você fique mais a vontade e eu também!... Justificou: - Vou ficar com medo sozinha!... E sorrindo: - Ninguém precisa ficar sabendo que dormimos no mesmo quarto!... Senti um calafrio imaginando a encrenca que estava me metendo. Néli foi pro banho e não demorou pra me chamar. Próximo da porta ela me pediu pra pegar um shampoo em uma de suas bolsas. Bati na porta, e ela: - Pode entrar tio! A porta está só encostada!... Jamais teria coragem de fazer aquilo por minha própria conta, mas como era ela quem me deu permissão puxei a maçaneta e prendi a respiração vendo aquela ninfeta nuazinha; de lado pra mim, com seu peitinho lindo e pontudo... Por mais que eu era sério, meu pau endureceu na hora: - Perdeu o juízo Néli?... Ela foi virando de frente pra mim: - Acho que sim! Me deu uma vontade de deixar você me ver pelada!!!... Eu é que fui perdendo o meu juízo e aproximando: - Você tem um corpo lindo menina!... : - Você acha tio?... Já estava quase passando a mão, quando me bateu um arrependimento e saí pro quarto com a cabeça fervendo (as duas). Néli saiu enxugando o corpo: - Ficou chateado tio?... Virei olhando novamente aquela gostosura de menina e resolvi chutar tudo pro alto. Tirei a toalha de sua mão e fui passando naquele corpinho magro e perfeito: - Porque você está me provocando?... Depois de enxugar seus peitinhos fui descendo pro meio de suas pernas: - Não sei tio! Mas acho que é porque é a primeira vez que eu fico sozinha assim com um homem!... : - Você é virgem?... Já tinha largado a toalha e passava a mão em sua xoxota: - Não! Não sou!... Nunca soube nem que aquela menina tivesse tido um namorado (pelo menos firme): - Foi algum namoradinho?... : - Não!!! Mas nem adianta perguntar que eu não vou falar com quem foi!... Fiquei curioso. Dei um beijinho num dos peitinhos duro e resolvi ser mais audacioso... Aproximei minha boca e ela ofereceu a sua. Grudei naquela boquinha carnuda e levei minhas duas mãos em sua bunda apalpando suas nádegas firmes, quando senti sua mão segurando meu pau por cima da minha calça: - Ah tio! Eu quero tio!... Num passe de mágica fiquei totalmente nu e pegando aquela ninfeta fui levando-a pra cama, caindo de boca em seus peitinhos. Néli me puxava pra cima dela: - Vem tio! Vem comer minha bucetinha!... Só coloquei a cabeça na portinha e ela ficou enlouquecida: - Enfia tio! Enfia logo!... Estava prestes a trair minha esposa pela primeira vez. Fiquei parado: - Me conta Néli, quem foi que tirou seu cabaço?... : - Não posso falar! Pelo amor de Deus tio! Me come! Me come!... Dei algumas pinceladas com o pau: - Só enfio se você me contar com quem foi!... Néli até levantava a bundinha pra ver se conseguia fazer meu pau entrar em sua buceta: - Foi meu irmão tio! Foi ele! Agora mete! Mete!... O filho da puta do meu sobrinho só tinha 15 anos. Fui enfiando naquela bucetinha apertada e Néli parecia que ia ter um troço de tanto que se debatia na cama: - Ahhhh! Ahhhh! Tudo tio! Quero tudo!... Ajeitei meu corpo e enterrei até o saco e fiquei bombando: - Conta pra mim, conta! Você gosta de dar a bucetinha pro seu irmão?... : - Eu gosto, mas ele gosta mais atrás onde ele pode gozar dentro de mim!... Aquilo estava me deixando com mais tesão ainda que fui aumentando as estocadas e pressentindo pelos seus gemidos entrecortados que ela estava gozando... Infelizmente tive que tirar de dentro daquela gostosa bucetinha pra gozar fora. Tomei um banho rápido e voltei louco pra continuar e aproveitar aquela chance que apareceu na minha vida... Ela continuava pelada na cama e deitei ao seu lado puxando-a pra cima de mim: - Vem aqui com o titio vem!... Sem que pedisse, ela buscou minha boca e ficamos abraçados fazendo nossas línguas se tocarem... Eu passava a mão em suas coxas; na sua bunda; na sua xoxota, doido pro meu pau ficar duro novamente: - Eu quero mais tio!... : - É só esperar que daqui a pouco fico pronto novamente!... Mas Néli não queria esperar; como uma cobra foi afastando o corpo e bastou segurar meu pau que estava a meia bomba pra botá-lo na boca... Logo imaginei que ela fazia aquilo com seu irmão. Néli, além de chupar gostoso, massageava meu saco com sua mão; até parecia uma profissional do sexo. Quando sentiu que meu pau já estava no ponto, subiu sobre meu corpo e foi sentando com a bucetinha em cima... Foi descendo, rebolando e fazendo meu pau ir sumindo. Aquela menina me surpreendeu; freneticamente começou a subir e descer deslizando sua bucetinha em torno da minha piroca: - Ohhhh! Ohhh! Que delicia tio! Que pau gostoso que você tem!... Sua bucetinha parecia uma britadeira. Néli parou, e enquanto curtia seu orgasmo ficou remexendo sua bunda fazendo meu pau rodopiar dentro de sua buceta. A danadinha voltou a cavalgar minha piroca com sua bucetinha encharcada: - Goza tio! Goza! Goza!... Parecia até que ela queria que eu gozasse dentro; mas quando senti: - Sai Néli, sai que eu vou gozar!... Ela saiu, segurou meu pau e o ficou esfregando nos seus peitinhos deixando todo meu gozo ficar grudado em sua pele. Desde quando me casei, foi a primeira vez que dormi com outra mulher. Estava no banho quando Néli entrou (continuava pelada) e foi me abraçando e esfregando seu corpo no meu: - Bom dia tio!... A água caia sobre nos dois e fiquei ali imaginando. Logo eu, estava descobrindo que aquela menina não era tão comportada como todos pensavam... Tinha um fogo; talvez reprimido, capaz de incendiar a cabeça de qualquer homem. Fui ficando novamente de pau duro e ela segurando: - Fecha os olhos tio!... Fechei, e logo tive que abrir sentindo sua boca mamando avidamente minha piroca... A safadinha chegava a boca até quase a base e voltava sugando até chegar na cabeça passando a língua na cabeça sensível repetidamente... : - Caralho Néli! Assim você vai me fazer gozar!... Ela tirou a boca e olhando pra cima: - É isso que eu quero tio!... Voltou com a boca chupando, lambendo e acariciando meu saco. Quando tentei puxar a pica pra gozar, ela botou as duas mãos na minha bunda me fazendo gozar em sua boca... Foi uma sensação inexplicável ficar gozando e ela chupando sem parar engolindo toda minha porra. Descemos pra tomar um café bem reforçado e voltamos pro quarto tirando nossas roupas e deitando na cama... Tínhamos que aproveitar antes de seguirmos viagem. Depois de muito rala e rola; dei-lhe uma nova pirocada na xoxota fazendo minha linda sobrinha: gemer; gritar; urrar e gozar escandalosamente. Fiquei deitado vendo-a se levantar pra ir tirar minha porra que deixei esparramada sobre sua barriga... Olhei pra sua bundinha, onde ela dizia que seu irmãozinho gostava de meter pra poder gozar e me deu vontade de poder gozar ali também. Estávamos preparando nossas coisas pra irmos embora; ela só de calcinha, agarrei-a por trás e beijando sua nuca: - Vamos pra cama de novo?... Ela parou o que estava fazendo e virando pra mim me abraçando: - Vamos tio! Vamos!... Tirei sua calcinha e pedi pra ela ficar de quatro sobre a cama. Ela ajoelhada e eu de pé ao lado da cama, coloquei meu pau na sua xoxota e fiquei bombando até sentir meu pau bem molhado... Tirei, abri suas nádegas e coloquei encostado no seu cuzinho. Néli ficou toda assanhada: - Achava que você não gostava de comer bundinha!... Fui enterrando: - Gosto muito Néli! Mas faz muitos anos que eu não como uma!... : - Então come a minha tio! Mete com toda a sua força!... O cuzinho também era bem apertadinho, tive que usar suas ancas; segurando com minhas duas mãos, como alavanca pra poder enterrar até o fundo. Logo que comecei a bombar, Néli gritava pra botar mais força em minhas estocadas... Soquei com vontade dentro daquele cuzinho até ter um delicioso e prazeroso orgasmo com a pica toda enfiada. Chegamos em São Paulo e a deixei em sua casa, na frente de seus pais ela me deu um beijo no rosto me deixando acanhado: - Obrigada tio! Você é maravilhoso!... Voltamos a nossa rotina, pelo menos à vista de todos... Bastava eu estar em São Paulo pra darmos uma fugidinha e pararmos dentro de um motel.
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