Uma mulher com fio dental faz qualquer filho pensar besteira!
Alice tinha 31 anos, 1,67 de pura tentação, 60 quilos bem distribuídos, cabelos loiros cacheados caindo até a metade das costas, seios médios que balançavam gostoso quando ela andava, pele branquinha, olhos verdes que pareciam implorar por uma foda bem dada. Casada desde os 13, morava no interior de Sergipe, onde as coisas ainda eram bem tradicionais. O marido trabalhava em Angola e só aparecia a cada seis meses. Fazia exatamente seis meses que ele tinha ido embora dessa vez, e a buceta dela já estava latejando de tanta vontade. Ela não era de se masturbar, achava que dedo não resolvia o que uma pica grossa resolve. O filho, Alexandre, tinha acabado de fazer 18 anos. Alto, magro, moreno, bonito pra caralho. Quando saíam juntos, pareciam irmãos. Todo mundo comentava. Alê era carinhoso, daqueles que notava quando a mãe estava pra baixo. Naquela tarde, o telefone tocou. Era o marido avisando que ia atrasar mais um mês. Alice fingiu que entendia, mas desligou o celular e desabou na cama. As lágrimas desceram quentes. Saudade misturada com tesão acumulado. A boceta dela já estava molhada só de imaginar uma rola entrando fundo. Chorou um bocado, depois tomou um banho demorado, deixando a água quente escorrer pelos seios e pela bundinha durinha que malhar quatro vezes por semana deixava empinada e firme. Saiu do quarto ainda com os olhos vermelhos. Alê estava na sala vendo TV. Percebeu na hora. - Mãe, o que aconteceu? Você chorou? Ela sentou no sofá, contou tudo. O atraso do pai, a solidão, a vontade que estava apertando. Alê ouviu calado, depois sorriu daquele jeito que derretia qualquer uma. - Não fica assim não, mãe. Amanhã tem o passeio pra Pirambu. Vamos! Vai te animar. Alice aceitou na hora. Qualquer distração era bem-vinda. - Só que eu tô sem biquíni, filho. - Então vamos na loja agora. Eu também preciso comprar uma tanga nova. Na loja, Alê escolheu rápido a dele. Alice ficou indecisa. A vendedora trazia modelos minúsculos. - Não gosto muito pequeno, não quero chamar atenção. Alê ouviu e se aproximou do provador. - Mãe, você é novinha ainda. Deixa eu escolher um que vai te deixar moderna e linda. Ela concordou. Enquanto esperava, pegou um maiô escuro por garantia. Mas Alê voltou com um biquíni branco: cortininha pequena em cima e um fio dental minúsculo embaixo, com babadinho preto. - Já comprei esse, mãe. Tem tudo a ver com você. Prova que eu quero ver. Alice entrou no provador, vestiu. O tecido fino grudou na pele. A parte de cima mal cobria os bicos rosados dos seios. Embaixo, o fio sumia entre as nádegas duras, dividindo a buceta lisinha no meio, marcando o formato perfeito da xaninha. Ela se olhou no espelho e sentiu um calor subir. Estava provocante pra porra. Saiu do provador. - Filho, é esse mesmo? Alê arregalou os olhos. Fixou na buceta marcada. - Caralho, mãe... vestiu demais. Linda pra caralho. Dá uma volta. Ela girou devagar. A bunda ficou toda de fora, redonda, empinada, brilhando sob a luz da loja. - Nossa, tá perfeito! Principalmente a parte de baixo. Você é linda, mãe. Tem um corpo que dá inveja em qualquer mulher. Essa bundinha durinha e essa bucetinha marcadinha... puta que pariu. Alice ficou vermelha, o coração disparado. Nunca o filho tinha falado assim. Voltou pro provador rápido. - Filho, vai indo. A gente se encontra em casa. No dia seguinte, cedo, Alê já tinha feito café. - Vamos mãe, senão a gente se atrasa. Ela vestiu o biquíni branco por baixo da canga. Sentiu o tecido roçando na buceta e na bunda o tempo todo. No ônibus, Alê não desgrudou. Na praia de Pirambu, ele armou o guarda-sol, ela esticou a toalha e deitou de bruços. A canga saiu. A bunda ficou exposta, brilhando com o sol. Alê não disfarçava. Olhava fixo. - O que foi, Alê? Tem algo errado com minha bunda? - Não, mamãe. É que ela é muito bonita. Empinada pra caralho. Com esse biquíni fio dental tá ainda mais gostosa. Todo mundo que passa olha. Eu também não consigo parar. Quer que eu passe bronzeador? - Passa, mas só nos ombros e nas pernas. Ele começou. As mãos quentes espalhavam o óleo. De repente, uma confusão na praia. Gente correndo, gritando. Alê pegou a mão dela. Correram. Deixaram tudo pra trás. O ônibus do passeio já tinha saído. Outros também. Uma van de cidade vizinha parou. O cobrador gritava que tinha vaga. Só tinha um lugar no fundo. Alê sentou. O motorista falou: - Moça, você vai no colo do seu amigo aí. Alice hesitou, mas não tinha opção. Sentou no colo do filho. A estrada era um inferno de buracos. Cada solavanco fazia a bundinha dela roçar direto na virilha dele. Logo sentiu a pica endurecendo, grossa, quente, pulsando contra o fio dental. Alê começou a cheirar o pescoço dela. - Desculpa, mãe... não tô aguentando. Sua bunda roçando no meu pau tá me deixando louco. Alice sentiu um choque. Raiva misturada com um tesão absurdo. A buceta dela contraiu, babando. O biquíni já molhado. A van parou. Quase todo mundo desceu. Ficaram só eles no fundo e um casal lá na frente. Alê puxou ela de volta pro colo. Dessa vez Alice se ajeitou querendo. Sentou com a xaninha exatamente em cima da rola dura. Ele sarrava forte, as mãos apertando a cintura. Beijava a nuca, lambia. - Mãe... sua bucetinha tá quente pra caralho. Tá molhada, né? - Calma, filhinho... você vai ter tudinho. Só não goza logo. Ela levantou um pouco, tirou a mão dele que tentava afastar o biquíni. Apoiou nas pernas dele, ergueu o quadril. Alê baixou a tanga até os joelhos. A pica saltou, grossa, veiada, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Alice afastou o fio dental pro lado. A bucetinha lisinha, inchada, pingando, roçou na glande. - Vai devagar, meu filho... Desceu devagar. Sentiu a cabeça abrindo os lábios, entrando. Cada veia roçando nas paredes quentes e molhadas. - Aaaahhh... que pica grossa, Alê... tá me abrindo todinha... Desceu até o talo. Os pelos dele roçando no clitóris. Parou um segundo, saboreando a sensação de estar completamente cheia pelo pau do próprio filho. Depois começou a subir e descer, devagar no começo. A van balançava, ajudando o ritmo. Alê gemia no ouvido dela. - Mãe... sua buceta tá apertando minha pica... tá quente, molhada... caralho, que delícia... Ela acelerou. Os seios pulando dentro da cortininha. O barulho molhado da foda ecoava baixinho no fundo da van. - Hmmm... filho... me fode... mete mais fundo... sua pica tá batendo no fundinho da minha bucetinha... Ele apertava os peitos dela por cima do tecido, beliscava os bicos. A mão desceu, encontrou o grelinho inchado e começou a rodar o dedo. Alice tremeu inteira. - Aiiiiii, meu Deus... aí no grelinho... não para, Alê... vou gozaaaaaar... A buceta contraiu forte em volta da rola. Ela gozou primeiro, gemendo baixinho pra não chamar atenção. - Tô gozando, filhinho... aaaahhh... minha buceta tá esporrando na sua pica... Alê não aguentou. A pica pulsou forte dentro dela. - Mãe... vou gozar também... toma meu leite todo... Jatos quentes encheram a bucetinha dela. Alice sentiu cada esguicho, quente, grosso, enchendo até transbordar. Gozou de novo junto com ele, o corpo tremendo no colo do filho. - Não via a hora de chegar em casa pra continuar, mãe. Quero te comer direitinho, sem pressa. Quero chupar essa bucetinha que me pariu, lamber esse cu gostoso... Chegaram em casa quase à noite. Mal fecharam a porta, Alê já puxou Alice pro quarto. Tirou o biquíni dela devagar, beijando cada pedaço de pele. Deitou ela na cama, abriu as pernas. A buceta ainda estava vermelha, inchada, com o gozo dele escorrendo. - Que bucetinha linda, mãe. Toda lisinha, rosadinha... Abaixou o rosto e lambeu do cu até o grelinho. Sugou o clitóris com força. Alice arqueou as costas. - Aaaaiii... filho... que língua boa... chupa minha buceta... enfia a língua dentro... Ele enfiou a língua fundo, fodendo ela com a boca enquanto o dedo circulava o cuzinho apertado. Alice segurava a cabeça dele, empurrando contra a boceta. - Isso... come a mamãe com a boca... tô ficando louca... Virou ela de quatro. A bunda empinada, o cu e a buceta expostos. Alê cuspiu na rola e enfiou de uma vez. - Toma essa pica, mãe... toda dentro da sua xaninha gulosa... Metia forte, as bolas batendo na buceta. O quarto encheu de gemidos desesperados. - Mais forte, Alê... me rasga... quero sentir essa pica grossa me arrombando... aaaahhh... Ele deu tapas na bunda durinha, deixando marcas vermelhas. Depois molhou o dedo e enfiou no cu dela devagar. - Quero foder esse cu também, mãe. Depois. Hoje quero gozar de novo nessa bucetinha que me deu vida. Alice rebolava contra ele, completamente entregue. - Me usa, filho... sou sua putinha agora... fode a mamãe quantas vezes quiser... Gozaram juntos mais uma vez. Ele jorrando dentro, ela esguichando no lençol. Depois ficaram abraçados, suados, ofegantes. - Isso foi só o começo, mãe. Amanhã e todos os dias até o pai voltar... vou te foder em todo canto dessa casa. Alice sorriu, beijou a boca dele com fome. - Eu quero, meu filho. Quero sua pica todo dia enchendo minha buceta, meu cu, minha boca... sou toda sua agora. E assim, o que começou como uma simples distração na praia virou uma paixão proibida, intensa, suada e molhada que os consumiu completamente.
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