Amigo do filho lll



(Alguns dias depois)

O silêncio na casa de praia era diferente agora. Antes, era um vazio, uma ausência a ser preenchida. Agora, era um véu espesso, carregado de memória e de promessa. Cada canto sussurrava os ecos dos gemidos, cada superfície guardava a impressão fantasmal de seus corpos entrelaçados.

Elena estava sentada na sala, tentando ler um livro. As palavras dançavam diante de seus olhos, sem significado. Tudo o que ela conseguia sentir era a lembrança fantasma daquela intrusão, daquele preenchimento absoluto. A dor doce e a expansão proibida. O corpo dela era um mapa redesenhado por ele, e cada nervo clamava pelo cartógrafo.

A porta dos fundos rangeu.

Ela não precisou olhar. Sabia pelo ar que mudou, pela eletricidade súbita que preencheu a sala. Era o cheiro dele, salgado e limpo, misturado com a brisa do mar.

Miguel entrou. Ele estava vestindo apenas um short de banho velho, pendurado baixo em seus quadris. Seu torso, bronzeado e definido, brilhava com gotas de água do mar. Ele tinha acabado de surfar. Seus cabelos escuros estavam molhados, pingando em seus ombros largos. Seus olhos encontraram os dela imediatamente, e não havia saudação, não havia "oi, Dona Elena". Havia apenas o reconhecimento silencioso e pesado do que eram um para o outro agora: cúmplices em um pecado delicioso.

Ele parou no meio da sala, a poucos metros dela. Seu olhar era um desafio. Um comando silencioso.

Elena fechou o livro. Seus dedos tremiam levemente. A racionalidade tentou erguer sua cabeça feia: Ele é o amigo do seu filho. Você é uma mulher casada. Isso é loucura. Mas a racionalidade era um soldado fraco diante do exército do desejo que ele havia mobilizado dentro dela.

Ela deslizou para fora do sofá, seus pés descalços encontrando o piso de madeira frio. Não disse uma palavra. Seus olhos permaneceram travados nos dele enquanto ela se aproximava, cada passo um ato de rendição.

Quando ela estava perto o suficiente para sentir o calor irradiando de seu corpo, o cheiro salgado do oceano nele, ela se ajoelhou.

A expressão no rosto de Miguel mudou. A confiança juvenil endureceu em algo mais primitivo, mais dominador. Ele olhou para baixo, para ela, a mulher de seu amigo, a mãe de seu amigo, de joelhos diante dele. O poder da imagem fez seu pau, já semi-endurecido sob o tecido fino do short, começar a inchar visivelmente.

Elena não hesitou. Suas mãos encontraram a cintura elástica do short dele e o puxaram para baixo, junto com a cueca, libertando sua ereção. Ela já estava impressionada antes, mas vê-lo assim, em plena luz do dia, pulsando com a força da juventude e da excução, ainda a deixava sem fôlego. Era uma arma, uma ferramenta de prazer e posse. E ela era sua bainha.

Ela envolveu a base com uma mão, sentindo a veia saliente latejar contra sua palma. Então, ela se inclinou e colocou a ponta em seus lábios.

O primeiro contato foi elétrico. Ele tinha o gosto salgado do mar e algo inerentemente dele, um musk animal que ia direto para seu cérebro reptiliano. Ela circulou a cabeça inchada e roxa com a língua, coletando a gota de pré-sêmen que já perlava na ponta. Ele gemeu, um som baixo e gutural, e suas mãos se enterraram em seus cabelos, não com violência, mas com posse absoluta.

"É isso", ele sussurrou, sua voz rouca. "Mostra o quanto você sentiu falta."

Ela mostrou. Ela o tomou na boca, deslizando seus lábios pelo comprimento imponente, tentando acomodar cada centímetro. Não era hábil, nem graciosa. Era devocional, voraz. Ela chupou com a fome de quem estava faminta por dias, sua língua lambendo a parte inferior, suas mãos massageando seus sacos pesados. Ela olhava para cima, para seu rosto contorcido de prazer, e se sentia poderosa em sua submissão. Ela estava destruindo sua compostura com sua boca, e isso era um poder intoxicante.

"Caralho, Elena... sua boca...", ele rosnou, seus quadris começando a impulsar levemente, encontrando o ritmo dela. "Você chupa como uma putinha faminta. É isso que você é?"

Ela gemeu em torno dele, um sinal de afirmação, e o som vibrou em seu pau, fazendo ele tremer. Ela podia sentir ele ficando ainda mais duro, mais grosso em sua boca. Ele estava perto. A ideia de fazê-lo gozar assim, de engolir sua essência, era a coisa mais perversa que ela podia imaginar. E ela queria.

Mas ele tinha outros planos.

Com um movimento brusco, ele puxou seu pau para fora de sua boca, um fio de saliva conectando a ponta a seus lábios inchados. Seus olhos estavam selvagens.

"Não aqui", ele disse, puxando-a para cima pelos braços. "Quero você de outra forma hoje."

Ele a levou, não para o quarto, mas para a sala de jantar. A grande mesa de madeira maciça, outrora usada para jantares familiares barulhentos, estava vazia. Ele a virou e a inclinou sobre a superfície lisa e fria. A madeira gelou sua pele quente do peito e barriga.

"Você me deu sua buceta. Você me deu sua boca", ele sussurrou, seu corpo pressionando contra suas costas. Sua mão desceu pela sua coluna, sobre a curva de sua bunda, e entre suas pernas, encontrando seu sexo já encharcado. Ele deslizou dois dedos dentro dela com facilidade, fazendo ela gritar. "Tão molhada por mim. Sempre tão molhada." Ele circulou seu clitóris com o polegar, e ela se contorceu contra a mesa. "Mas você ainda não me deu tudo."

Seus dedos saíram dela e se moveram para trás, através do sulco de suas nádegas, até encontrar o pequeno botão tenso e proibido do seu cú. A ponta de seu dedo pressionou suavemente, e ela ficou rígida, um misto de medo e excitação pura inundando-a.

"Não...", ela sussurrou, mas era uma mentira, e ele sabia.

"Sim", ele respondeu, sua voz firme. Ele pegou o lubrificante que, ela notou com um choque, ele já havia deixado na mesa. Quando ele havia feito isso? A premeditação era assustadora. Era excitante. Ele cobriu seus dedos com o gel frio, e então voltou para ela, massageando suavemente a entrada tensa. "Você vai me dar isso também. Você vai me dar tudo."

A pressão era insistente, invasiva, mas o gel ajudou, e sua própria excitação era um lubrificante traidor. Seu corpo, contra sua vontade consciente, começou a ceder. Ele trabalhou um dedo dentro dela, e a sensação de invasão era aguda, estranha, proibida. Ela gritou, seus dedos arranhando a madeira da mesa.

"Relaxa", ele ordenou, seu outro braço envolvendo sua cintura, puxando-a para mais perto dele. "Relaxa e aceita."

Ele trabalhou até conseguir dois dedos, esticando-a cuidadosamente, mas implacavelmente. A dor se misturava com um prazer perverso, a sensação de estar sendo totalmente aberta, totalmente possuída. Quando ele achou que ela estava pronta, ele retirou os dedos.

Ela ouviu o som dele se lubrificando, o estalar da tampa, o esguicho do gel. Então, a ponta quente e muito maior que seus dedos pressionou contra aquele portal estreito.

"É meu", ele rosnou em seu ouvido, e então ele empurrou.

A dor foi branca e aguda. Ela gritou, um som dilacerado que ecoou na sala vazia. Ele parou, enterrado apenas na ponta, permitindo que ela se adaptasse. Suas lágrimas molharam a madeira da mesa.

"Respira", ele ordenou, sua própria voz tensa com o esforço de contenção. "Respira, Elena. Aceite."

Ela respirou, ofegante. Aos poucos, a dor aguda deu lugar a uma pressão avassaladora, uma plenitude que fazia a foda vaginal parecer brincadeira de criança. Ele estava dentro dela de uma forma que ninguém jamais estivera. Ele possuía até suas entranhas mais escondidas.

Quando ela parou de lutar contra isso, quando seu corpo finalmente se rendeu à invasão, ele começou a se mover. Devagar no início, cada pequeno movimento uma revelação de sensações novas e proibidas. A dor ainda estava lá, mas agora misturada com algo mais: um prazer retorcido e profundo que surgia da própria transgressão, da submissão absoluta.

"Meu Deus... é tão apertado...", ele gemeu, seu ritmo aumentando. "Seu cuzinho é só meu. Você ouve? Só meu."

Ela não conseguia falar. Ela apenas assentiu, seu rosto pressionado contra a mesa, suas lágrimas e saliva manchando a madeira. Ela estava sendo fodida no cu pelo amigo de seu filho em cima da mesa de jantar da família. Era a coisa mais degradante, mais pecaminosa, mais eletrizante que já havia acontecido com ela.

Seu orgasmo a pegou de surpresa, violento e profundo, originando-se de algum lugar além do clitóris, um tremor convulsivo que parecia vir de seu núcleo mais íntimo. Ela gritou novamente, e suas contrações apertaram ele dentro de seu ânus, arrancando um rugido dele.

Isso foi o suficiente para ele. Ele a agarrou pelos quadris e a fodeu com uma fúria final, seus embates tornando-se descontrolados, até que ele enterrou-se nela até o fim e explodiu. Ela sentiu o jato quente de sua semente preenchendo aquela parte mais íntima e proibida, marcando-a lá também.

Ele desabou sobre suas costas, ofegante, ainda tremendo. Ambos ficaram ali por um longo momento, presos nesse ato final de posse.

Quando ele finalmente saiu, a sensação de vazio foi catastrófica. Ela sentiu algo escorrer por sua coxa – uma mistura do lubrificante, seu sangue talvez, e o sêmen dele. A marca física daquela entrega total.

Ele a ajudou a se levantar, seus olhos escuros examinando seu rosto marcado por lágrimas. Ele não pediu desculpas. Não havia arrependimento em seu olhar, apenas satisfação profunda e posse.

Ele a beijou, devagar, na boca. Um beijo que tinha o gosto de sal, lágrimas e pecado.

"Até amanhã", ele disse, como se fosse um fato natural, inevitável como a maré.

E então ele se foi, deixando-a de pé, trêmula e marcada, diante da mesa de jantar. O feriado ainda não havia acabado. E Elena sabia, com um misto de terror e antecipação, que não havia mais limites a cruzar. Ela já havia dado tudo.

Foto 1 do Conto erotico: Amigo do filho lll

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Amigo do filho lll

Codigo do conto:
267878

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
21/07/2026

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