Cadela casada

O despertador não tocou. Foi a mão de Pedro, agarrando seu quadril com força através do cobertor, que a tirou do sono profundo. A luz da manhã entrava forte pelas janelas do quarto, iluminando a poeira dançante no ar.

— Acorda, puta. Hora do serviço — sua voz era áspera, sem vestígio de sono, carregada da autoridade que agora regia cada segundo da existência dela.

Rafaela se moveu imediatamente, seus músculos doloridos protestando. Ela se ajoelhou no chão ao lado da cama, sua posição padrão de manhã. Ele se levantou, sua figura imponente bloqueando a luz, e caminhou nu em direção ao banheiro. Ela o seguiu de quatro, uma cadela obediente seguindo seu dono.

No banheiro, o cheiro dele já dominava o espaço. Ele parou na frente do vaso sanitário e olhou para ela.

— Sabe o que fazer. A sede da manhã.

Rafaela ajoelhou-se diante dele, suas mãos apoiadas no chão frio dos azulejos. Ela olhou para cima, para o pau dele ainda flácido, mas imponente mesmo assim. Ela abriu a boca, uma concha expectante.

Pedro segurou seu próprio membro e começou a urinar. O jato forte e quente atingiu sua língua, enchendo sua boca com um líquido amargo e salgado. Ela não hesitou. Ela engoliou, cada golé um ato de submissão total, seu pescoço trabalhando para não deixar nada escapar. Suas pálpebras tremiam, mas ela mantinha os olhos fixos nele, bebendo a oferenda matinal do seu macho. Ele controlava o fluxo, ás vezes direto em sua garganta, ás vezes espalhando pelo seu rosto, marcando-a com seu cheiro mais íntimo.

Quando ele terminou, ele balanou o último resto em seus lábios inchados.

— Agora, a limpeza. Vire-se.

Rafaela se virou, ficando de quatro, suas costas arqueadas, seu rosto agora voltado para a privada. Ele se ajoelhou atrás dela. Ela sentiu suas mãos forte afastando suas nádegas, e então a língua áspera e úmida dele começou seu trabalho.

Ele não a lambeu com prazer. Ele a lambeu com a eficiência brutal de um animal fazendo sua higiene. Sua língua explorou cada dobra, cada centímetro de seu ânus, limpando os vestígios da noite anterior, da sua própria porra que ainda podia estar lá. A sensação era ao mesmo vez humilhante e intensamente íntima. Ela gemeu baixo, seu corpo tremendo, não de nojo, mas de uma excitação profunda por ser usada e cuidada de uma forma tão primal.

Quando ele terminou, ele deu um tapinha firme em sua nádega.

— Agora você. Limpa o seu dono.

Ele se levantou e se inclinou sobre a pia, suas costas para ela, suas nádegas poderosas expostas. Rafaela se moveu para frente, sua própria língua saindo para retribuir o favor. Ela lambeu seu ânus com a mesma devoção que ele demonstrara, saboreando o sabor salgado e muskado dele, limpando-o, servindo-o. Era o ritual mais íntimo, mais degradante e mais poderoso que existia. Ela era a escrava sexual completa, responsável até pela higiene do seu senhor.

Após o banho — onde ela lavou seu corpo com as mãos, nunca com uma esponja, como ordenado —, ele a levou para o closet.

— O corno adora exibir você, não é? — ele disse, passando os dedos por um vestido floral, inocente. — Gosta de mostrar a esposa bonita, a loirinha delicada.

Ele puxou o vestido do cabide e o jogou para ela.

— Veste isso. E a calcinha branca de renda. A que ele comprou pra você.

Rafaela se vestiu, sob seu olhar crítico. O vestido era justo, recatado, a imagem perfeita da esposa fiel. A calcinha, um presente de aniversário do marido, era um segredo sujo contra sua pele.

— Agora o cabelo — ele ordenou. — Solto e com onda. Do jeito que o corno gosta.

Ela obedeceu, penteando seu cabelo loiro até ficar brilhante e sedoso, um contraste gritante com as marcas roxas que ele deixara em seu corpo escondido sob o tecido.

Pedro pegou o celular dela da gaveta e jogou para ela.

— Manda uma mensagem pro corno. Diz que vai passar o dia na casa da sua mãe. Que está com saudades. Que ele não se preocupe.

Rafaela digitou a mensagem com dedos trêmulos, cada palavra uma facada de traição. "Amor, vou passar o dia na casa da mamãe. Estou com saudades. Não se preocupa, tá? Te amo."

A resposta foi quase instantânea. "Tudo bem, minha linda! Se diverte! Dá um beijo na sua mãe por mim. Te amo mais!"

Ela mostrou a mensagem para Pedro. Ele leu e sorriu, um sorriso largo e cruel.

— Perfeito. Agora ele vai passar o dia todo imaginando a esposinha dele, pura e inocente, na casa da mamãe. — Ele se aproximou, sua mão entrando por debaixo do vestido e puxando a calcinha de renda para o lado. Seus dedos encontraram sua umidade instantânea. — Enquanto na verdade, você está aqui. Com a calcinha que ele comprou encharcada de tesão por outro homem. Minha puta.

Ele a beijou então, sua língua invadindo sua boca com o mesmo sabor do mijo dela que ainda estava lá. Ele a possuía completamente. Seu corpo, suas roupas, suas mentiras, até o amor do próprio marido eram ferramentas para o prazer dele.

— Vamos — ele disse, terminando o beijo. — O corno gosta de exibir a esposa. Hoje você vai dar um passeio pela cidade. De vestido de esposa e com a minha porra escorrendo dentro de você. Para todo mundo ver a puta ordinária que você é, e só eu saber.

Ele a levou pela porta, vestida como um anjo, treinada como um demônio, completamente sua. E em algum lugar da cidade, o marido corno sorria, orgulhoso da esposa linda e comportada que tinha, sem saber que cada olhar de admiração que ela recebesse seria, na verdade, um tributo ao homem que realmente a possuía.


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Ficha do conto

Foto Perfil mamazita-
mamazita-

Nome do conto:
Cadela casada

Codigo do conto:
268873

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
01/08/2026

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