Era sábado e estávamos de boa. Decidimos dar uma volta. Nosso filho quis ficar em casa, pois estava jogando on-line com os amigos.
Fomos até uma avenida movimentada e conhecida da cidade. Ficamos ali caminhando quando Jéssica disse:
— Vamos entrar ali no zoológico?
— Vamos, sim! — respondi.
Apaixonados, andávamos de mãos dadas, sempre fazendo um carinho um no outro. Eu estava de shorts e camiseta, e a Jéssica com um vestido preto. De repente, parado olhando a onça, ela me abraça por trás e sussurra no meu ouvido:
— Amor, eu estou sem calcinha e minha xoxota tá toda babadinha... Estou safada hoje e morrendo de tesão.
Ouvir aquilo me deixou louco.
Continuamos passeando por ali, mas agora sob um clima pesado de safadeza e sexo. Nos provocávamos com olhares maliciosos e sorrisos sacanas. Já era bem no final da tarde e não faltava muito para o zoológico fechar. Tinha poucas pessoas andando por ali.
Comecei a arquitetar uma forma de foder sua bucetinha gostosa ali mesmo. Mas como?
Continuamos nosso passeio, olhando os animais, conversando, rindo e nos provocando, é claro. Mais ao fundo, próximo ao observatório, vi que tinha uma casinha. Provavelmente era algum lugar onde guardavam ferramentas ou algo parecido. Enquanto olhava os animais, tentei pensar rápido. Puxei a Jéssica e sussurrei no seu ouvido:
— Amor, eu vou te comer bem gostoso agora.
Ela, com seu sorriso safado e malicioso, me perguntou:
— Como? Tá louco?
Mostrei-lhe a casinha ao fundo. Ela, com um olhar assustado e ao mesmo tempo com o tesão correndo pelas veias, me olhou e disse:
— Ai, Carlos... Não sei se tenho coragem. Tenho medo. E se alguém pegar a gente?
Mas senti que, apesar do medo, a ideia do perigo mexeu com ela. Andamos mais um pouco, ela virou, me olhou e falou:
— Você quer isso mesmo? Acha que não vai dar B.O.?
Peguei em suas mãos, caminhamos em direção ao observatório novamente, nos encostamos por ali e ficamos observando a movimentação por alguns minutos. Vimos que nos 15 minutos em que ficamos ali não passou ninguém por perto.
Sem pensar, seguimos o plano.
Puxei ela para lá. Chegamos na casinha e a porta estava aberta. Dentro tinha apenas algumas ferramentas tipo enxadas e carriolas. Encostei a porta e, por dentro, tinha uma chave. Tranquei e ali nos agarramos. A adrenalina fazia nossos corpos tremerem, o tesão estava à flor da pele. Nosso beijo era intenso, naquela afobação. Eu a segurava pelo cabelo, beijava seu pescoço, e ela passando a mão no meu pau por cima do shorts. Ai, que tesão do caralho!
Ela já puxou meu pau para fora e começou a mamar com aquele olhar marcante e safado. Meu pau latejava em sua boca. Ela se levantou, ficou de quatro e eu ergui seu vestido. Veio a confirmação: a safada estava sem calcinha mesmo e sua bucetinha estava totalmente encharcada. Dei uma chupada para sentir o gostinho do seu mel, me posicionei atrás dela e meti com força. A respiração forte mostrava o quanto ela estava querendo aquilo.
Peguei-a pelo cabelo, puxei para perto de mim e falei:
— Agora aguenta, que vou te foder com força.
Comecei a meter forte, sentia meu pau cutucar o fundo dela. Ela gemia baixinho, pois não podia gritar ali. O tesão era algo fora do normal: ver minha esposa ali, sendo fodida por mim em um local público!
Coloquei-a deitada em cima de uma mesinha que tinha ali, joguei suas pernas no meu ombro e meti forte novamente. Ela mordia a mão para não gritar de tesão e se contorcia, fazendo caras e bocas.
Anunciei que iria gozar, ela pulou e pediu para eu gozar em sua boca. Ajoelhou-se na minha frente, me chupando com força, e não demorou muito: enchi sua boquinha com meu leitinho gostoso. Como agora ela engole meu leite sem frescura, engoliu tudinho e limpou meu pau com a boca, fazendo aquela cara de putinha safada.
Nos recompomos, abri a porta devagar e dei uma olhada para ver se não havia ninguém por perto. Vi que estava tranquilo, afinal faltavam apenas alguns minutos para o zoológico fechar.
Saindo da casinha, percebi que à nossa direita havia um senhor sentado em um banquinho. Ele me olhou e deu um sorriso malicioso, de quem sabia exatamente o que está tínhamos fazendo ali. Jéssica nem percebeu a presença daquele senhor.
Saímos e aceleramos o passo para não ficarmos presos ali dentro. Já no carro, e aliviados por ter dado tudo certo, seguimos nosso caminho para casa, rindo e comentando a loucura que tínhamos acabado de fazer.