A Carretilha e o Desejo

Tudo começou com uma carretilha de pesca que comprei pela internet. Nunca tinha usado uma antes e, quando decidi testar, percebi que estava com defeito. Como já faziam alguns meses da compra, o prazo de troca já tinha expirado. Conversando com um amigo lojista de Hortolândia, ele me indicou um técnico local especializado no assunto e me passou o contato do Anderson.
Atencioso e muito educado, Anderson explicou que trabalhava fora e fazia os consertos nas suas horas vagas. Como eu não tinha pressa, combinamos de eu deixar o equipamento na casa dele. Aproveitei minha rotina de representante comercial na região e passei por lá na mesma semana.
Quando o portão se abriu, fiquei sem ar. Fui recebido por uma mulher espetacular. Sílvia tinha 37 anos, uma morena jambo de corpo violão, dona de curvas fartas, pele sedosa e um sorriso radiante. Impossível dar a ela a idade que tinha. Com um carisma envolvente, anotou meus dados e prometeu avisar assim que o marido olhasse o problema. Saí de lá com aquela mulher gravada na minha mente.
Ao fim da tarde, recebi uma mensagem dela. O marido tinha dado uma olhada no horário do almoço e era algo simples. Aprovado o orçamento, pedi para realizar o serviço. Alguns dias depois, o texto na tela confirmou: a carretilha estava pronta.
No dia seguinte, passei para retirar. Sílvia veio ao meu encontro toda sorridente, exalando um perfume marcante e inebriante.
— Olá, Carlos! Tudo bem?
— Tudo ótimo, Sílvia. E com você?
— Tudo bem! Meu marido comentou que você vende ração para cães para os pet shops daqui.
— Vendo sim!
— Qual marca?
— A marca X.
— Ah, que legal! É exatamente a que uso. É excelente! Usamos bastante porque temos quatro cães grandes na chácara. Não consigo comprar direto com você, mais barato?
Enxerguei ali a brecha perfeita para me aproximar. Olhei bem nos olhos dela, sustentando um tom de cumplicidade:
— Olha, Sílvia... Eu não posso vender para pessoa física. Mas, para você, dou um jeito.
Ela deu um sorriso manhoso, mordendo o lábio inferior:
— Ah, que bom! Fico no aguardo, então...
Fiz uma parceria com um amigo lojista: ele vendeu a ração pelo preço de custo para ela e eu cobri a diferença. Quando avisei que tinha conseguido, Sílvia transbordou gratidão. Ela foi retirar o produto e, no mesmo dia, mandou uma mensagem carregada de intenção:
“Nossa, Carlos... Além de lindo e simpático, você foi incrivelmente generoso comigo.”
Não perdi tempo:
“Se você quiser, Sílvia, tenho muito mais coisas boas para te dar...”
A indireta bateu forte. Ela baixou a guarda e nossa conversa tomou um rumo totalmente malicioso. Sílvia confessou que o marido era um homem bom, mas totalmente ausente: só trabalhava e passava o resto do tempo bebendo no bar. Não lhe dava carinho, atenção ou prazer. Nas poucas vezes em que transavam, era um "papai e mamãe" frio e rápido, deixando-a sempre na vontade, frustrada e sem gozar. Ela revelou que tinha imensa curiosidade de explorar novas formas de prazer.
Assumi o controle e passei a provocá-la. Contei detalhadamente como gostava de fazer, o quanto eu era safado na cama e garanti que, comigo, ela conheceria o verdadeiro prazer. As palavras a deixaram em chamas; ela confessou que se masturbou e gozou várias vezes só imaginando tudo o que eu tinha dito.
Combinamos de nos encontrar em uma segunda-feira à tarde para não levantar suspeitas. Eu a peguei no centro de Hortolândia e seguimos direto para um motel. O nervosismo dela era palpável, mas fui conversando e acalmando seus passos até o quarto. Ao entrar, os olhos dela brilhavam de fascínio — era a primeira vez na vida que pisava em um motel.
Puxei-a suavemente pela cintura e a envolvi em um abraço caloroso. Comecei a beijá-la devagar, sentindo seu coração acelerado e sua respiração ficando pesada. Virei-a de costas, roçando meu pau ereto e rígido contra o bumbum fartíssimo dela, enquanto beijava seu pescoço e descia as mãos para apertar seus seios fartos. Arrepiada, Sílvia soltava pequenos gemidos reprimidos.
Abri sua calça e deslizei a mão para dentro de sua calcinha. A pepeca estava lisinha e completamente encharcada de tesão. Despi-a por completo, deitei-a na cama e comecei a percorrer todo o seu corpo com a língua. Ela tremia da cabeça aos pés.
— Ai, Carlos... Que tesão do caralho! Que homem gostoso, meu Deus! Meu marido nunca chupou minha bucetinha... Ai, que delícia! Me fode, por favor, não aguento mais!
Ajoelhei-me na cama e aproximei meu pau da sua boca. Sílvia o devorou com um desespero faminto, como se estivesse diante da maior iguaria de sua vida.
— Nossa, Carlos... Que pau enorme e gostoso! Nunca vi nada igual... Que delícia!
Ela engolia com vontade, babando, beijando, usando os lábios e a língua com uma entrega absoluta. Puxei-a e a coloquei de quatro. A visão daquele bumbum perfeito, aveludado e aberto para mim era magnífica. Empurrei meu pau para dentro daquela bucetinha apertada e quente, que parecia intocada há tempos. A cada estocada, ela rebolava, implorando para que eu a fodesse com força.
Decidi mostrar a ela como um homem de verdade faz. Segurei seus cabelos com firmeza, puxando sua cabeça para trás, e sussurrei no seu ouvido:
— Se prepara, porque agora você vai ver como se fode de verdade, sua safada.
Meti fundo e com força, segurando-a firme pela cintura e pelo cabelo. Desferi um tapa estalado naquela bunda gostosa. O som ecoou e Sílvia pareceu entrar em um transe absoluto de prazer.
— Isso! Me fode, seu filho da puta! Me faz de sua puta, me fode gostoso!
Explorei cada canto do corpo dela em várias posições. Na cadeira erótica, metia fundo enquanto ela se olhava no espelho, hipnotizada pela cena. Quando ela anunciou que ia gozar, acelerei o ritmo sem piedade. Sílvia teve um orgasmo avassalador, gritando e se contorcendo toda. Em seguida, ajoelhou-se e mamou meu pau com vontade até eu preencher sua boca com um jato quente de leite. Ela engoliu tudo com desejo e continuou me lambendo.
Fomos para o chuveiro, mas o fogo só aumentava. Ali mesmo, na cadeira erótica e sob a água morna, ela voltou a me chupar. Chupei sua bucetinha novamente e a coloquei de quatro. Enquanto fodia sua buzeta com força, meus dedos passeavam lubrificando a entrada do seu ânus perfeito.
— Posso comer esse cuzinho gostoso? — perguntei.
— Eu nunca dei o cu na vida, Carlos...
— Hoje ele vai ser meu. Vou comer com todo o carinho e, a partir de hoje, esse cuzinho é só meu.
Preparei-a com calma, usando os dedos e muito lubrificante até que ela relaxasse. Deitei-a de lado na cama e, devagar, fui empurrando a cabeça do meu pau no seu cu apertado. Sílvia soltou um arfar profundo e sussurrou, inteiramente entregue:
— Ahhh, Carlos... Que tesão! Mete no meu cu... Mete com vontade! Aquele corno não sabe o que perde, aproveita de mim!
Diante daquela entrega, fudi aquele cu com gosto. A coloquei de quatro novamente e meti fundo, alternando estocadas violentas com tapas na bunda e carícias brutas.
— Isso, meu amor... Bate na sua puta! Bate e usa bastante o meu corpo, seu safado!
Gozei fundo dentro do cu dela, preenchendo-a completamente.
De volta ao chuveiro, Sílvia me abraçava e me beijava com um olhar completamente apaixonado.
— Carlos, eu nunca senti nada parecido na minha vida... Que sorte a da sua esposa. Se eu tivesse um homem gostoso e bem dotado como você em casa, dava para ele todos os dias! Você promete que não vai sumir? Por favor, diz que a gente vai se ver sempre...
Sílvia estava visivelmente dominada pela paixão e pelo tesão que só um homem de verdade soube despertar nela.
E assim foi. Nos encontramos várias outras vezes, sempre em motéis discretos, porque Sílvia se transformava: gritava, gemia, chorava de prazer e fazia um escândalo inesquecível a cada orgasmo.
Alguns meses depois, soube por um vizinho que o marido havia descoberto as traições e que ela tinha se mudado para Campinas, encerrando assim a nossa intensa história.
Foto 1 do Conto erotico: A Carretilha e o Desejo


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ladylilyy

Nome do conto:
A Carretilha e o Desejo

Codigo do conto:
268320

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
27/07/2026

Quant.de Votos:
2

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