Depois de ter mamado o uber na volta pra casa me deu uma vontade de sentar gostoso em um pau. Eu estava navegando sem rumo pelo Instagram quando, num impulso de curiosidade, resolvi procurar o perfil do Fernando, meu antigo contatinho. Costumo dar essa espiada nos perfis do passado só por provocação própria — em absoluto sigilo, claro, para não despertar nenhum ciúme no meu marido. Mas ver as fotos do Fer reacendeu um fogo antigo. Bateu uma saudade gostosa, aquela vontade de reviver o proibido. Entrei no meu perfil fake e enviei um pedido de mensagem. Ele aceitou no mesmo instante. — Nossa, Jéssica?! Quanto tempo! — respondeu ele, surpreso. — Sim! E aí, garoto, me conta as novidades... Ele contou que tinha saído de um relacionamento recente e estava sozinho. Quando perguntou de mim, fui direta, jogando com o perigo: — Tô casada... mas com uma vontade louca de me aventurar. — Sério?! — ele atiçou. — Lembra daquele dia na van, quando saímos mais cedo e a motorista nos deixou sozinhos? — Lembro demais... que delícia de memória. — E do dia em que matamos aula no anexo? — provocou ele. — Mesmo com o risco de alguém pegar a gente, o tesão foi maior e você me convenceu a deixar você me mamar bem gostoso? — Putz, lembro perfeitamente... Mas o melhor de todos foi quando eu te chupei dentro do carro, perto da minha casa, e parei bem na hora em que você ia gozar, só pra te deixar na vontade. — Nossa, sacanagem pura! Me deixou louco aquele dia... — Pois é, Fer... Se você quiser, eu posso ir até o final dessa vez. A proposta indecente estava feita. Ele pirou. Expliquei que meu marido teria uma reunião de trabalho fora a semana toda e que teríamos uma manhã inteira só para nós. Detalhes combinados, a expectativa só aumentava. O Dia do Reencontro Na manhã marcada, meu marido saiu ainda de madrugada. Vesti minha pele de sedução: fui direto para um banho demorado, depilei-me completamente para deixá-lo babando e passei aquele perfume marcante — o mesmo que deixa qualquer um tonto de desejo. Escolhi uma lingerie de renda preta, um fio-dental provocante e uma roupa elegante por cima. Levei meu filho à escola bem cedo. Como precisaria buscá-lo às 12h30, cada minuto valia ouro. Assim que deixei o pequeno na portaria, vi o carro do Fernando encostando. Ao abrir a porta, o olhar dele me devorou inteira. — Bom dia, Jéssica... Meu Deus, você está maravilhosa. Cheirosa demais. Nunca me esqueci do seu cheiro. — E você continua um gato, Fer. Que saudade de você... Ele perguntou se eu queria tomar um café primeiro, mas desviei o olhar para a sua calça, sorrindo com malícia: — Não quero café, não, meu bem... O que eu quero saborear de verdade é você. Ele entendeu o recado na hora e acelerou rumo ao motel. No trajeto, o desejo já estava incontrolável. Mudei para o banco do carona ao lado dele, comecei a beijar o pescoço dele bem devagar, sentindo o calor da sua pele, enquanto minha mão deslizava para o meio das suas pernas. O pau dele já estava duro, grosso e pulsando. Não resisti: abri o zíper ali mesmo e comecei a chupá-lo com carinho e intensidade, sentindo o gosto dele até a garagem da suíte. Entregues ao Desejo Descemos do carro praticamente nos desnudando. Ele me puxou pela cintura, colando meu corpo ao dele em um beijo faminto, misturando nossas línguas com desespero. Tirou minha blusa e sutiã, encarando meus peitos com admiração. — Nossa, Jéssica... que corpo gostoso. Tá treinando, é? — Tô sim... Gostou do que vê? — Adorei... — sussurrou, descendo a boca para abocanhar meus mamilos com vontade, alternando chupadas fortes e lidas de língua que me faziam arfar. Notando que ele ainda tinha aquela afobação do passado, decidi assumir o controle carinhoso da situação. Deitei-o na cama macia, subi por cima do seu corpo e recomecei um ritual lento. Beijei sua boca com doçura, desci pelo pescoço, passei pelo peito até chegar ao seu membro. Abracei as coxas dele e me entreguei àquele boquete. Minha boca o engolia de forma quente e aveludada, usando a língua para massagear a glande e descendo até a base. — Puta que pariu, Jéssica... que boca deliciosa! Para um pouco, se não eu vou gozar agora mesmo! — gemeu ele, agarrando meus cabelos. Sorri, olhando bem nos olhos dele. Levantei-me devagar por cima dele, puxei o fio-dental para o lado e comecei a me masturbar na sua frente, deslizando os dedos melados pela minha clitóris totalmente molhada. Ele olhava aquilo hipnotizado, babando de tesão. Nisso, meu celular apitou no criado-mudo. Era meu marido, avisando que tinha chegado bem à fábrica. Respondi rapidamente com um tom carinhoso para não levantar nenhuma suspeita e voltei minha atenção total ao Fer. Subi nele, alinhei a cabeça do pau dele na minha entrada extremamente úmida e fui descendo devagarzinho. — Ahhh, Jéssica... que loucura... — ele torceu a boca, cravando as mãos nos meus quadris enquanto me recebia inteira. Sentar naquele pau grosso preencheu cada espaço. Comecei um movimento de rebolado lento, bem macio, sentindo o calor dele lá dentro. Ele me puxou para um beijo profundo, carinhoso, me segurando forte e dizendo o quanto tinha sentido minha falta. Aos poucos, acelerei o ritmo, quicando firme e sentindo o prazer me dominar. Era delicioso reviver aquilo agora, mais madura, sabendo exatamente como dar e sentir prazer. — Que tesão, Jéssica... Quero te comer de quatro! — Eu adoro... vem. Saí de cima dele e me posicionei de quatro, empinando bem a bunda, deixando minha bocetinha molhada e meu cu bem expostos para ele. Ele se encaixou por trás e começou a me socar com vontade. Pedi para ele ir mais devagar, para aproveitarmos aquele carinho e aquele calor com calma, mas o tesão acumulado foi demais para ele: em poucos minutos de uma foda intensa, ele gemeu alto e gozou fundo dentro de mim. Segundas Chances e Cúmplices Nos deitamos abraçados por alguns minutos. Ele me puxava para o peito dele, fazendo carinho nos meus cabelos enquanto relembrávamos as loucuras da época da escola. Eu olhava o celular de vez em quando, vendo as mensagens carinhosas do meu marido, e imaginava a cara dele se soubesse que eu estava ali, pelada na cama de um motel, nos braços do ex-contatinho que ele mais detestava na vida. Depois de um descanso e de muitos dengo, voltamos a nos esquentar. Reanimei o pau dele com mais um boquete bem demorado e caprichado. Ele me virou de costas na cama, na posição papai e mamãe. Entrou em mim devagar, olhando no fundo dos meus olhos, puxando minhas pernas para o alto e se afundando por inteiro. — Até que enfim te comi gostoso de verdade, hein? — falou ele, com um sorriso sacana e carinhoso ao mesmo tempo. — Lembra do dia em que você me chamou na sua casa e me deixou na mão? Toma agora... sente meu pau todinho dentro de você, sua gostosa. Aquele ritmo por cima foi perfeito. Ele metia fundo, alternando estocadas fortes com beijos quentes na minha boca e no meu pescoço. O clima de intimidade era tanto que me deixei levar por completo: me entreguei àquele ritmo e alcancei um orgasmo delicioso, tremendo inteira enquanto ele me apertava contra o colchão. Ele me comeu com vontade a manhã inteira, revesando entre o tesão bruto e o carinho do reencontro. Por volta das 11h40, nos recompomos. Ele me deixou na porta da escola do meu filho. Antes de sair do carro, nos demos um beijo longo, apaixonado e com sabor de "quero mais". Peguei meu filho, chamei um Uber e, no caminho para casa, fui o trajeto todo sorrindo baixinho, relembrando cada toque, cada gemido e o calor daquela manhã proibida. Quando meu marido chegou à noite, cansado do trabalho, fingi total naturalidade. Nem procurei transar com ele naquele dia — esperto do jeito que é, desconfiaria na hora de tanta disposição. Fui dormir abraçada a ele, mas com a mente viajando na foda inesquecível com meu amigo do passado.
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