Sou professora, e o fato aconteceu na época em que eu trabalhava ajudando na secretaria e na coordenação da escola. Eu passava o dia todo lá e só saia por volta das 22h. Com a mudança em um novo endereço, mudou também um dos professores. O novo professor da área de exatas se chamava Guilherme. Guilherme era mais moreno, usava barba, com algumas tatuagens no braço, 1,70m e era casado. Na recepção, eu e a dona da escola, muito tagarelas, sempre conversávamos com ele pra ir quebrando o gelo e ir interagindo pra ele se sentir mais a vontade. Certo dia, Guilherme mandou uma mensagem pedindo pra trocar suas aulas daquele dia, pois não estava se sentindo bem. Fiz a troca e naquela semana, ele não iria mais até a escola, dando tempo suficiente pra melhorar seja do que ele estava sofrendo. Já na outra semana, ele retornou, entrou na recepção e como de costume sentou na minha mesa e começou a conversar. A dona da escola estava na outra mesa e acabou questionando se ele estava se sentindo melhor. Ele disse que sim, e que o motivo era porque havia decidido se separar de sua mulher, pois já não havia mais diálogo entre eles e ele estava se sentindo sobrecarregado com tudo, já que ela não fazia nada pra ajudar ele. Ficamos surpresas com a informação! Tentamos consolar ele, apesar dele não aparentar estar precisando disso. Os dias foram passando e eu percebi uma certa aproximação do novo professor comigo. Antes, ele chegava no horário próximo a suas aulas. Agora era costume chegar pelo menos 30 minutos antes. A mudança também foi sentida na conversa, o que antes era limitado a poucas palavras, agora ele passava todo período antes das aulas, conversando na recepção. Nas trocas das aulas, ele vinha até a minha mesa com a desculpa de pegar um bala, pra puxar assunto comigo. Uma sexta-feira, estava sozinha na escola, aguardando a entrada das turmas da noite, quando o interfone tocou. Era o professor de exatas, 1 hora antes do início das aulas dele. Estranhei, mas pensei que ele pudesse estar querendo aproveitar o espaço e adiantar algum planejamento escolar. Acompanhei ele subindo as escadas, passando pelo corredor e chegando na recepção. Ele entrou, me cumprimentou com um sorriso, acomodou suas coisas na cadeira e sentou direto na cadeira da minha mesa, para minha surpresa. Ele puxou assunto perguntando como estava, se o pessoal iria na aula daquele dia, por ser uma sexta-feira, enfim.. A conversa tomou um rumo suspeito, quando ele começou a dizer que estava curtindo a vida de solteiro, pois ele poderia fazer o que bem entendesse e talvez realizar alguns desejos. Ele vendo a incógnita na minha cara por conta daquelas palavras, disse: - Sabe que eu sempre te achei muito bonita!!? - eu corei na hora, e não sabia onde esconder a minha cara. - Nossa, Guilherme!! Não fazia ideia disso. - respondi. - É verdade!! Mas nunca pude dizer nada porque era casado, e você sabe. Mas sempre te admirei em segredo. - Nossa! Não fazia ideia. Sempre te vi profissionalmente, apenas. - Eu sei disso! Mas confesso que seria uma honra poder ter a oportunidade de sair com você! - disse ele sorrindo. - Eu sou casada! Você sabe!! - Sei sim! Mas não vejo problemas nisso! - o olhar esperançoso e o sorriso malicioso eram transparentes. - Não imagino nada disso!! Agradeço pela sua admiração, mas sou bem casada e não faria nada que magoasse meu marido. Apesar da minha negativa, seu olhar de quem não desistiria facilmente era evidente. Os dias se passaram, e sempre que a gente estava sozinhos, ele flertava comigo. Apesar de cortar qualquer possível segundas intenções, confesso que gostava daquela atenção. Numa quarta-feira, a dona da escola já havia ido embora, e eu estava jantando na cozinha da escola, aguardando o horário novamente das turmas da noite. Neste dia, acho que o portão não havia sido bem fechado pela última pessoa que saiu, e de repente fui surpreendida com o professor chegando pela porta, atrás de mim. - Que susto!! Não esperava ninguém agora. - eu gritei. - Não foi minha intenção!! - disse ele gargalhando. Ele puxou uma cadeira e sentou bem ao meu lado. - Está sozinha? - ele perguntou. - Estou sim!! Estou esperando o pessoal começar a chegar. - Que bom!! E em um rápido movimento foi surpreendida por um beijo roubado. Até tentei impedir no começo, mas ele me segurava firmemente pelo pescoço contra sua boca. O beijo me envolveu. Parei de resistir e me entreguei a tentação. O clima foi esquentando. Os beijos ficaram mais intensos. - Que delícia! Estou matando a minha vontade! - ele disse. Entregue aquele momento eu só conseguia aproveitar sua língua dentro da minha boca. Foi quando ele começou a passar a mão dele pelo meu corpo arrancando pequenos gemidos. - Quero você agora! - as palavras dele no meu ouvido, ascenderam a minha racionalidade. - Ta louco? E se pegarem a gente aqui!! - Relaxa!! Aqui na cozinha não tem câmeras! Ninguém nem vai desconfiar! Relutei muito, até que ele fechou e trancou a porta da cozinha. E novamente avançou em mim, subindo a minha blusa e acariciando meus peitos por cima do soutien. Ele beijava minha boca e descia aos meus peitos. Eu sentia o tesão correndo em minhas veias. Já não tendo forças pra lutar contra o desejo do momento, abaixei suas calças e puder mamar ele bem gostoso. - Que delícia!! Sempre soube que você era safada desse jeito! - dizia ele, se entregando ao momento, jogando sua cabeça pra trás de prazer. Chupei ele bem gostoso, até quando ele não aguentou mais, me levantou, abaixou minhas calças e me encostou de cara na mesa da cozinha. Ali de 4, ele enfiou seu pau dentro de mim e começou a me foder gostoso. - Jéssica, que tesão você é!! - Vai!! Me come gostoso!! Mata a sua vontade!! - eu disse. Minha cara contra a mesa sentia o vai e vem que ele fazia no meu corpo com as estocadas fortes dentro de mim. Eu continha meus gemidos, com medo de alguém chegar e ouvir a gente lá. De repente o interfone tocou. Fui pega de surpresa! Tentando parar com aquilo, tentei levantar e fui repreendida. - Fica quieta aí! To quase gozando! Me arrumei na mesa, empinei mais a bunda e comecei a me empurrar contra ele, na tentativa de ajudá-lo no momento. Não demorou muito pra eu sentir seu pau se contraindo dentro de mim, em uma gozada e um gemido de tesão. Eu rebolava no seu pau, vendo ele se derreter com o climax. O interfone novamente. Dei um jeito de tirar ele de mim, e sair com as calças baixas para atender ao interfone próximo a cozinha. A sua porra desceu pelas minhas pernas durante este percurso de poucos passos. Autorizei a entrada do aluno, abri o portão, voltei para a cozinha a fim de me arrumar rapidamente e voltar ao meu posto na recepção. Me arrumei, me recompus e ainda ganhei um beijo de despedida do professor. - Você é uma delícia! - disse ele se despedindo e saindo pra ir para sala de aula. Depois de um tempo, para não levantar suspeitas, voltei a recepção para continuar meus afazeres. Na saida, ele veio até minha mesa e disse que tinha adorado nossa aventura e que gostaria de repetir. Eu respondi dizendo que também tinha gostado, mas que tudo aquilo tinha sido um erro, pois ele poderia ser solteiro, mas eu era casada. Fui fechando a porta da escola, pois meu marido me aguardava no carro. Apesar dele relutar e ainda tentar por várias vezes, nos dias que se seguiram, consegui resistir a tentação e deixar apenas a memória desta aventura.
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