Um dia, navegando pelas salas de bate papo da Uol, comecei a conversar com um rapaz chamado Élder. Ele era do Paraná, mas morava em Florianópolis, pois fazia faculdade de Medicina. Diferente da maioria das pessoas que estavam na sala, eu procurava uma conversa legal, sem sacanagem de primeiro momento. Com ele a conversa era muito agradável, e fomos nos conhecer melhor no MSN. Eu namorava na época, mas isso não impedia que a gente se falasse todos os dias por lá. Ele era branco, com cabelos castanhos, olhos castanhos, um lindo sorriso, corpo malhado e um tanquinho na barriga. Ele era o típico playboyzinho bancado pelos pais, mais sem ser arrogante e dono de uma inteligência cativante. Durante um ano, mais ou menos, trocamos muitas mensagens, tanto pelo MSN (sempre que possível a gente se via pela wb cam), como por torpedos. A gente sempre perguntava como estava sendo o dia do outro, quais os planos para o dia, como foi o final de semana. Ele sempre me contava sobre suas ficantes e as festas que ele ia, o que me dava um certo ciúmes. As vezes, a gente trocava juras de amor, mesmo sabendo que era difícil da gente se encontrar por conta da distância. Programando uma viagem nas férias com o meu namorado, o destino escolhido foi Balneário Camboriu em SC, o que me fez enxergar a possibilidade de talvez conseguir encontra-lo. A situação era ainda mais favorável, quando decidimos passar um dia em Florianópolis, por conta de uma festa legal que ia ter lá. Mencionei a ele que estava indo em janeiro para o Sul se teria como a gente se encontrar. Ele ficou empolgado com a novidade e disse que daria um jeito da gente se ver. Era janeiro, e eu e meu namorado partimos para o nosso destino. Eu estava super ansiosa, pois sabia que apesar de toda dificuldade, iria dar um jeito de encontrar Élder. Chegamos em Florianópolis no sábado para a festa do famoso DJ. Eu já tinha dito que iria a esta festa, e ele me disse que estaria lá também. Iriamos ficar no mesmo setor. Meus olhos percorriam aquele local para tentar encontrá-lo. Mas por conta do local estar bastante cheio e meu namorado não desgrudar nenhum segundo do meu lado, não tive sucesso em achá-lo naquele dia. Quando consegui olhar meu celular, o aplicativo paralelo de mensagens estava repleto de mensagens dele (eu tinha um app oculto em meu celular que meu namorado nem fazia ideia). Dizendo que ela estava me procurando, aonde estava na festa, enfim. Mas como eu não tinha conseguido olhar o celular durante a festa, não consegui responder ele e nem combinar de se encontrar. Esta foi a nossa primeira tentativa. No dia seguinte, era domingo, e a gente só iria se arrumar e partir pra nossa semana em BC. Estava de certa forma frustada por não ter conseguido conhecer Élder pessoalmente. O que me confortava era que ele já havia me dito, que quando conseguisse uma brecha, ele iria até mim pra gente se conhecer. Durante a semana, sempre que podia, descia sozinha no hall do hotel, para conversar com ele, e bolar um plano pra sair sem que meu namorado percebesse. Combinamos que sexta-feira a gente iria se ver. Eu estava super ansiosa, e acredito que Élder também estava, pois ele iria até meu encontro. Na sexta-feira meu coração saltava pela boca. Eu ainda precisava arrumar um desculpa pra poder sair sem ele. Neste dia, eu e meu namorado acordamos, tomamos nosso café, fomos a praia, na volta passamos pra almoçar e voltamos para o hotel por volta das 13h. Meu namorado sugeriu que a gente descansasse. Eu encontrei a deixa perfeita!! Em resposta, disse que não estava cansada, e que iria andar pela orla pra caminhar. Ele não desconfiou em nenhum momento e disse que poderia ir sem problemas. Dei um jeito de avisar Élder, que já estava a caminho, pronto pra chegar por volta das 15h em BC. Me arrumei, coloquei um biquini por baixo, com a desculpa que se desse entraria no mar, shorts bem curtinho e uma blusinha e sai, deixando meu namorado dormindo que nem pedra no quarto. Combinamos um lugar na orla que facilmente a gente podia se encontrar. Era uma espécie de rotatória central, com uma espaço bem grande onde as pessoas se sentavam por lá. Cheguei primeiro, enviei mensagem, e ele me disse que estava procurando um lugar pra estacionar. Janeiro por lá é bastante movimentado e acabou demorando uns 15 minutinhos até que ele falasse que estava a caminho do lugar combinado. Meu coração queria sair pela boca, depois de tanto tempo trocando mensagens, a gente realmente ia se conhecer. Eu estava sentada em um banco olhando o celular em busca de informações sobre ele, quando de repente parou uma pessoa na frente e disse "oii". Eu olhei e era o Élder. Lembro que minha primeira reação foi sorrir. Me levantei e demos um abraço super apertado. Ele era bem mais alto que eu, por volta de 1,80. O perfume dele era muito sedutor. E ficamos ali por alguns segundos nos abraçando e felizes por ter conseguido nos conhecer. Foi quando ele olhou pra mim, e me puxou dando um beijo bem apaixonado no meio daquela multidão. Eu respondi na mesma intensidade, afinal esse encontro poderia ser o único. Ele me convidou pra andar pela orla. E eu aceitei, pois estava um pouco próximo do hotel que estava com meu namorado. Seguimos caminhando para o outro lado da orla, conversando e de mãos dadas. Já bastante afastado, encontramos um lugar pra sentar e ele pegou uma água de coco. Ficamos ali nos curtindo, alternando conversas e beijos molhados. Todos que passavam por ali olhavam pra nós, pois naquele momento a gente estava exalando de tanto desejo e os beijos eram um pouco safados pra um local publico. Eu não podia ficar ali muito tempo, mas aproveitei bastante o tempo que tive. Por volta das 16h30 disse que precisava voltar para o hotel, e apesar de ele ter ficado triste, disse que entendia. Seguimos caminhando pela orla até a rua do hotel que estava hospedada. Nos despedimos e eu segui sozinha pela rua com o coração apertado por não ter conseguido ficar muito tempo com ele. Além disso, todos aqueles beijos me deixaram com um tesão enorme, eu sentia a molhadeira entre minhas pernas. Cheguei no quarto em silêncio, e meu namorado estava dormindo ainda, pois ele havia fechado todo o quarto e estava bem escuro. Fui direto para o banheiro. Pra poder tomar um banho e tirar qualquer perfume que teria ficado em mim. Tranquei a porta. E ali comecei a me masturbar com a visão daquele rapaz que havia acabado de encontrar. Já debaixo do chuveiro, passava os dedos na minha bucetinha e ela estava muiiito molhada. Aquilo me dava mais tesão ainda, pois com o meu namorado, nada daquilo acontecia. Além disso, estava ali há quase uma semana e o máximo que tinha acontecido foi uma transa bem ruim. Eu comecei a deslizar meus dedos pela minha intimidade aproveitando toda aquela lubrificação. Travei meus dedos no clitóris e comecei a acariciar ele com movimentos circulares. Eu gemia baixinho e me contorcia, como se perdesse as forças em minhas pernas. Lembro perfeitamente, de neste dias, chegar a introduzir meu dedo dentro de mim, na tentativa de poder imaginar sendo comida pelo outro. Já não aguentando mais, comecei a estimular meu clitóris com movimentos de cima pra baixo e explodir num orgasmo delicioso. Meu corpo vibrava a medida que aquela sensação se espalhava pelo meu corpo. Fui interrompida com meu namorado batendo na porta do banheiro, perguntando se podia entrar. Disse a ele que já estava terminando meu banho e já ia sair. Durante aquela noite, por descuido meu, meu namorado viu uma notificação do aplicativo de mensagens paralelo, e apesar dele me questionar, disse a ele que era mensagens antigas, de outros rolos meus que ele havia descoberto. Era Élder dizendo que havia amado me encontrar, e que se desse gostaria de ter mais tempo pra ficar comigo. Quando consegui responder perguntei quando a gente poderia se ver de novo. Ele disse que naquele final de semana os pais dele estaria visitando ele e seu irmão, que ficaria dificil sair por conta disso, mas que na segunda estaria de boa. Minha viagem terminava no domingo. Fiquei triste com o desencontro, mas já comecei a arquitetar outro plano. Sugeri a meu namorado que a gente ficasse mais uma diária, na desculpa que eu amava aquele lugar e não queria ir embora. Apesar de relutar no primeiro momento, meu namorado concordou, mas disse que não poderia sair do quarto, pois passaria o dia todo tendo que estudar pra uma prova de sua pós graduação. Perfeito! Era tudo que precisava, mais um dia naquele lugar e um dia sozinha. Combinei com Élder que daria certo pra gente se ver. Ele ficou contente e disse que neste dia a gente iria em um lugar com mais privacidade. Gostei bastante da ideia, lembrando do jeito que cheguei no hotel da ultima vez que nos encontramos. No domingo, o carma me atingiu em cheio. Eu tinha ficado menstruada. Chateada em ter que cancelar o encontro do dia seguinte, mandei uma mensagem para Elder, dizendo sobre o ocorrido e suas palavras foram: - Tem várias formas da gente se curtir ainda! Na segunda, passei a parte da manhã com meu namorado. Mas logo depois do almoço, disse que iria andar por BC em busca de uma roupa bem legal pra minha festa de aniversario que iria acontecer naquele final de semana. Por volta das 13h, sai do hotel e parti pra rua principal aonde Élder estaria me esperando. Quando cheguei lá, ele já me esperava. Entrei no seu carro, e ele não me perdeu tempo em me beijar. Era um beijo ansioso, mas muito quente, como se tivesse antecipando o clima daquela tarde. Ele seguiu pela cidade, e nos fomos conversando o caminho inteiro. Ele me questionou se eu estava mesmo menstruada. Disse que sim. Ele com um sorriso malicioso disse que não via problemas. Já na rodovia que dava acesso a cidade, ele parou em um motel. Eu estava bastante nervosa, pois era minha terceira vez em um lugar como aquele. Entramos na suíte, e ele percebendo meu nervoso puxava assuntos na tentativa de me acalmar e me fazer relaxar. Entre as conversas a gente se beijava com muita intensidade, e isso ajudava a aumentar o tesão. Ele beijava a minha boca, passava a língua pelo meu pescoço e gemia no meu ouvido me fazendo arrepiar. Ele tirou minha blusa, me deixando com o soutien vermelho que estava por baixo. Ele puxou um bojo, e abocanhou meus peitos em sua boca. Eu tremia toda por dentro e gemia, querendo que ele não parasse nunca com aquilo. Com uma mão ele desabotoou a lingerie, me deixando exposta. Ainda com a boca em em um de meus seios, ele começou a apertar o outro. Respondi com um beijo bem ardente, quase engolindo ele. Tirei sua camiseta e deitei ele na cama. Fui mordiscando seu lábios com cara de safada, denunciando meu próximos passos. Passei a língua, pelo pescoço dele, escorreguei pelo seu peitoral, beijando aquela barriga deliciosa até encontrar a sua bermuda. Olhando fixamente pra ele, tirei sua bermuda e cueca. Foi aí que tive uma surpresa: seu pau era grande e grosso! Eu não era uma pessoa muito experiente na cama, mas sabia que naquele momento não poderia demonstrar meu espanto e teria que dar um jeito de satisfazer ele, afinal eu não fujo de nenhum desafio. Comecei a chupar ele. Procurei uma posição que me favorecesse em colocar a maior quantidade dele em minha boca. Eu tentava colocar ele todo na minha boquinha pequenininha, mas engasgava quando tentava. Ele vendo aquela situação se deliciava e gemia baixinho. Me concentrei na cabeça do pau dele e comecei a suga-lo, com bastante intensidade. Ele olhava pra mim, segurando meu cabelos, com cara de aprovação. Eu gemia demonstrando que estava adorando mamar ele. Ali, chupando a cabeça do seu pau, ele encheu minha boca com seu leitinho. Eu continuei a mamar ele, fazendo ele se contorcer na cama, até ele liberar até última gota de sua porra, limpando seu pau. Eu não engolia na época, então esperei ele terminar, e me dirigi até o lavabo. Enxaguando minha boca, senti ele se aproximando por trás de mim dizendo em meu ouvido: - Vamos para o chuveiro! Quero te foder gostoso pra sempre se lembrar de mim. Eu estava sem reação e entregue aquela surpresa. Ele foi tirando meu shorts, que era a unica peça de roupa de havia em meu corpo. Ele me guiou até o chuveiro, me empurrando e me beijando. Eu sentia que seu pau nem tinha amolecido, pelo contrário estava bastante ereto de vontade. Ali debaixo do chuveiro, ele foi me beijando, me provocando, chupando meu seios e me pressionando na parede. Ele pegou uma de minhas pernas e apoiou na parede, tendo acesso a minha bucetinha. Apesar do sangue escorrer pelas minhas pernas, a água me limpava, e isso permitia com que ele sentisse apenas a minha lubrificação. Ele começou a brincar com a minha xoxota, e eu estava curtindo aquele momento. Minhas pernas já estava enfraquecidas por toda aquela brincadeira, mas ele me segurava com seu corpo me pressionando contra a parede. Não demorou muito eu cheguei no ápice e gemi bem alto de tanto tesão!! Num rápido movimento, aproveitando meu gozo, ele me virou, e me penetrou por trás. O pau dele grande e grosso me dava a sensação que estava sendo rasgada por dentro. Acho que ele podia sentir a contração da minha vagina ainda em êxtase pelo orgasmo. Apoiando minhas mãos na parede, mas com o corpo mais de pé, só com o bumbum empinado, ele metia em mim com vontade, puxando meus cabelos com delicadeza. Me posicionei mais pra baixo, e ele agarrou minha cintura, aumentando ainda mais a intensidade e força. O barulho da água do chuveiro era cortado pelas estocadas dentro de mim. Ele anunciou que ia gozar, e eu disse pra ele gozar na minha cara. Me ajoelhei e comecei a levar os jatos de seu esperma em minha cara. Senti que suas pernas ficaram fracas com o seu orgasmo. Ali, no chuveiro, terminamos de nos banhar, sempre nos beijando e aproveitando o momento. Passamos o restante da tarde juntos, conversando abraçados na cama, sempre se provocando, mas nada além disso. Por volta das 18h, tivemos que sair pra eu poder retornar para o hotel. Próximo às 19h, me despedi dele, com a sensação de querer ficar ali pra sempre. Demos nosso último beijo. Sai do carro em direção a rua do hotel. Não demorou muito peguei meu celular, e ele havia mandado uma mensagem que havia curtido muito ficar comigo e agradeceu pelo nosso encontro. Voltei a realidade quando cheguei no hotel e lá estava meu namorado ainda estudando. Por sorte ele não desconfiou de nada, pois estava concentrado em seus estudos, o que me permitiu trocar mensagens com Élder, relembrando do nosso dia.
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