Santiago nos recebia com um frio gostoso. O ar tinha cheiro de madeira úmida, café recém passado e vinho. Depois de um ano inteiro de trabalho, plantões, reuniões, pacientes e decisões difíceis, havia chegado o momento de nossa tão sonhada viagem.
Eu e meu preto havíamos feito uma promessa simples: durante dez dias naquele mês de junho, ninguém seria médico. Ninguém seria empresário. Seriamos apenas homem e mulher, pessoas que que se completam nos mais diferentes aspectos e vivem de maneira leve.
Chequei tudo com antecedência e no hotel boutique onde ficamos hospedados, conhecemos um grupo de brasileiros, turistas como nós. Eram seis pessoas, três casais, todos diferentes, logo nos enturmamos e na primeira noite, não imaginávamos que aquelas amizades mudariam à nossa maneira de enxergar o amor.
Marcamos de nos encontrar as 20h, no hall do hotel onde ficamos hospedados para conversar e jantar. Ao chegar no lugar marcado, o primeiro casal que encontramos foram Marcelo e Helena. Logo chegaram os outros e tivemos uma noite muito agradável. Eu e meu preto, sempre atentos e com nossas safadezas a flor da pele. Ele, passando a mão na minha bucetinha por debaixo da mesa, enquanto dávamos risadas das piadas que surgiam na noite, repleta de vinhos e muitas insinuações. Observamos que cada casal tinha um comportamento diferente e ficamos muito excitados para conhecer mais intimamente cada um. Alguns mais animadosPor isso, combinamos em particular com cada um e aproveitamos cada momento com eles.
Marcelo e Helena são um casal jovem, recém-casados há 2 anos, e logo já começamos a conversar. Marcamos de conhecer uma vinícola local e observamos que eles se sentavam sempre um de frente para o outro, falavam pouco, sorriam bastante. Durante o almoço na vinícola, percebi que eles quase não se tocavam, mas os olhos... os olhos permaneciam conectados durante minutos, fixamente, em alguns momentos, como se estivessem ouvindo os pensamentos um do outro.
Eu comentei baixinho com meu preto:
— Você reparou como eles parecem conversar sem abrir a boca?
O Preto sorriu e disse:
— Você também percebeu preta, consigo sentir o tesão exalando dos dois. Tomamos 4 garrafas de vinho e na volta para o hotel, os dois passaram boa parte do caminho em silêncio. Um silêncio confortável, mas cheio de tensão. Foi ai que o convite veio para subirmos juntos para o quarto deles e bebermos uma última garrafa juntos. Ao chegarmos no quarto deles percebemos que o comportamento deles mudou pois, nesse momento, Marcelo a pegou pela cintura e beijou sua boca com bastante sede. Foi então que Marcelo falou:
— Nos sentimos muito a vontade com vocês e gostaríamos de tentar uma coisa! Uma interação entre nós quatro, vocês topam?
Meu preto que não é bobo e já tinha me sinalizado que tinha gostado da Helena, logo disse:
— Que delícia de noite, não poderia acabar melhor!!!
A partir daí já começamos a nos beijar, eu era devorada pela boca de Marcelo enquanto meu preto beijava Helena já tirando seu vestido devagar e sugando seus seios com delicadeza, passando a língua em seu mamilo até vê-los durinhos de tesão.
Marcelo foi me empurrando contra parede e ainda em pé, beijava minha boca como se eu fosse a última mulher da cidade, com força e calor. Foi distribuindo beijos pelo meu pescoço, ombros e seios com vontade, logo desceu para minha barriga e abaixou parando de frente para minha boceta, olhou, sentiu o cheiro e disse:
— Preto, sua mulher tem uma bucetinha linda e cheirosa demais, eu estou louco para sentir seu gosto, eu posso?
Meu preto respondeu:
— o sabor dela é maravilhoso também, pode lamber sim, ela adora uma boa chupada. E eu, estou louco pra meter na sua mulher, posso também? E Marcelo disse:
— Hoje estamos aqui para viver um fetiche e sim, faça com ela o que você sentir tesão em fazer. Eu estarei aqui com a sua mulher também.
Nesse momento, meu preto sugou a boceta de Helena e meteu seus dedos no interior dela sentindo o quanto ela estava molhada. Ficou com sua boca brilhosa e seguiu metendo a língua lá dentro. Logo ficou de pé, liberou seu pau grosso, duro e meteu na buceta dela de uma só vez, sem nenhuma dificuldade, enquanto ela gemia em ser completamente preenchida pelo pau do meu preto. Ele entrava e sai várias vezes, contraindo seu corpo e me deixando com mais tesão por vê-lo daquele jeito. Logo ele disse para mim:
— Você está gostando minha corninha? Está gostando de ver seu homem metendo em outra bucetinha está?
Eu, estava olhando fixamente para ele, mas tinha e sentia Marcelo me comendo também. Ele metia seu pau na minha buceta e me fazia sentir tesão demais. Eu estava muito molhada, louca de tesão com a situação que para nós era mais comum pois, somos um casal liberal, mas, que para eles era uma primeira vez e sempre maravilhoso iniciar alguém.
Meu preto trouxe Helena para próximo de mim, na cama, e começou a beijar minha boca enquanto metia seu pau na buceta dela, ... metia, ... metia gostoso e beijava minha boca olhando nos meus olhos dizendo o quanto me amava em todos os momentos de nossas vidas. Marcelo metia na minha buceta olhando para aquilo e não aguentou, tirou seu pau para fora e gozou, gozou gostoso na minha barriga enquanto xingava nomes obscenos de prazer.
Meu preto, não... , ele colocou Helena de quatro e começou a meter nela mais e mais, sem parar, puxou mina mão me trazendo para perto dele e penetrou minha buceta com seus dedos espalhando a porra de Marcelo pela entrada de minha vagina e cuzinho e depois, meteu seu dedo em meu cuzinho sem dó. Marcelo observava meu preto de longe, até que eu gozei, Helena também e só ai, meu preto gemeu, também tirando seu pau da buceta dela e jorrando em suas costas. Depois de gozar, ele passou as mãos em sua porra e levou à minha boca para que sentisse seu sabor e eu, nossa, como adorei.
Ficamos ali, apreciando o momento, dando mais algumas risadas e logo nos despedimos e, ao sair do quarto deles e nos dirigirmos para nosso quarto, pela primeira vez em muitos meses, estávamos calmos, saciados, para nós, bastava apenas caminhar lado a lado.
No outro dia, marcamos com outro casal, Ricardo e de ir esquiar no Vale Nevado. Acordamos e fomos, locamos nossos esquis na estação e descemos a montanha várias vezes, caímos, nos levantamos, contamos piadas e demos muita risada. No final da tarde, já no hotel, resolvemos jantar e marcamos de nos encontrar para ir a um restaurante.
Na Plaza de Armas havia música ao vivo, um grupo chileno tocava boleros antigos. Ricardo estendeu a mão para a esposa, sem cerimônia, não se importando se teríamos plateia ou não e ela, aceitou. Os dois começaram a dançar lentamente entre turistas desconhecidos. Nem eram os melhores dançarinos. Mas dançavam como quem conhecia cada respiração do outro.
Eu observava fascinada e disse:
— Há quanto tempo nós não dançamos, você adora dançar...?
O Preto respondeu apenas:
— Tempo demais.
Logo abraçou minha cintura e nós começamos a dançar também, olhando um para o outro com carinho e sedução. Ele, beijava minha orelha e dizia coisas safadas que nós dois gostamos de fazer e eu senti o pau dele duro contra minha barriga.
Então, resolvi provocá-lo, perguntando a Clara se podíamos trocar de marido por uns instantes e Clara se mostrou tranquila e à vontade dizendo:
— Claro Renata, fique à vontade, ele é todo seu. Eu disse o mesmo:
— E você, aproveite os braços do meu preto, são quentes e acolhedores.
Dançamos por muitas horas, ritmos locais, músicas lentas antigas, até tango tocou. Foram várias músicas e muitas risadas, trocamos várias vezes de par e, ora dançamos nós dois juntos e ora, eu e o Ricardo. Após muitas músicas, a fome apertou e resolvemos encontra algo por ali mesmo para comer porque a fome, tinha chegado com vontade.
Naquela noite, voltamos caminhando devagar, pelas ruas iluminadas para o hotel. Já tínhamos bebido várias latinhas de cerveja e Ricardo, o mais animado, nos convidou para subir até o quarto deles pois queria nos mostrar algo. Chegamos no quarto e ele logo foi tirando sua camisa branca e Clara, tirando seus sapatos. Ricardo disse ao preto:
— Tire sua camisa também, fique mais à vontade.
Meu preto, como é safado, já foi logo tirando sua camisa e disse:
— Acho que nossas mulheres também podiam tirar suas blusas não acham? E deu risada...
Clara, que também já estava super alegre, respondeu já tirando a sua:
— com certeza, você me acompanha Renata?
Eu, olhei pra meu preto, pisquei, já insinuando algo que apenas ele e eu conhecíamos, e fui tirando devagar como se estivesse fazendo um strip-tease o que arrancou assovios dos três.
Ricardo novamente colocou música e meu preto logo já tirou Clara pra dançar de novo. Mais algumas músicas e ela começou a passar as mãos pelo peito do meu preto. Ele olhou para mim e para Ricardo, que estava tranquilo e apenas piscou para ela. Ricardo beijou meu pescoço e disse ao preto:
— Cara sua mulher tem um cheiro muito bom, posso continuar beijando ela?
Meu preto respondeu:
— Eu sei, pode sim, ela gosta que mamem os seios dela também.
Ricardo não aguentou e começos a passar as mãos pelos meus seios, tirou meu soutien e mergulhou entre os dois sugando um de cada vez e me levando a loucura. Meu preto então disse:
— Continue Ricardo, se você chupar direito ela goza gostoso
E foi isso que aconteceu, Ricardo mamou em meus seios passando sua língua pelos mamilos, mordendo delicadamente e sugando com força até que eu gozei gostoso retorcendo meu corpo e gemendo alto. Meu Preto sorriu e piscou pra mim como se tivesse orgulho de me ter como sua mulher.
Começou então a tirar a sai de Clara e passou os dedos por sua entrada e disse:
— Nossa como você está molhada, logo deitando-a sobre a cama e chupando a boceta dela com vontade. Meu preto mexia em seu membro já duro e chupava a buceta de Clara em uma sincronia louca que eu e Ricardo ficamos hipnotizados olhando. Clara gemia alto e grudava nos cabelos do meu preto que segurou suas pernas e chupou com força até que ela também gozasse em sua boca. Enquanto ela gozava, meteu em sua buceta devagar, sentindo suas contrações apertando seu pau.
Ricardo ficou cheio de tesão e falou algo que nós não esperávamos:
— Cara, estou com tanto tesão que me deu vontade até do seu pau.
Meu preto logo disse,
— Se você quiser eu como seu cu, mas já te adianto, você não vai comer o meu, na boa, se você topar assim, eu topo!
Ricardo apenas se virou na cama, desceu sua cueca liberando seu pau que já estava duro e chamou eu e Clara para chupá-lo. Nós duas chupamos ele devagar, subindo e descendo a língua, ora ela na cabeça ora eu, eu no pau todo, descendo até as bolas em uma dança que deixava Ricardo louco.
Em um certo momento Ricardo se levanta da cama, de pau duro e quase gozando, chama meu preto para se aproximar e diz:
— Mete seu pau no meu cu cara!!, deixa eu sentir esse pau entrando e sendo enterrado todinho ai no meu rabo. Meu preto pegou um lubrificante, passou no pau, colocou uma camisinha e entrou no rabo de Ricardo devagar sentindo seu aperto inicial. Logo conseguiu entrar completamente e começou a se mover, dentro do cu de Ricardo. Os dois gemiam e xingavam nomes feios como se estivessem brigando, mas, de longe, eu e Clara víamos que estavam com muito tesão. Ricardo gozou com o pau de meu preto em seu rabo e, assim que ele sentiu que iria gozar também, nos chamou e disse:
— Fiquem aqui as duas que vou gozar em vocês, e gozou, gozou também, gemendo daquele jeito que me deixa louca...
Ficamos ali deitados mais um tempo e logo meu preto colocou música novamente, me puxou e começou a dançar comigo, sorrindo e me namorando com os olhos e eu soube naquele momento, ele estava feliz.
No início da madrugada, enquanto voltávamos para nosso quarto, nenhum dos dois falou mais sobre dança, mas as nossas mãos permaneceram entrelaçadas durante todo o caminho.
Na janela do avião, a Cordilheira dos Andes desaparecia entre as nuvens. Eu fechei o livro que havia levado e não conseguiu ler nenhuma linha, não porque faltassem histórias, mas porque compreendera uma verdade inesperada. Durante anos acreditei que a paixão fosse um incêndio, mas Santiago me ensinara outra coisa que os grandes amores não sobrevivem pelas chamas altas e sim, sobrevivem pelas brasas, silenciosas, constantes, capazes de aquecer uma vida inteira.
preta-