Exibindo a buceta na loja de calçados



Ronaldo e eu tínhamos combinado de ir ao shopping: algumas compras e, por último, uma loja de calçados. Enquanto me vestia, a ideia surgiu de repente, quente e ousada.

— Amor… — chamei, parada na frente do espelho, segurando o vestido curto preto que eu mais gostava. — E se eu for sem calcinha?

Ele parou o que estava fazendo e me olhou. O sorriso que se formou no rosto dele foi lento, safado, daqueles que me deixam molhada só de ver.

— Sem calcinha? Com esse vestido? — repetiu, se aproximando. Passou a mão pela minha cintura e desceu até a bunda, apertando. — Você quer se exibir, é isso?

Assenti, mordendo o lábio.

— Quero. Quero sentir o ar frio entre as pernas… e quero que você veja a reação das pessoas.

Ronaldo beijou meu pescoço e murmurou contra a pele:

— Vamos. Eu quero ver isso.

No shopping, andamos bastante. Comprei algumas coisas, ele também. A cada passo eu sentia o tecido fino do vestido roçando minha pele nua, o vento ocasional do ar-condicionado subindo pelas minhas coxas. Ronaldo ficava logo atrás ou ao meu lado, e eu notava o olhar dele descendo sempre que eu me inclinava um pouco mais do que o necessário. Ele estava excitado. Eu também.

Quando finalmente entramos na loja de calçados, escolhemos um canto mais afastado. Sentei-me num banquinho baixo, as pernas cruzadas de leve. O vestido subiu naturalmente. Ronaldo se sentou ao meu lado.

O atendente veio em poucos minutos. Jovem, talvez uns vinte e cinco anos, cabelo curto, uniforme impecável. Ele se agachou na minha frente para me ajudar a experimentar um par de saltos.

— Qual o número, senhora?

Enquanto falava, ele ergueu o olhar… e travou.

Eu não estava de pernas completamente abertas, mas o ângulo era suficiente. O vestido curto tinha subido o bastante. Ele viu tudo: minha buceta lisa, rosada, já um pouco úmida só de saber que estava sendo observada. Os olhos dele se arregalaram por uma fração de segundo. Depois tentou disfarçar, mas o rubor no rosto e a respiração um pouco mais pesada entregaram tudo.

Eu não fechei as pernas.

Ronaldo, ao meu lado, sentiu a mudança. Ele viu exatamente o que o atendente estava vendo. E eu vi o volume crescer nas calças do meu marido.

O jovem engoliu em seco e tentou continuar o atendimento, a voz um pouco rouca:

— Quer… experimentar esse modelo?

Eu balancei a cabeça, fingindo inocência, e abri um pouco mais as pernas, só o suficiente para ele ter uma visão ainda melhor enquanto colocava o sapato no meu pé. O tecido do vestido quase não cobria nada naquela posição. O atendente olhou de novo. Dessa vez demorou um segundo a mais. A mão dele tremeu levemente quando segurou meu tornozelo.

Ronaldo se inclinava para mim e sussurrou no meu ouvido, baixo o bastante para só eu ouvir:

— Ele tá vendo tudo, Paula. Tá morrendo de tesão. E eu também.

Minha buceta latejou. Eu estava pingando.

O atendente se levantou depressa demais, o volume na calça dele agora evidente. Pediu desculpas, disse que ia buscar outro modelo no estoque e sumiu por alguns minutos. Quando voltou, o rosto ainda estava vermelho. Evitou olhar diretamente para mim, mas eu sentia o olhar dele escapar de vez em quando, roubando mais um pedaço da visão que eu estava oferecendo.

Experimentamos mais dois pares. Em nenhum momento fechei as pernas de verdade. O atendente notava. Eu notava ele notando. E Ronaldo notava os dois.

Quando finalmente pagamos e saímos, minhas pernas tremiam de tesão. Ronaldo quase não falava. Só me olhava com aquele olhar escuro, faminto.

Mal fechamos a porta de casa e ele me empurrou contra a parede.

— Você deixou ele ver tudo — rosnou, a voz rouca, levantando meu vestido de uma vez. — Ficou ali, aberta, molhada, se oferecendo…

Dois dedos entraram em mim de uma vez. Eu estava encharcada.

— Eu vi o pau dele endurecendo — continuei, ofegante, enquanto ele me chupava o pescoço. — Vi você também. Você gostou de me ver sendo observada, não gostou?

— Adorei — ele respondeu, virando-me de frente para o sofá e me inclinando. — Agora eu vou te foder lembrando de cada segundo.

Ele me penetrou fundo, num só empurrão. Eu gritei. As mãos dele apertavam minha bunda com força enquanto ele me fodia sem piedade, me contando baixinho o que tinha visto: o olhar do atendente, o jeito que ele engolia em seco, o volume na calça, a forma como eu ficava ainda mais molhada a cada segundo de exposição.

Eu gozei rápido, apertando o pau dele, gemendo alto. Ele continuou, mais fundo, mais rápido, me lembrando de como eu tinha me exibido, de como o estranho tinha visto minha buceta e ficado duro. Então Ronaldo gozou dentro de mim, baixo e rouco, como se ainda estivesse vendo a cena na loja.

Depois, caídos no sofá, suados e satisfeitos, ele passou a mão entre minhas pernas, sentindo o gozo dele escorrendo.

— Próxima vez — murmurou contra meu cabelo —, a gente escolhe uma loja ainda mais movimentada.

Eu sorri, ainda ofegante.

— Combinado.


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Comentários


foto perfil usuario cornodana

cornodana Comentou em 20/08/2026

Excelente conto, fiquei muito excitado lendo e imaginando tudo




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Exibindo a buceta na loja de calçados

Codigo do conto:
270347

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
20/08/2026

Quant.de Votos:
2

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