No meio do caminho olhei pra ela e tive a ideia.
— Amor, puxa um lado do sutiã pra baixo. Deixa só um biquinho à mostra. Vamos deixar frentista doido.
Ela não pensou duas vezes. Puxou o bojo esquerdo e o peito apareceu quase inteiro, o biquinho já duro, rosado, apontado. Depois colocou os óculos escuros, reclinou o banco e fingiu que tava dormindo. Os olhos dela continuavam abertos por baixo das lentes.
Eu parei no posto. Abaixei o vidro e chamei o frentista:
— Boa tarde, coloque 100 reais de gasolina.
O carro não tem insulfilm muito escuro. Dava pra ver tudo. O cara veio com a mangueira, encaixou no tanque… e travou. O olhar dele caiu direto no peito dela. Aquele biquinho duro, quase discreto, mas impossível de não notar. Ele ficou parado ao lado da janela dela. Não tirava o olho. A mão apertou a mangueira com força. Na calça o pau dele começou a crescer, grosso pra caralho, marcando o tecido.
Falei bem baixinho pra ela:
— Ele tá de pau duro, Paula. Olha o volume…
Ela respondeu no mesmo tom, a respiração já mais pesada:
— Tô vendo… parece bem grosso.
O peito dela subia e descia mais rápido. O frentista continuava ali, fingindo que só acompanhava o litro, mas o olho não saía do biquinho. Eu via o volume na calça dele pulsando. Quando terminou, ele deu um sinal com a cabeça. Paguei e saí.
Assim que o carro se afastou, Paula não aguentou. Puxou o fio dental de lado, pegou minha mão e enfiou entre as pernas.
— Tá sentindo? Tô pingando…
Os dedos entraram fácil. Ela tava encharcada, quente, escorrendo. Enfiou dois dedos e ela gemeu baixo, abrindo mais as pernas.
— Aquele pau grosso… ele vai pro banheiro agora e vai bater uma pensando em mim. Vai gozar lembrando do meu biquinho.
— Vai mesmo. Ele tava doido pra chupar esse biquinho.
Chegamos em casa quase sem falar. Entramos direto no quarto. Tirei o que restava da roupa dela. O biquíni caiu no chão molhado. Empurrei ela na cama, abri as pernas e enterrei a cara na buceta. Chupei com fome enquanto ela falava:
— Fala do pau dele… fala que era grosso…
Subi, enfiei o pau de uma vez e comecei a meter fundo.
— Era grosso pra caralho, Paula. Marcava a calça inteira.
Ela gritou, cravou as unhas nas minhas costas:
— Mais! Fala mais! Fala que ele queria me foder.
Eu metia cada vez mais forte. O som molhado da buceta ecoava no quarto.
— Ele deve ta gozando agora lembrando do seu biquinho. De como você é gostosa.
Ela gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando meu pau em espasmos. Eu não aguentei. Gozei forte, fundo, gemendo o nome dela.
Ainda ofegante, beijei o pescoço dela e falei:
— Na próxima… você vai sem calcinha. Só o sutiã. E eu vou parar no mesmo posto. Quero ver ele olhando a sua buceta.
Ela sorriu, ainda tremendo.
— Quero. Vou abrir bem as pernas pra ele ver a minha buceta.
