Ela não usava nada por baixo. Nem calcinha, nem sutiã. Os seios balançavam soltos sob o tecido, os bicos já levemente endurecidos pelo friozinho do ar-condicionado.
— Pedi umas coisas da drogaria — disse ela, parada na frente dele, a voz baixa e provocante. — Vou pegar com o entregador só com isso.
Ronaldo sentiu o pau endurecer na hora.
— Você tá maluca… — murmurou, mas o sorriso no canto da boca e o pau endurecendo traíam o quanto a ideia o excitava.
O interfone tocou. Depois a buzina da moto na rua.
Paula olhou para ele, os olhos brilhando.
— Fica aí. Olha pela janela.
Ela desceu a escada devagar. Muito devagar. A buceta ficava visível para quem estava embaixo.
O entregador, um cara de uns trinta e poucos anos, já estava no portão. Quando viu Paula descendo, a boca se abriu um pouco. A camisa era curta demais. De baixo, ele enxergava tudo: a buceta lisa, o buraquinho rosado, as gotinhas de excitação que já brilhavam entre os lábios.
Paula sentiu o olhar dele como um toque. Ficou ainda mais molhada. Os bicos dos peitos, duros, marcavam o tecido fino. Ela não tentou esconder.
— Boa noite — disse o entregador, a voz rouca, sem conseguir tirar os olhos dos biquinhos apontados.
— Boa noite — respondeu ela, sorrindo de canto. Pegou o saquinho, os dedos demorando um segundo a mais do que o necessário.
Ele não desfarçou. Continuou olhando diretamente para os peitos, depois desceu o olhar até o ponto onde a camisa terminava. Paula sentiu o calor subir entre as pernas. Estava pingando.
Ela deu meia-volta e começou a subir a escada. Agora era de propósito. Cada degrau era mais lento que o anterior. A bunda balançava, a camisa subia. A bunda ficava completamente exposta para o homem que ainda estava no portão, imóvel, sem conseguir se mexer.
Ele viu tudo. A bunda redonda, o buraquinho apertado, a umidade que brilhava sob a luz da rua.
Ronaldo, escondido atrás da cortina da janela, apertava o pau. Quase explodindo. Via o entregador boquiaberto, via a mulher dele se exibindo sem pressa, e o desejo batia tão forte que doía.
Paula entrou na sala. Antes que ela pudesse dizer qualquer coisa, Ronaldo a puxou com força. A camisa foi arrancada num movimento só. Ele a jogou no sofá, abriu as pernas dela e enterrou o rosto ali, lambendo a buceta encharcada como se estivesse morrendo de sede.
— Ele viu tudo, não viu? — rosnou Ronaldo, a voz grossa, enquanto chupava o clitóris inchado. — Viu essa buceta molhada… viu essa bundinha subindo a escada…
— Viu — gemeu Paula, arqueando as costas. — Ficou olhando pro biquinho do meu peito… e depois ficou parado no portão só pra ver minha bunda.
Ronaldo se levantou e enterrou de uma vez. Paula gritou de prazer. Ele fodia com força, fundo, sem piedade, falando no ouvido dela:
— Aquela buceta que ele viu agora tá engolindo meu pau…
Paula gozou primeiro, apertando o pau dele com força, gemendo alto, suja de tesão. Ronaldo não aguentou muito depois. Gozo quente, pulsando dentro dela, enquanto ainda falava do entregador que tinha visto tudo — a buceta, a bunda, os bicos duros.
Os dois ficaram ali no sofá, ofegantes, suados, a camisa jogada no chão.
Paula sorriu, satisfeita, e beijou o pescoço dele.
— Semana que vem a gente pede de novo.
