Esposa fez anal na faculdade

Essa história minha esposa Paula me contou hoje da epoca da faculdade, resolvi colocar aqui pra todos lerem.

Eles sentavam um ao lado do outro na sala de aula. Ele respondia tudo, rápido, seguro, com aquela voz baixa que fazia as meninas se virarem. Inteligente pra caralho. Até o dia em que largou a faculdade e sumiu das listas de presença. Mas não sumiu das conversas. Continuava aparecendo no intervalo, brincalhão, insolente, sempre com uma piada suja no canto da boca. Foi assim que a distância entre eles foi diminuindo.

Um dia, sem que ela lembrasse exatamente como, o assunto deslizou para sexo. Ele confessou, quase rindo, que estava há meses sem foder. A mulher grávida, barriga grande, proibindo qualquer penetração. Ele andava com o saco cheio e o pau doendo de tanto tesão reprimido. Ela, por sua vez, já não era mais virgem. Já sabia o gosto de caralho na boca e o aperto de uma pica entrando. E estava afim. Bem afim.

Combinaram uma tarde. Ela mentiu em casa, disse que ia fazer trabalho em grupo. Vestiu uma calça jeans justa e uma blusa que marcava os seios. Quando chegou na casa dele, o coração batia forte. Ele abriu a porta com os olhos já escuros de fome.

Levaram para o quarto. Não foi na cama da esposa. Foi num colchão solto no chão, no canto, coberto por um lençol simples. O cheiro do quarto era dele — perfume barato, suor e algo masculino que fez a buceta dela latejar.

Ele a beijou com pressa, mão grande apertando a bunda, outra subindo por baixo da blusa até achar o mamilo duro. Em minutos estavam nus. O pau dele apareceu: longo, um pouco mais que a média, veias saltadas, mas não grosso. A cabeça rosada já pingava pré-gozo. Ela se ajoelhou, lambeu a fenda, sentiu o gosto salgado, engoliu até a base enquanto ele gemía baixo, puxando o cabelo dela.

Depois ela montou. Sentou devagar, sentindo cada centímetro daquele pau comprido abrir as paredes molhadas da buceta. Gemeu alto quando chegou fundo. Começou a rebolar, sentando com força, peitos balançando na cara dele. Ele chupava os mamilos, mordia, enquanto segurava a cintura dela e empurrava pra cima, metendo fundo.

Viraram. Ele por cima agora, joelhos abertos, fodia com pressa, o colchão rangendo. O pau entrava inteiro, batendo no fundo. Ela sentia o saco dele bater na bunda a cada estocada. Estava molhada pra caralho, o som molhado de pele batendo em pele enchendo o quarto.

Quando ele a virou de quatro, ela arqueou as costas, abrindo a bunda. Ele encaixou o pau na buceta de novo, meteu algumas vezes, e depois tirou. A cabeça grossa pressionou o cuzinho apertado. Ela prendeu a respiração. Ele empurrou devagar, insistente, até a cabeça vencer a resistência. Ela gemeu, uma mistura de dor e prazer, enquanto ele ia entrando centímetro por centímetro no cu. Quando estava quase todo dentro, começou a foder. Estocadas curtas no começo, depois mais longas, mais profundas. A mão dele apertava a cintura dela, a outra escorria para a frente e esfregava o clitóris. O pau grosso de comprimento, mas não de grossura, cabia inteiro no cu apertado, esticando, invadindo.

Ela não gozou. Ainda não sabia como era ter um orgasmo de verdade. Só sentia o prazer bruto, o ardor gostoso no cu, o volume do pau batendo lá dentro. Ele estava com pressa. Respirava ofegante, metendo mais rápido, o corpo tensionado. Ela não lembra se ele gozou. Só lembra da urgência, da forma como ele a usava, do suor escorrendo pelas costas dele.

Quando pararam, ele puxou o pau devagar do cu dela. A camisinha ainda estava no pau, mas a embalagem… uma parte tinha sumido. Ele xingou baixo, vasculhou o colchão, o chão, debaixo do lençol, até achar o pedaço de plástico. Alívio visível no rosto.

Depois tomaram banho juntos. A água quente escorrendo pelos corpos ainda suados. Ele passou sabão nas costas dela, nas nádegas, nos seios. Ela passou a mão no pau mole dele, ainda manchado de lubrificante e restos do que tinham feito. Vestiram-se em silêncio, o cheiro de sexo ainda impregnado na pele.

Saíram. Cada um para o seu lado. Ela voltou para casa com a desculpa do trabalho pronta na boca e a buceta e o cu ainda latejando, lembrando de cada centímetro daquele pau longo que a tinha fodido naquela tarde.

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Comentários


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forrestgump1972 Comentou em 06/08/2026

Com uma raba dessas tem que ser bem puta mesmo ...e sim ... tem que levar muita rola no rabo ... a vadia merece todos os dias.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Esposa fez anal na faculdade

Codigo do conto:
269240

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
06/08/2026

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2

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