Nas duas primeiras tentativas ele só conseguiu enfiar a cabeça. Eu estava apertada pra caralho, nervosa, com medo de doer. Ele era paciente, ficava me beijando, lambendo meu pescoço, falando baixinho “relaxa, amor, eu vou devagar”. Na terceira vez a gente estava no quarto dele, de tarde, a casa vazia. Eu deitada de pernas abertas, ele por cima de mim, o pau dele já duro pra porra.
Ele esfregou a cabeça na minha boceta molhada, subiu e desceu, encharcando a camisinha. Aí empurrou com mais força. Sentiu o hímen resistindo. Eu atraquei as unhas nas costas dele e falei “vai… pode ir”. Ele deu uma estocada firme e rompeu. Doeu. Doeu pra caralho por uns segundos. Eu soltei um gemido alto, meio choroso, e ele parou na hora, beijando minha boca, me perguntando se tava tudo bem. Eu respirei fundo e disse que sim.
Aí ele começou a enfiar de verdade. Centímetro por centímetro o pau grosso dele foi abrindo minha buceta virgem. Eu sentia cada veia, cada polegada entrando. Quando ele enfiou até o fundo, a dor ainda estava ali, mas já misturada com um calor gostoso que subia pela barriga. Ele começou a meter devagar, fundo, me olhando nos olhos.
Depois de um tempo a dor tinha sumido quase toda e só restava tesão. Eu empurrei o peito dele e falei “agora eu quero ficar por cima”. Ele deitou e eu subi em cima, encaixei o pau dele de novo e desci bem devagar. Quando sentei até o fundo, soltei um gemido baixo. Comecei a rebolar. No começo era desajeitada, mas logo eu peguei o ritmo: subia quase tirando ele de dentro e descia sentando forte, batendo a bunda nas coxas dele. O pau dele batia fundo, rasgando minha boceta molhada. Eu rebolava em círculos, apertando ele por dentro, e ele gemia alto, segurando meus peitos, apertando os mamilos.
“Porra, Paula… sua buceta tá me comendo”, ele falava, a voz rouca. Eu estava louca de tesão, gemendo sem vergonha, rebolando mais rápido, sentindo o pau dele latejar lá dentro. Em um momento ele segurou minha cintura com força e começou a meter de baixo pra cima, forte, me fudendo de verdade. Eu só conseguia gemer e pedir mais.
Ele gozou forte. Eu senti o pau dele pulsar várias vezes dentro de mim, enchendo a camisinha. Eu continuei rebolando devagar enquanto ele tremia e gemia meu nome. Quando ele acabou, eu ainda estava em cima, com a boceta latejando, molhada pra caralho, a camisinha cheia escorrendo um pouco.
Foi a primeira vez. Doeu no começo, eu não sabia quase nada, mas eu rebolei no pau dele até ele ficar maluco e gozar fundo. E, honestamente… foi gostoso pra porra.
