Naquela tarde de sábado, Ronaldo chegou perto dela no quarto enquanto ela ainda estava só de calcinha.
— Vamos no mercado hoje — ele disse, a voz já baixa e rouca. — Quero que você vá de fio dental preto e aquele shortinho branco bem curtinho. Quero ver o fio marcado na sua bunda o tempo inteiro.
Paula sorriu, aquele sorriso safado que ele conhecia bem. Sem dizer nada, tirou a calcinha que estava usando e pegou o fio dental preto. Passou a tira fina entre as nádegas, puxando até ficar bem enfiado, quase desaparecendo no meio da bunda. Depois vestiu o short branco de elastano. O tecido era tão fino e justo que o formato do fio dental ficava nitidamente marcado, duas linhas pretas subindo pelas nádegas e o contorno da calcinha desenhado claramente por baixo do short.
Ronaldo ficou duro só de olhar.
No supermercado, ele andava alguns metros atrás dela, fingindo olhar as prateleiras. Paula caminhava devagar pelos corredores, o short subindo a cada passo, a bunda balançando pesada e redonda. O fio dental preto marcava tudo. Vários homens se viravam. Um cara mais velho quase derrubou uma lata de milho quando ela se abaixou para pegar um pacote de macarrão na prateleira de baixo. O short subiu ainda mais, e o fio dental ficou completamente à mostra, enfiado fundo entre as nádegas.
Ronaldo ficou parado no fim do corredor, mão no bolso apertando o pau, vendo os olhos dos homens colados na bunda da esposa. Paula sabia. Ela sentia os olhares e, de propósito, demorava um pouco mais abaixada, mexendo o quadril de leve.
Quando chegaram em casa, Ronaldo mal conseguiu esperar a porta fechar. Empurrou Paula contra a parede da sala, puxou o shortzinho para o lado e passou a mão no fio dental enfiado.
— Você viu como aqueles caras estavam te olhando? — ele rosnou no ouvido dela, já enfiando dois dedos por baixo do fio. — Um quase jorrava só de ver essa bundinha marcada.
— Eu vi — ela gemeu, empurrando a bunda contra a mão dele. — Aquele de camisa azul ficou com a boca aberta quando eu me abaixei. Deve estar batendo uma agora pensando nessa minha bunda.
Ronaldo tirou o short e o fio dental de uma vez só, virou Paula de quatro no sofá e enterrou o pau nela de uma cajadada. Foderam com força, suados, falando alto sobre os homens do mercado, sobre quantos devem ter ficado de pau duro, sobre como a bunda dela tinha sido o centro das atenções.
No domingo, o ritual se repetiu no parque.
Paula vestiu uma calça de academia preta, daquelas que grudam no corpo como uma segunda pele. Por baixo, o mesmo fio dental preto, puxado bem alto, enfiado até sumir. A calça marcava o risco do fio com clareza, o tecido esticado entre as nádegas.
Eles caminhavam pela trilha. Ronaldo um pouco atrás. Toda vez que um homem passava, a cabeça virava. Alguns nem disfarçavam. Paula, de propósito, parava de vez em quando para “amarrar o tênis”. Se abaixava devagar, as mãos nos joelhos, a bunda empinada alto, a calça esticada no máximo, o fio dental marcado como se estivesse nua. Os homens que vinham atrás quase tropeçavam.
Ronaldo observava tudo de longe, o sangue latejando no pau. Quando um grupo de três caras passou e todos viraram ao mesmo tempo, ele quase gozou na calça.
Em casa, de novo, foi selvagem. Paula ainda de calça, só puxada para baixo o suficiente. Ronaldo fodia ela de quatro, uma mão puxando o fio dental que ainda estava enfiado, a outra segurando o cabelo dela.
— Conta pra mim — ele exigia, metendo fundo. — Conta o que você sentiu quando se abaixou na frente daqueles caras.
— Eu senti o olhar deles queimando na minha bunda — ela ofegava. — Eu sabia que estavam vendo o fio enfiado… eu empinava mais de propósito… eu queria que eles vissem tudo…
Ronaldo gozou dentro dela gemendo alto, imaginando os olhos dos estranhos ainda colados naquela bunda que agora era só dele.
Depois, suados e ofegantes no sofá, Paula riu baixinho, passando a mão no peito do marido.
— Semana que vem a gente vai de novo?
Ronaldo só sorriu, já pensando no próximo shortinho.



