— Marcel chega daqui a pouco.
Paula olhou para ele, curiosa.
— Depois de tanto tempo…
— É. A gente conversou de tudo esses anos, mas faz tempo que não nos vemos. Eu já falei pra ele que você sabe… das fotos. Das conversas. Ele fica louco quando mando foto sua nua.
Paula mordeu o lábio inferior, o olhar brilhando.
— E ele já mandou foto do pau pra você mostrar pra mim.
— Mandou. Você lembra do tamanho.
Ela riu baixo, quase sem som.
— Lembro. Grande e grosso. Do jeito que eu gosto.
Ronaldo se aproximou do ouvido dela.
— Então hoje a gente brinca um pouco. Você fica de shortinho bem apertado, sem calcinha. Blusinha fina, sem sutiã. Deixa ele ver o contorno. Deixa ele sentir o cheiro. E a gente mostra você nua pra ele se masturbar na nossa frente.
Paula se arrepiou. A ideia a excitou na hora. Ela se levantou, foi para o quarto e voltou vestida exatamente como ele pediu: short de lycra preto que entrava no meio da bunda e marcava a buceta, blusinha branca fina que deixava os mamilos duros à mostra. Sem nada por baixo.
Quando a campainha tocou, Ronaldo abriu a porta. Marcel estava ali, sorriso largo, a mesma cara de infância, só que mais homem. Abraçaram-se forte.
— Porra, irmão… quanto tempo.
Entraram. Paula estava de pé na sala. Marcel a cumprimentou com um beijo no rosto, o olhar descendo rapidinho pelo corpo dela e voltando. Ronaldo notou. Paula também.
Sentaram-se. Ronaldo e Paula no sofá maior, Marcel no de frente. Abriram cerveja, depois um pouco de whisky. Conversaram de tudo: trabalho, futebol, as merdas da vida, as putarias antigas. Marcel contou de uma mina que tinha gozado na cara dele semana passada. Ronaldo riu e falou de uma noite em que Paula tinha mamado ele no carro. Paula ouvia, as pernas cruzadas, o short apertando cada vez mais.
As horas passaram. A conversa foi ficando mais suja. Paula ria, mordia o canudo do copo, se mexia no sofá. O short já estava um pouco úmido entre as pernas.
Por volta das dez e pouco, Marcel olhou o relógio e suspirou.
— Preciso ir, cara. Compromisso cedo amanhã.
Ronaldo apoiou o copo na mesa e olhou para o amigo.
— Antes de ir… quer ver a Paula nua?
Marcel congelou por um segundo. Depois sorriu, os olhos escurecendo.
— Porra. Claro que quero.
Ronaldo se virou para Paula. Ela já estava com as bochechas quentes. Ele puxou a blusinha dela para cima, devagar, e tirou. Os seios saltaram livres, os mamilos duros e escuros. Marcel engoliu em seco.
— Caralho…
Ronaldo passou a mão pelos seios dela, apertou, beijou o pescoço.
Marcel desceu a mão para a calça.
— Posso tirar o pau pra fora? Quero bater uma olhando.
Ronaldo acenou com a cabeça.
— Pode. Pode gozar se quiser.
Marcel abriu a calça, puxou a cueca para baixo e tirou o pau. Era exatamente como nas fotos: longo, grosso, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ele segurou com a mão direita e começou a masturbar devagar, sem tirar os olhos do casal.
Ronaldo desceu a mão pelo ventre de Paula e enfiou os dedos por baixo do short. A buceta estava encharcada. Ele gemeu no ouvido dela.
— Tá molhada pra caralho…
Paula abriu um pouco as pernas. Ronaldo puxou o shortinho para baixo e tirou.
Agora ela estava completamente nua no sofá. Ele abriu as coxas dela com as mãos, bem abertas, mostrando a buceta rosada e brilhante para Marcel.
— Olha isso, irmão.
Marcel acelerou a mão no pau. O pau latejava, as veias saltadas, a cabeça já melada. Ele masturbava com força, o olhar colado naquela buceta.
Ronaldo enfiou dois dedos fundo nela e começou a foder com a mão, o polegar fazendo carinho no clitóris. Paula gemeu alto, a cabeça jogada para trás, mas os olhos não saíam do pau de Marcel.
— Nossa… que pau grosso…
Os dedos de Ronaldo entravam e saíam, o barulho molhado enchendo a sala. Paula rebolava contra a mão dele, os seios balançando. Marcel masturbava mais rápido, a mão escorregando no próprio gozo que já escorria.
De repente Paula engasgou um gemido longo e se contorceu. A buceta apertou os dedos de Ronaldo e jorrou. Um jato forte de gozo esguichou, molhando o sofá, o chão, a mão dele. Ela gozou gemendo alto, as pernas tremendo, o corpo inteiro se sacudindo.
Marcel soltou um grunhido e gozou também. O pau dele latejou e jorrou forte, esguichando várias vezes, o gozo voando longe, quase alcançando o sofá do casal. Alguns fios cairam no chão entre eles. Ele continuou apertando o pau, tirando as últimas gotas, ofegante, os olhos ainda colados na buceta de Paula, que pulsava e escorria.
Por um momento ninguém falou. Só a respiração pesada dos três.
Depois se levantaram. Limpou-se o que deu. Paula vestiu de novo o short e a blusa. Marcel guardou o pau e fechou a calça. Ronaldo o acompanhou até a porta.
— Foi foda, irmão.
— Foi. Qualquer dia a gente repete.
Se abraçaram de novo. Marcel saiu.
Ronaldo fechou a porta, voltou para a sala e encontrou Paula ainda no sofá, as pernas entreabertas, o short só puxado até a metade. Ele tirou a própria roupa, ajeitou-se entre as coxas dela e enterrou o pau de uma vez na buceta quente e escorregadia.
Paula gemeu alto, as unhas nas costas dele.
— Fala do pau dele… — pediu ela, a voz rouca.
Ronaldo fodia com força, as bolas batendo.
— Aquele pau grosso… você ficou olhando o tempo todo… molhou o sofá inteiro só de ver ele batendo uma…
— Ele gozou longe pra caralho…
— Quase acertou a gente.
Paula apertou as pernas em volta dele e gozou de novo. Ronaldo gozou fundo nela logo depois, enterrado até o fundo, lembrando o pau do amigo latejando e o gozo esguichando pelo ar.
Ficaram abraçados no sofá molhado, suados, o cheiro de sexo e gozo impregnando a sala.

Que delícia de conto merece meu voto Nossa como uma buceta desta ia deixar ela goza na minha boca ia chupar todinha