Sentaram nas cadeiras de praia, ambos de óculos escuros, e ficaram observando o movimento. Casais passavam, corpos suados, peitos saltando, bundas balançando.
— Olha aquele ali — murmurou Paula, apontando com o queixo um cara de sunga preta. O pau dele estava semi-duro, a cabeça marcada pro lado, apertando o tecido. — Parece que tá prestes a rasgar.
Ronaldo riu baixo, os olhos escondidos atrás dos óculos, mas a boca curvada.
— E aquela loira de fio dental vermelho? Bunda de dar vontade de morder. Olha como balança quando anda…
Paula mordeu o lábio. O pau de Ronaldo já começava a endurecer dentro da sunga azul. Ela sentia o próprio biquíni molhando entre as pernas. Continuaram comentando cada corpo que passava, cada volume marcado, cada bunda empinada. O desejo foi subindo, quente, insistente.
Depois de um tempo, Paula se levantou, pegou a toalha e se deitou de bruços na areia. A bunda empinada pro alto, o fio dental laranja sumindo entre as nádegas carnudas. Vários homens que passavam viravam a cabeça, olhando sem disfarce.
Ronaldo se ajoelhou ao lado dela, abriu o protetor solar e começou a passar nas costas. As mãos grandes desceram devagar, apertando a carne macia da bunda, espalhando o creme com movimentos lentos, provocantes. De vez em quando o dedo escapava, deslizando por baixo do fio dental, roçando a buceta já molhada de Paula.
Ela gemeu baixinho, escondendo o rosto na toalha.
— Continua… — sussurrou.
Ronaldo passou o dedo de novo, mais ousado, sentindo a entrada quente e escorregadia. Paula abriu um pouco mais as pernas. Mais homens olhavam. Alguns até diminuíam o passo.
Não aguentaram.
Ronaldo se levantou, puxou a mão dela e os dois caminharam em direção a um matinho denso que ficava no fundo da praia, quase escondido. Entraram entre os arbustos, o coração batendo forte.
Assim que estavam cobertos pela vegetação, Ronaldo puxou o fio dental de Paula pro lado e enfiou o pau duro de uma vez só. Ela gemeu alto, sem conseguir segurar, o som se perdendo no barulho das ondas e do vento. Ele meteu fundo, segurando a cintura dela, a bunda batendo contra o corpo dele com estalos molhados.
— Mais forte… — pediu Paula, a voz embargada.
Ronaldo obedeceu, fudendo com força, uma mão apertando o peito dela, a outra segurando o cabelo. Paula gemia sem vergonha, o som escapando entre os galhos. Algumas pessoas que caminhavam pela areia olhavam na direção do mato, suspeitando, sorrindo de canto.
Eles gozaram quase juntos — ela tremendo, apertando o pau dele por dentro, ele descarregando fundo, gemendo baixo no ouvido dela.
Minutos depois, voltaram caminhando como se nada tivesse acontecido. Quando se sentaram de novo nas cadeiras, vários casais próximos estavam rindo, cochichando, olhando pra eles com aquele sorriso cúmplice de quem sabia exatamente o que tinham ido fazer no mato.
Paula ajeitou o biquíni laranja, ainda sentindo o porra escorrendo entre as pernas. Ronaldo ajeitou a sunga azul, o pau ainda semi-duro.
Eles se olharam por trás dos óculos escuros e sorriram.
O dia na praia ainda estava só começando.
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Que puta safada tu tem na tua casa, eu gozava nela toda
Que bunda deliciosa! Fiquei imaginando eu ali numa cadeira próxima de vcs olhando vc passar o dedo na buceta gostosa dela. Ficaria batendo uma por cima da sunga assistindo vcs até gozar.
Que delícia!!! Estão de parabéns! Adoro todos os contos
É gostoso demais um casal assim, desinibido, que gosta de se mostrar de deixar ver o que é bonito e gostoso e claro, aumentar cada vez mais a vontade, o desejo e o tesão. Casais assim dificilmente se separam, estão sempre bem juntos, conectados e sabem e gozar a vida. Nada mais gostoso do que deixar a esposa de bucetinha bem babada amigão, que delicia. votado e aprovado
To com a rola explodindo aqui de tesão, também quero comer esse rabo delicioso
Amigho uma esposa com um rabo desse tamanho tem que mostrar muito. Tesão ter uma cachorrona dessas em casa
Que delícia de relata me deixou de pau duro
Você me deixa louco 🤤🤤😈😈😘😘