Passei a mão pela coxa dela, subindo devagar até a borda do short.
— Tô com fome. Vamos pedir uma pizza?
Ela sorriu daquele jeito que eu já conhecia.
— Pode ser. Quatro queijos?
Pedi pelo celular. Quando desliguei, olhei pra ela com o sorriso sujo que sempre fazia a buceta dela molhar.
— Quando o entregador chegar… você vai atender assim mesmo. Desse jeitinho.
Os biquinhos dela endureceram na hora, marcando ainda mais a blusinha. Ela mordeu o lábio e perguntou, já com a voz mais baixa:
— Sério?
— Sério. Eu fico olhando da janela. Quero ver a cara dele quando ver esses peitinhos duros e essa bundinha quase saindo do short. Depois você volta e a gente fode falando de tudo que ele fez. Combinado?
Ela concordou, a respiração já mais pesada. Eu sabia que a calcinha dela já tava úmida.
Minutos depois, a buzina da moto cortou o silêncio da rua. A Paula se levantou. O short subiu ainda mais. Os biquinhos estavam duros pra caralho. Eu me posicionei atrás da cortina da janela, o pau já semi-duro dentro da bermuda, e fiquei olhando tudo.
Ela abriu a porta da rua. O entregador — um cara de uns vinte e poucos anos, capacete na mão — abriu a boca e depois sorriu de um jeito malicioso, sem nem disfarçar. Os olhos dele travaram nos biquinhos duros que se projetavam na blusinha dela. Ficaram fixos ali, sem vergonha nenhuma.
Ela pegou a caixa da pizza de um jeito que os seios se projetassem ainda mais. Depois se virou devagar, de propósito, dando as costas. O shortinho subiu e a bunda apareceu quase inteira — aquelas duas metades redondas, o tecido enfiado no meio. Ela andou bem devagar em direção à porta de casa. Eu vi o entregador parado, a mão direita apertando o pau na calça, os olhos colados na bunda da minha mulher. Ele não saiu do lugar. Ficou ali, apertando o pau e olhando até ela sumir pela porta.
A Paula entrou, fechou a porta e quase jogou a pizza em cima da mesa. Estava ofegante, o rosto corado.
— Amor… ele ficou babando. Não parava de olhar pros meus peitos. Quando eu virei, ele apertou o pau na calça e ficou parado olhando minha bunda. Eu andei bem devagar de propósito.
Meu pau já estava duro pra caralho. Puxei ela pela cintura, empurrei contra a parede e enfiei a mão por dentro do short. Os dedos encontraram a calcinha encharcada.
— Porra, tá pingando… — murmurei, enfiando dois dedos nela sem cerimônia. — Ele vai bater uma pensando nessa buceta agora. Vai lembrar dos seus biquinhos duros e dessa bundinha quase nua.
Ela gemeu, abrindo as pernas. Puxei o short e a calcinha pro lado, libertei o pau e enfiei de uma vez só. Ela estava tão molhada que eu entrei fácil, fundo, até o saco bater nela.
— Fala mais — pediu ela, rebolando contra mim. — Fala o que ele vai fazer.
Eu fodia com força, segurando a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas enquanto metia.
— Ele vai chegar em casa, se trancar no banheiro e bater uma lembrando de você. Vai imaginar chupando esses peitinhos, enfiando o pau nessa buceta molhada… e depois vai contar pros colegas. “Porra, atendi uma mulher com o short enfiado na bunda e os peitos duros. Quase gozei na calça.”
Ela gemia alto, a buceta apertando meu pau a cada estocada. O som molhado de pele batendo em pele enchia o quarto. Puxei a blusinha dela pra cima, engoli um mamilo duro e chupei com força enquanto continuava metendo.
— Você gostou de se mostrar pra ele, né, putinha? Gostou de deixar ele com o pau duro?
— Gostei… — ela ofegou. — Quero que ele fique pensando em mim. Quero que ele se masturbe lembrando da minha bunda.
Virei ela de quatro em cima da cama, tirei o shortinho de uma vez e enterrei o pau de novo. Agora metia fundo, olhando a bunda dela se mexendo a cada investida. Minha mão escorreu pra frente e esfregou o clitóris inchado.
— Essa buceta tá uma delícia… toda molhada por causa daquele cara te olhando.
Ela enterrou o rosto no lençol, gemendo sem parar. Eu acelerei, estocadas longas e profundas, o saco batendo nela. Quando ela gozou, a buceta latejou forte em volta do meu pau, encharcando ainda mais. Segurei firme e gozei logo em seguida, jorrando fundo e gemendo baixo.
Ficamos ali, ofegantes, meu pau ainda latejando dentro dela. Paula sorriu, suada, satisfeita.
— Próxima vez a gente pede outra pizza… e eu atendo só de calcinha.
Eu ri, ainda sem tirar o pau de dentro.
— Combinado.
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Delícia de aventura!!! Sempre bom se entregar ao tesão! Parabéns! Continuem
Quem me dera ser esse entregador pra essa putinha de shortinho e peitinhos durinhos
Gostosa. Entregador sortudo
Que putinha safada… muito boa a cumplicidade do casal, parabéns!
Delicia de esposa, safada... adoraria ser o entregador e ao chegar em sua casa dizer que li o conto de voces, e que queria foder ela junto com vc
Que tesão de conto ... Muito bom gozei gostoso